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Porto Velho (RO) registra mais de 70 denúncias de maus-tratos a animais em menos de 4 meses

Foto: Polícia Civil/Divulgação

A Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes contra Meio Ambiente (DERCCMA) de Porto Velho, em Rondônia, registrou mais de 70 denúncias de maus-tratos a animais em menos de quatro meses. Os casos foram denunciados entre janeiro e meados de abril de 2020.

A primeira vistoria do ano em casas que foram alvos de denúncia foi realizada na última quinta-feira (16). Na ação, de responsabilidade da Secretaria do Meio Ambiente (Sema), duas denúncias foram confirmadas e uma descartada.

O responsável pelos maus-tratos pode responder criminalmente, conforme o artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais, e administrativamente, sendo punidos com multa prevista no artigo 161 do código de meio ambiente de Porto Velho.

De acordo com informações repassadas ao G1 pela delegada Janaína Xander, os resgates contaram com o apoio da Associação Socorristas Animais, que deu abrigo aos cães e está custeando os tratamentos médicos deles. A polícia informou que se a Justiça entender que os responsáveis pelos maus-tratos devem perder a tutela dos cachorros, os animais irão para adoção.

A legislação de proteção animal considera maus-tratos: praticar abusos, como ferir e mutilar; não dar água e comida diariamente; manter os animais presos em correntes; manter os animais em locais sujos e pequenos demais para que eles possa andar.

Em Porto Velho, as denúncias podem ser feitas à Polícia Judiciária Civil, através do número 197, pelo WhatsApp (69) 98439-0102 ou ainda através do e-mail 197@pc.ro.gov.br.

É preciso apresentar o endereço onde está o animal e pontos de referência. A denúncia é avaliada segundo um protocolo de combate aos maus-tratos desenvolvido pela DERCCMA, responsável por um trabalho inicial de averiguação das denúncias, orientação aos tutores e demais providências necessárias.


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Mãe procura cão que ficou ao lado do corpo do filho após atropelamento

A auxiliar de limpeza Rosa Maria de Santana, de 41 anos, está à procura de Branco, o cachorro de sua família que ficou ao lado do corpo de seu filho, Natanael Santana da Silva, após o rapaz perder a vida ao ser atropelado. Desde o dia 17 de março, quando o acidente aconteceu, na BR-319, em Porto Velho (RO), o cão está desaparecido.

Foto: Arquivo Pessoal/Rosa Maria de Santana

Rosa Maria contou que morava com o filho único e que Branco era muito apegado ao jovem, que tinha 23 anos.

“Ele sempre passeava na rua com o cachorro. O nome dele era Branco. Meu filho era muito apegado e a gente também”, disse ao G1.

Após o atropelamento, Branco não saiu do lado do corpo até que Natanael foi retirado da rodovia.

Foto: Arquivo Pessoal/Rosa Maria de Santana

Preocupada com o animal, que foi fiel ao seu filho até o último instante de sua vida, Rosa Maria tem feito buscas por Branco.

Ao procurar pelo cachorro, a auxiliar de limpeza recebeu a informação de que um sitiante havia o resgatado. Ela, então, foi até o sítio, mas não encontrou o animal, tampouco conseguiu qualquer notícia sobre seu paradeiro.

Determinada a encontrar Branco, Rosa Maria pede a ajuda da população, que pode repassar informações sobre o cachorro através do número (69) 9 9327-8247.

Foto: PRF/Divulgação

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Cão com deficiência abandonado em estrada é adotado por casal em Rondônia

A história do cachorro comoveu o casal, que foi até o local do abandono para conhecê-lo e acabou se apaixonando por ele


O cachorro com deficiência que foi abandonado às margens na Estrada do Belmont, em Porto Velho (RO), e estava recebendo cuidados básicos de dois borracheiros, encontrou um lar nesta quinta-feira (5).

