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Cachorro fica preso em tubulação e é resgatado por bombeiros

Ilustração | Pixabay

Um cachorro foi resgatado pelo Grupamento de Bombeiros Civis Voluntários de Várzea Paulista (SP), após ficar preso por mais de três horas em uma tubulação de águas pluviais, no bairro Gauchinha, no sábado (26).

Segundo o agrupamento, devido ao tamanho do cachorro, foi necessário abrir um buraco e quebrar a tubulação para retirar o animal, que pertence a uma família do bairro há 15 anos.

Ele teria brigado com outros cachorros e ficado preso. O animal foi resgatado e não teve ferimentos.


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Explorado desde a infância, leão morre aos 18 anos em zoo no Paraná

Foto: Pedro Ribas/SMCS

Simba, um leão explorado desde a infância para entretenimento humano, morreu na manhã da última segunda-feira (3) no Zoológico Municipal de Curitiba, no Paraná.

A prefeitura da cidade alegou que a causa da morte foi velhice. O leão era reduzido à condição de “principal atração” do local, o que o colocava no mesmo nível de um objeto em exposição usado para entreter o público.

Simba tinha 18 anos de idade, viveu todos eles trancafiado no zoológico. Visitantes que passaram pelo local se divertiam ao ver o animal inocente aprisionado.

A administração do zoo informou ao G1 que o leão tinha dificuldades para se locomover e que todas medicação para as dores que sentia por conta de problemas nas articulações.

Ele chegou ao zoológico ainda filhote, após ser resgatado de uma casa onde era mantido em cativeiro, o que configura crime ambiental. Não bastasse todo o sofrimento que vivenciou por ter sido privado da vida em liberdade, o leão ainda foi forçado a se reproduzir em cativeiro, trazendo ao mundo Leona e Nala, leoas que nasceram condenadas à vida no cárcere. Elas vivem no zoológico há quase 14 anos.

Zoológicos x santuários

Após o resgate, o foco principal deve ser reabilitar o animal silvestre para devolvê-lo à natureza. Em casos específicos em que a soltura não é possível, santuários devem ser o destino do animal.

Zoológicos são locais que visam o lucro e o entretenimento e que aprisionam animais e os reproduzem, condenando filhotes a uma vida inteira de aprisionamento para entreter visitantes que enxergam diversão na tristeza dos animais – como apontado por especialistas, movimentos repetitivos e sinais de estresse são comuns nesses animais (um fotógrafo viajou o mundo para registrar o estado depressivo da fauna silvestre que vive em zoológicos – confira aqui).

Foto: Gaston Lacombe

Além dos recintos pequenos e inadequados, muitas vezes feitos de cimento, os zoológicos submetem os animais a condições antinaturais ao forçá-los a suportar o barulho e a presença de muitos visitantes.

Nos santuários, os animais são mantidos em ambientes que tentam ao máximo simular o habitat, e não são expostos ao público. Exceções existem apenas em casos de instituições que precisam abrir para visitação para arrecadar fundos para manter os animais – nesses casos, as visitas são realizadas em dias determinados, de maneira responsável para não estressar os animais, com monitoramento e número reduzido de pessoas.

Como o objetivo dos santuários é promover bem-estar aos animais que não podem retornar à natureza, não há foco no entretenimento humano e, portanto, não há reprodução para que filhotes não sejam condenados a uma vida no cativeiro apenas para serem vistos pelas pessoas.

Basta observar animais retirados do zoológicos e levados a santuários – os que são mantidos pelo Rancho dos Gnomos, por exemplo – para notar a diferença que faz dar ao animal um local digno para viver. As mudanças são visíveis, como mostram as fotos abaixo, da ursa Marsha, que viveu no Rancho dos Gnomos. Conhecida como a ursa mais triste do mundo por viver num zoo, ela se transformou após ser levada ao santuário, onde viveu uma vida feliz por 10 meses, até morrer em decorrência de um tumor.

Foto: Rancho dos Gnomos

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Cão é salvo após ficar preso entre muros durante dois dias em Teresina (PI)

Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

Um cachorro foi resgatado após ficar preso entre dois muros durante dois dias no bairro Promorar, em Teresina, no Piauí. O resgate foi realizado na última quinta-feira (8).

