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Greta Thunberg faz apelo em prol da Amazônia e do combate à Covid-19 em Manaus

Greta Thunberg (Morris Mac Matzen/Reuters)

A ativista Greta Thunberg gravou um vídeo (veja abaixo) pedindo proteção à floresta amazônica e ajuda para o combate ao coronavírus no Amazonas. O sistema de saúde pública de Manaus, capital do estado, entrou em colapso.

Participaram do vídeo, além de Greta, 12 ativistas que integram o FridaysforFuture, movimento criado pela ambientalista para alertar o mundo a respeito das mudanças climáticas e da necessidade de preservar o meio ambiente.

O vídeo é uma resposta ao prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, que no último dia 3 pediu a ajuda da ambientalista para que ela usasse sua influência mundial para auxiliar no combate à pandemia na região da Amazônia. Greta atendeu ao pedido, não só através do vídeo, mas também por meio de uma carta aberta.

“O nosso apelo para que as grandes nações ajudem Manaus a enfrentar a pandemia ganha ainda mais força com o apoio do movimento FridaysForfuture, encabeçado pela ativista ambiental sueca”, escreveu o prefeito ao divulgar o vídeo nas redes sociais.

No começo das imagens, Greta afirma que Manaus é o coração da Amazônia. Os demais ativistas – de países como Irlanda do Norte, Portugal, Suécia e Nova Zelândia, além do Brasil – abordaram a importância da região por conta de sua biodiversidade, recursos naturais e de suas “culturas incríveis e mágicas histórias”. Os povos originários, que vivem no Amazonas, foram citados.

No Twitter, o prefeito de Manaus também fez menção aos indígenas ao abordar novamente o vídeo feito pelos ambientalistas. “Eles entendem a importância de garantirmos que os povos tradicionais da Amazônia não sejam dizimados pelo novo coronavírus. Lutaremos até o fim e não descansaremos enquanto não vencermos a Covid-19”, escreveu.

Durante a gravação, os ambientalistas lembraram das mortes causadas pelo vírus. “Nós estamos morrendo”, afirmaram os ativistas brasileiros, que pediram que países que “já passaram pela pior parte da Covid-19” ajudem Manaus, que sofre com a falta de respiradores, remédios e itens básicos para salvar a vida das pessoas nos hospitais.

“E se você não puder fornecer grandes quantidades de suprimentos, lembre-se que até mesmo as menores ações podem criar um grande impacto positivo na vida das pessoas”, lembrou Greta, que reforçou ainda que “as consequências das mortes dos povos da Amazônia e da destruição da floresta amazônica serão globais”.

“Nós precisamos defender os povos tradicionais da Amazônia de invasores que podem levá-los à morte. Nós temos que defendê-los das ações negligentes e irresponsáveis do nosso governo federal”, afirmaram os ativistas, citando o descaso do presidente Jair Bolsonaro no combate à doença, que tem sido tratada por ele como uma “gripezinha”, embora já tenha matado mais de 15 mil pessoas. Bolsonaro, no entanto, acredita que a economia do país é mais importante do que a vida humana e insiste em pedir o fim da quarentena, ignorando que é impossível haver economia sem pessoas vivas para movimentá-la.


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Prefeito de SP sanciona lei que proíbe novos zoológicos e aquários na cidade

Apesar da vitória para os direitos animais representada pela proibição da instalação de novos zoológicos e aquários em São Paulo, trechos importantes do projeto de lei original foram vetados


A nova Lei 17.321, de autoria do vereador Reginaldo “Xexéu” Tripoli (PV), que proíbe a construção de novo zoológicos e aquários na cidade de São Paulo, foi sancionada pelo prefeito Bruno Covas (PSDB), tendo sido publicada na quarta-feira (18) no Diário Oficial da Cidade de São Paulo.

