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Tutor e animais vivem em situação precária em Cascavel (PR)

Foto: Divulgação
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Nenhum ser vivo, seja ele humano ou animal, deveria viver em um ambiente como este: no meio do barro, do lixo, sem um abrigo digno e alimentação básica. Ocorre, que em Cascavel, no Bairro Brasília divisa com Bairro Periollo, diversos animais e um homem moram em um ambiente precário.

Um grupo de pessoas protetoras dos animais esteve esta semana no local para orientar o homem a dar melhores condições de abrigo aos animais, mas a situação não teria melhorado. Hoje  as defensoras registraram um Boletim de Ocorrências e foram ao local.

Elas foram recebidas por José Francisco da Silva, catador de recicláveis, que mora há cerca de 13 anos ali.

O que as defensoras querem é que os cachorros sejam bem alimentados e tenham casinhas para se proteger do frio e da chuva. Além de cachorros, cerca de cinco, seu José também tem galinhas da angola, peru, patos, pássaros e até um cavalo.

O homem, que mal tem como comprar os próprios alimentos, tem essa série de animais, conforme as protetoras, maltratados. Laurenice Veloso, da Acipa, falou sobre a precariedade do local. O grupo pretende castrar os animais e ajudar o homem a mantê-los ali com condições dignas.

A protetora Rose Benedetti destacou que em um local como aquele, ninguém deveria viver.

O catador de recicláveis chorou ao falar sobre as condições que ele mesmo vive.

Os passarinhos mantidos em gaiolas foram recolhidos pela Polícia Militar Ambiental. O cavalo seria recolhido por uma ONG à tarde. As protetoras disseram que os cachorros serão mantidos no local, em melhores condições, e que elas vão fazer acompanhamento contínuo.

José foi encaminhado ao Fórum onde responderá Termo Circunstanciado por manter as aves em cativeiro, sem autorização.

Fonte: CGN

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Comissão de proteção dos animais da ALMG quer conhecer situação de canil em Manhuaçu (MG)

Foto: Divulgação
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Na última quinta-feira (07), a Comissão Extraordinária de Proteção dos Animais da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), informou que fará visitas técnicas com o objetivo de avaliar os canis de municípios alvo de denúncias, entre eles Manhuaçu.

Segundo a os representantes da comissão, o objetivo é conhecer a infraestrutura e o funcionamento desses locais, tendo em vista denúncias recebidas de condições precárias e de maus-tratos aos animais.

A Comissão Extraordinária de Proteção dos Animais é formada pela deputada Ione Pinheiro (PSDB) e pelos deputados Fred Costa (PEN), Noraldino Júnior (PSC), Ricardo Faria (PCdoB) e Agostinho Patrus Filho (PV).

As datas das visitas ainda não foram marcadas.

Fonte: Diário de Manhuaçu

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Investigação revela situação precária de elefantes em zoológicos

(da Redação)

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Uma investigação conduzida pelo Seattle Times com elefantes cativos do Zoológico Woodland Park em Seattle, Washington (EUA), revelou uma verdade perturbadora e infelizmente nada surpreendente: apesar das alegações de que os elefantes estão prosperando em zoológicos, de fato eles não estão e nunca estarão. Para cada elefante que nasce em um zoológico, em média outros dois morrem. As informações são da Care2.

Talvez as comemorações em torno do nascimento desses preciosos paquidermes venham a distrair as pessoas quanto aos problemas contínuos resultantes do confinamento e quanto às mortes que seguem largamente omitidas. Para os zoológicos, os filhotes atraem multidões. No entanto, quando eles envelhecem, o público diminui e esses “gigantes gentis”, como são chamados, são forçados a viver o resto de suas vidas enclausurados em locais tão pequenos que não atendem às suas mínimas necessidades, ou são submetidos a serem continuamente transportados para reprodução e programas de “empréstimo”.

Para o Zoo Woodland Park, há uma longa história de problemas para os elefantes sob seus cuidados.

Em resposta ao clamor gerado pela investigação contundente do Seattle Times e uma petição pública, o Zoológico criou um força-tarefa chamada “Elephant Task Force” para examinar a saúde e o programa de reprodução desses animais, que concluiu que os três elefantes que lá residem – Chai, Bamboo e Watoto – são bem cuidados, mas “pequenas mudanças no ambiente podem melhorar suas vidas”.