Após ser salvo pelo Corpo de Bombeiros, o animal foi internado em uma clínica veterinária.

A Associação Piauiense de Proteção e Amor aos Animais (Apipa) informou ao G1 que ainda não se sabe se o cachorro, batizado de Resc, tinha um tutor ou vivia em situação de rua.

“A situação era terrível e não sabemos se ele tem tutor. Agora ele está internado e se recuperando”, contou Isabel Moura, da Apipa.

Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

Os militares foram acionados pelo morador de uma das casas entre as quais o animal ficou preso. Para salvar o cão, o tenente Augusto César e o cabo Ramon tiveram que quebrar uma parte do muro.

Além da situação desesperadora que viveu, Resc estava bastante desidratado e com um ferimento grande na cabeça.

Para arcar com os custos do tratamento do animal, a ONG conta com a colaboração dos internautas, que podem doar qualquer quantia para ajudar a quitar as dívidas. Para solicitar os dados bancários é necessário fazer contato com a Apipa através das redes sociais. 

Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros
Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

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Cão é resgatado após passar a noite preso em grade de portão em MS

Moradores da casa informaram que o animal ficou preso após tentar entrar no quintal da residência para se aproximar da cadela tutelada pela família, que está no cio


Um cachorro foi resgatado após passar a noite de sexta-feira (28) com a cabeça presa à grade do portão de uma casa em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. O acidente aconteceu no bairro Coronel Antonino.

Foto: Osvaldo Nóbrega/TV Morena

Moradores da casa informaram ao G1 que o cachorro tentou entrar no quintal da residência porque a cadela tutelada pela família está no cio. Durante a tentativa, ele acabou preso ao portão, de onde foi retirado na manhã de sábado (29).

Ao perceber que o animal estava em apuros, os moradores da casa tentaram ajudá-lo, mas não tiveram sucesso e, por isso, decidiram acionar o Corpo de Bombeiros.

Os militares levaram aproximadamente 15 minutos para socorrer o cachorro, que não sofreu ferimentos. Para que o resgate fosse possível, os bombeiros precisaram cortar um pedaço da grade do portão.

Após ser salvo, o cachorro seguiu andando pela rua. Não se sabe se ele tem tutor ou se vive em condição de abandono.

Foto: Osvaldo Nóbrega/TV Morena

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Elefante estressado e obrigado a se apresentar em shows em zoo pisoteia seu cuidador

Foto: Yvonne Ying'er/Weibo
Foto: Yvonne Ying’er/Weibo

Um elefante adulto do sexo masculino, estressado e exausto, mantido em cativeiro em um zoológico no sul da China, pisoteou seu cuidador até a morte na frente de visitantes chocados.

Estudos comprovam que animais mantidos em cativeiros e afastados de seu habitat natural desenvolvem comportamentos agressivos devido ao imenso sofrimento mental a que são submetidos. No caso deste zoo Chinês para piorar o stress dos animais, eles ainda são explorados para entretenimentos em shows para turistas.

O animal de duas toneladas e 56 anos, estava desesperado para se acasalar e atacou seu cuidador que o impedia, o incidente ocorreu na semana passada em Changsha, capital da província de Hunan, segundo o Daily Mail.

O incidente ocorreu pouco antes de um show de circo com animais na terça-feira passada (24) e foi filmado por turistas que esperavam para assistir à apresentação.

O elefante asiático, chamado “Ai A”, vive em Changsha há 10 anos e tem um temperamento “suave”, de acordo com o Zoológico Ecológico de Changsha, onde ocorreu o incidente.

Ele estava esperando para entrar no local da apresentação quando se revoltou contra o cuidador, conhecido por seu sobrenome Bu, disse o zoológico em um comunicado postado nas mídias sociais em 29 de dezembro.

Changsha zoo | Foto: Trip.com
Changsha zoo | Foto: Trip.com

Cinco outros tratadores tentaram acalmar o elefante antes de levar Bu ao hospital.
A vítima foi declarada morta pelos médicos depois que o atendimento de emergência falhou.

