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Cachorro entra em ambulância para acompanhar tutor em MG

O homem foi levado de uma unidade de saúde para outra e o cachorro o acompanhou


Um cachorro entrou em uma ambulância para acompanhar seu tutor em Poços de Caldas (MG). A cena viralizou nas redes sociais e comoveu os internautas.

Foto: Reprodução

O homem estava saindo em uma maca do Hospital Santa Lúcia para ser levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade. Ele havia sido internado na UPA e estava no hospital para ser submetido a um exame. As informações são do G1.

O momento em que o cão entrou na ambulância aconteceu na última terça-feira (31). Antes mesmo do tutor sair do hospital, ele já o aguardava do lado de fora.

Foto: Reprodução

De acordo com o Samu, o cachorro entrou na ambulância na ida e na volta e, ao chegar no Hospital Santa Lúcia, teve que ser colocado numa sala separada para que não seguisse o tutor dentro da unidade de saúde.

O tutor do animal tem estado de saúde estável e está sendo mantido em observação na UPA.


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Com medo de fogos, cadela fica presa em janela de casa em MG

O animal prendeu as patas traseiras nas grades da janela e foi salvo pelos bombeiros


Uma cadela ficou presa na janela de uma casa ao tentar entrar na residência em Poços de Caldas (MG).

Foto: Corpo de Bombeiros

O animal agiu por medo do barulho dos fogos de artifício, soltos em comemoração ao Natal. Desesperada, ela tentou entrar na casa para se proteger por volta das 12h de quarta-feira (25).

O acidente aconteceu no bairro Vila Rica e o Corpo de Bombeiros foi acionado para resgatar o animal. As informações são do portal G1.

A cadela ficou com as patas traseiras enroscadas na grade da janela. Os militares levaram cerca de 20 minutos para salvar o animal, que passa bem.


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Expulso do paraíso, cão comunitário protegido por lei é levado para CCZ de Poços de Caldas (MG)

O cão comunitário Grandão, castrado, vacinado e cuidado pela comunidade, vivia feliz há três anos no Cemitério da Saudade de Poços de Caldas (MG), até vir a triste sentença: remoção para o CCZ da cidade onde os protetores temem que ele morra de depressão. A decisão partiu da Vigilância Ambiental depois de denúncia que Grandão andava atacando alguns visitantes do cemitério mas, por outro lado, a Lei 21.970, vigente no estado desde 2016, dita que animais comunitários sejam recolhidos pelo CCZ apenas para identificação e castração fazendo-se em seguida a devolução para o local de origem. A mesma lei proíbe a matança de animais em situação de rua.

(Foto: Divulgação)

Na verdade, Grandão é um cão manso que adotou o cemitério como sua casa depois que seu tutor morreu. Ele ficou cuidando do túmulo durante muito tempo, deita nele até hoje e passou a viver no local. Segundo os protetores locais, as poucas vezes em que Grandão avançou em pessoas foi porque o tentaram ameaçar com vassoura ou outro objeto enquanto limpavam túmulos. Mas Grandão nunca mordeu ninguém. E ele ainda cumpre o papel de cão de guarda protegendo o cemitério de invasores no período noturno. Até mesmo uma petição foi feita em favor de Grandão.

Nina e Lilica, que moram no cemitério e são igualmente castradas e cuidadas pelos funcionários e comunidade, também estão prestes a serem “expulsas do paraíso”. São cadelas mansas e podem ser oficializadas junto ao CCZ como “comunitárias” – mesmo procedimento do qual Grandão tem direito. Para isso, uma pessoa ou grupo precisa assinar um termo de responsabilidade, mas elas podem sim continuar livres.

Caso semelhante, que pode servir de inspiração, ocorreu no cemitério de Cubatão, em São Paulo. Os 16 cães que habitavam o cemitério foram declarados comunitários, conforme permite a Lei Estadual de SP 12.916, de 2008, de autoria do deputado estadual Feliciano Filho e que foi a primeira no Brasil a instituir a figura do cão comunitário. “O animal comunitário existe desde que o mundo é mundo, só que antes eles existiam de fato. Agora eles existem de fato e de direito,” comenta o deputado.

(Foto: Divulgação)

Conforme a Vigilância Ambiental de Poços de Caldas foi dado um prazo para que os funcionários do cemitério arrumassem um abrigo para o cachorro, mas esse prazo expirou. Durante o dia de Finados, inclusive, ele ficou provisoriamente numa casa. O problema é que Grandão já foi adotado duas vezes e fugiu. Na última vez, aliás, atravessou rodovias e arriscou a vida para conseguir retornar ao cemitério que é o local que considera seu lar.

