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Policial que matou cachorro com um tiro vai responder por maus-tratos

Reprodução

O policial militar que tirou a vida de um cachorro com um tiro na última segunda-feira (22) na cidade de Fazenda Rio Grande, no Paraná, responderá pelo crime de maus-tratos a animais.

“O policial veio acompanhado do superior hierárquico dele e do seu advogado. Ele alega que se defendeu de uma injusta agressão. Que já havia sido mordido pouco antes e foi atacado novamente. Mas é caso de maus tratos. Ele vai atrás do cachorro para chutar e depois dar o tiro. Já encaminhei o procedimento para Justiça e a Corregedoria”, disse ao portal Tribuna PR o delegado Matheus Laiola.

Imagens mostram o policial conversando com um homem em uma residência. Ele mostra o tornozelo e conta que foi mordido. Em seguida, o cachorro passa pelo portão e avança no policial, que chuta e atira nele.

Pipoco era um cachorro comunitário que recebia cuidados da vizinhança. “O Pipoco estava sempre ao lado de outro cachorro, o Pipoca. Esse nós vamos lá resgatar”, disse o delegado.

O advogado do PM, Rogério Nogueira, afirmou que o cão não vivia na rua. Segundo ele, o animal era tutelado pelo homem com o qual o policial conversou antes de atirar.

“Ele havia passado uma vez na rua e foi mordido no tornozelo. Depois, voltou para tentar localizar o dono e o cachorro avançou de novo. Então, ele esperou para ver de quem era o cão. Quando ele viu o animal entrando na residência, foi avisar o proprietário para tomar cuidado, pois o cachorro poderia avançar em mais pessoas. Os dois tiveram uma discussão e o dono soltou o cachorro para avançar nele”, disse.

Ao ser questionado pelo portal Tribuna PR sobre a necessidade de matar o cachorro, Nogueira disse que o policial prestou socorro após atirar, que gosta de cães e está abalado.

A Polícia Militar publicou nota sobre o caso, informando que “além do Inquérito Policial feito pela Polícia Civil, o batalhão instaurou um procedimento administrativo para apurar os fatos na esfera disciplinar”.


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Cachorro morre após ser baleado por policial militar em Contagem (MG)

Foto: Reprodução/TV Globo

Um cachorro morreu após ser baleado por um policial militar em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais.

Moradores denunciaram ao G1 a ação do policial, que tirou a vida do cachorro na última quinta-feira (4). Imagens do animal ferido foram feitas pelas testemunhas. Ele não resistiu aos ferimentos.

A versão da Polícia Militar é de que os agentes realizavam uma operação no bairro Novo Progresso quando o cachorro avançou neles. A situação teria acontecido após os militares entrarem em uma casa.

A PM argumenta que o policial atirou no animal em legítima defesa e que o caso será submetido à investigação.


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Mais de 50 cães tutelados por policial são resgatados após maus-tratos

Os cachorros, de diferentes raças, eram mantidos em um ambiente sujo, com rastros de fezes e urina


Mais de 50 cães foram resgatados na terça-feira (4) após serem submetidos a maus-tratos em uma chácara na zona rural de São José dos Pinhais, no Paraná.

Foto: Divulgação/Polícia Civil

O caso foi descoberto após uma denúncia anônima. O tutor dos cães é um policial militar aposentado. Ele foi autuado em flagrante pelo crime de maus-tratos e pode ser punido com até um ano de detenção, além de multa, caso seja condenado.

Os animais eram mantidos em local insalubre. De acordo com a polícia, eles estavam em um ambiente sujo, com rastros de fezes e urina. Os cães tinham problemas de pele e alguns estavam sem um dos olhos. As informações são do portal G1.

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Os policiais informaram ainda que os cachorros não eram alimentados adequadamente e não tinham água à disposição.

No local foram encontrados cães das raças pastor alemão, yorkshire, pequinês, beagle, poodle, labrador e golden retriever. Todos receberão os cuidados necessários.

