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Príncipe William lança prêmio de incentivo a soluções de problemas ambientais de £ 50 milhões

Príncipe William | Foto: Reprodução

O príncipe William, duque de Cambridge, anunciou um novo prêmio de £ 50 milhões ($ 64,54 milhões) para conquistas ambientais chamado Earthshot Prize. O prêmio vem sendo elaborado há alguns anos e foi lançado oficialmente.

O Prêmio Earthshot recebe o título de “o prêmio ambiental global de maior prestígio da história” e premiará cinco vencedores todos os anos entre 2021 e 2030. O Príncipe William, um conhecido pela defesa do meio ambiente, descreveu os próximos dez anos como uma “década crucial para mudança”. Segundo informações divulgadas o prêmio recompensará soluções para problemas ambientais focados em cinco pilares: proteger e restaurar a natureza; limpar nosso ar; reviver nossos oceanos; construir um mundo livre de resíduos; e consertar nosso clima.

De acordo com o site Earthshot, os elegíveis para o prêmio incluem “cientistas, ativistas, economistas, projetos comunitários, líderes, governos, bancos, empresas, cidades e países”. Em comunicado divulgado junto com o anúncio, o Príncipe William comenta: “O tempo é essencial, por isso acreditamos que este prêmio global é o único caminho possível para seguirmos”.

A primeira cerimônia de nomeações será em Londres, no outono de 2021, e os prêmios serão entregues pelo Príncipe William e pelo Conselho do Prêmio Earthshot. “Earthshot” faz referência ao programa espacial lunar formulado por John F. Kennedy.

O príncipe William já falou sobre a crise climática antes, em uma visita ao Paquistão. Seu irmão, o príncipe Harry, e seu pai, o príncipe Charles, também são ambientalistas.


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Foto de focas em cima de gelo flutuante gera debate sobre mudanças climáticas

Nature TTL Photographer of the Year 2020/Florian Ledoux

Uma foto de focas descansando em cima de um gelo flutuante deu origem a um debate a respeito do efeito das mudanças climáticas sobre a natureza. A imagem, feita com um drone pelo renomado fotógrafo francês Florian Ledoux, foi premiada na edição 2020 do Nature TTL Photographer of the Year 2020.

Fotógrafos de todo o mundo foram premiados na competição em três categorias: Paisagem, Vida Selvagem e Macro. Mais de 7 mil imagens foram analisadas.

“Para mim, é muito importante mostrar o estado das regiões ártica e antártica, e ter uma imagem de lá ganhando esse prêmio é uma exposição importante. É importante que qualquer pessoa inspirada nesse estilo de imagem de drone entenda a importância da vida selvagem e seja ética em sua abordagem. Garanta que seu drone não assuste animais”, afirmou Ledoux.

A camada de gelo do Ártico nunca esteve tão perto de desaparecer. Previsões indicam que ela pode sumir por completo em 5 anos, destruindo o habitat de diversos animais e colocando a existência dele em risco. As informações, divulgadas pelo portal Hypeness, integram um relatório publicado em 2019 pelo National Snow and Ice Data Center (NSIDC), órgão dos Estados Unidos que estuda regiões polares.


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Universitários desenvolvem aplicativo para combater caça de animais e são premiados

O trabalho intitulado “Curupira: ferramenta tecnológica de fiscalização participativa sobre ações ilícitas contra a fauna”, de autoria dos discentes Nilton Teixeira Brito Junior, Pablo Oliveira de Araújo Costa e Wellyson Vieira Dias do docente Bruno Pralon, foi contemplado com o Prêmio “Profa. Dra. Laíse de Holanda Cavalcanti Andrade” no II Encontro de Etnobiologia e Etnoecologia do Piauí em 1º lugar dentre os trabalhos apresentados na modalidade oral. O evento foi promovido pela Universidade Federal do Piauí (UFPI) e realizado entre os dias 20 e 22 de junho no Campus Ministro Reis Velloso em Parnaíba/PI.

