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Câmara pode votar projeto de lei sobre porte de armas para caçadores

O Plenário da Câmara dos Deputados pode votar, a partir desta terça-feira (20), o projeto de lei (PL 3723/19), de autoria do Poder Executivo, que trata, dentre outras questões, do porte de armas para caçadores.

Foto: Divulgação

Um substitutivo apresentado pelo deputado Alexandre Leite (DEM-SP) incorporou à proposta o PL 3615/19, aprovado pelo Senado e que prevê porte de armas a caçadores, colecionadores e atiradores.

Apenas categorias como militares das Forças Armadas, policiais e guardas prisionais têm autorização para portar armas atualmente. O porte é a autorização para transitar armado fora de casa ou do trabalho – diferente da posse, que permite ter armas apenas em casa e no trabalho. As informações são da Agência Câmara Notícias.

O projeto concede prazo de dois anos, a partir da entrada em vigor da lei, para que donos de armas sem registro regularizem sua situação com a Polícia Federal, sem que paguem taxas, tendo apenas que apresentar documento de identificação pessoal, comprovante de residência fixa, nota fiscal de compra ou comprovação de origem lícita da arma de fogo. Até que a regularização seja deferida, o proprietário poderá ter um registro provisório emitido pela polícia.

Animais sob ameaça

De autoria do senador Marcos Rogério (DEM-RO), o PL 3615/19, que foi incorporado ao PL 3723/19 por iniciativa do deputado Alexandre Leite (DEM-SP), é um retrocesso para os direitos animais.

O projeto estabelece que a caça é um direito de todo cidadão brasileiro que estiver registrado junto ao Exército e define diretrizes para que as práticas de colecionar, atirar e caçar sejam exercidas.

A autorização para que uma pessoa se torne caçadora, colecionadora ou atiradora será dada através do Certificado de Registro (CR), documento que permite que pessoas físicas ou jurídicas exerçam atividades com produtos controlados pelo Exército. Também será emitido um certificado de registro de arma de fogo para cada arma registrada no Sistema de Gerenciamento Militar de Armas (Sigma).

A proposta autoriza que atiradores e caçadores transportem uma arma de fogo curta durante o trajeto entre os locais de guarda do acervo e de treinamento, prova, competição ou caça. No certificado das armas de atiradores e caçadores será gravada a inscrição “autorizado o transporte”.

O projeto coloca a vida dos animais em risco e também a existência das espécies, que podem ser extintas, além de naturalizar a caça a animais, reduzindo-os à condição de objetos a serem alvejados para a garantia de uma diversão sádica e perversa.


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Hipopótamo na água
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Mamíferos encolhem em áreas de migração humana, aponta pesquisa

Por milhões de anos, as taxas de extinção de mamíferos terrestres de porte grande, médio e pequeno foram semelhantes. Entretanto, as grandes espécies começaram a morrer muito mais rapidamente cerca de 100000 anos atrás na Eurásia, 50000 anos atrás na Austrália e 15000 anos atrás na América do Norte e do Sul. O porte máximo dos mamíferos diminuiu.

Os números batem com os períodos em que o Homo erectus, o Homo neanderthalensis e o Homo sapiens se espalharam pelos continentes citados. O último, em especial, é apontado como o maior vilão dessa história. A pesquisa que chegou a esses dados foi liderada por Felisa A. Smith, paleoecóloga da Universidade do Novo México.

Hipopótamo na água
Mamíferos encolheram drasticamente | Foto: Pixabay

Animais pesados sofreram por caçadas, bem como mudanças de habitat e incêndios causados por atividades humanas. O desequilíbrio continua até hoje.

O historiador israelense Yuval Noah Harari traz em um dos capítulos do aclamado livro Sapiens: uma breve história da humanidade uma reflexão que vai ao encontro dos dados apresentados pela pesquisa de Felisa. Harari apresenta a história da humanidade na versão que não gostaríamos de ver: nós, Homo sapiens, assassinamos para estar no topo e conquistamos a terra varrendo tudo.  No livro, o historiador chega à mesma conclusão de Felisa. Entretanto, a pesquisadora coloca em números a verdade.