Foto: Mayara Subtil/G1

A história comoveu a estudante de economia Michele Taborga, de 27 anos, que foi até a estrada para conhecer o animal e acabou decidindo levá-lo para casa.

“Foi amor à primeira vista. A condição dele me tocou muito. Já indefeso, ainda mais assim, tão dócil e amoroso. Me apaixonei por ele”, disse ao G1 a estudante. “Eu o amo. Eu não tenho outra palavra. Eu o amo, muito muito. Sentimento de mãe”, completou.

Membro da ONG Socorristas de Animais, Michele soube do caso através do WhatsApp e foi incentivada pelo marido, Matheus Mota, de 24 anos, a adotar o cão, que recebeu o nome de Benjamin.

“Foi uma alegria inesperada, pois pensei que ele [Benjamin] estaria tristinho pela situação em que se encontrava. Na hora que o vi, ele começou a abanar o rabo, depois o peguei e ele começou a me lamber, comecei a fazer carinho nele. Nossa, foi demais”, disse.

No novo lar, Benjamin tem a companhia de três gatos e quatro cães. Dentre eles, Teodoro, um cachorro de 7 anos que teve uma pata amputada após ser atropelado. Os dois, segundo Michele, já se tornaram amigos.

“O Benjamin é tranquilo e se deu bem também com os outros. Eu perdi uma gatinha recentemente atropelada e é horrível. Há pessoas que não têm cuidado. Mas agora é amor dobrado ao Benjamin e aos outros”, assegurou.

Foto: Mayara Subtil/G1

Com cerca de oito meses de idade, Benjamin precisará de cuidados especiais por conta da deficiência. Ele já foi levado ao veterinário, mas os exames ainda não ficaram prontos. Segundo Michele, o cão terá que ser submetido a sessões de fisioterapia para estimular o movimento dos músculos e impedir que eles fiquem mais atrofiados do que já estão.

Por ficar sempre deitado, Benjamin também tem o tórax achatado e precisará usar fraldas. De acordo com o veterinário que o atendeu, o cão não foi agredido, mas não ter recebido tratamento adequado piorou seu quadro de saúde.

“O abandono contribuiu. O médico disse que é congênito, já nasceu assim praticamente e só foi piorando cada vez mais, pois não teve o tratamento adequado quando mais filhotinho, não fez fisioterapia. Mas agora ele está bem. Vai crescer ainda. Vai engordar. As cicatrizes dele irão sumir”, disse Michele. “É meu, é nosso. Recebo muito carinho das pessoas, muitas mensagens positivas, gente querendo ajudar, perguntando se ele já foi ao veterinário”, completou.

A nova família do cachorro avalia a possibilidade de comprar uma espécie de cadeira de rodas para cães que pode permitir que o animal se locomova mais facilmente. Por se arrastar no chão, Benjamin tem os cotovelos e os joelhos feridos.

Foto: Mayara Subtil/G1

O animal foi abandonado em fevereiro e passou a ser alimentado pelos borracheiros Ozimar Queiroz e Lindomar Queiroz. Ambos, no entanto, não tinham condições de levar o cachorro ao veterinário e passaram a buscar alguém para adotá-lo.

Benjamin, que era chamado de Foca pelos borracheiros, por conta da posição em que ficava graças à deficiência, recebeu os cuidados e o carinho de Ozimar e Lindomar por 20 dias.

“Ele estava jogado no chão, debilitado, magrinho, sujo. Tem outros animais que o pessoal vai abandonando e deixando por ali. Nisso vamos cuidando, mas o Foca foi especial. Tinha a missão de cuidar dele”, disse Lindomar, em entrevista ao G1.

Interessados em colaborar financeiramente no tratamento ou na compra da cadeira de rodas de Benjamin podem entrar em contato com Michele pelo telefone 69 98103-1414.

