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Dados revelam que o consumo de proteína à base de vegetais dobrará até 2025

Foto: Beyond Meat
Foto: Beyond Meat

De acordo com uma especialista e principal palestrante da Global Grain Geneva (maior reunião anual da Europa sobre o comércio de grãos, atraindo mais de 1000 participantes todos os anos) que ocorreu na semana passada, em Genebra, na Suíça, o consumo de proteína à base de vegetais deve dobrar entre 2019 e 2025, de 8 bilhões de toneladas este ano para 16,3 bilhões de toneladas em 2025. Segundo o especialista, a “mensagem deixada por esta previsão é a de que este é um mercado forte e está crescendo cada vez mais”.

Conforme relatado pelo IEGpolicy, a principal palestrante do evento, Kelley Fitzpatrick, da NutriScience Solutions, disse que o consumo de proteína vegetal deverá aumentar expressivamente até 2025 devido ao crescimento populacional e a demanda de consumo por alternativas à carne de origem animal.

“Um dos grandes impulsionadores do setor é a população de `milenials´ ou geração Y, jovens com idades entre 23 e 37 anos e a geração Z – aqueles com menos de 23 anos. Até 2030, mais ou menos, essas gerações capturarão quase 50% da compra de alimentos nos EUA e cada vez mais no mundo”, disse Fitzpatrick durante o evento.

Viacheslav Iakobchuk – stock.adobe.com
Viacheslav Iakobchuk – stock.adobe.com

Ela também disse que a soja continuará sendo o grão dominante no mercado, representando cerca de 77% da proteína vegetal, antes do trigo (22%) e da proteína da ervilha (0,8), embora a demanda por produtos de carne alternativos esteja impulsionando um aumento na produção de proteína da ervilha.

Sua previsão para o período até 2025 afirma que as vendas em alternativas de carne terão mais vendas na Ásia em termos de volume, mas que as taxas de crescimento serão maiores na América do Norte e Europa Ocidental. As informações são do Vegconomist.

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Príncipe Charles tenta convencer Trump sobre a importância de agir contra as mudanças climáticas

Donald Trump resistiu à defesa do Príncipe Charles de que é preciso agir ainda mais contra as mudanças climáticas (Fotos: Getty)
Donald Trump resistiu à defesa do Príncipe Charles de que é preciso agir ainda mais contra as mudanças climáticas (Fotos: Getty)

Por David Arioch

Hoje, durante encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o Príncipe Charles passou a maior parte do tempo tentando convencê-lo sobre os perigos das mudanças climáticas, segundo o jornal britânico The Guardian.

No decorrer do encontro em Londres com duração de 90 minutos, o príncipe ressaltou que hoje em dia uma das suas principais preocupações é o aquecimento global, e que é preciso agir contra as mudanças climáticas.

Trump defendeu que os Estados Unidos não têm culpa disso, mas sim países como China, Rússia e Índia, além de outras nações.

“Eles não têm um ar muito bom, a água não é muito boa e há uma sensação de poluição. Se você vai a determinadas cidades, você nem consegue respirar, e agora esse ar está subindo. Eles não assumem a responsabilidade”, disse durante participação no programa Good Morning Britain, da iTV, em entrevista ao jornalista Piers Morgan.

“Ele realmente está por dentro das mudanças climáticas, e eu acho ótimo. Ele quer que as futuras gerações tenham um bom clima, em oposição a um desastre, e eu concordo”, disse Donald Trump em referência ao encontro com o Príncipe Charles.

Por outro lado, o presidente disse que não acha que os EUA têm que fazer mais do que já têm feito em relação às mudanças climáticas, e defendeu que os Estados Unidos têm um dos melhores climas, “segundo todas as estatísticas”.

Questionado se reconhece os estudos científicos sobre as mudanças climáticas, Donald Trump disse que acredita que “há uma mudança no clima”, e lembrou que antes a mudança climática era chamada de aquecimento global, mas que, segundo ele, como não estava atraindo a atenção houve uma mudança.

O presidente dos EUA não pareceu muito à vontade falando sobre o assunto e quando Morgan perguntou se o Príncipe Charles conseguiu convencê-lo a dar mais importância ao assunto, ele desconversou e disse apenas que o que o comoveu foi a paixão do príncipe pelo futuro das próximas gerações.

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