Entre as espécies ameaçadas de extinção, as de grande porte são as que correm maior risco de desaparecer em breve. Segundo Felisa, daqui dois séculos as vacas podem estar no topo da tabela de tamanhos.

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Prefeitura de Caruaru (PE) inicia campanha de captura e matança de animais apreendidos nas ruas

A Prefeitura de Caruaru, em PE, realiza esta semana uma ação de captura de animais de pequeno, médio e grande porte, soltos pelas ruas em cinco bairros da cidade.

Os animais de pequeno porte, quando apreendidos, são encaminhados para o Departamento de Vetores, onde ficam aguardando os seus tutores por cinco dias. Caso não sejam resgastados, eles ficam à espera de adoção por tempo indeterminado.

No entanto, os animais de médio e grande porte não são tratados com o mesmo respeito. Violando o direito à vida desses seres, a Prefeitura determinou que esses animais sejam levados para o Curral do Gado e simplesmente descartados, caso alguém não reclame por eles: são encaminhados para o abate, caso seus tutores não compareçam para resgatá-los dentro do prazo de cinco dias da apreensão.

Gilberto de Dora, diretor do Departamento de Controle de Vetores e Vigilância Animal de Caruaru, ainda declara: “Se os animais forem reincidentes ou estiverem doentes, serão sacrificados”, afirmou.

Com informações do JC Online

Nota da Redação: Será que a prefeitura condenaria à morte seres humanos encontrados vagando em situação de miséria e abandono pelas ruas? Certamente que não. Então por que fazer isso com os animais, que são também sujeitos de direitos, como nós, humanos? Essa medida é inconstitucional e caracteriza crime de maus-tratos. O direito à vida é um direito inerente a todos os animais, sejam de médio, pequeno ou grande porte. Sejam humanos ou não humanos. A ANDA condena esta medida absurda, injusta, covarde e cruel. O destino dado a esses animais deve ser o melhor possível, preservando-lhes os seus direitos fundamentais à vida e à liberdade. Em vez de simplesmente descartar vidas, as autoridades deveriam cumprir com seu dever e elaborar políticas públicas pacíficas e éticas para conter a população de animais abandonados pelas ruas.

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Animais domésticos podem visitar parques municipais se projeto for aprovado em Campinas (SP)

A Câmara de Vereadores de Campinas vota nesta segunda-feira (24) o Projeto de Lei nº 523/09, que cria uma área isolada para animais domésticos em áreas públicas da cidade, como o Parque Portugal, Centro de Convivência, Praça Arautos da Paz, Parque Ecológico e parques temáticos.

Pelo projeto de autoria do vereador Thiago Ferrari (PMDB), a proposta é isolar os animais para que eles possam interagir uns com os outros, mas com o acompanhamento de tutores ou condutores. Cães pequenos poderão permanecer no local com coleira. Os grandes com coleira e focinheira. O projeto ainda aponta que os tutores ficam responsáveis pela coleta pelas fezes de seus animais.

Quem não cumprir, será advertido na primeira vez. Na segunda vez ,ocorrerá a retirada do local do animal. De acordo com assessores do vereador, moradores de Campinas reclamaram que não podem entrar nos parques com os animais domésticos e o local isolado poderia servir ainda como ponto de descanso dos cães após a caminhada como os tutores.

Fonte: EPTV

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Cachorros grandes são abandonados em Hong Kong

Animais de estimação estão em alta em Hong Kong, na China, mas a maioria das pessoas mora em pequenos apartamentos e não consegue conviver com cachorros grandes. Muitos acabam abandonando o cão da família, sem medo ou arrependimento.