Reprodução/Pixabay/WGRIECO/Imagem Ilustrativa

A medida sancionada, no entanto, difere-se da que foi proposta originalmente por Xexéu. Trechos do projeto inicial, referentes aos zoológico e aquários já existentes, foram vetados. São eles: a proibição da captura de animais na natureza, a proibição do recebimento de animais oriundos de captura na natureza, a obrigatoriedade de zelar pela não reprodução dos animais e a adoção de medidas para eliminar progressivamente a exposição dos animais, com o objetivo de reduzir o sofrimento ao qual são submetidos.

Também foi vetado o artigo 4º, que determinava que visitas em grupo deveriam ser feitas nestes locais na companhia de monitores, para que eles exigissem silêncio dos visitantes, numa tentativa de minimizar o estresse dos animais.

O artigo 6º também foi alvo de veto. Ele obrigava os zoológicos e aquários a fechar durante pelo menos dois dias semanais para que os animais pudessem descansar.

Nota da Redação: apesar da nova lei representar um passo importante na luta pelos direitos animais, é importante ressaltar que, através dos vetos nela feitos, a exploração dos animais mantidos por zoológicos e aquários já existentes na cidade é perpetuada. Como defensora da abolição da exploração e do sofrimento animal, a ANDA reforça a necessidade de persistir na luta pela construção de uma sociedade ética, formada por indivíduos que entendam que não há justificativa para manter seres vivos trancafiados para exposição ao público e que defendam a manutenção de santuários em alternativa aos zoológicos e aquários.


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Prefeito de Pouso Alegre (MG) assina decreto que proíbe fogos que fazem barulho

O objetivo da proibição, de acordo com a administração municipal, é proteger os animais domésticos e silvestres e evitar prejuízos à saúde humana


O prefeito de Pouso Alegre (MG), Rafael Simões (PSDB), assinou o decreto 5.055/2019, que proíbe a soltura de fogos de artifício que façam barulho. O documento foi assinado nesta segunda-feira (9).

Foto: Marco Aurélio

O decreto regulamenta o artigo 86 da Lei 2.323/1988 e proíbe a soltura de fogos de artifício de estampido, bombas, busca-pés, morteiros, balões, fogueiras e similares. As informações são do portal G1.

O objetivo da proibição, de acordo com a administração municipal, é proteger os animais domésticos e silvestres, que ficam estressados com o barulho dos explosivos e, em alguns casos, morrem devido a paradas cardíacas.

A medida visa beneficiar também os seres humanos, especialmente crianças, idosos e pessoas com necessidades especiais, com deficiência auditiva e que usam aparelhos auditivos.

No decreto, porém, consta a possibilidade de suspender a proibição durante eventos religiosos de caráter tradicional, mediante licença expedida pela Secretaria Municipal de Planejamento Urbano e Meio Ambiente.


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Prefeitura do RJ determina que abrigos sejam colocados para gatos em praças

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, determinou que casinhas sejam colocadas em praças nas quais tenham gatos abandonados. A determinação veio logo após polêmica no Campo de Santana, onde casinhas para gatos colocadas por uma moradora foram retiradas – e depois devolvidas ao parque.

Foto: Agência O Globo

“Determinei ao meu pessoal do Parques e Jardins para colocar casinhas como essa em todas as praças onde existem gatos desabrigados”, afirmou Crivella.

Sobre o caso do parque, o prefeito afirmou que “havia uma ordem do Iphan [que determinava a retirada das casinhas] e a prefeitura advogou junto ao Iphan para que elas pudessem continuar lá”

De acordo com o presidente da comissão de defesa dos animais da Câmara Municipal do Rio, o vereador Luiz Carlos Ramos filho, pelo menos 20 locais no Rio de Janeiro precisam de abrigos para gatos.

“Estou trabalhando em parceria com os protetores e já levantamos, ao menos, 20 áreas onde há concentração de gatos, como o Aterro do Flamengo, o mirante do Pasmado, a Vila Kenedy e o antigo jardim zoológico de Vila Isabel. Vamos definir as prioridades para entregar a lista inicial do trabalho ao prefeito, em uma reunião que já está marcada para o dia 27”, contou ao jornal Extra.