Foto: Diêgo Holanda/G1

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Borracheiros buscam adoção para cão deficiente abandonado em Porto Velho (RO)

O animal está sendo alimentado pelos borracheiros, mas precisa de tratamento veterinário


Os borracheiros Ozimar Queiroz e Lindomar Queiroz estão à procura de um adotante ou de uma pessoa que possa oferecer cuidados veterinários a um cão com deficiência que foi abandonado em frente à borracharia na qual eles trabalham, na Estrada do Belmont, em Porto Velho (RO).

Foto: Diêgo Holanda/G1

O animal foi abandonado no local em meados de fevereiro, magro e sem conseguir andar. Comovido com a situação, Ozimar, conhecido como Galego, passou a alimentar o cachorro.

“Jogaram aqui na frente. Nós chegamos de manhã e ele estava ali. A gente se compadeceu, botamos ele pra cá e estamos dando comida, mas o coitado fica nessa situação aí. Ele não anda nada, pois as duas patas dianteiras estão viradas para trás”, contou Ozimar ao G1.

Por conta da posição que fica, o cachorro passou a ser chamado, de maneira carinhosa, de Foca. Os borracheiros mudam o animal de lugar durante o dia, mas ele acaba se arrastando na lama para se aproximar de um gato em situação de rua que aparece na borracharia.

Foto: Diêgo Holanda/G1

De acordo com Lindomar, o cachorro é dócil e precisa de tratamento veterinário. Os borracheiros, porém, não têm como arcar com os custos.

“A gente chama ele de foca, pelo jeito que ele fica. Quando a gente pegou, ele estava bem magrinho, mas já está engordando, pois estamos dando comida. Por causa da chuva ele tá todo sujo, mas a gente não tem condições de cuidar aqui”, lamentou Lindomar.

Interessados em adotar o cachorro ou em ajudar com os custos do tratamento veterinário podem entrar em contato com Lindomar através do telefone 9 9378-7410 ou comparecer na borracharia, que funciona em um contêiner vermelho do lado direito no sentido portos, na Estrada do Belmont, a aproximadamente 2,5 quilômetros de distância da Avenida Imigrantes, em Porto Velho.

Foto: Diêgo Holanda/G1

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ONG que cuida de 150 cães pede ajuda para não fechar as portas em Rondônia

Uma ONG que mantém 150 cachorros em Porto Velho, no estado de Rondônia, está enfrentando dificuldades e busca ajuda financeira para não encerrar as atividades. A entidade funciona na rua Tancredo Neves, 3996, no bairro Caladinho e precisa de doações para quitar dívidas e comprar ração.

Foto: Iule Vargas/Rede Amazônica

Devido ao custo alto gerado pela manutenção do abrigo, a entidade, que foi fundada em 2015, acumula dívidas de aluguel e em clínicas veterinárias. As informações são do G1.

“As pessoas que têm cachorros sabem o custo que é para manter um animal, imagina 150”, comenta Sidnei Barbosa, um dos voluntários.

Atualmente, a ONG precisa de doação de ração, medicamentos, e dinheiro para pagar atendimentos veterinários, aluguel, água e energia do abrigo.

Interessados em ajudar podem fazer doações através do site Voluntário Animal.


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‘Carnapet’ reúne dezenas de pessoas e cães em bloquinho solidário em RO

Foto: Cássia Firmino/G1

A primeira edição do “Carnapet” realizado em Porto Velho no último sábado (23) reuniu dezenas de pessoas que levaram os seus animais domésticos para um bloco beneficente de carnaval, que tinha como objetivo reunir a doação de ração que será entregue em abrigos de animais.

O evento disponibilizou arquibancada, passarela com tapete vermelho e torcida organizada para os cães que estavam concorrendo nas categorias: fantasia mais bonita, cachorro mais parecido com o tutor, além de menor e maior cão.

Embalados por latidos e uivos dos cachorros concorrentes que aguardam a sua vez de participar, os cãezinhos desfilaram com as mais inusitadas fantasias, como: duende, odalisca, super-herói e até cowboy. Tudo para agradar aos jurados e, assim, levar os prêmios que eram destinados somente a eles.