Fonte: UOL

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Cachorro da raça Great Dane recebe título de mais alto do mundo

O título de cachorro mais alto do mundo mudou de mãos, ou melhor, de patas. George, o Gigante, foi reconhecido recentemente pelos organizadores do Guinness Book como o maior cão do mundo.


George tem 2,2 metros e consome mensalmente 50 kg de ração (Foto: Reprodução/Metro.co.uk)
George tem 2,2 metros e consome mensalmente 50 kg de ração (Foto: Reprodução/Metro.co.uk)


O animal da raça Great Dane mede 2,2 metros em pé e “roubou” o título de Titan, um cachorro da mesma raça, dois centímetros menor. George mora com um casal de americanos na cidade de Tucson, no estado do Arizona (EUA).

A comissão do Guinness Book visitou a família de George para confirmar suas medidas. Além da estatura monumental para um cachorro, ele pesa 111 quilos e consome 50 quilos de ração ao mês.

Craig Glenday, editor-chefe do Guinness World Records, comentou ao jornal inglês Metro que o reconhecimento de George deve despertar outras pessoas a exibirem seus animais de porte extraordinário.

Fonte: G1

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Família americana cria miniégua dentro de casa

Uma família americana adotou uma miniégua como seu animal de estimação em Belgrade, no estado de Montana (EUA). Rowan pesa 45 kg e tem lugar privilegiado na casa dos Thorn.

O animal dorme ao lado da cama de seus donos, toma banho na mesma banheira que Mike Thorn e sua mulher e ainda convive harmoniosamente com o casal na sala. As portas da residência foram adaptadas para que Rowan tenha passe livre entre a casa e o quintal, onde corre todas as tardes.

(Foto: Nick Wolcott/AP)
(Foto: Nick Wolcott/AP)

“Na verdade, é como ter um cachorro grande”, contou Mike Thorn à agência de notícias AP. “Com exceção, é claro, quando ela pisa no seu pé. A dor é muito mais forte”, completou ele.

Fonte: G1

Nota da Redação: Para tutelar um animal, não basta tratá-lo com carinho. É preciso oferecer-lhe as condições para que ele viva da forma mais natural possível. Um animal de porte maior exige espaços maiores para circular livremente, e o tutor, a partir do momento que o adota, deve estar ciente de sua responsabilidade sobre o bem-estar e o bem-próprio do animal acolhido como companheiro.

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Como cuidar do seu bicho de estimação na velhice

Os futuros tutores de animais de estimação ficam encantados com carinhas meigas e fofas do filhotinho desejado. Quase sempre esses tutores não se dão conta de que cães e gatos também ficam velhos. Ainda que as fases de crescimento e de vida adulta sejam fundamentais para uma velhice saudável, é importante que os donos estejam atentos quanto às limitações e às necessidades desta fase.

Como nos humanos, na fase senil, há queda na atividade metabólica do organismo de cães e gatos. Os animais reduzem a atividade física, os dentes ficam enfraquecidos e muitas vezes aparecem doenças geriátricas, como artrites e artroses.

Segundo a veterinária da Vetnil, Isabella Vincoletto, a alimentação de um animal idoso é o primeiro cuidado a ser adotado pelo tutor. Além de um alimento mais tenro, de fácil mastigação, uma alimentação balanceada, condizente com o gasto energético do pet, é indispensável para que o animal não ganhe peso. Na velhice, os animais tendem a apresentar uma diminuição da massa muscular e muitas vezes tornam-se obesos, mostrando a necessidade de uma alimentação com uma quantidade adequada de proteínas de alta qualidade para minimizar as perdas das reservas de proteína do organismo, esclarece Isabella.

A aparição de placas bacterianas e de mau hálito, além da perda de dentição também é muito comum durante a velhice, podendo dificultar a ingestão dos alimentos e, em casos mais graves, ser a causa da anorexia. Por isso, é importante o tutor realizar a escovação dos dentes do animal ou uma vez por ano levá-lo ao veterinário para prevenir a formação de tártaro.