Por outro lado, organizações incluindo a Defense of Animals (IDA) e a Friends of Woodland Park Zoo Elephants estão questionando as supostas descobertas do grupo, afirmando que se trata apenas de uma ação de Relações Públicas para manipular as informações e promover os interesses do zoológico e não os dos elefantes.

Um artigo do Seattle Times após a última reunião da força-tarefa levantou preocupações de que o grupo esteja sendo fortemente assessorado por membros atuais da diretoria do zoológico e ex-membros, bem como apoiadores financeiros, o que acusa possíveis conflitos de interesse.

De acordo com a IDA, a força-tarefa foi convocada inteiramente pelo zoológico. O grupo se recusou a consultar qualquer perito em elefantes que pudesse fornecer uma assessoria imparcial e objetiva quanto ao bem-estar dos animais no zoológico.

Conflitos à parte, é tempo para o zoológico deixar esses três elefantes, e também Sri que está “emprestado” para o Zoo de St. Louis, irem para um santuário. Eles vinham sendo mantidos em pequenas clausuras há décadas, com menos de 4 m² para se mover, enquanto um deles é mantido constantemente isolado dos outros. Os quatro sofrem de artrite; Bamboo e Chai têm infecções crônicas nos pés. Todos eles sofreram abusos no passado como ficarem presos acorrentados em um local por longos períodos e prolongados tempos de espancamento, e mostram agora comportamento neurótico estereotipado.

O programa de reprodução também tem sido uma falha “épica”, parte das razões pelas quais o zoológico foi incluído pela quarta vez neste ano na Lista “Top Ten” de Piores Zoológicos para Elefantes.

Após 91 tentativas mal sucedidas de inseminação artificial em Chai ao longo dos anos, o zoológico finalmente começou a fazer planos para mandá-la para o Dickerson Park Zoo em Springfield (Missouri), que é uma fonte conhecida de um vírus letal que afeta elefantes – o EEHV (“Endotheliotropic herpes virus”). O comportamento de Chai mudou no local e ela foi acorrentada e espancada com um “bullhook” (bastão com uma ponta de aço usada para intimidar e ferir elefantes e outros animais), segundo testemunhas. Aconteceu dela voltar para “casa” grávida e dar à luz a Hansa, que foi o primeiro elefante nascido em Washington. De acordo com o Seattle Times, a receita do zoológico dobrou após o nascimento da filhote, que era uma fêmea.

Tristemente, Hansa foi encontrada morta no chão em uma manhã, na tenra idade de seis anos em 2007, como resultado do vírus da herpes. Poucos anos depois, tentativas de engravidar Chai com inseminação artificial começaram novamente e alcançaram o total de 112. Para Sri, a tentativa de reprodução resultou em um bebê natimorto que, conforme a reportagem, ela ainda carrega dentro dela.

Vale a pena?

Enquanto a indústria dos zoológicos continua a afirmar que elefantes em cativeiro são bem tratados e contribuem para esforços de preservação, os números não condizem com a realidade. De acordo com uma investigação do Seattle Times, das 390 mortes de elefantes em zoológicos credenciadas nos últimos 50 anos, a maioria desse animais viveu apenas uma fração de seu tempo de vida normal e morreu jovem devido a doenças ou ferimentos relacionados às condições de vida no cativeiro.

Para sustentar uma população em cativeiro, os zoológicos precisarão trazer dez novas fêmeas a cada ano. Para uma indústria que alega estar promovendo a conservação, tirar elefantes da natureza para aumentar esses números não tem nada a ver com ajudar as populações na vida selvagem, que é onde eles deveriam estar.

Para as fêmeas de elefante que estão atualmente no Zoológico de Woodland Park, a força tarefa recomendou trocar os pisos, interromper o isolamento e colocar Chai para viver novamente com um outro elefante, mas seus defensores não acreditam que seja suficiente e seguem argumentando que todos eles devem ser movidos para o Elephant Sanctuary, no Tennessee, que se ofereceu para levá-los.