A reunião foi confirmada pela prefeitura. “Protetores de animais que têm cadastro na Prefeitura do Rio para atuar na função também participarão do encontro e colaborarão na formulação dessa estratégia”, disse a assessoria da prefeitura.


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Tartarugas são encontradas presas em linhas de pesca em Arraial do Cabo (RJ)

Duas tartarugas foram encontradas com linhas de pesca presas aos seus corpos na orla da Praia do Pontal, na cidade de Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro.

Foto: Renatinho Vianna / Arquivo Pessoal

O prefeito do município, Renatinho Vianna, passava pelo local na companhia do coordenador de esportes da cidade, Luciano Ralf, quando encontrou os animais. O caso aconteceu na manhã de sexta-feira (26).

Com a ajuda de Ralf, o prefeito usou uma faca e pedaços de caco de vidro encontrados no local para retirar as linhas que prendiam as tartarugas. Após o resgate, os animais foram soltos na praia.

Em um vídeo divulgado por Renatinho, ele alega ter ficado feliz com o resgate, mas triste por saber que as tartarugas poderiam ter morrido se não tivessem recebido ajuda.

“Foi um momento de tristeza e alegria ao mesmo tempo. Tristeza por encontrar as tartarugas ali abandonadas a própria sorte e a alegria de termos encontrado esses animais a tempo de poder salva-los, então ficamos com a sensação de alívio e dever cumprido”, disse ao G1.

Renatinho afirmou que é crucial que a população tenha consciência sobre a importância da vida marinha e de sua preservação. O prefeito disse ainda que as pessoas precisam ter responsabilidade pelos seus atos.

O caso está sendo investigado pela Secretaria do Meio Ambiente de Arraial do Cabo.


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Prefeito do RJ assina decreto que regulamenta Código de Defesa dos Animais

O prefeito Marcelo Crivella assinou um decreto que regulamenta o Código de Defesa dos Animais, instituído pela lei nº 6.435, de 27 de dezembro de 2018, de autoria do vereador Célio Lupparelli (DEM).

O Código estabelece regras para promover a proteção dos animais no Rio de Janeiro e proíbe, inclusive, que animais sejam mortos para comercialização de pele. A lei prevê ainda pagamento de multa para quem abandonar ou submeter um animal à crueldade. As informações são do Diário do Rio.

Foto: Pixabay

A lei também define normas para a criação e comercialização de animais. A prática, que trata animais como mercadorias, objetificando-os e desrespeitando o status de sujeito de direito de cada um deles, ainda é recorrente na sociedade. Casos de maus-tratos em canis e gatis que exploram animais para venda são comuns e não serão extintos com a regulamentação, que pode coibir casos específicos, mas não dará conta de resolver o problema, que só pode ser solucionado com a proibição definitiva de qualquer comércio de animais.

Outra prática comum na sociedade é a morte de animais para consumo humano. O legislação regulamentada por Crivella proíbe “a prática da morte lenta ou dolorosa a animais” explorados para consumo e define que eles devem ser mortos “nos moldes preconizados pela Organização Mundial de Saúde”. Assim como o caso do comércio de animais, esse trecho da lei também não será capaz de impedir a crueldade da indústria, que só terá fim se um dia a população deixar de consumir produtos de origem animal. Isso porque manter porcas presas em gaiolas minúsculas, sem espaço para que elas se movimentem, triturar pintinhos machos ainda vivos, cortar o bico das galinhas e castrar os filhotes de porcos sem anestesia, dentre outros horrores, são práticas comuns promovidas pela agropecuária e consideradas legais perante a lei.

“Proteger e cuidar dos animais é um dever de toda a sociedade. Por esse motivo, a regulamentação da lei é importante. E vale lembrar: maus-tratos devem ser denunciados. A Prefeitura do Rio abraça esta causa. Vamos proteger nossos animais: gatos, cães, toda a fauna. Vamos cuidar do nosso paraíso e dos nossos animais”, publicou o prefeito em rede social.