Foto: Reprodução / UFPI

O trabalho apresentado no II Encontro de Etnobiologia e Etnoecologia do Piauí foi submetido para divulgar o aplicativo Curupira criado pelos discentes da UFPI, Campus Ministro Petrônio Portella em Teresina/PI, com o objetivo de permitir que as pessoas realizem denúncias de crimes contra animais silvestres e domésticos no estado do Piauí. A equipe que desenvolveu o aplicativo é formada pelos discentes Daniele Tertulino dos Santos, Nilton Teixeira Brito Junior, Joanara Aryelly de Sousa Oliveira, Pablo Oliveira de Araujo Costa e Luiza Ester Alves da Cruz do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas e Pedro Ivo Soares Barbosa e Wellyson Vieira Dias do curso de Bacharelado em Computação da UFPI.

Segundo os estudantes, a ideia de criar o aplicativo nasceu durante o desenvolvimento de uma atividade da disciplina voltada para educação ambiental ministrada pelo professor Bruno Pralon e, posteriormente, o professor Wedson Medeiros juntou-se a equipe para finalizar o desenvolvimento do aplicativo. O aplicativo é o primeiro do tipo na América Latina e vai facilitar envio de denúncias sobre crime ambiental.

O aplicativo Curupira deve estar disponível para celulares com sistema operacional Android no segundo semestre de 2019 e o usuário poderá denunciar casos de crimes de caça, cativeiro e maus-tratos contra animais silvestres e ainda especificar que tipo de animais estão sendo alvo dos criminosos. O aplicativo terá um link direto com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA) e o denunciante que poderá enviar fotos, informações detalhadas e a localização geográfica através do GPS do Smartphone. Importante destacar que as informações do denunciante serão sigilosas.

Fonte: UFPI


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Jornalismo cultural

Três brasileiros estão entre finalistas de premiação global sobre meio ambiente e empreendedorismo

Três brasileiros estão entre os cinco finalistas regionais da premiação Jovens Campeões da Terra, promovida pela ONU Meio Ambiente para viabilizar soluções inovadoras para problemas ambientais. Os vencedores vão receber consultorias técnicas e uma verba de 15 mil dólares para tirar suas ideias do papel. Ganhadores serão anunciados em setembro durante evento das Nações Unidas em Nova York.

(Foto: Pixabay)

Em 2019, a iniciativa da agência das Nações Unidas recebeu mais de 900 inscrições de empreendedores de todo o planeta engajados com a preservação da natureza e a sustentabilidade. Os concorrentes foram divididos por sua região de origem. A organização do prêmio escolheu cinco finalistas para cada uma das sete regiões contempladas.

Representando a América Latina e Caribe, estão três brasileiros com propostas de negócio distintas:

Anna Luisa Santos, que desenvolveu uma tecnologia de purificação e desinfetação da água por meio da energia solar. A Aqualuz é uma ferramenta que permite transformar a água da chuva em água potável. O dispositivo já beneficiou 150 pessoas em regiões do semiárido brasileiro;

Bernado Andrade, idealizador da Casa do Semiárido, um projeto de habitação que visa construir residências mais adequadas à realidade dessas regiões secas do Brasil. O empreendimento propõe um modelo de habitação que acompanha as oscilações do meio ambiente e utiliza matérias-primas naturais na construção. As instalações também são projetadas para garantir o reuso de água e a produção, em casa, da própria comida;

Barbara Schorchit, criadora da iniciativa Genecoin, que promove práticas de blockchain para rastrear o uso da biodiversidade brasileira em cadeias de produção. O objetivo do projeto é mapear a utilização de recursos naturais a fim de garantir compensações justas e equitativas dos ganhos obtidos com a sua exploração.

Fonte: Vegazeta


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Celebridades apoiam os direitos animais em evento da ONG Humane Society

Foto: HSUS
Foto: HSUS

As cantoras Kesha e Leona Lewis estão entre as estrelas que estiveram presentes no evento de apoio aos direitos animais organizado pela ONG Humane Society of the United States (HSUS) este ano.