Foto: Cássia Firmino/G1
Foto: Cássia Firmino/G1
Foto: Cássia Firmino/G1

Carol Antonetti, uma das participantes, aprovou o evento e afirma que a experiência foi divertida. “Primeiro eu adoro essas coisas de animais, e aqui em Porto Velho é a primeira vez que eu vejo, e já gostei bastante”, conta empolgada.

O dog alemão “Scoob” foi um dos ganhadores da competição. O tutor Daniel Stelle destaca que mesmo com o porte grande característico da raça, a docilidade do cachorro facilita no convívio com os outros membros da família.

“Ele é dócil e carinhoso com a minha mulher, sem contar que ele é grandão, então é um excelente cão de guarda. Uma amiga minha viu a notícia e falou que eu podia inscrever ele nessa categoria, que tinha chances de ganhar. Deu certo né? Sem contar que ainda tem esse outro lado, que é de ajudar os animais de abrigo, que nós sabemos que precisa bastante”, ressalta Daniel.

Scoob ganhou premiação de maior de cão do ‘Carnapet’ — Foto: Cássia Firmino/G1
Foto: Cássia Firmino/G1
Foto: Cássia Firmino/G1

Fernanda Santos, de 52 anos, levou a pequena Mel, uma yorkshire de oito meses para passear. A animação no evento chamou a atenção da empresária, que ficou animada para participar de uma próxima edição.

“É legal né? Eu trouxe ela para andar, vi um monte de cachorro fantasiado e comecei a rir. Eles se divertem também, vieram uns brincar com ela, e eu fiquei toda boba vendo as roupinhas. Na próxima eu ponho a Mel para participar da festa também”, afirma Fernanda.

Segundo a organização do evento, os quilos de ração que foram doados na hora do evento e os que já haviam sido arrecadados com as inscrições prévias serão divididos entre os abrigos apadrinhados pelo evento.

Fonte: G1

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Filhote de jaguatirica é resgatado em avenida de Porto Velho (RO)

Um filhote de jaguatirica foi resgatado em um cruzamento movimentado na Zona Norte de Porto Velho, na última sexta-feira (21). Segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o animal estava no cruzamento das avenidas Rio Madeira e Imigrantes, quando foi visto por moradores.

(Foto: Ibama/Assessoria)

Uma motorista contou ao G1 que foi surpreendida pelo animal na pista e que, por pouco, quase o atropelou na Avenida Rio Madeira com a Avenida dos Imigrantes.

“Parei o carro bruscamente. O bichinho ficou quase debaixo do veículo, tanto que tive que dar ré para poder salvá-lo”, explicou a mulher, preferindo não se identificar.

Com ajuda de um motociclista, a mulher cobriu o animal com duas camisas e o colocou no porta-malas do veículo.

Depois, o filhote foi deixado pela mulher na sede do Ibama em Porto Velho. Segundo a assessoria do instituto, o filhote será encaminhado ao Centro de Triagem, onde receberá cuidados e será devolvido à natureza.

Ao encontrar animais selvagens em áreas urbanas, o Ibama orienta que não haja manuseio do animal, a não ser que ele não represente um risco para segurança da pessoa ou se estiver em estado crítico e precise de ajuda imediata.

Fonte: G1

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Cavalo é agredido a golpes de faca em Porto Velho (RO)

Um cavalo foi esfaqueado na última quinta-feira (20) na rua Tijuca, no bairro Socialista, Zona Leste de Porto Velho, em Rondônia.

(Foto: Reprodução / YouTube)

De acordo com a polícia, o tutor deixou o animal em frente de sua residência, quando uma testemunha avisou que o cavalo tinha sido ferido a golpes de faca.

O cavalo recebeu atendimento veterinário e foi colocado em um caminhão guincho para tratamento em uma clinica da faculdade Fimca. O autor do crime não foi localizado.