Lá eles estarão livres para caminhar livremente e se envolver em comportamentos naturais em um clima mais adequado. No mínimo, uma força-tarefa independente deve ser montada para decidir o seu destino. Eles certamente merecem mais que isso:
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Centro de Zoonoses de Itabuna (BA) é acusado de virar "matadouro" de animais

Foto: Reprodução/Internet

Em Itabuna (BA), também existe denúncia de maus-tratos aos animais. Um grupo de ativistas, que vem se mobilizando para fundar a Ong A3, Associação de Amigos dos Animais, de proteção aos bichos, informa que o Centro de Zoonoses está em situação precária.

De acordo com grupo, o local é um verdadeiro depósito de doenças que levam à morte da maioria dos animais. Segundo a ambientalista Kátia Lyra, uma das doenças é o herpes vírus, que atinge e mata os gatos.

Ela conta que o gatil não oferece nenhuma condição de abrigar animais. O local é frio, úmido, sujo, pequeno e sem ventilação. O grupo fez uma visita ao Centro de Zoonoses e afirma que existem bons profissionais no local.

“Mas eles não podem fazer muito, porque faltam material de trabalho e competência por parte da diretoria”.

Fonte: A Região

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As “testemunhas silenciosas” da guerra líbia

Há vítimas de guerra que não relatam as consequências do conflito.

No Jardim Zoológico de Trípoli falta tudo. Há sete dias que os animais não são alimentados; não há água para matar a sede, muito menos para limpar o espaço. Dos cem funcionários que habitualmente trabalham aqui, pouco mais de dez tem comparecido.

O diretor do Jardim Zoológico afirma que, entre os problemas mais graves, está também a falta de eletricidade, que não permite manter no frio as vacinas de que eles necessitam.

O regime de Kadhafi tinha definido um plano de renovação do jardim, já degradado, para celebrar o aniversário do golpe militar de 1969.

O repórter da Euronews, Mustafa Bag, fala nas “testemunhas silenciosas da revolução na Líbia que esperam, como todos, que os combates cheguem ao fim”.

Fonte: Euronews

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Grupos em defesa dos animais denunciam canil por tratamento inadequado

O Grupo Vira-Latas e Corações, junto com os grupos Amigo Bicho e Companhia e Grupo pela Abolição do Especismo, protocolou denúncia na Promotoria de Justiça Especializada contra o canil municipal. A denúncia trata sobre as condições de abandono em que se encontram os animais recolhidos, considerando o descumprimento de lei federal e estadual.

A primeira denúncia refere-se à captura indiscriminada de cães. Os animais comunitários, segundo os denunciantes, estão sendo recolhidos à revelia da Lei Estadual 13.193/2009. Foram recolhidos, segundo a denúncia, 17 cães no Cassino, sendo que três eram cadelas comunitárias que foram castradas com contribuição da comunidade e eram alimentadas.

Foto: Fábio Dutra

Um caso citado é de Princesa. Ela havia sido castrada e foi hospedada na casa de uma das voluntárias do grupo, que atesta seu comportamento amigável, não oferecendo riscos aos humanos nem aos demais animais. Depois que retornou ao local de origem, foi recolhida pelo canil. Os integrantes do grupo a encontraram quando da realização da 1ª Cãominhada, em janeiro deste ano, e atestam que seu comportamento era incomum, de um ser que estava sofrendo maus-tratos: magra, com feridas no corpo, esquivando-se do contato, arrastando-se pelo chão, demonstrando ter muito medo.

A denúncia cita outros casos como de uma mestiça de Pointer, que, antes de ser recolhida, estava em boas condições de saúde. Foi encontrada no canil com sarna, escoriações de pele e alojada com outras fêmeas aparentemente saudáveis. Ela ainda se encontra no local. E é visível o estado de apatia em que se encontra.

A entrega de cadelas para adoção sem serem castradas, contribuindo para o aumento da população canina, também faz parte do documento entregue à Promotoria. “Não seria mais adequado a castração imediata, a fim de torná-las aptas para serem recolhidas pela nova família?”, questionam os denunciantes. Também relatam que tiveram conhecimento de que pessoas que adotaram cadelas no canil, nos últimos dois anos, pediram ajuda para encaminhar filhotes para a adoção.