A entidade realizou o baile de gala chamado de To The Rescue (Ao resgate, na tradução livre) de 2019 em Los Angeles, no Paramount Studios, com o objetivo de aumentar a conscientização sobre as campanhas da organização de proteção aos animais que visam proteger especialmente os animais de fazenda, conhecidos também como animais de criação.

Cerca de 300 amantes de animais, alguns vestidos com peles artificiais e couro vegano, juntaram-se ao baile de gala para mostrar seu apoio à causa e ao esforço da HSUS, bem como homenagear Wallis Annenberg e Kesha por seu trabalho dedicado ao bem-estar animal.

Falando sobre Kesha, a HSUS disse em um comunicado: “Estamos honrados em apresentar a superstar indicada ao Grammy [Kesha] com o Prêmio Voz para os Animais em nosso baile anual de gala”.

“Por meio de sua paixão pelo ativismo animal, Kesha trouxe à tona vários problemas relacionados ao bem-estar e a proteção dos animais, incluindo testes de cosméticos em animais, barbatanas de tubarão, a caça às focas canadenses e muitos outros”, disse a ONG.

“Não temos como agradecer o suficiente por ela usar sua notoriedade para falar por aqueles que não tem voz”.

A CEO da HSUS, Kitty Block, falou sobre a importância de reconhecer o trabalho que visa ajudar os animais, incluindo aqueles reproduzidos e criados exclusivamente para consumo humano.

“Todas essas empresas aqui presentes estão se esforçando para fazer a coisa certa para os animais”, disse Block ao The Hollywood Reporter. “É emocionante ver o poder do consumidor”.

Outras estrelas que se juntaram ao evento foram Leona Lewis, ativista dos direitos animais e dos músicos, que se apresentou cantando na festa, assim como a atriz e cantora Bellamy Young, que foi uma das anfitriãs e organizadoras da festa.

Young, que é vegana e apoiadora da HSUS desde a faculdade, falou sobre sua jornada rumo ao veganismo e sobre como as pessoas podem ajudar os animais.

“Isso não significa que as pessoas precisam ser veganas a qualquer preço, quer dizer apenas que comer de forma ética, comer conscientemente, talvez cortar carne algumas vezes por semana, pode fazer uma grande diferença”, disse ela em entrevista ao The Hollywood Reporter. “Uma atitude simples pode mudar o futuro das pessoas que estão vivas hoje e o de todos os que ainda virão ao mundo”.

A primeira homenageada da festa foi Wallis Annenberg, presidente da Fundação Annenberg, que recebeu o prêmio HSUS “Lifetime Achievement” (Conquistas de uma Vida, na tradução livre).

A filantropa de Los Angeles falou sobre o esforço de sua fundação para ajudar todos os animais, incluindo cães e gatos que se beneficiam dos serviços do Annenberg PetSpace em Playa Vista, bem como da vida selvagem no sul da Califórnia.

“Eu acho que vale a pena gastar um milhão de vezes mais para obter toda aquela alegria, amor e gratidão em troca”, disse ela em seu discurso de aceitação do prêmio.

A segunda homenageada da noite foi Kesha, que recebeu o “Prêmio Voz para os Animais”.

Kesha | Foto: HSUS
Kesha | Foto: HSUS

“Eu só vou falar sobre meus gatos”, Kesha brincou ao subir ao palco e aceitar o prêmio. “A primeira vez que senti amor incondicional verdadeiro – não posso dizer que foi por um membro da família – foi quando eu saí de um lugar em que estava fazendo um show, era um clube de striptease, eu saí de lá e havia um gatinho bebê pequenino e frágil miando em uma lata de lixo.

“Meu instinto falou mais alto na hora, eu simplesmente o agarrei e disse: ‘Eu não posso deixar você aqui’, meu baterista disse: ‘Não toque nisso, ele é um gato do lixo’ e eu respondi: ‘Você que é um lixo de pessoa, nós vamos levar o gato embora e pronto”.

Kesha terminou seu discurso anunciando que planeja criar um filme que dará voz aos animais. Ela também pediu que os participantes contribuam com o projeto para ajudar os animais do mundo todo.

