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Elefante desenvolve pressão alta após anos de exploração em zoo

Um elefante exposto no zoológico de Kansas City, nos Estados Unidos, desenvolveu pressão alta devido à altos níveis de estresse, de acordo com veterinários.

O elefante de 40 anos chamado Megan entrou em colapso no final de 2017. Veterinários realizaram diversos testes e  descobriram que ela tinha anormalidades cardíacas e pressão arterial significativamente elevada. Após mais pesquisas, eles concluíram que Megan provavelmente tinha um tumor adrenal.

De acordo com os especialistas, não há tecnologia atual que permita aos veterinários realizarem uma operação com segurança para remover o tumor, então a condição de Megan está sendo tratada com medicamentos destinados a controlar a hipertensão e outros sintomas.

Elefante desenvolve pressão alta devido á altos níveis de estresse em zoológico (Foto: Pixabay)

A medicação para pressão sanguínea que Megan foi receitada é o mesmo tipo que é dado aos seres humanos. E, assim como a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os humanos com hipertensão, Megan deve idealmente estar andando regularmente para ajudar na sua condição, como ela estaria fazendo na natureza.

Assim como os humanos, os animais são conhecidos por desenvolver problemas de saúde quando estão sob muito estresse. Quando os animais que se destinam a vagar livremente na natureza são levados em cativeiro, isso os estressa e sua saúde é prejudicada.

Casos como o da Megan são comuns, muitos elefantes que vivem em cativeiro acabam desenvolvendo doenças como artrite e doença mortal nos pés. Ainda, podem apresentar comportamentos repetitivos, relacionados ao estresse.

Dessa forma, defensores dos animais estão lutando para que Megan seja levada á um santuário, onde o animal poderá ter uma vida melhor e ter os cuidados necessários para tratar sua doença.

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Pressão alta em cães e gatos está associada a outras doenças

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O aumento da população de animais idosos torna cada vez mais frequente a ocorrência de várias doenças degenerativas. Dentre elas, destaca-se a hipertensão arterial sistêmica, patologia que também acomete cães e gatos, mas muitos tutores nem imaginam.

Saber se o animal tem pressão alta não é fácil, mas é tão importante quanto saber se a pressão de uma pessoa está controlada. Em cães e gatos, ao contrário do que ocorre com os pacientes humanos, a hipertensão em geral é secundária a alguma outra doença. Em cães, relaciona-se mais comumente à doença renal crônica, hiperadrenocorticismo (doença da supra renal), obesidade e da diabetes. Em gatos, costuma estar associada à doença renal crônica, cardiopatia e ao hipertiroidismo.

Para medir a pressão de um cão ou gato, é necessário um aparelho especial, o Doppler, que amplifica o som da pulsação. Vários fatores podem interferir no resultado, como estresse, tensão, dor etc., e por isso às vezes são necessárias várias mensurações para chegar a um valor médio. Esse exame é indicado para animais com idade superior a cinco anos.

A hipertensão arterial descontrolada pode causar lesões em vários órgãos, tais como:

No cérebro: pode causar derrames, AVC, dor de cabeça.
Nos rins: pode agravar a insuficiência renal e perda de proteínas.
Nos olhos: pode levar ao descolamento de retina e cegueira.
No coração: pode levar ao aumento do coração e edema pulmonar.

Uma vez identificada a hipertensão, muitos animais podem e devem ser medicados e, com isso, os riscos de morte diminuem consideravelmente.

Mensurar a pressão arterial é mais um recurso que a medicina veterinária encontrou para melhorar a qualidade de vida dos animais.

Fonte: Jornal Dia a Dia

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Cachorros também podem ter hipertensão arterial

Uma pesquisa recente do Ministério da Saúde descobriu que cerca de 25% da população sofre de hipertensão arterial. Mas o problema não é exclusividade dos humanos. Seu animal de estimação também pode manifestar a doença.

“Na medicina veterinária, a hipertensão ainda não é valorizada. Apenas nos últimos 15 anos tem-se dado importância ao problema em animais de estimação”, explica o médico veterinário André Luis de Souza Teixeira, da clínica Vetypiranga. Como a doença não apresenta sintomas, poucas queixas são relatadas pelos donos dos animais afetados.

Foto: Extra Online/ Reprodução

A veterinária Karine Klein, da Renalvet, alerta para alguns detalhes que podem ajudar no diagnóstico:

“O dono pode notar alguma alteração no comportamento do animal, sem uma razão visível, que pode ser causada por dores na região da cabeça, por exemplo. Observe se o animal tem tontura, falta de ar, cansaço com os exercícios, diminuição da visão ou sangramento nasal”, diz a veterinária.

Caso o tutor perceba essas alterações, é preciso investigar se a alimentação do animal está balanceada (a obesidade pode ser um dos motivos da hipertensão), se há convívio em ambientes de fumantes ou estresse.

Mas, se seu companheiro é hipertenso, nada de pânico. “Existem vários medicamentos anti-hipertensivos disponíveis. Portanto, quanto mais cedo for tratada a hipertensão, menor será a possibilidade de lesão nos órgãos”, garante Teixeira.

Fonte: Extra Online

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