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Quatro motivos pelos quais as pessoas deveriam parar de beber leite

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/NutrionNews
Reprodução/NutrionNews

Os seres humanos são os únicos animais que continuam bebendo leite após a infância e é mais estranho ainda que esse leite seja de outros animais. São frequentes as afirmações de que leites são saudáveis, porém isso é incorreto.

Por isso, o portal The Odyssey reuniu quatro motivos pelos quais as pessoas devem parar de ingerir leite de outros animais imediatamente.

Presença de pus

Um copo de leite contém muitos ingredientes perturbadores, como hormônios, fezes, e antibióticos. Porém, o mais chocante é que o leite possui uma quantidade alarmante de pus.

O pus é produzido como uma reação ao úbere, uma das infecções mais comuns em vacas leiteiras. A pasteurização consegue tirar uma série de bactérias do leite, mas não as elimina totalmente. A indústria usa a contagem de células somáticas para indicar a qualidade do leite.

Leite de vaca não é feito para humanos

O leite de vaca é perfeito para transformar um bezerro recém-nascido em uma vaca de 400 libras em apenas um ano. Já para os humanos, o leite de vaca contém uma quantidade abundante de gordura inútil, colesterol e de calorias, criando um grande desequilíbrio no corpo humano.

“Benefícios à saúde” são equivocados

A maioria das pessoas bebe leite porque ele é supostamente rico em cálcio, o que torna os ossos fortes. Ao contrário da crença popular, não há provas científicas confiáveis de que o leite reduz as fraturas ósseas.

Surpreendentemente, no entanto, estudos recentes têm mostrado o contrário: há uma relação entre o consumo de leite e a ocorrência de fraturas ósseas. Em lugares como a Ásia e a África, onde o consumo de laticínios é menor, a osteoporose é menos comum.

Vacas são continuamente exploradas

Nos Estados Unidos, as vacas passam a vida cercadas por doenças e pelas próprias fezes. Na indústria de laticínios, as vacas têm que produzir leite inúmeras vezes e por isso são inseminadas. O processo não é natural ou simples.

Primeiro, deve-se obter o esperma. São usados eletroejaculadores em touros, o que é bastante preocupante. Quando a vaca dá à luz, o bebê é violentamente arrancado dela, o que deixa o bezerro traumatizado e, na maioria das vezes, muito fraco para sobreviver.

A indústria faz isso para evitar que o bezerro beba o leite que será comercializado para humanos. Uma vez que as vacas tornam-se incapazes de produzir leite, elas entram em colapso e são enviadas para o matadouro, onde são mortas pela indústria da carne.

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Festejos de fim de ano podem prejudicar animais

Natal, Ano Novo, época de jantares com a família, de estourar um frisante, de soltar fogos, de música, brindes e muita alegria.

Mas o que é motivo de satisfação para a maioria das pessoas, pode ser o pesadelo dos animais domésticos.

Os penduricalhos da árvore de Natal, os comes e bebes diferentes, os fios com luzes coloridas, os estouros dos fogos de artifício são encarados de forma bem diferente por cães, gatos, pássaros e outros bichinhos.

A veterinária Andrea Mutti aponta onde estão os perigos e o que pode ser feito para garantir que sua diversão não machuque seu animal.


Fonte: Jornal Cidade

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Turismo não prejudica tartarugas, mas luz sim, diz fundador do Tamar

Não por acaso, a sede do Projeto Tamar fica na praia do Forte : dos 1.100 km protegidos pela organização no Brasil, 220 km estão na Bahia, que tem quatro espécies de tartarugas-marinhas desovando em seu litoral.

Fundado em 1980, o Tamar foi criado para proteger as tartarugas-marinhas no país e, em entrevista à Folha, Guy Marcovaldi, 55, um de seus fundadores, prefere não falar a quanto montam os recursos que recebe da União, da Petrobras –que patrocina o projeto– e da venda de camisetas da organização. Diz apenas que recebe a mesma quantia das três fontes. Leia trechos da entrevista:

HISTÓRIA

“Nos anos 70, eu e um grupo de estudantes de oceanografia viajávamos para praias desertas para pesquisar. No Atol das Rocas, vimos pescadores matando tartarugas-marinhas. Mandamos a foto disso com alguns relatórios às autoridades, que estavam querendo iniciar um programa de conservação marinha, e fomos convidados. Esse programa se desdobrou no Projeto Tamar. E eu e a Neca, minha mulher, viemos para o Nordeste, fizemos o projeto -e estamos aqui até hoje.”