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a porca Esther usando uma peruca verde e uma coroa
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Porca Esther é nomeada pela PETA a Maior Influenciadora Animal nas redes sociais

Depois de se tornar uma sensação da mídia, protagonizando um best-seller do New York Times e sobrevivendo ao câncer, Esther, a “Porca Maravilha” foi nomeada pela PETA como a Maior Influenciadora Animal nas mídias sociais. Ela foi a primeira a receber esse prêmio.

a porca Esther usando uma peruca verde e uma coroa
Foto: Reprodução | Instagram

Quando Steve Jenkins e Derek Walter adotaram Esther em 2012, eles pensaram que ela era um mini-porco de apenas 2 quilos. Seis anos depois, Esther é tudo menos mini, pesando quase 300 quilos. Jenkins e Walter a receberam em sua família e agora todos moram em Ontário, Canadá.

Em 2016, Esther tornou-se tema de um livro best-seller do New York Times, “Esther the Wonder Pig: Changing the World One Heart at a Time”, escrito por seus pais sobre a experiência de abrir um santuário para animais de fazenda, o Happily Ever Esther Farm Sanctuary.

Desde então ela se tornou uma estrela. Esther conquistou mais de 400 mil seguidores no Instagram e mais de um milhão de curtidas em sua página no Facebook.

Todas as suas contas, dirigidas por Jenkins e Walter, promovem o bem-estar animal e um estilo de vida vegano. De acordo com a PETA, Esther inspirou muitos fãs a se tornarem veganos, incluindo seus tutores.

No início deste ano, Esther entrou em uma fase difícil de sua vida quando foi diagnosticada com câncer. Jenkins e Walter levantaram mais de meio milhão de dólares para levar um tomógrafo ao Canadá grande o suficiente para que Esther se encaixasse e pudesse ser diagnosticada corretamente. Ela foi declarada livre do câncer em setembro deste ano.

“Todos os animais devem ter acesso aos cuidados médicos que precisam, e não vamos parar de lutar até que eles consigam”, escreveram em um post. O tomógrafo agora ajuda todos os tipos de animais de grande porte em todo o Canadá a obter melhores cuidados de saúde.

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Especialista em nutrição vegana ganha importante prêmio

O médico e especialista em veganismo Dr. John McDougall ganhou o prêmio “Lifetime Achievement Award” do American College of Lifestyle Medicine.

O prêmio é descrito pelas organizações como “a maior honra conferida a um pioneiro da saúde” e foi apresentado pelo College e pela Lifestyle Medicine Foundation. Ele marca o reconhecimento de seu trabalho significativo no campo da Medicina do Estilo de Vida e que abriu caminho para outras pessoas seguirem.

O Dr. McDougall tem feito um brilhante trabalho ensinando as pessoas a como podem melhorar sua saúde através da dieta vegana por mais de 50 anos.

Dr. John McDougall recebeu o prêmio “Lifetime Achievement Award” (Foto: Plant Based News)

Ele é fundador e diretor do Programa McDougall, um programa residencial de 10 dias que promove uma “ampla gama de benefícios de saúde dramáticos e duradouros”. Entre eles, “reverter doenças sérias, incluindo pressão alta, doenças cardíacas, diabetes e outras, tudo sem o uso de drogas”.

Ele também é autor, junto de sua esposa Mary McDougall, de vários livros de sucesso nacional, como “The Starch Solution” e “The McDougall Program”.

Sobre quanto progresso ainda precisa ser feito na disseminação do veganismo, ele afirma à Plant Based News: “A mudança não está acontecendo rápido o suficiente, não há dúvida sobre isso”.

“Precisamos de alguém para tomar medidas legais contra a crueldade animal como aquelas contra as indústrias do tabaco e do álcool. A não ser que isso aconteça e aconteça rapidamente, o que eu realmente não vejo acontecer, nós não vamos ver a mudança”, ele completa.