O Código define princípios básicos a serem seguidos, como o respeito integral, a necessidade de oferecer condições de subsistência ao animal e a proibição de qualquer topo de agressão. Estabelece também punições aos infratores, “sem prejuízo das sanções cíveis e penais cabíveis”, que vão desde advertência, multa simples e multa diária até interdição temporária, suspensão de financiamentos provenientes de fontes oficiais municipais de crédito e fomento e interdição definitiva, mediante cassação de alvará.

Para punir infrator reincidente no crime, “o valor da multa será duplicado, e o processo, encaminhado à Procuradoria Geral do Município para as providências cabíveis” – no caso de pessoa física. Para pessoa jurídica, “o valor da multa será calculado por animal abandonado, procedendo-se à cassação do alvará de funcionamento do estabelecimento e demais licenciamentos concedidos”.


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Prefeito do RJ promete regulamentar Código de Defesa dos Animais

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), prometeu ao presidente da Comissão de Defesa dos Animais da Câmara dos Vereadores, o parlamentar Luiz Carlos Ramos Filho (Pode), que vai publicar nesta terça-feira (16) o decreto que irá regulamentar o Código Municipal de Defesa dos Animais.

Foto: Pixabay

Caso a regulamentação realmente ocorra, a lei 6.435/2018, que instituiu o Código, entrará em vigor. A legislação é de autoria do vereador Célio Lupparelli (DEM). As informações são do portal Extra.

O Código estabelece regras para promover a proteção dos animais no Rio de Janeiro e proíbe, inclusive, que animais sejam mortos para comercialização de pele. A lei prevê ainda pagamento de multa para quem abandonar ou submeter um animal à crueldade.

A promessa feita pelo prefeito ao parlamentar ocorreu durante uma reunião, realizada na segunda-feira (15). O subsecretário de Bem Estar Animal, Roberto de Paula, e o assessor especial da prefeitura Ailton Cardoso também participaram do debate.

“É um grande avanço para a proteção animal. Agora quem maltratar os animais vai sofrer no bolso”, comemora Luiz Carlos Ramos Filho.


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cachorro deitado na rua
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Prefeito de São Paulo revoga ordem que proibia funcionários de alimentarem animais em cemitérios

A ordem que proibia servidores, funcionários terceirizados e prestadores de serviço de fornecer abrigo ou alimentar animais abandonados nos cemitérios de São Paulo acabou de ser revogada pelo prefeito Bruno Costa.

cachorro deitado na rua
Foto: Pixabay

A decisão foi divulgada pelo Instagram nesta quarta-feira (16/01), um dia após o Diário Oficial do Município publicar ordem interna da diretora do Departamento Técnico de Cemitérios. A ordem da diretora declarava que seriam banidos potes e vasilhas com água e ração, como também mantas e caixas de madeira ou papelão para os animais nos cemitérios.

“Já determinei ao pessoal do Serviço Funerário que mude essa orientação”, escreveu o prefeito em rede social, em resposta ao comentário de um internauta sobre a proibição.

De acordo com a prefeitura, após determinação de Covas, o superintendente do Serviço Funerário Municipal, Thiago Dias da Silva, cancelou a medida. Segundo o superintendente, a ordem foi dada com a intenção de prevenir criadouros de mosquito nos potes de água espalhados pelos cemitérios, e para impedir que outros animais se aproximem.

“Queremos que esses animais sejam acolhidos com dignidade e vamos trabalhar para fomentar essa cultura, em vez do abandono que vemos hoje,” declarou Silva.

O departamento havia justificado a ordem em vista ao grande número de animais abandonados pela população nos locais, para evitar a transmissão de doenças, manter a higiene e pelo risco de alguns animais se tornarem agressivos.

Após o anúncio da revogação da ordem, a prefeitura informou que, através da Coordenadoria de Saúde e Proteção aos Animais Domésticos, “já atua com ações educativas junto à população e oferece castração e medicação dos bichos que ofereçam risco à saúde humana”. Os animais serão oferecidos para adoção após o período de quarentena e observação.