Foto: Fábio Dutra

A falta de tratamento e condições para o abrigo de filhotes é outro item citado. Quando integrantes do grupo chegaram ao canil, encontraram os filhotes separados em uma baia, junto com um cão adulto com sequela neurológica. O local é a céu aberto, sem proteção para insetos, com moscas infestando o local, excrementos e vestígios de sangue, sugerindo patologias relacionadas a verminose ou infecção por viroses ou bactérias. Os comedouros estavam vazios, e a maioria dos filhotes apresentava diversas lesões de pele, incluindo sarna, olhos com secreções e ventre distendido.

Alegam ainda a ausência de incentivo para adoção. Considerando a média de cães abrigados no canil municipal, cerca de 60 animais, consultando a página da internet, não se encontra o mesmo número de anúncios de adoção, nem próximo a esse indicador, conforme prevê o Termo de Ajustamento de Conduta com o Ministério Público.

Estrutura precária e capacidade esgotada

A médica veterinária Roberta Miranda, responsável pelo canil, explica que alguns cães foram recolhidos no ano passado porque estavam mordendo pessoas. “Recebemos denúncia do Posto de Saúde e da Brigada Militar nos alertando para estes cães. Só por isso foram recolhidos”. Ela ressalta que estes são levados ao canil e ficam à espera de que o dono venha e os identifique, levando-os embora. “Que é algo que praticamente não acontece”, informa Roberta.

Ela salienta que o grande problema é que o local não é um canil. A finalidade é a vigilância de zoonoses. “A nossa estrutura é precária, e o grande problema é o isolamento”, frisa, dizendo que realmente há cães com sarna e que estão passando por tratamento, sem grandes resultados. Roberta confirma que tem autorização para castração e atendimento ambulatorial. “Mas não tenho nem mesmo um local adequado para isso”, diz, mostrando o espaço que serve como escritório e ao mesmo tempo a sala de procedimentos.

Foto: Fábio Dutra

Com a capacidade esgotada, hoje são mais de 60 cachorros no local, a veterinária alega que não há como manter tudo 24 horas por dia em perfeitas condições de higiene. “Todas as baias são lavadas pelo menos duas vezes ao dia. Mas cachorros fazem cocô e xixi. Não tem como evitar que, às vezes, os excrementos fiquem expostos”. Quanto às moscas, explica que é praticamente impossível evitar que elas apareçam. “O canil está atrás de um lixão”, justifica. Diz ainda que já solicitou reformas. “Pedimos a reforma na estrutura e já encaminhamos para o meio ambiente. Sabemos que este local não é adequado ao bem-estar dos animais, pois foi criado para o controle de zoonoses”.

Para Roberta, não é apenas o recolhimento e a castração que irão resolver o problema. “É todo um conjunto de ações que vão da castração, à educação e à fiscalização. A pessoa que adota um animal tem que saber que é responsável pelo bem-estar dele até o final da vida. E muita gente se esquece disso e acaba abandonando o animal quando este cresce”, finaliza.

E para quem tem interesse em adotar um dos cães que se encontram hoje no canil, basta acessar o blog adotenocanil.blogspot.com. Depois é só comparecer à rua São Leopoldo, 628, no Cassino, levando RG, coleira e guia.

Lei Estadual 13.193/2009.

Art. 1º – Ficam definidas as diretrizes a serem seguidas por programas de controle reprodutivo de cães e gatos em situação de rua e medidas que visem à proteção desses animais, por meio de identificação, registro, esterilização cirúrgica, adoção e campanhas educacionais de conscientização pública da relevância de tais medidas.

Art. 2º – Fica vedado o extermínio de cães e gatos pelos órgãos de controle de zoonoses, canis públicos e estabelecimentos oficiais congêneres, à exceção das universidades e dos institutos com fins de ensino, pesquisa e estudos científicos.

§ 1º – A eutanásia, permitida nos casos de enfermidades em situação de irreversibilidade, será justificada por laudo do responsável técnico pelos órgãos e estabelecimentos referidos no “caput” deste artigo, precedido de exame laboratorial, facultado o acesso aos documentos por entidades de proteção dos animais.

Art. 3º – O animal de rua com histórico de mordedura injustificada – comprovada por laudo clínico e comportamental, expedido por médico, deverá ser disponibilizado ao público tão logo o animal seja avaliado – será obrigatoriamente castrado e inserido em programa especial de adoção, com critérios diferenciados.