As imagens que circulam no Weibo (rede social chinesa), equivalente chinês ao Twitter, mostram três elefantes, incluindo “Ai A”, em pé no campo de performance.

Em seguida, “Ai A” é visto arrastando um homem, que parece sem vida, pelo chão.

Changsha zoo | Foto: Trip.com
Changsha zoo | Foto: Trip.com

Uma testemunha ocular do sexo masculino é ouvida gritando “ele se foi, ele se foi”, indicando que o homem pode estar morto enquanto outros espectadores são ouvidos lamentando a perda.

Especialistas do zoológico suspeitam que “Ai A” estava em seu período de reprodução, época em que os elefantes machos têm relações com as fêmeas.

Quando um elefante asiático masculino está em um estado de “musth”, seu desejo de acasalar aumenta e seus níveis de testosterona e outros hormônios são elevados. Torna-o mais agressivo e briga com outros elefantes machos para competir por parceiras.

Foto: Yvonne Ying'er/Weibo
Foto: Yvonne Ying’er/Weibo

Como os elefantes normalmente vivem na natureza, esse comportamento é absorvido pelo grupo naturalmente sem maiores danos.

Ainda não está claro se os outros elefantes no local eram do sexo masculino ou feminino.

O zoológico manteve “Ai A” em um recinto separado, longe de outros elefantes.

Fundado em 2010, o Zoológico Ecológico de Changsha mantém um total de seis elefantes asiáticos em um pavilhão que ocupa 1.271 metros quadrados.

Todos os elefantes são treinados para realizar acrobacias circenses, incluindo massagens, chute de futebol e bambolês, todos comportamentos antinaturais obtidos à custa de treinamentos dolorosos e cruéis.

O zoológico prometeu impedir que incidentes semelhantes ocorram no futuro.

Entende-se que a polícia e o departamento florestal regional estão investigando o caso. As informações são do Daily Mail.

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Gato sobrevive após ser usado como alvo para prática de tiro

Foto: PDSA Pet Hospital
Foto: PDSA Pet Hospital

O gatinho Teddy voltou para a casa de Joan Sams no bairro de Walker, na cidade de Newcastle (Inglaterra) com ferimentos graves e, inicialmente, a tutora de 63 anos de idade, pensou que ele havia sido atropelado por um carro.

Joan, que é dona de casa, descobriu horrorizada que seu amado gato havia sido baleado mais de 20 vezes com uma pistola de ar três dias antes do Natal.

Acredita-se que Teddy foi “capturado, preso e usado como alvo prática de tiro”, veterinários acreditam que alguém “tentou arrancar seus dois olhos”.

O animal felino perdeu um olho como resultado de sua provação, e sua tutora, Joan Sams, diz que “acorda tremendo de medo a noite”, relata o Chronicle Live.

Joan conta que deixou seus dois gatos fora de sua casa na quinta-feira antes do Natal, mas não viu Teddy novamente por três dias.

“Teddy vivia em situação de rua inicialmente, e Joan o via sempre do outro lado da rua, o outro gato da idosa o trouxe inicialmente. Teddy vive comigo provavelmente há menos de um ano”, disse Joan.

Foto: PDSA Pet Hospital
Foto: PDSA Pet Hospital

“Ele teve um começo ruim na vida e não foi a primeira vez que ele saiu por alguns dias. Então, a princípio, pensei ‘não vou me preocupar'”.

“Então, no domingo à noite, eu o vi atravessando o telhado e ele estava mancando. Quando vi o estado de seu rosto, pensei que ele havia sido atropelado por um carro, ele estava muito ferido”.

Pensando que iria perdê-lo, Joan levou Teddy ao hospital veterinário, onde um veterinário descobriu que seus ferimentos não eram consistentes com um atropelamento por carro.

A equipe da clínica fez um raio-X e descobriu que ele havia sido baleado mais de 20 vezes com uma pistola de ar.

Teddy havia levado um tiro no olho esquerdo, que precisou ser removido.

Joan disse: “O veterinário sente que ele foi usado para prática de tiro ao alvo e pode ter sido mentido preso por algum abusador”.

“Eles disseram que ele teve tantos tiros na cabeça que devem ter tentado fazer os olhos dele saltarem da cabeça”.