A ação contou com o apoio da Secretária Municipal do Meio Ambiente de São José dos Pinhais.

Foto: Divulgação/Polícia Civil

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‘Ia morrer de tão frágil que é’, diz PM após resgatar cadela abandonada

Ainda filhote, a cadela já conheceu o sofrimento causado pelo abandono. Sua história, porém, teve final feliz: após ser resgatada, ela encontrou um lar


Uma cadela com cerca de dois meses de vida foi resgatada na quinta-feira (19) pelo tenente da Polícia Militar Ramon Victor Bovenzo Alves, de 26 anos durante patrulhamento em Praia Grande (SP).

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Foto: Arquivo Pessoal

Assustada e desorientada, a cadela estava no meio da rua quando foi encontrada pelo policial, que se negou a virar as costas para ela e a levou para casa. O resgate aconteceu na Avenida Presidente Kennedy, no bairro Maracanã.

Após ser resgatada, a cadela foi levada a uma clínica veterinária e já ganhou até um lar.

“Ela chegou a fugir um pouco de mim, mas consegui pegá-la e levei para a minha casa. Não tinha condições dela ficar sozinha na rua, ia morrer de tão frágil que é. Apesar de ainda estar assustada, ela é extremamente dócil e já se apegou muito a mim. Chega até a chorar quando não estou perto, parece um bebê”, disse o policial ao G1.

Como já tutela três cachorros, Alves não tem condições de adotar mais um animal e, por isso, usou as redes sociais para divulgar a história da cadela. Foi assim que ele conseguiu encontrar uma pessoa para adotá-la. O novo tutor é conhecido de um familiar do tenente e levará a cadela para casa neste final de semana.

Foto: Arquivo Pessoal

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Tutores de cão denunciam policial por matar o animal após se incomodar com latidos

Tutores de Hulk, um cachorro da raça boxer, denunciam um caso de violência que levou o animal à morte. Segundo eles, o cão foi morto a tiros na terça-feira (13) em Belém (PA) após latir no portão da casa de um policial militar que, irritado com os latidos, atirou nele.

Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal

O caso aconteceu no bairro Cabanagem e foi denunciado por meio de um boletim de ocorrência.

O relato dado à polícia indica que o policial se irritou com os latidos e atirou três vezes contra Hulk. A assessoria de imprensa da PM não se pronunciou sobre o caso até a publicação desta notícia.

A tutora do cachorro disse que o filho, de 14 anos, passeava com o cão na rua quando os dois passaram em frente à casa do policial. Segundo ela, os cães do PM latiram de dentro de casa e Hulk se aproximou do portão.

“Ele (o atirador) deu o primeiro tiro de dentro da casa dele e mandou meu filho se afastar. Ele gritava pra não matarem o cachorro, mas aí ele veio e deu mais dois tiros”, afirmou.

De acordo com o boletim de ocorrência, o policial não estava fardado. Após matar o cão, ele teria puxado o corpo para manchar de sangue o espaço de dentro da casa, de acordo com a denúncia. Vizinhos teriam visto a ação do militar.


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Cadela abandonada para morrer em noite fria é resgatada e adotada por policial

Uma cadela foi abandonada para morrer, presa dentro de um saco de ráfia, amarrado por um fio, num canavial às margens da Rodovia General Euclides de Oliveira Figueiredo, a Rodovia da Integração (SP-563), em Tupi Paulista (SP). A vida, no entanto, havia reservado uma nova chance para o animal, que foi resgatado e encontrou um novo lar.

Casaco foi colocado em Vitória para aquecê-la (Foto: Polícia Militar/Divulgação)

Vitória, como passou a ser chamada a cadela, devido à garra que ela teve para sobreviver, foi encontrada no domingo (4) pelo produtor rural Marinho Zamonelo, de 44 anos. Ele passava de carro no local quando viu algo e decidiu parar e verificar.