O veterinário Luís Maia, que foi rapidamente realizar os cuidados médicos ao animal, fala no vídeo baixo sobre os procedimentos a serem tomados.

Fonte: Diário da Amazônia

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Macaco com suspeita de febre amarela é encontrado morto em Rondônia

Um macaco foi encontrado morto em uma chácara no bairro Nacional, no município de Porto Velho, em Rondônia.

O animal foi localizado pelo dono da propriedade, Manoel Colares, que acionou o Corpo de Bombeiros. “Houve demora para informar um procedimento. No fim, sugeriram colocar o animal em um saco e jogar fora”, conta Manoel, que decidiu, então, ligar para a Polícia Militar.

(Foto: Pedro Bentes/ G1)

Os policiais, por sua vez, direcionaram o contato à Divisão de Controle de Zoonoses, com a qual Manoel não conseguiu retorno. Foi quando ele decidiu acionar a Polícia Militar Ambiental, por meio da qual recebeu a informação do Laboratório de Saúde do Estado de que deveria se manter longe do animal.

“Informaram que eu deveria avisar as autoridades competentes caso houvesse outra morte de macaco e que providenciasse a vacinação de todos os moradores próximos contra a febre amarela”, disse.

O corpo do macaco foi retirado do local pela Divisão de Controle de Zoonoses do município e será encaminhado para análise, devido a uma suspeita de que o animal tenha morrido em decorrência da febre amarela.

O gerente da Divisão, Thiago Martinho, explica que o animal será levado para o Laboratório Central de Saúde Pública de Rondônia (Lacen-RO).

“Removemos o animal e vamos fazer os protocolos padrões de notificação e investigação epidemiológica na região. O Lacen irá realizar a coleta do animal para investigação e, posteriormente, encaminhado ao Instituto Evandro Chagas no Pará, para exames que venham comprovar ou descartar a hipótese de febre amarela”, explicou.

Em fevereiro e março deste ano, outros macacos foram encontrados mortos em Rondônia, no município de Ji-Paraná. Todos eles foram encaminhados para a realização de exames, mas de acordo com a Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa-RO), o Instituto Evandro Chagas tem demorado, em média, três meses para emitir o laudo completo que indica o resultado dos exames.

Manoel conta que a presença de macacos era comum nas árvores frutíferas da propriedade dele. O número de animais que aparece no local, entretanto, diminuiu nos últimos meses. Ele afirma ainda que é a primeira vez que um macaco aparece morto na chácara e que espera que a morte não tenha sido causada pela febre amarela.

“Se não for por febre amarela pode ter sido por envenenamento de alguma coisa que ele tenha comido, já que estamos em uma área urbana. Se for febre amarela já estamos todos imunizados”, afirmou Manoel.

O macaco, entretanto, quando infectado pela doença, não é responsável pela transmissão do vírus.

“A febre amarela só é transmitida pela picada dos mosquitos transmissores infectados, principalmente em regiões de mata, tendo em vista que a febre amarela urbana foi praticamente erradicada no país. A melhor forma de prevenção não é matando esses animais [os macacos], mas pela vacinação”, explicou o infectologista do Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron), Marcelo Setton.

Em relação a forma como agiu o bombeiro ao ser contactado pelo proprietário da chácara, o Corpo de Bombeiros do município informa que o procedimento padrão da corporação é entrar em contato com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para a remoção de corpos de animais silvestres.

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Porto Velho (RO) firma parcerias para combater maus-tratos a animais

A primeira-dama do Município de Porto Velho (RO), Ieda Chaves, em conjunto com a Subsecretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema), lançou um programa para fomento à proteção animal no município de Porto Velho.

(Foto: Divulgação / Imagem Ilustrativa)

O objetivo inicial, segundo Ieda Chaves, é que mil animais, entre cães e gatos, que estão em abrigos, e também nas ruas, sejam monitorados e castrados pelo programa de proteção, que será desenvolvido em parceria com Organizações Não Governamentais (ONG’s), Polícia Civil (por meio do 197), Polícia Militar Ambiental, Faculdade Fimca e demais secretarias do Município.