VERBAS

“São tantas coisas que eu não vou conseguir dizer quanto é tudo somado. Posso dizer que um terço dos recursos do Tamar vem do ICM-Bio [Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, ligado ao governo federal], outro terço da Petrobras, e outro terço dos turistas que nos visitam. Hoje a produção e venda dos produtos, que inclui bilheteria e camisetas, é uma das coisas que puxam o projeto para cima, geram recursos e empregos.”

DESOVA

“O turista não atrapalha a desova. A tartaruga vem à noite, desova e vai embora. Se uma pessoa vê uma tartaruga desovando, é só não fazer nada.”

PRINCIPAL PROBLEMA

“O único problema que o turismo causa é ligado às luzes. Luz forte em hotéis ou na casa de veraneio, perto da área de reprodução, atrapalha. Se isso ocorre, a tartaruga, ao nascer, em vez de ir para o mar, vai para dentro da casa. E aí morre. Isso acontece em casas de veraneio. Volta e meia ligam para nós: “Ai, amanheceu um monte de tartaruguinha na varanda”. Numa situação dessas, podem morrer cem tartarugas. A pessoa deve pegá-las e colocá-las no mar.”

VISITA

“Visitando o projeto, o turista recebe informações de como ajudar, e contribui financeiramente. A mensagem é: evitar luz nas áreas de desova, não jogar lixo no mar e não comprar produto de tartaruga.”

NOVIDADES

“Estamos gravando um CD e fazendo shows, com músicas que falam da conservação da natureza. Também construímos um coreto e uma torre de observação de baleias em Florianópolis que ficarão prontos nessa primavera.”

Infográfico por Editoria de Arte/Folha Imagem
Infográfico por Editoria de Arte/Folha Imagem

Fonte: Folha Online

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Ampliação da Marginal derruba árvores e prejudica fauna local em SP

Quem passa pela Marginal do Tietê por volta da meia-noite tem visto motosserras cortarem galhos de imponentes sibipirunas, falsas seringueiras, paus-ferro e quaresmeiras. Após a remoção, caminhões fazem a terraplenagem e a pavimentação da via. No total, 1.534 árvores do canteiro central serão removidas por causa das obras de ampliação de 23 quilômetros de pistas em cada lado da via. O projeto prevê a construção de três novas faixas em cada sentido, quatro novas pontes e três viadutos.

Do total de árvores removidas pela Dersa, responsável pelo gerenciamento da obra, 935 serão replantadas na Marginal. O replantio inclui espécies nativas da mata atlântica, como paineiras e jerivás. Haverá também eucaliptos e chorões. Sem informar prazos, a Dersa terá de plantar 166 mil árvores, como compensação ambiental – 83 mil na Marginal e subprefeituras da região e mais 83 mil no Parque Ecológico do Tietê.

A retirada da vegetação do canteiro e a construção de mais pistas na Marginal do Tietê vêm recebendo críticas. “Essas medidas contribuem para o aumento de temperatura e afetam a fauna que vive ali, como pássaros e capivaras. Essa obra não vai resolver o problema dos congestionamentos a longo prazo, mas o governo prefere investir no transporte privado individual em detrimento do público”, avalia o professor Marcelo Pompeo, professor do Departamento de Ecologia do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP).

A priorização dos veículos também é criticada pela arquiteta e urbanista Saide Kahtouni, presidente da Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas (Abap). “A vegetação do canteiro é responsável pela permeabilização do solo. O rio continua perdendo espaço e se avança cada vez mais sobre sobre uma área tradicionalmente de inundação. É bem possível que alagamentos voltem a ocorrer com maior frequência.”

Segundo Saide, boa parte dessas árvores foi plantada recentemente dentro do Plano Diretor de Macrodrenagem, elaborado em 1998, ainda na gestão do governador Mário Covas. O objetivo do programa era reduzir as enchentes.

TRÂNSITO

Por causa das obras, começou ontem às 11 horas o primeiro bloqueio na Marginal, em uma das faixas que liga a pista expressa à local, entre as Pontes da Freguesia do Ó e do Piqueri, no sentido Castelo Branco, além da pista auxiliar que passa por baixo da Ponte do Piqueri. O bloqueio deve durar um mês.

O motorista enfrentava 179 quilômetros de congestionamentos por volta das 19 horas de ontem. A Marginal concentrava o maior trecho de lentidão, com 14,5 km de extensão, na pista local, da Ponte do Piqueri até a Ponte do Aricanduva. A CET afirmou que, pelo menos ontem, as obras não contribuíram para aumentar a lentidão.

A poda das árvores são realizadas da meia-noite às 5 horas para evitar congestionamentos. Nessa madrugada, a pista local próxima à Ponte do Piqueri e a expressa entre as Pontes da Vila Guilherme e da Vila Maria ficaram bloqueadas.

Fonte: Estadão

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