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Prefeito de BH anuncia criação de Hospital Público Veterinário

Divulgação

Até o fim deste ano, moradores de Belo Horizonte e região metropolitana já poderão contar com o primeiro Hospital Público Veterinário do Estado. Anunciado nesta quinta-feira pelo prefeito Alexandre Kalil, o hospital funcionará inicialmente como uma espécie de Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) para cães e gatos, realizando consultas e procedimentos ambulatoriais.

O hospital será instalado no prédio do antigo centro de saúde Vila Imperial, do bairro Madre Gertrudes, na região Oeste da capital. Abandonado desde 2009, o prédio será ofertado e restaurado pela Prefeitura de Belo Horizonte. Uma emenda parlamentar federal de R$ 500 mil arcará com os custos para equipar o hospital. A gestão técnica e administrativa ficará a cargo de uma associação de veterinários e um convênio com universidades privadas da capital fornecerá mão de obra e insumos para os atendimentos.

No hospital serão feitas consultas, exames de patologia clínica e de imagem, procedimentos ambulatoriais como pequenas fraturas e contenção de talas, e outros que podem partir de parcerias com instituições.

Os atendimentos serão feitos gratuitamente por meio de cadastro e distribuição de senhas. Será feita uma triagem para verificar as condições sociais e econômicas dos responsáveis pelos animais, uma vez que o atendimento é restrito a pessoas de baixa renda.

Inicialmente, não estão previstos atendimentos de castração no local. O hospital receberá casos do tipo, fará os exames que estiverem disponíveis na unidade e contribuirá na busca por parcerias na realização dos procedimentos.

Fonte: Defesa da Fauna

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Ativistas pedem afastamento de prefeito de Igaracy (PB) após morte de cães

Ativistas da Organização Não Governamental (ONG) Anjos da Proteção Animal (APA) protocolaram um documento junto ao Ministério Público Estadual da Paraíba e à Câmara Municipal de Igaracy, no Sertão, pedindo o afastamento do prefeito da cidade, José Carneiro Almeida. O pedido da ONG é para que o gestor fique afastado do cargo até que sejam concluídas as investigações sobre a matança de mais de 30 cães em Igaracy, fato ocorrido no último dia 6.

De acordo com a presidente da ONG, Stefani Rodrigues, ela tomou conhecimento do crime por meio das redes sociais e se juntou com outros ativistas para pedir que os órgãos competentes investiguem se o prefeito da cidade teve algum envolvimento com a morte dos animais.

Cães foram covardemente mortos pela prefeitura de Igaracy (PB) (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)

A matança dos cães foi revelada após denúncias feitas por moradores de Igaracy e ganhou grande repercussão. De acordo com as denúncias, a prefeitura, através da Secretaria Municipal de Saúde, ordenou a morte dos animais alegando que eles estavam abandonados nas ruas.

“Acreditamos que ele também é responsável pelo que aconteceu. Queremos que os fatos sejam apurados e exigimos que todos os protocolos e os exames que comprovem se esses animais estavam realmente doentes sejam apresentados. Também questionamos a forma como eles foram transportados, em pau de arara. Ficou clara a situação de maus-tratos”, comentou a presidente da ONG.

A assessoria de comunicação do prefeito José Carneiro Almeida informou que ainda não tomou conhecimento dessa documentação entregue ao Ministério Público nem à Câmara Municipal. Entretanto, a assessoria disse que o prefeito não teve conhecimento do procedimento e que está colaborando com as investigações.

Atendendo a uma recomendação do Ministério Público, a prefeitura de Igaracy exonerou, no último dia 9, José Carlos Maia do cargo de secretário de Saúde do município e o afastou da função de médico veterinário até que as investigações sobre o caso sejam concluídas.

Em responta sobre o documento apresentado à Câmara Municipal, o presidente do poder legislativo da cidade, o vereador Geraldo Antas, disse que o pedido vai ser analisado pelo departamento jurídico. Ele disse ainda que a audiência pública solicitada pela OAB-PB deve ser realizada pela Câmara Municipal até o dia 5 de abril.