“Em um dos olhos dele, a balas de chumbinho haviam atravessado o globo ocular e tiveram que remover o olho”.

Foto: PDSA Pet Hospital
Foto: PDSA Pet Hospital

“Acima do olho direito, havia três ou quatro tiros de raspão provavelmente de balas que ricochetearam”, disse a tutora comovida.

“Também parecia que eles tentaram atirar nas duas pernas traseiras do gato perto dos quadris. Eles devem ter tentado deixar ele cego e rastejando pelo chão. Sete balas entraram em seu corpo e elas não podem ser removidas, há ferimentos por todo o corpo, onde os tiros o atingiram”.

“Eles disseram que ele tinha tantos tiros no corpo que provavelmente foi usado como alvo”.

Felizmente, Teddy agora está de volta em casa, e sua incrível sobrevivência depois de lutar para se arrastar para casa levou o hospital veterinário a indicá-lo como seu sobrevivente do ano.

Joan disse: “Queremos alertar outros tutores de animais que existem pessoas por aí que fazem isso”.

“Nós denunciamos isso à polícia, mas eles dizem que não há muito que possam fazer – provavelmente nunca encontrarão os agressores”.

“Ele é tão corajoso, está se curando muito bem. Só não me conforme que ele tenha passado por tanta dor”.

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Médico envolvido com rinha de cães teve que pagar quase R$ 60 mil de fiança

A fiança cobrada do médico Leônidas Bueno Fernandes Filho, segundo Termo de Audiência de Custódia, foi a de valor mais alto entre todos os 41 presos


O médico Leônidas Bueno Fernandes Filho teve que pagar R$ 59.880,00 de fiança para sair da cadeia após ser preso por envolvimento em uma rinha de cães em Mairiporã, no interior de São Paulo.

Foto: Reprodução/Cremego

Um parente do médico, que preferiu não se identificar, disse que ele deixou a prisão e se dirigiu a Goiânia (GO), onde mora. A opinião do familiar é de que Leônidas é inocente e estava no lugar errado quando foi preso.

“O que eu ouvi de terceiros é que ele tinha ido participar de outra modalidade de competição e estava junto do pessoal e acabou que foi detido também. Ele gosta de modalidades como escalonamento e saltos, que estava tendo lá simultânea a essa. Ele não participa de rinha”, afirmou ao G1.

A fiança cobrada de Leônidas, segundo Termo de Audiência de Custódia, foi a de valor mais alto entre todos os 41 presos. No documento, o juiz André Luiz da Silva da Cunha diz que “os fatos atribuídos aos autuados são repugnantes” e que “os cães eram colocados para brigar até a morte”. O magistrado afirma, porém, que os presos são primários, têm residência fixa e que a liberdade deles não coloca a ordem pública em risco.

A Polícia Civil afirmou que o médico e um veterinário eram os responsáveis por reanimar os cachorros feridos após as brigas.

Na decisão que determinou a soltura de Leônidas, o magistrado solicita que um ofício seja encaminhado ao Conselho Regional de Medicina de Goiás (Cremego) para informar sobre a prisão, com uma cópia do boletim de ocorrência anexada.

Câmara aprova moção de repúdio

Em votação realizada na terça-feira (17), a Câmara Municipal de Goiânia aprovou uma moção de repúdio por meio da qual pede que o registro de médico de Leônidas seja suspenso imediatamente junto ao Cremego.

Foto: Marcelo Assunção/TV Globo

A moção foi proposta pelo presidente da Comissão de Proteção, Direitos e Defesa dos Animais da Câmara, o vereador Zander Fábio (Patriota), e assinada por 24 parlamentares.

“[O sentimento é de] indignação total ao saber o modo como eles agiam. Parece uma seita porque eles comiam [os cães] em forma de churrasco e davam as outras partes para os animais”, disse ao G1.

O vereador conta, no documento, que 19 cães feridos e um morto foram encontrados no local e que a situação, “digna de um filme de terror”, comoveu até os policiais.

A assessoria de imprensa do Conselho Regional de Medicina em Goiás não quis comentar o assunto.