O titular da Secretaria de Meio Ambiente, Robson Damasceno, afirmou que o trabalho de captura dos animais para cuidados veterinários, alimentação e possível castração já iniciou por meio dos parceiros. Ele esclareceu que, inicialmente, as castrações contemplam apenas os animais que estão nos abrigos voluntários.

“Essas organizações fazem a captura dos animais, cuidam deles, os levam para castração e, em muitos casos, disponibilizam o animal para adoção”, completou o secretário.

Uma das principais parceiras da Sema no resgate e cuidado dos animais é a ONG ‘Amigos de Patas’. Essa entidade, de acordo com a coordenadora provisória de proteção animal da Sema, Cristiane Patrícia Hurtado, foi considerada, em 2014, de utilidade pública devido ao resgate de animais que fez durante a enchente histórica do Madeira. “Só essa ONG tem cerca de 300 animais sob seus cuidados, com uma unidade no centro e outra no bairro Planalto”, declarou.

Colaboradores

De acordo com Robson Damasceno, a administração municipal publicou portaria atribuindo a algumas secretarias o papel de colaborador no cuidado e proteção dos animais e controle de zoonoses.

“A Semasf, por exemplo, através do cadastro do Bolsa Família, tem a função de aferir a média dos cães e gatos que vivem com as famílias de baixa renda. A Semtran comunica casos de atropelamento e de maus-tratos nas ruas. A Semusa cadastra o número de animais nas residências visitada pelos técnicos, e ainda controla o Centro de Zoonoses. Já a Semusb retira os cães e gatos mortos nas ruas, levando-os para o incinerador”, explicou Robson, frisando que em caso de animais mortos no período de 24 horas, a Semusa também ajudará verificando qual a causa do óbito.

“Estamos também finalizando um convênio com o hospital veterinário da Fimca, que além da compensação referente a mil castrações de cães e gatos, fará atendimentos emergenciais a animais acidentados. São cerca de 9 castrações por semana”, acrescentou o secretário.

Ainda neste ano a Sema deve ser contemplada com recursos para a construção de um abrigo para animais, com capacidade para 600 cães e gatos. “Já temos o terreno para a construção do prédio. O local fica localizado na Avenida Guaporé, nas imediações do Cemetron, na área Norte da capital, onde também deve ser construído um hospital municipal veterinário”, salientou Cristiane Patrícia.

Na próxima terça-feira (8), a secretaria realizará palestra na Fimca para as pessoas que atuam nos grupos de cuidadores de animais e estudantes de veterinária. “A palestra é para orientar sobre os cuidados e combate aos maus-tratos de animais”, explicou Cristiane Patrícia, acrescentando que esse trabalho de educação também é feito nas escolas públicas.

Fonte: News Rondônia

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Facão usado no crime/
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Homem é preso após atacar pit bull com golpes de facão em Porto Velho (RO)

Um homem foi preso em Porto Velho, Rondônia, após atacar um pit bull com golpes de facão. Segundo informações colhidas da Polícia Militar,  Francisco estava altamente embriagado e esfaqueou uma cadela que morava com sua vizinha.

Facão usado no crime/
Facão usado no crime (Foto: Reprodução, Rondoniaaovivo)

O animal correu gritando de dor e sumiu. A tutora da cachorra acionou a Polícia Militar, uma guarnição realizou patrulhamento e localizou o suspeito. Ele tentou negar o crime, mas foi denunciado por um amigo.

Francisco informou que o parceiro, Demisson S. A. (26) estava foragido da Justiça. Os policiais fizeram pesquisa e constataram o fato. O facão usado para atacar a cadela foi encontrado com Francisco. Ambos receberam voz de prisão e foram encaminhados para a Central de Flagrantes.