“Só vi porque ela [cadelinha] levantou a cabeça, como se estivesse pedindo socorro, e no impulso fui tentar desamarrar. Mas ela começou a pular e rosnar, então, fiquei com medo e liguei para os bombeiros, que me orientaram a acionar a polícia local”, lembrou ao G1. “Não é meu costume parar ali, parece que foi uma luz”, completou.

Para Zamonelo, a pessoa que fez isso com a cadela não tem amor no coração. “Tem tanta coisa errada no mundo e isso prova que as pessoas não têm amor no coração, nem pelos animais”, disse. O produtor rural espera não vivenciar a mesma situação de novo, mas garante que irá ajudar caso aconteça.

Policiais salvaram a vida de Vitória (Foto: Polícia Militar/Divulgação)

“Para fazer o bem, eu paro. O homem não vê, mas Deus vê o que a gente faz”, afirmou.

A cadela foi resgatada por policiais militares da 4ª Companhia de Tupi Paulista, pertencente ao 25º Batalhão da Polícia Militar do Interior (BPM/I) e adotada por um dos agentes. Ao chegar no local da denúncia, os policiais encontraram a cadela dentro do saco, apenas com a cabeça para fora. Assustada, ela se debatia.

A Polícia Militar considera que o animal foi abandonado para morrer. “Com muito custo, os policiais conseguiram libertar o animal e constataram que se tratava de uma fêmea, contudo, encontrava-se muito debilitada e não conseguia se levantar, provavelmente por ter passado toda a noite exposta ao frio intenso que se registrou”, informou a Polícia Militar em nota oficial.

Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) apontam que entre 7h e 8h, horário em que o resgate foi solicitado, os termômetros marcavam entre 10,2°C e 11,1°C na região e que, um pouco antes, por volta das 6h, foi registrado 10,1°C.

Comovido com a situação da cadela, o cabo Paulo Barberino Filho tirou a própria jaqueta e colocou sobre Vitória, numa tentativa de aquecê-la. Além dele, participaram da ação os soldados Rodrigo Fernando Nascimento de Souza e Mailson Brito Meneghini e o cabo Fabiano Henrique Vello Rossaneli, que acabou adotando a cadela. O Corpo de Bombeiros e uma ONG de proteção animal de Dracena (SP) também foram acionados.

Vitória foi adotada pelo cabo Rossaneli (Foto: Polícia Militar/Divulgação)

Após o resgate, Vitória foi encaminhada para uma clínica veterinária, onde segue internada. Diagnosticada com hipotermia, ela recebeu os cuidados necessários e, por estar saudável, deve receber alta médica nesta terça-feira (6).

De acordo com o médico veterinário Colombo Guerra Carvalho Júnior, exames foram realizados, dentre eles um hemograma, e foi constatado que o animal está com boa saúde. “Estava somente com a temperatura baixa”, comentou. Vitória recebeu medicamentos, vitaminas e aquecimento. “Duas horas depois, já estava bem e comeu um monte de ração”, completou o profissional, que estima que a cadela tenha menos de um ano de idade.

Final feliz

Apesar da história de Vitória ter começado triste, a ação dos envolvidos no resgate e a atitude de Rossaneli, ao adotá-la, mudaram seu destino. Assim que for liberada da clínica, a cadela poderá viver uma nova vida ao lado de sua nova família.

O cabo da PM decidiu adotar Vitória após se comover com a situação em que ela foi encontrada. Ele conversou com a esposa, que concordou e, então, formalizou a adoção.

Rossaneli disse ao G1 que este foi o primeiro resgate de animal em situação de abandono no qual ele atuou. “Como uma pessoa dessa [que abandonou] dorme à noite?”, questionou o policial.

Cadela foi abandonada para morrer (Foto: Polícia Militar/Divulgação)

O militar lembrou que, após encontrar a cadela graças à denúncia recebida pela PM, a equipe policial fez contatos para ajudar o animal. Dentre as pessoas contactadas está a protetor de animais Joisiany Ceber, que foi a responsável por encaminhar Vitória ao veterinário e a escolher o nome dela.