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Vídeo: homem salva cachorro preso a elevador pela coleira

O rapaz agiu rápido e retirou a coleira do pescoço do cão, que poderia ter se enforcado


Um cachorro foi salvo após ficar preso à porta de um elevador pela coleira em Houston, nos Estados Unidos. Graças a ação rápida de um homem, o animal não se enforcou.

Reprodução/Twitter/Johnny Mathis

Johnny Mathis saía do elevador, na última segunda-feira (9), quando o acidente aconteceu. Após a tutora do cão entrar, o animal acabou ficando para fora e sua coleira se prendeu à porta do elevador, impedindo que ele saísse do local. As informações são do jornal Extra.

“Foi super assustador e eu só consegui focar em tirar a coleira do cachorro. A tutora ficou aterrorizada e gritou muito assim que a porta se fechou”, disse Mathis ao canal “Fox”.

Ao perceber o que havia acontecido, Mathis segurou o cachorro no colo e retirou sua coleira antes que ela o enforcasse.

A cena chocante foi registrada por câmeras de segurança do prédio.

“Não havia nada que ela pudesse ter feito. Ela é nova no prédio, então acho que não esperava que o elevador fechasse tão rápido. Eu me senti péssimo por ela”, acrescentou Mathis.

Veja o vídeo:


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Cachorrinha morre de insolação após ser deixada fechada em van por seus cuidadores

Foto: Gazette Media
Foto: Gazette Media

Davina Boyes, 34, ficou inconsolável depois que seu cachorro morreu de insolação quando os cuidadores contratados por ela deixaram o animal preso  numa van em um dia quente de verão.

A cachorrinha da raça bulldog de dois anos, Betty, ficou sob os cuidados de cuidadores da empresa Petpals, enquanto ela trabalhava.

Mas quando ela deixou Betty pela manhã, não fazia ideia de que ao final do dia seria informada que sua cachorrinha havia morrido.

A tutora e seu marido Steve, 43 anos, ficaram devastados, o casal recebeu um pedido de desculpas da cuidadora – que já ficara com Betty muitas vezes no passado e a levara para passear – quando ela deu as trágicas notícias à família.

Desde então, a Petpals pagou 3 mil libras (cerca de 16 mil reais) como compensação ao dano causado, mas a tutora disse que o dinheiro nunca trará de volta um membro da família. Davina, que vive em Guisborough, North Yorkshire, disse ao Metro UK em matéria de 21 de novembro: “Não há como compensar financeiramente a perda de alguém que se ama”.

“Sinto-me absolutamente destruída, ficamos arrasados com o que aconteceu com a nossa amada cachorra e isso poderia ter acontecido com qualquer outro cachorro também”, acrescentou ela. “Você acha que seu cão está seguro, especialmente usando os serviços de uma grande empresa. O que poderia dar errado?”.

A Petpals insiste que suas vans são climatizadas e o veículo ainda estava frio quando os cuidadores voltaram ao veículo depois de passear com outros cães. Davina disse que acredita que um grupo de cães foi levado para passear na praia de Redcar.

Foto: Gazette Media
Foto: Gazette Media

Depois que o primeiro grupo, incluindo Betty, foi levado para caminhar na praia, os cães foram deixados na van enquanto a próxima turma foi passear.

Davina disse: “Eles exercitaram o primeiro grupo e colocaram os cães de volta na van. Quando foram deixar o segundo grupo, Betty estava vomitando. Eles a levaram ao veterinário, mas quando chegaram lá ela já estava com morte cerebral e insolação grave. Pagaram as contas do veterinário, enviaram flores, pediram muitas desculpas, mas isso realmente não importa quando o seu cachorro está morto”.

Davina continuou: “Ficamos arrasados. Tivemos que assinar os papéis para que ela fosse sacrificada, foi de partir o coração porque Betty era nossa família”.

A tutora descreveu Betty como “enérgica, engraçada e fofa” e disse que desde então acolheu outro cão da raça buldogue, Barbara, de quatro meses de idade, que agora faz parte da família e desde que entrou em suas vidas está ajudando o casal a lidar com a perda.

