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Aposentada registra cena de crueldade no litoral do Paraná

Uma cena de crueldade foi fotografada por uma moradora de Matinhos no final do ano passado, no Balneário Flamingo. A aposentada avistou na areia duas tartarugas mortas amarradas por uma fita no pescoço, quando levava seu cachorro para passear na orla da praia. “Foi terrível, eu nunca tinha visto nada parecido na minha vida. Não conseguia dormir com a mostruosidade que fizeram com as tartarugas”, lamenta a moradora, que prefere não se identificar.

Ela conta que percebeu uma embarcação de pescadores muito próxima da costa e acredita que tenham sido eles que jogaram os animais no mar. “Os pescadores viram quando estávamos olhando para eles e daí as lançaram ao mar. Quando foram trazidas pela força da água já estavam mortas”, queixa-se a aposentada. “Se estivessem vivas poderíamos ter tentado salvá-las”, acrescenta.

Segundo o Instituto Ambiental do Paraná (IAP), a pesca predatória é uma atividade criminosa que pode dar multa de até R$ 55 mil, mais R$ 500,00 por animal morto, além de detenção de um a três anos. “As pessoas que avistarem uma embarcação realizando a pesca devem anotar a identificação e denunciar para a Força Verde ou para o IAP”, recomenda o 2º Tenente da Polícia Ambiental, Cléber Piovezan.

Outro perigo para os animais marinhos é o lixo jogado na beira do mar ou em rios que desembocam na praia. O plástico, por exemplo, pode ser confundido com uma água-viva, que serve de alimentação para tartarugas. “Se as pessoas tomarem consciência, muitos animais podem ser preservados”, afirma Piovezan.

Durante a Operação Verão a denúncia pode ser feita pelo telefone 0800-643-0304.

Fonte: Bem Paraná

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Caçadores com armas e animais mortos são presos graças à denúncia

Equipes da Força Verde, pertencentes à 1ª Companhia Ambiental, fizeram  apreensões na região litorânea do Estado neste final de semana. Graças a uma denúncia anônima, policiais do Batalhão Ambiental chegaram a José do Carmo Santos, em Lageado, Antonina, que portava um revolver calibre 38, três espingardas e uma garrucha.

De acordo com o comandante do Batalhão de Polícia Ambiental – Força Verde, tenente-coronel João Alves Rosa Neto, o armamento era utilizado para prática de caça esportiva. “Os caçadores usavam espingardas de cano liso e cartuchos especiais para facilitar o abatimento dos animais”, afirma. Também foi preso por porte ilegal de armas, na mesma localidade, Felício Belo. Com ele foram encontrados uma espingarda calibre 32, cinco cartuchos de espingarda intactos e três tatus (animal silvestre).

“Ele caçava esses animais e os congelava, mas não chegava a consumi-los. E, mesmo se o fizesse, seria ilegal, pois são animais preservados por leis ambientais. Dentro desse contexto, o Batalhão de Polícia Ambiental atua intensamente e, com a ajuda de denúncias, os resultados são ainda mais positivos”, complementa o coronel Rosa Neto.

Além de ser considerado crime o abate do animal, a carne de tatu pode trazer malefícios à saúde. Entre as doenças mais comuns está a toxoplasmose, que pode atingir olhos, pulmões, cérebro e coração. Outra enfermidade é a febre maculosa, de gravidade variável, causada por bactéria, e transmitida por carrapatos infectados presentes nesses mamíferos. “Devido a essas características, a medida mais prudente é enterrar a carne dos animais, pois não conhecemos a procedência dela”, esclarece o tenente Álvaro Gruntowski.

Fonte: Paraná Online

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