Por isso, primeiro é necessário checar se Grandão apenas não quis se defender das pessoas que alegam que ele é um cão agressivo. Vale lembrar que, inclusive, ele protege o cemitério de invasores durante a noite e isso é bom para toda a comunidade. A petição já tem mais de 2 mil assinaturas provando que tem muita mais gente a favor do que contra o Grandão. E, por fim, tem a lei 21.970/2016 que em seu 6º capitulo institui o Animal Comunitário. Grandão não pode simplesmente ser “expulso de seu paraíso” e jogado num abrigo. Prefeitura e protetores precisam estudar juntos uma solução ética para esse cão tão especial.

(Foto: Divulgação)

Fátima ChuEcco é jornalista ambientalista e atuante na causa animal.

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Três cachorros são resgatados durante incêndio a apartamento em MG

Três cachorros foram resgatados por uma equipe do Corpo de Bombeiros após o apartamento em que eles moravam, no segundo andar de um prédio, pegar fogo. O caso aconteceu no bairro Quisisana, no município de Poços de Caldas, em Minas Gerais.

(Foto: Divulgação / Imagem Ilustrativa)

Os tutores dos animais não estavam no local no momento em que as chamas começaram. Para combater o fogo, os bombeiros precisaram utilizar cerca de três mil litros de água.

Os militares fizeram o rescaldo do apartamento e conseguiram impedir que as chamas se alastrassem para outros locais. Ninguém ficou ferido. As informações são do portal G1.

De acordo com a corporação, não foi possível identificar as causas do incêndio.  No entanto, moradores vizinhos suspeitam que o fogo tenha iniciado de forma criminosa.

Após o resgate, os três cachorros foram entregues aos tutores, que esperavam por eles do lado de fora do prédio.

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PL que institui mês contra o abandono de animais é aprovado em MG

O projeto de lei que institui o “Junho Verde”, mês de conscientização sobre o abandono de animais, foi aprovado por unanimidade na Câmara Municipal de Poços de Caldas (MG) e segue para análise do prefeito Sérgio Azevedo (PSDB), que deve decidir pelo veto ou pela sanção.

PL institui mês de combate ao abandono (Foto: Divulgação / Imagem Ilustrativa)

A proposta, de autoria do vereador Paulo Eustáquio (PMDB), tem o objetivo de conscientizar a população a respeito do abandono de animais, crime que pode levar cães e gatos à morte, e incentivar a prática da guarda responsável.

“É mais para termos no calendário essa orientação para os tutores de animais, porque é muito preocupante essa questão e no nosso município tem acontecido demais, inclusive por parte de outros municípios que soltam animais na cidade. E tendo orientação por parte do Executivo, através de campanhas educativas, acredito que isso possa diminuir para que isso não aconteça mais aqui na cidade. Não podemos mais conviver com o abandono de animais, por isso eu resolvi propor esse projeto”, explicou Eustáquio. As informações são do portal Poços Já.

O abandono de animais é recorrente em Poços de Caldas, que registra casos quase que diariamente. Por essa razão, o projeto de lei é visto com bons olhos pelos protetores de animais. A psicóloga Ana Cristina Steigleder, membro da diretoria do grupo Movimento nas Patinhas, está há seis anos na causa e defende a conscientização como forma de combater o abandono. “O mais interessante é começar na escola, sendo os alunos multiplicadores de informação. Porém, campanhas também são bem-vindas. A partir do momento que a sociedade toma conhecimento já é um bom caminho andado para entender o que são maus-tratos e coibi-los”, disse.

A psicóloga aprova o projeto de lei, mas afirma que poucas políticas públicas para os animais são promovidas pela administração municipal. “A Câmara precisa ser um eco das proposições da causa animal, pois as ações ativistas pelos direitos deles têm crescido. As administrações podem implementar políticas públicas que permitam o fim dos maus-tratos a animais, assim como pode fazer valer leis e multas. Fiscalização também é importante, além de conhecer a lei estadual que tipifica maus-tratos. É essencial atuar junto com os protetores, dando condições para que eles possam realizar um trabalho mais amplo e com condições de acolhimento dos animais. O poder público precisa direcionar esforços e recursos para implementos, como um ambulatório animal ou quem sabe um hospital veterinário, ampliar o programa de castração, ampliar o abrigo municipal, construir um gatil por lá, efetivar a reforma do CCZ [Centro de Controle de Zoonoses]. Enfim, o que a causa animal necessita é que deem atenção para ela, a coloquem nas pautas de recursos e projetos”, concluiu.

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Veterinário cadastra animais aptos a doar sangue em Poços de Caldas (MG)

Por Sophia Portes / Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

A ideia de criar o cadastro de animais doares de sangue facilitou a procura por transfusões (Foto: Reprodução EPTV / Devanir Gino)

O médico veterinário Thiago Mijer de Bizi está criando um cadastro de animais que podem doar sangue em Poços de Caldas, Minas Gerais. Já em Paraguaçu (MG), foi criado um laboratório especializado em saúde animal que já atende a demanda de cinco cidades da região. Essas iniciativas nobres garantem cada vez mais a segurança dos animais.