“Vou manter esse nome, porque ela foi forte. Na situação em que ela estava, não se sabe desde que horas, ela sobreviveu”, afirmou o cabo. “Me sinto agradecido por dar uma segunda chance para o bichinho”, acrescentou.

Repercussão 

Publicada na rede social da Polícia Militar do Estado de São Paulo, a história do resgate de Vitória alcançou, até a publicação desta reportagem, aproximadamente de 35 mil reações, 12,9 mil compartilhamentos e 7,9 mil comentários.

A repercussão foi tamanha que o caso chegou ao conhecimento da ilustradora Gisele Daminelli, de Santa Catarina. Comovida com o desfecho da situação, ela fez um desenho que retrata o momento em que Vitória foi aquecida pelo casaco de um dos policiais.

Ilustradora retratou resgate de Vitória em desenho (Foto: Reprodução/Instagram)

Rossaneli ficou surpreso com o alcance que o caso teve. “A gente tira foto para mostrar aos comandantes, no caso, para chamar a Joisiany”, comentou.

Nas redes sociais, a atitude daqueles que participaram do resgate foi elogiada. “Parabéns a todas as equipes pelo bom coração”, escreveu um internauta. “É assim que se demonstra o respeito a vida, pena que a maioria dos olhos não enxergam”, disse outro.

A Polícia Militar também parabenizou os agentes e as demais pessoas que se envolveram no resgate. “Parabéns aos guerreiros que participaram do atendimento e apoio. Não mediram esforços para amparar o próximo, ainda que este tivesse sido um animal indefeso”, incentivou a PM.

Cabo Barberino tirou sua jaqueta e colocou em Vitória para protegê-la do frio (Foto: Polícia Militar/Divulgação)

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Policial militar mata cachorro a tiro durante abordagem no Rio de Janeiro

Um policial militar matou um cachorro durante uma ação contra o tráfico de drogas em Volta Redonda (RJ), na noite de terça-feira (23). O caso aconteceu no Jardim Belmonte.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

Moradores afirmam que os agentes abordavam suspeitos quando cachorros começaram a latir dentro de uma casa. Irritados, eles teriam invadido o imóvel e matado o animal. As informações são do G1.

A Sociedade Protetora dos Animais disse que irá enviar um ofício ao comando do 28º Batalhão para solicitar explicações sobre o ocorrido. Afirmou também que está recebendo muitas mensagens de pessoas indignadas com o caso.

A polícia afirma que abordava um jovem de 23 anos, nas proximidades da residência do animal. Ainda segundo a PM, o rapaz tentou fugir, alegando ser morador, e entrou na casa. Neste momento, um dos cães teria tentado morder um policial que, em seguida, baleou o cachorro. O homem foi autuado por resistência e desacato e levado à delegacia.

Confira abaixo a nota da PM sobre o caso.

A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, na noite de terça-feira (23/04), policiais militares do 28ºBPM (Volta Redonda) estavam em patrulhamento pelo bairro Jardim Belmonte, no município de Volta Redonda, quando se depararam com um homem em atitude suspeita. Ao perceber a aproximação policial, o suspeito tentou entrar em uma residência e, como os portões ficaram entreabertos, três cachorros vieram na direção dos policiais. Um dos animais tentou morder um policial e foi necessário fazer um disparo como meio de se proteger. Após resistir à abordagem, o homem foi detido e conduzido para a 93ª DP.

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Cão será submetido à cirurgia após ter sido baleado por policial militar

Um cachorro ficou ferido após ter sido baleado por um policial militar na cidade de Piraquara, no Paraná. O cão precisará passar por uma cirurgia para reconstituição do céu da boca. O caso, que aconteceu durante uma abordagem policial, revoltou moradores.