Crime é investigado pelo MP, Polícia Civil e CRMV

A Polícia Civil investiga se os animais foram mortos de forma cruel. O Ministério Público da Paraíba também está investigando o caso e o Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) realizou fiscalizações no município de Igaracy e apura a conduta de José Carlos Maia, que também é médico veterinário, para adotar as medidas administrativas cabíveis e punir o responsável de acordo com as normas que regem a profissão.

Fonte: G1

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Carro a diesel
De olho no planeta

Prefeito de Copenhagen quer proibir carros movidos a diesel

“Não é um direito humano poluir o ar para os outros. É por esse motivo que os carros a diesel devem ser eliminados”, disse Frank Jensen, ao jornal dinamarquês Politiken.

Carro a diesel
Foto: Telegraph

 

O prefeito observou que a proibição potencial é “controversa”, mas sentiu que era necessário melhorar a qualidade do ar da cidade.

Cerca de 80 pessoas, principalmente mais velhas ou debilitadas, morrem prematuramente na capital dinamarquesa a cada ano devido à poluição atmosférica da região, incluindo os óxidos nitrosos do trânsito.

O plano do prefeito refere-se a todos os carros a diesel registados após 1 de Janeiro de 2019. As pessoas que já tinham carros a diesel ainda poderão circular na cidade, segundo o Ecowatch.

A iniciativa ocorre depois que um número crescente de países anunciou propostas para proibir o mecanismo de combustão interna tradicional, incluindo a China, o Reino Unido, a Noruega, a Alemanha, a Índia e a França.

O automóvel está em declínio na famosa cidade favorável às bicicletas. Em Novembro, o número de bicicletas superou os carros pela primeira vez, quando 265 700 bicicletas entraram no centro da cidade em um período de 24 horas em comparação a 252.600 carros.

Copenhaguen tem tido sucesso em seu ambicioso objetivo de tornar-se neutra em carbono até 2025, segundo a CBS This Morning. Isso significa que a capital visa produzir tanta energia quanto consome.

Em Dezembro, o prefeito anunciou planos para retirar o carvão, o petróleo e o gás do fundo de investimentos de US$ 1,1 bilhão.

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Pamela Anderson convence prefeito da “cidade mais gorda dos EUA” a experimentar o veganismo

Jackson foi recentemente nomeada “a cidade mais gorda da América” pela companhia de finanças WalletHub e Anderson enxergou isso como uma oportunidade para falar com Lulumba – que havia expressado que queria fazer com que Jackson fosse “a cidade mais radical do planeta” – para dar um exemplo aos cidadãos.

Foto: Reprodução, VegNews

“A alimentação vegana foi conectada a um índice de massa corporal inferior e a um consumo calórico menor do que as dietas ricas em carne, ovos e laticínios”, escreveu Anderson.

“Os veganos também têm menos risco de sofrer de obesidade, diabetes, doenças cardíacas e câncer, que é uma das doenças que mais matam no país”, completou.

A atriz indicou muitos restaurantes em Jackson que servem pratos veganos e disse ao prefeito que se ele adotasse uma alimentação vegana por pelo menos um mês, o grupo de direitos animais PETA compraria refeições veganas para Lulumba e seus funcionários durante uma semana. O prefeito respondeu à carta positivamente e ainda desafiou o governador do estado, Phil Bryant, a seguir seu exemplo.

“Achei que foi uma carta bem pensada que era uma oportunidade de ressaltar as verdadeiras preocupações com o estilo de vida saudável na cidade de Jackson e como isso gera todos os problemas de saúde dos quais as pessoas sofrem”, afirmou Lulumba.

Anderson usou sua fama como plataforma para ajudar os animais de muitas maneiras, incluindo a exigência da proibição do foie gras na França, a assinatura de uma petição para servir refeições veganas no sistema prisional nos Estados Unidos e auxiliando Distrito Escolar Unificado de Los Angeles a desenvolver um programa de almoços veganos.

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