Fonte: Rondoniaaovivo

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Cachorro ganha festa de aniversário e arrecada 205 kg de ração

Aniversário do cachorro Guz arrecada 205 quilos de ração que foram doados (Foto: Livian Neto/Reprodução)
Aniversário do cachorro Guz arrecada 205 quilos de ração que foram doados (Foto: Livian Neto/Reprodução)

Para comemorar os sete anos do cachorro Guz, um border collie, o estudante Iury Carvalho e a nutricionista Juliana Morsch Passos resolveram fazer uma festa em um hotel de cachorros de Porto Velho, onde cada convidado deveria dar ração de presente. Ao final da festa, foram contabilizados 205 quilos de ração que foram entregues ao cuidador de animais Reinaldo Soares, de 68 anos.

“Pensamos em fazer o aniversário de 7 anos voltado pra essa questão social, pra ajudar cachorrinhos que não tem lar, que foram abandonados. Foi bem legal a arrecadação, foi uma boa contribuição e promovemos a brincadeira entre cachorros”, disse Juliana.

Ao saber da ajuda que receberia, o senhor que cuida de 82 cachorros e 40 gatos disse que a doação chegou no momento certo, pois a ração dos animais que cuida já estava no final, já que são consumidos diariamente cerca de 25 quilos.

O aposentado conta que ficou sabendo que receberia a doação momentos antes. “Eles me ligaram avisando que viriam e fiquei muito feliz. Dependemos da contribuição. É difícil ver os animais sofrendo e eu não tenho coração de deixar eles do jeito que encontro. O pior de tudo é que quando os animais são soltos na estrada e alguém tenta pegá-los, eles correm pro mato e ficam debilitados”, declara.

Ração foi doada para aposentado que cuida de 82 cachorros e 40 gatos em Porto Velho (Foto: Facebook/Reprodução)
Ração foi doada para aposentado que cuida de 82
cachorros e 40 gatos em Porto Velho
(Foto: Facebook/Reprodução)

Reinaldo afirma ainda que o principal objetivo é recuperar os animais e ficar com eles provisoriamente até conseguir um novo tutor. “Eu estava com 88 cachorros e 40 gatos, mas alguns já foram doados porque tenho uma ajuda muito grande de pessoas que colocam na internet a foto deles. Mas, por mais que eu consiga fazer doação de animais, sempre aparece mais”, afirma.

O cuidador dos animais diz que agradeceu ao casal que doou a ração, pois a cada semana aparecem novos animais ou o chamam para socorrer por saber do seu amor pelos animais. “Foi muito importante porque meu salário é muito pouco, então eu junto latinha, pedaço de cobre e vou estocando aqui no sítio, pois se não conseguir doação eu vendo e compro”, desabafa.

Após a ação, os tutores do Guz afirmam que se alertaram para situações semelhantes. “Nós não tínhamos a dimensão da gravidade das pessoas que precisam de doações pra cães, e como fomos visitar seu Reinaldo, nos impressionamos com a forma com que ele cuida dos animais. Ficamos tão impressionados que decidimos na mesma hora que temos que fazer outra ação porque ele nos confessou que no dia que não tem ração pros animais, ele tem vergonha de comer na frente deles e ele não se sente bem comendo na frente dos animais se eles em si não têm o que comer”, conclui Iury.

Guz Carvalho

Guz nasceu em 13 de outubro de 2009, mas este ano seu aniversário foi comemorado no dia 15 de outubro. A data foi escolhida por ser em um fim de semana e ficar mais fácil para os outros donos de cachorros. Segundo Iury, Guz é de uma raça original da Inglaterra considerada nobre em outros países, o que o torna um cão de pastoreio e de companhia.

Conforme Juliana, Guz participa ativamente da vida do casal. “Ele é muito querido, ele anda conosco quando vamos lanchar, passear, até no shopping. Ele gosta de andar de barco e estar sempre junto, de estar perto da gente e tem muitos amigos, inclusive na internet”, conclui.

Fonte: G1

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