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Multinacional Tesco é eleita a mais cruel no tratamento de animais

A organização britânica Viva! realizou uma premiação crítica de indústrias alimentícias. A ação foi feita para promover uma conscientização dos sofrimentos dos animais nesse ramo.

Ativistas da caridade do bem-estar animal deram um troféu para o diretor sênior do gigante de varejo Tesco. O local ganhou como “pior supermercado para a crueldade animal”.

Ativista da Viva! entrega o troféu e petição ao chefe da Tesco (Foto: Viva!)

O prêmio segue as investigações da Viva! da fazenda de porcos Hogwood, que revelou condições sombrias, incluindo canibalismo. A fazenda foi investigada duas vezes.

A Viva! tem pressionado a Tesco a desistir do fornecedor, mas o varejista até agora recusou.

“Apesar da enorme quantidade de evidências contundentes expostas na Hogwood em 2017, tanto o governo quanto os órgãos reguladores que supervisionam o setor não conseguiram sancionar essa fazenda”, disse Juliet Gellatley, fundadora e diretora da Viva!.

“Não houve repercussões para as pessoas que estão mantendo esses animais em condições tão terríveis”.

Ainda, de acordo com Juliet, a segunda investigação da fazenda denunciou práticas desdenhosas em relação ao bem-estar animal. Porcos estavam sendo mantidos em condições sujas e estéreis, com muitos deles feridos e doentes.

Os animais estavam sendo deixados em um corredor, “sem nem mesmo uma lâmina de palha para conforto”.

Duas investigações da Viva! foram feitas na fazenda, em 2017 e neste ano (Foto: Viva!)

“A Tesco nos ignorou. Então, na última noite, levamos nossa campanha pessoalmente. Nós não vamos parar até que Tesco largue a fazenda de horror de Hogwood”, disse um representante da Viva!, falando sobre a ação de ontem.

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Instituto lança programa para premiar pesquisas sobre alimentos veganos

O Good Food Institute anunciou, na última quarta-feira, um programa que premiará até 3 milhões de dólares para projetos de pesquisa sobre comida de origem vegetal ou carne limpa (feita a partir de células animais, em laboratório).

A ideia é que os pesquisadores utilizem alimentos de origem vegetal. (Foto: Freepik)

O Instituto também divulgou uma lista de universidades que possuem o potencial para liderar as pesquisas a respeito do assunto. São 12 focadas em alimentos de origem vegetal e 12 para carne limpa. Na lista, constam universidades americanas, canadenses, chinesas, japonesas, australianas, entre outras.

“Existem tantas questões interessantes a serem respondidas”, defendeu o Diretor de Ciência do GFI, David Welch, ao portal de notícias VegNews. “Quais são os melhores tipos de células e métodos de cultura para produção de carne limpa? Qual cultivo produz a melhor carne de origem vegetal e qual é a melhor de acordo com a região do planeta? É o sonho de uma pessoa curiosa”, acrescentou.

Impacto mundial

O CEO da empresa de carne limpa Memphis Meats, Uma Valeti, que atuava como cardiologista, apoia a iniciativa do Good Food Institute. “Se eu continuasse atuando como cardiologista, poderia salvar umas 500 pessoas nos próximos 30 anos. Mas se eu for capaz de ajudar a mudar a forma com que a carne é feita, posso impactar positivamente a vida de bilhões de pessoas e trilhões de vidas animais”, contou ao VegNews.

As inscrições de pesquisas para o projeto do GFI estão abertas até o dia 21 de novembro. Podem se inscrever pesquisadores de qualquer setor: academia, governo, indústria e organizações não governamentais de todo o mundo. Os vencedores serão anunciados em janeiro.

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Filme sobre direitos animais é indicado a famoso prêmio de cinema independente

Um revolucionário filme sobre veganismo e direitos animais foi indicado para um importante prêmio independente de cinema. Criado pela organização internacional de defesa Animal Equality, “iAnimal: A indústria de lácteos em 360 graus”, foi nomeada para o Prêmio Raindance VRX na categoria Melhor Experiência de Impacto Social.