Parágrafo único – O expediente prevê a assinatura de termo de compromisso pelo qual o adotante obrigar-se-á a cumprir o estabelecido em legislação específica para cães de raça bravia, a manter o animal em local seguro e em condições favoráveis ao seu processo de ressocialização.

Fonte: Agora

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China fecha mais de 50 jardins zoológicos por maus-tratos e más condições

Mais de 50 jardins zoológicos da China foram obrigados a fechar pelo mau estado e os maus-tratos aos animais, detalha nesta quarta-feira o periódico oficial China Daily.

A Administração Estatal de Ciência Florestal inspecionou durante dois meses 500 instalações em todo o país e se deparou com as precárias condições em que vivem os animais, com “frequentes abusos e explorações”.

“Alguns zoológicos são incapazes de oferecer os cuidados básicos aos animais por suas receitas insuficientes, e outros estavam relacionados com a venda ilegal de espécies selvagens”, declarou o diretor do departamento de conservação da vida selvagem do organismo chinês, Zhang Xiwu.

“Também foram registradas ocasiões nas quais os animais atacaram os visitantes”, acrescentou Zhang.

Diferentes organizações ambientalistas que haviam denunciado reiteradamente esta situação, como o Fundo Internacional para os Animais, parabenizaram pelo anúncio.

Hua Ning, membro do escritório de Pequim desta associação, garantiu que o fechamento é “um passo positivo em direção à proteção dos direitos dos animais”.

“O Governo precisa ajudar aos zoos e aquários para que cancelem atuações de entretenimento aos visitantes que causam danos aos animais”, ressaltou.

Oficialmente, o país tem 700 zoos, parques, safáris e circos com presença de animais, que cada ano recebem a visita de 150 milhões de pessoas.

O escândalo das más condições nestes recintos locais veio à tona em março, com a morte de 13 tigres siberianos – 11 deles de fome e dois sacrificados após atacar um cuidador – em um zoológico de Heilongjiang, ao nordeste da China.

No mesmo parque morreram ainda 20 animais, entre leões, camelos, macacos, avestruzes e outros espécies, devido ao inverno rigoroso que diminuiu a afluência de visitantes e, consequentemente, a diminuição da receita do zoo.

Fonte: Terra

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Zoos do RJ viram antros de sujeira, descaso e maus-tratos aos animais

(da Redação)

Zoológicos, por serem verdadeiros centros de confinamento de animais em ambientes artificiais, já são paisagens deprimentes e pouco saudáveis que não deveriam existir. Além disso, quem vai aos zoológicos do Rio e de Niterói encontra abandono, lixo, mau cheiro, calçadas irregulares e uma cratera aberta no chão há quatro meses.

Gatos e pombos ocupam o viveiro das tartarugas, em Niterói. Foto: Reprodução/ Carlo Wrede / Agência O Dia

O descaso com os animais é gritante: o  local virou um antro de sujeira e falta de infraestrutura.

No Zoológico de Niterói, no viveiro das tartarugas, gatos e pombos dividem o espaço com os répteis confinados para exposição. Outros pontos críticos são as jaulas dos primatas de Niterói, que estão enferrujadas, e as inúmeras áreas em manutenção. Lá, são seis áreas sem animais, como o viveiro do macaco-aranha, a jaula da tartaruga-preta, a ‘Casa Noturna’, onde ficam os morcegos, o pântano, destinado a jacarés, o cativeiro do elefante e o viveiro das aves.

Com informações de O DIA

Nota da Redação: Zoológicos não deveriam existir, a não ser que cumprissem o papel de local transitório, onde os animais resgatados ou debilitados pudessem ser tratados antes de voltar à natureza. Se confinar já é uma violência, viver em condição de sujeira e descaso dentro de um ambiente artificial é um absurdo ainda maior. Esta é uma boa oportunidade para que fechem o zoológico e façam com esses animais um trabalho sério de recuperação e reintrodução ao que resta de seus habitats. As autoridades não podem tratar os animais dessa forma tão vergonhosa, humilhante e indigna. Não podemos fechar os olhos diante do sofrimento de seres que estão sendo violados em seus direitos fundamentais à vida, à liberdade e ao bem-estar.

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