Kevin Thackrah, diretor da Petpals, disse: “Revisamos a correspondência e a investigação realizadas na época e, embora não neguemos que Betty tenha morrido sob os cuidados de nossa franquia Redcar, não estava claro que isso se devia inteiramente ao fato de ela ter sido deixada na van por 20 minutos, pois o veículo era climatizado e estava ainda fresco quando os cuidadores voltaram  depois de passear com outros cães. Acreditamos que a insolação deveu-se principalmente a uma caminhada em um dia muito quente. Nenhum dos outros cães sob responsabilidade dos cuidadores sofreu dano naquele momento”.

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Histórias Felizes, Notícias

Cachorrinho sorri de felicidade ao ser resgatado após passar meses acorrentado na neve

Foto: Vanessa Skavlem
Foto: Vanessa Skavlem

Roscoe foi abandonado em uma casa vazia por sua família. A situação era dolorosa, mas o animalzinho tentou manter o ânimo corajosamente.

O pequeno cachorrinho foi amarrado a um caixote com nada além de palha para mantê-lo aquecido. O máximo que seus tutores faziam por ele era dirigir até a casa uma vez por semana para jogar ração para que Roscoe não morresse de fome. Mesmo quando a comida e a água acabavam, Roscoe acreditava que alguém se lembraria dele, um dia.

Só que na semana passada, a neve pesada começou a cair no sul de Illinois, nos Estados Unidos, e o cachorrinho percebeu que talvez não conseguisse sobreviver desta vez.

Foto: Vanessa Skavlem
Foto: Vanessa Skavlem

Felizmente, alguém notou sua situação.

No sábado, uma pessoa preocupada com a situação do cachorrinho, ligou para o Controle e Abrigo de Animais do Condado de Effingham para relatar a situação de Roscoe. A policial Vanessa Skavlem e a diretora Michelle Shoot sabiam que tinham que se mover rapidamente para salvar a vida do animal maltratado.

“Eles nos ligaram porque havia nevado na noite anterior e, no sul de Illinois, havia uma grande quantidade de neve e estava muito frio”, disse Vanessa ao The Dodo. “Ele estava tremendo como se fosse realmente morrer porque pesava menos de 4 quilos e meio”.

Foto: Vanessa Skavlem
Foto: Vanessa Skavlem

Assim que Roscoe viu Vanessa e Michelle saírem do carro, ele soube que estava finalmente a salvo. “Ele ficou tão feliz em nos ver, era como se soubesse que o sofrimento tinha acabado”, disse Vanessa.

Roscoe foi então cuidadosamente enrolado em um cobertor e levado para o carro. Finalmente um lugar quente pela primeira vez em semanas, Roscoe não conseguia conter sua alegria: “Ele estava tão feliz que era impossível não se emocionar”, acrescentou Vanessa. “Ele choramingava e gania repetidamente”.

Depois de compartilhar o almoço de suas salvadoras, o cãozinho finalmente relaxou nos braços de Michelle com um grande e tranquilo sorriso no rosto.

Momento da foto especial: Roscoe relaxado e feliz por ter sido salvo | Foto: Vanessa Skavlem
Momento da foto especial: Roscoe relaxado e feliz por ter sido salvo | Foto: Vanessa Skavlem

Vanessa aproveitou o momento único e tirou uma foto do cachorrinho aliviado, que ela postou no Facebook com a legenda: “É assim que a felicidade se parece quando você salva um cãozinho que vivia preso em uma corrente na neve congelante”.

Roscoe agora deixou seus dias de tristeza para trás e vive no abrigo. Ele passa cada momento seguro e quentinho. “Temos um ambiente aquecido lá, e ele tem todos os seus pequenos cobertores, só dele”, disse Vanessa. “Quando alguém entra no escritório, ele fica tão feliz que se mexe e pula em cima da pessoa”.

Roscoe ainda solta gemidos de felicidade, exatamente como no dia em que foi resgatado e especialmente quando suas salvadoras estão por perto. “Ele faz esse lamento adorável que é quase como se estivesse falando conosco”, disse Vanessa. “Sabe, ele realmente sente toda essa emoção e é grato”.