“O filme de cinco minutos, lançado em junho de 2017, é narrado pela estrela de Harry Potter, Evanna Lynch e conta com imagens de 360 ​​° filmadas por investigadores do Animal Equality em fazendas intensivas e matadouros – incluindo fazendas em Devon e Somerset – que desafiam a imagem idílica das pessoas de laticínios “, diz a organização.

“Através das lentes do fone de realidade virtual, você sente como se fosse um bezerro pequeno preso sozinho em uma caneta e depois olha uma vaca leiteira desgastada nos olhos quando o abatedor se aproxima e ela percebe que está prestes a dar seu último suspiro. ”

A indústria de laticínios é cruel e horrível
Em uma declaração enviada à Plant Based News, Evanna Lynch disse: “Eu só queria me tornar o menor possível, e eu estava pensando que deve ser como os animais se sentem – que eles só querem se esconder, mas há não qualquer canto de conforto ou paz em qualquer parte de suas vidas.

“Se você está realmente pagando para suportar isso, você deve saber para onde está indo o seu dinheiro ou você deve se apropriar do que está fazendo. Eu acho que é a passividade da maioria das pessoas que faz isso ficar bem. Isso faz tudo continuar. E o fato de que é tudo por trás de paredes fechadas “.

Potencial para mudança

O Dr. Toni Shephard, Director Executivo da Animal Equality no Reino Unido, acrescentou: “Experimentar o iAnimal é tão assustador e transformador como visitar qualquer uma das dezenas de explorações agrícolas e matadouros que investiguei no Reino Unido.

“É o mais próximo que você pode chegar a experimentar como os animais são criados e mortos para a alimentação”.

“Estamos entusiasmados com o fato de Raindance, o maior festival de cinema independente do Reino Unido, reconhecer o poderoso impacto do iAnimal e seu potencial para promover mudanças sociais.”

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Crédito: Look to the Stars
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Cantora Miley Cyrus recebe prêmio pela defesa dos direitos animais

Crédito: Look to the Stars
O prêmio faz parte da Premiação Libby, que é realizada anualmente e teve sua 12ª edição este ano. Crédito: Look to the Stars

A Peta2 – seção da PETA direcionada a adolescentes- recentemente premiou a cantora Miley Cyrus como a “Melhor Voz para Animais” pelo segundo ano consecutivo.

O prêmio faz parte da Premiação Libby, que é realizada anualmente e teve sua 12ª edição este ano.

Além de Cyrus, outros artistas, como a banda Blink-182, a cantora Noah Cyrus, a atriz Emma Kenney, a tatuadora kat Von D e a vocalista do Paramore Hayley Williams, também receberão prêmios.

De acordo com a diretora da Peta2, Marta Holmberg, a premiação tem o objetivo de reconhecer o trabalho ativista de celebridades, que encorajam a adoção de um dieta vegana e criticam indústria e empresas que exploram animais para o lucro.

Os artistas premiados são aqueles que utilizam sua plataforma para promover os direitos animais e muitos deles, inclusive, já participam ativamente de campanhas da PETA.

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“What The Health”: documentário que defende o veganismo é nomeado a prêmio

Crédito: whatthehealth.com
A produção explora a conexão entre doenças, o consumo de produtos de origem animal e a indústria farmacêutica. Crédito: whatthehealthfilm.com

O documentário What The Health recebeu a nomeação para a categoria “melhor documentário” na premiação NAACP Image Awards (NIA).

A produção explora a conexão entre doenças, o consumo de produtos de origem animal e a indústria farmacêutica.

Ele foi produzido por Kip Andersen e Keegan Kuhn, que são conhecidos mundialmente por outro documentário chamado Cowspiracy,

A NIA foi fundada em 1967 é descrita como uma premiação multicultural que comemora as realizações de minorias raciais nos campos da televisão, música, literatura e cinema.

Os indicados deste ano incluem Mary J. Blige e Jay-Z com cinco indicações cada. Bruno Mars, Issa Rae, Kendrick Lamar e SZA com quatro indicações cada, e Charlie Wilson, Idris Elba e Ledisi com três.

 

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