Cachorro foi baleado por policial militar (Foto: Divulgação)

Protetores de animais que prestaram socorro ao cão afirmaram que os policiais realizavam uma abordagem de rotina quando um homem demonstrou resistência. A movimentação deixou o cão, que estava amarrado, agitado. Irritado com os latidos do cachorro, o policial disparou contra ele. Devido à revolta gerada nos moradores, que assistiram a cena de violência contra o cão, os policiais ficaram acuados e foram embora.

A assessoria de imprensa da Polícia Militar afirma que o policial disparou a arma após ter sido mordido. A informação recebida pela protetora Rosiane Nascimento, que trabalha no setor de Proteção Animal da Prefeitura de Piraquara, entretanto, contesta a versão da PM. Rosiane soube, por meio dos moradores, que o policial atirou no cão, que é dócil e estava preso, sem motivo. As informações são do Paraná Portal.

“O cachorro estava latindo, mas em momento nenhum chegou a atacar. O rapaz que estava com um fuzil na mão, segundo os moradores, guardou o fuzil e sacou a arma menor e atirou contra o animal. O pessoal se revoltou e disse que ia chamar os protetores e os policiais foram embora. Cheguei lá e a situação era trágica, o cachorro estava com a boca estourada e na corrente, uma corrente curta”, conta Rosiane.

Thor, como é chamado o cão, foi levado uma clínica veterinária, onde deve passar por cirurgia. “Ele foi atendido em uma clínica em Piraquara para dar o primeiro atendimento para ele ser estabilizado. Foi suturado o céu da boca e ele está sedado. Ele foi encaminhado para o hospital Garra, onde vai fazer uma cirurgia delicada, bem complicada, que não vai sair por menos de R$ 2 mil”, afirma a protetora.

Para pagar a cirurgia, os protetores que se uniram em prol do cão pedem ajuda financeira. Para fazer doações de qualquer quantia é preciso entrar em contato com o Hospital Veterinário Garra pelo telefone 41 3362-0206.

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Policial militar arrasta violentamente burro preso a carro em Goiânia (GO)

Um policial militar de 54 anos, que não teve a identidade revelada, arrastou um burro amarrado a uma corda presa a um carro. O caso aconteceu em Goiânia (GO) e foi registrado por um vídeo. As imagens mostram o homem dando arranques no veículo e arrastando o burro, que tentava resistir ao ato violento.

A corporação afirma que o suspeito negou a intenção em machucar o burro. Negativa que, diante da crueldade registrada pelo vídeo, não se fundamenta.

O burro foi arrastado violentamente após ser preso a carro dirigido por PM (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

O delegado Luziano Carvalho, da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema), disse que o homem alegou que estava aplicando remédio no burro, que ficou agitado e deu um coice. Devido a ação do burro, que estava apenas demonstrando incômodo com a situação, o policial teve a atitude covarde de amarrá-lo no veículo para, segundo ele, levá-lo até uma árvore, onde o amarraria.

“Esta imagem demonstra esta crueldade, retrata uma prática de abuso, de maus-tratos, pondo-se em risco a saúde do animal”, afirmou o delegado. “O vídeo, por si só, revela a situação de maus-tratos. Foi uma reação desproporcional o que ele fez, ele levou o coice porque foi descuidado”, completou.

Após receber o vídeo, a Polícia Militar intimou o policial imediatamente, segundo o delegado.

Uma equipe da Polícia Técnico-Científica e veterinários da Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) foram até o local, conforme a corporação, para colher informações que serão reunidas em um laudo a ser divulgado.

O assessor de comunicação da Polícia Militar, o tenente-coronel Marcelo Granja, informou ao G1 que a situação registrada no vídeo está sendo apurada.

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Policial militar é acusado de ameaçar com arma e bater em uma cadela no DF

Um policial militar foi acusado de bater e ameaçar, com uma arma, uma cadela no Distrito Federal. Segundo testemunhas que passavam pelo local, o caso teria acontecido após o cão do policial supostamente ter atacado a cadela Julie, da raça border collie, que estava com sua tutora.