Outro cuidado, para prevenir a progressão das mudanças metabólicas naturais, resultantes do processo de envelhecimento, é a prática de atividade física. Os exercícios contribuem para manter o tônus muscular dos pets e favorecem a circulação do sangue. A manutenção do peso corporal é um dos fatores determinantes para a prevenção de artrites e artroses. Cães em forma são menos predispostos a desenvolver problemas articulares, explica.

Valer-se de paciência e atenção, além de dispensar uma parte do tempo para brincar com o pet, também pode prevenir problemas comportamentais, como resistência a mudanças da rotina diária ou mesmo a depressão. Cães, ainda mais do que gatos, são animais de grande sociabilidade e gostam de ter companhia.

De acordo com a Associação Cinológica do Brasil, a longevidade dos cães varia conforme o porte da raça, sendo a expectativa média de um cachorro de pequeno e médio porte cerca de 12 anos e dos cães grandes ou gigantes mais curta. Essa idade, entretanto, não é uma regra. Os cuidados recebidos desde a infância são determinantes da expectativa de vida dos animais. Por isso, ao adquirir um cão filhote, é bom ter em mente que o animal também vai envelhecer e requerer cuidados geriátricos para viver mais. Estar disposto a ter esse amigo fiel significará cuidar dele quando ele mais precisar, na velhice.

Fonte: Cruzeiro do Sul

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Campanhas no RJ incentivam adoção de cães idosos

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Bonitinhos e engraçadinhos, os filhotes costumam ser a primeira opção na hora de adotar um animal. Mas por que não escolher um amável animal adulto ou idoso? Depois que os bichos crescem, muitas pessoas os abandonam, aumentando a população de abrigos como o Sozed (www.sozed.wordpress.com).

Para dar carinho e maior suporte no final da vida, a instituição está em campanha pela adoção de cachorros com mais idade. “Há pessoas que chegam ao cúmulo de levar seu bichinho até lá com o objetivo de trocá-lo por um ‘novo’ ”, diz Júlia Fernandes, voluntária na Sozed há cinco anos.

Se com o filhote gasta-se muito com o ciclo de vacinação, com o adulto, há risco de doenças da idade, como catarata, diabetes e tumores. Porém, os mais velhos já estão imunes a diferentes vírus, o que não vale para os cachorros jovens.

Outra vantagem de se adotar um idoso ou adulto é já saber o porte e o temperamento do animal, além de não passar pela complicada fase em que os filhotes mastigam e roem tudo que veem pela frente. Porém, eles podem ter traumas difíceis de tirar. “Boa parte desses animais sofreu muito e, ao receber um pouco de carinho, fica grata. Eles se adaptam rapidamente à rotina da casa”, diz o veterinário Frederico Pietsch, coordenador do projeto de adoção que a prefeitura planeja reeditar, o “Amizade não tem preço”, que incentiva a adoção de animais adultos, mutilados e de baixo perfil de adoção (considerados feios por uma maioria preconceituosa): “Ainda buscamos apoios, mas torcemos para que saia do papel”.

Fonte: Extra

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Você é o Repórter

Cão abandonado procura um lar temporário em SP

Caroline
carol_foos@hotmail.com

Estou precisando de ajuda para salvar mais uma vida. 
 
Este cachorro foi abandonado há alguns dias, e desde então não saiu do local. Ele está recebendo ração e água, porém está muito assustado, pois o local onde ele se encontra é em frente a um comércio muito movimentado. Ele é de porte grande, e ninguém da redondeza pode dar abrigo a ele.

imagem do cão que aguarda adoção

Será que alguém poderia resgatá-lo, oferecendo um lar temporário?
 
Ele se encontra na Av. Deputado Emilio Carlos, 718 – Bairro do Limão/ Zona Norte-SP, em frente à padaria “A lareira”.
 
Obrigada desde já!
 
Contato: (11) 6730-7811

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