Foto: Vanessa Skavlem
Foto: Vanessa Skavlem

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Cachorro que ficou preso em sistema de drenagem de água por causa da tempestade foi resgatado

Foto: Fox News
Foto: Fox News

Um cachorro chamado Benji, que ficou preso em um “ralo de tempestade” (estrutura em ferro usada para drenar água em alagamentos) após fortes chuvas que assolaram a cidade de Las Vegas, nos Estados Unidos, foi resgatado graças a união de uma equipe de policiais, uma equipe de resgate de animais e um voluntário que passava pelo local.

O animal preso foi flagrado em perigo por um homem chamado Paul, que alertou as autoridades sobre a situação do cachorro na manhã de quarta-feira (20).

Com a ajuda dos policiais da LVPD (Departamento de Polícia de Las Vegas), outro homem se abaixou no ralo com cordas e libertou o cachorro.

Os sem-teto que viviam nos esgotos, incluindo a tutora do cachorro, disse à Fox5 que a água começou a “correr” rapidamente e em um volume elevado, em meio a fortes chuvas.

“Nós tínhamos acabado de correr pelo túnel de água. É um longo túnel. Eu estava tentando conseguir algum tipo de corda para ajudá-lo” – disse a mulher que não quis se identificar.

Sobre o cachorro resgatado, Benji, ela disse: “Ele nos mantém a salvo à noite. Ele é como nosso pequeno protetor. Nós não estávamos preparados para a enxurrada. Veio do nada”.

O cão sem raça definida tem sete anos e acredita-se que seja um híbrido das raças Pastor dos Pirineus e Chow Chow, explicou ela.

Foto: Fox News
Foto: Fox News

A tutora de Benji disse que estava morando temporariamente no túnel enquanto procurava um novo emprego e um lugar para morar.

O homem que entrou no túnel repleto de água para salvar Benji estava equipado com cordas, uma lanterna de cabeça (capacete) e um cobertor roxo, como mostram as imagens.

O departamento de polícia de Las Vegas e o serviço de controle de animais ajudaram na operação de salvamento do cachorro.

As 200 milhas de túneis de prevenção de inundação sob Las Vegas há muito tempo abrigam centenas de pessoas sem-teto.

Foto: Fox News
Foto: Fox News

No início deste ano, a cidade de Las Vegas aprovou uma lei que impõe algumas sanções penais por dormir na rua.

O Serviço Nacional de Meteorologia da cidade havia alertado anteriormente a possibilidade de fortes chuvas e partes do estado de Nevada estavam se preparando para o caso de acontecerem enchentes.

O NWS (serviço de meteorologia) revelou que quarta-feira (20) seria o dia mais chuvoso de novembro desde 2013.

As autoridades também alertaram sobre o perigo de estradas escorregadias e possíveis inundações, bem como possíveis atrasos no tráfego aéreo devido às chuvas e nuvens baixas.

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Bombeiros desmontam peças de carro para salvar tamanduá preso em motor

O animal silvestre aparentava estar saudável e foi devolvido à natureza após o resgate


Um tamanduá-mirim ficou preso no motor de um carro e foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros no último sábado (16) em Sinop, cidade localizada a 503 quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso.

Foto: Corpo de Bombeiros de Sinop/Divulgação

A motorista acionou os militares após ouvir um barulho vindo de dentro do capô do veículo. Ao levantar a tampa que protege o motor, a mulher encontrou o animal silvestre. As informações são do portal G1.

A suspeita é de que, após entrar por conta própria no motor do veículo, o tamanduá-mirim tenha ficado preso, sem conseguir sair sozinho.

O acidente aconteceu na rua Jambeiros, no bairro Itaúbas. O automóvel, do modelo Corolla, estava estacionado no momento em que o animal foi encontrado.

Foto: Corpo de Bombeiros de Sinop/Divulgação

Para conseguir retirar o tamanduá do veículo, os militares precisaram desmontar algumas peças do carro.

O animal silvestre foi resgatado em segurança e sem ferimentos. Os militares informaram que ele aparentava estar saudável e que, logo após o resgate, foi devolvido à natureza. A soltura foi realizada em uma área de proteção permanente.

Foto: Corpo de Bombeiros de Sinop/Divulgação

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