“Mesmo depois da briga ser separada, ele continuou chutando a minha cadela, e ela rolou umas três vezes no chão”, conta a guardiã aflita, que decidiu prestar queixa contra o agressor.

Cadela sendo examinada em clínica veterinária
A cadela, da raça border collie, foi ferida na cabeça, no pescoço e na boca (Foto: Reprodução / Correio Braziliense)

O Boletim de Ocorrência registrado na Delegacia de Polícia de Asa Sul possui muitas contradições nos relatos.

De acordo com a tutora de Julie, que preferiu não ser identificada, quando os animais pararam de brigar, o policial mandou o cão para dentro da residência e continuou ameaçando a cadela. “Quando ela estava tentando se aproximar de mim, ele a chutou novamente”, afirma.

Uma testemunha que assistiu o ocorrido, e também não quis se identificar, confirmou a versão da tutora. “Ele já saiu da casa dele com a arma em punho direcionada para a cachorra. E, mesmo depois de ter acabado a briga, ele ainda deu vários chutes na cabeça dela, que saiu cambaleando”, diz.

A testemunha contou também que o PM apresenta sinais de desequilíbrio emocional e chegou inclusive a questionar a capacidade do homem de reagir em situações de estresse. “Um outro agente me disse na delegacia que apontar arma não é crime, mas sou bacharel em direito e sei que essa atitude não foi correta, porque ninguém estava correndo risco de morte”, completa.

A tutora da cadela ferida confessa que se sentiu intimidada no momento de denunciar o ocorrido. “Na delegacia, percebi um corporativismo forte. Tentaram me convencer a não fazer o registro. Depois, o escrivão disse que não ia dar em nada, porque não houve crime. Um outro policial disse que era normal andar armado e que era para eu relevar”, afirma.

Estado de saúde da cadela

A cadela Julie, de 15 anos, foi levada para receber atendimento em uma clínica veterinária, onde constataram que tinha ferimentos na cabeça, no pescoço e na boca. Após diversos exames serem feitos, os veterinários afirmaram que Julie conseguirá se recuperar. “A Julie ficou muito estressada e assustada, mas agora está bem”, garante a responsável.

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Internautas são detidas por criticar policial que matou cão

Três pessoas foram detidas neste domingo (21), por suspeita de cometer calúnia, incitação e injúria em ambiente virtual contra um policial militar que atirou contra um cão na noite de quinta-feira. O caso aconteceu em Araxá, Alto Paranaíba, em Minas Gerais. O trio foi levado até a Delegacia de Polícia Civil para prestar depoimento e depois foi liberado.

Delegado de terno dando entrevista a uma emissora de TV afiliada da Rede Globo
Delegado Renato Alcino, da Polícia Civil, ouviu o depoimento do trio (Foto: Reprodução / TV Integração)

O policial estava fazendo patrulhamento quando viu o tutor do cão, da raça pit bull, passeando com o animal. Segundo o militar, o cão estava sem equipamento de proteção (focinheira e coleira), exigido por lei municipal, prevendo multa.

De acordo com o Boletim de Ocorrência, o policial, ao perceber a falta do equipamento, teria ordenado o tutor a parar, mas o mesmo teria incitado o cão a atacar o agente. Após isso, o tutor teria fugido do local. Segundo a PM, o policial, ao perceber que seria atacado, teria sacado uma arma e atirado contra o animal.

O Corpo de Bombeiros teria sido acionado para resgatar o animal e levá-lo a uma clínica veterinária. Segundo a PM, todas as clínicas da cidade estariam fechadas e, por isso, o policial teria decidido matar o animal com um segundo tiro, com o objetivo de acabar com o sofrimento. Contudo, a quantidade de disparos feito pelo agente não foi informada pela Polícia.

A atitude suspeita foi muito criticada nas redes sociais. No sábado (20), diversos protetores de animais teriam saído às ruas em manifestação contra a violência exagerada por parte do policial. Muitos internautas criticaram a ação do agente nas mídias. Segundo a PM, algumas afirmações feitas na Internet são consideradas crimes.

Uma jovem de 26 anos foi detida em sua residência, na tarde de domingo (21), no bairro Urciano Lemos, por ter postado mensagens com incitação ao crime e usando palavras “de baixo nível”, afirmou a corporação. Uma mulher de 50 anos também foi detida, no bairro São Cristóvão, por ter publicado mensagens consideradas caluniosas, que poderiam denegrir a imagem do policial. Outra jovem de 22 anos foi detida em Vila Guimarães por ter publicado conteúdo similar.

Elas foram levadas para prestar depoimento na Delegacia de Polícia Civil. Segundo o delegado Renato Alcino, elas se mostraram arrependidas. Um inquérito foi aberto para apurar a atitude das mulheres, que poderão responder judicialmente pelos crimes de injúria, calúnia e difamação. E mesmo tendo assassinado um animal, as informações sobre a investigação da ação do policial não foram divulgadas pela entidade.

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PM tem arma apreendida após balear cão em Governador Valadares (MG)

Por Sophia Portes | Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

O cão da raça pit bull foi baleado por policial militar próximo à orelha esquerda
O animal foi baleado de raspão (Foto: Ana Carolina Magalhães / Arquivo Pessoal)

Um policial militar de 37 anos teve sua arma apreendida nesta segunda-feira (08) após atirar no cão da vizinha, em Governador Valadares, Minas Gerais.

De acordo com a corporação, o cachorro, da raça pit bull, foi baleado de raspão, próximo à orelha esquerda e foi levado para receber atendimento veterinário.

A tutora do animal é uma idosa de 66 anos que é vizinha do PM e ambos apresentaram relatos diferentes sobre o que teria ocorrido.

Segundo a guardiã, ela estava passeando com seus cães quando encontrou o policial, seu vizinho, varrendo a porta da casa dele com a companhia de um cão da raça rottweiler. Ainda de acordo com ela, o homem teria retirado a focinheira do animal e quando ela o questionou sobre o motivo de ter feito isso, ele teria sacado a arma de fogo e disparado duas vezes para o alto e uma vez em direção ao cão da idosa e fugiu logo depois.

Na manhã desta segunda-feira, o policial foi até um posto da Polícia Militar junto a um advogado, e contou uma versão bem diferente.

Conforme o agente, ele estava na porta de casa com seu cão que usava focinheira e guia com enforcador, quando o cão da vizinha teria se aproximado sem equipamento de segurança e tentado atacar o outro cão e foi aí que o rottweiler reagiu. Para separar a briga, o policial teria disparado com a arma de fogo para o alto.

Ainda segundo o PM, ele procurou a vizinha para falar sobre o que havia ocorrido, quando o cão dela, da raça pit bull teria tentado atacá-lo. Para se defender, ele teria disparado contra o animal.

O militar teve a arma de fogo e munições apreendidas pela corporação. O animal ferido passou por exame de Raio-X, onde identificaram a bala alojada em seu organismo. De acordo com o veterinário Saulo Vital, a munição atravessou o pescoço e está alojada em frente a uma das patas dianteiras do cachorro. O animal terá que passar por cirurgia para retirar a bala, onde irão analisar se outro órgãos não foram atingidos.

Raio-X do animal mostra a bala alojada próximo a uma das patas dianteiras
Raio-X mostra a bala alojada no corpo do animal (Foto: Ana Carolina Magalhães / Arquivo Pessoal)

Em entrevista ao G1, testemunhas que não quiseram se identificar, disseram que o policial costuma ameaçar os vizinhos e que estes teriam medo do agente.

A PM afirma que o caso está sendo investigado. O militar e a mulher foram levados para depor na delegacia, mas foram liberados na tarde desta segunda-feira.

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