De acordo com o Bizi, as transfusões de animais são muito frequentes e sem a existência de um cadastro era difícil a organização. Com a criação de um, a procura por cães e gatos aptos à doação de sangue é muito mais simples e rápida.

“As transfusões mais comuns aqui na região são causadas pela doença do carrapato, porque é uma doença parasitária de sangue então acaba destruindo as células vermelhas. Com isso o animal fica com bastante anemia. A gente também tem muito caso de trauma, atropelamento, briga, onde às vezes o animal perde muito sangue e necessita [de transfusão]”, explicou o médico veterinário.

Médico veterinário Thiago Bizi atendendo a cadela Laika, pastora alemã, doadora de sangue (Foto: Reprodução / EPTV)

Para ajudar na procura por animais aptos à doação de sangue, o veterinário resolveu cadastrar diversos cães, que ele já atende em Poços. Um dos já cadastrados é a Laika, da raça pastora alemã, que já doou sangue algumas vezes. “O Pastor Alemão é considerada a melhor raça para ser doadora pelo porte, mas também tem umas características que dá menos reação. Então, aqui na clínica, a gente tem alguns animais. A Laika, acho que é a principal, ela já doou em torno de quatro vezes para ajudar alguns animais. Em contra partida, ela está saudável, porque a clínica controla exames de sangue e vacinas”, completou o médico veterinário.

Mas para que o animal possa doar sangue, ele precisa estar muito saudável. Por isso, um laboratório especializado em Paraguaçu tem percebido um aumento na procura dos serviços. O plano é implantar um banco de sangue animal.

Reprodução EPTV / Devanir Gino

“O animal tem uma célula de um tamanho e o ser humano de outra. O animal tem valor de referência totalmente diferente do valor de referência de humano, então acaba que sai um exame que não é específico”, explicou Janaína Vizan Figuerôa, médica veterinária patologista, em entrevista a EPTV.

De acordo com a veterinária, os exames de rotina são imprescindíveis para prevenir doenças.  “É muito importante para o animal fazer um exame preventivo uma vez por ano é bem importante, até mesmo para não ter prejuízos, para esse animal não chegar a ficar doente. Você já vai prever a saúde dele”, disse a veterinária patologista.

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Prefeitura de Poços de Caldas (MG) inaugura novo abrigo para animais

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A Prefeitura de Poços de Caldas (MG) inaugurará, na segunda-feira (5), às 10h, o Abrigo Municipal de Proteção Animal. O local conta com dez baias, clínica veterinária, área de banho e galpão para atividades de educação ambiental. Além de fornecer um local adequado para o animal abandonado, o objetivo do abrigo é sensibilizar, através de palestras de conscientização, o quanto o abandono é prejudicial, não só ao animal, mas a todas as pessoas, seja através das inúmeras zoonoses ou os mais variados acidentes.

Com a inauguração do local, o animal (cão ou gato) será recolhido pelo Centro de Controle de Zoonoses e passará por triagem. Se estiver saudável, será encaminhado ao abrigo, onde será vacinado, vermifugado, castrado, chipado, passará por banho para retirada de ectoparasitas e colocado à disposição para adoção. Jà os animais doentes, serão encaminhados para o antigo CCZ, para os devidos cuidados.

Além da proteção animal, o abrigo está inserido em uma perspectiva maior de educação ambiental. No local, será feito plantio de muda de árvores, a fossa será ecologicamente correta e será reutilizada a água da chuva, dentro dos conceitos de sustentabilidade. O abrigo trabalhará também com a conscientização de jovens e crianças com relação à posse responsável, incentivando a castração dos animais e tratando seriamente a questão do abandono, bem como suas consequências. Para tanto, fornece espaço para palestras e aceita voluntários para passeios e interação com os animais.

O município já conta com outros projetos de proteção animal como o Centro de Controle de Zoonozes e o Castramóvel, que castra cães e gatos nos bairros da cidade. O castramóvel , desde sua implantação, em 2O14, já realizou 1.473 castrações, em cães e gatos, machos e fêmeas.

O novo abrigo tem parceria com entidades que fazem campanha de adoção de animais e vai incentivar a posse responsável e, uma vez adotado, o animal terá auxílio veterinário e acompanhamento, para evitar que seja abandonado novamente.

O imóvel onde o abrigo foi construído denominado “Campo do Serrote”, é propriedade do município desde 1921. Foi adquirido de Agostinho José da Costa Junqueira pela Prefeitura Municipal de Poços de Caldas, na data de 10 de outubro de 1921. Em 2006, o imóvel foi cedido à Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, para instalação da cavalaria (Lei 8.264/06). Em 2012, a PM devolveu formalmente a área para a Prefeitura. Em 2014, foram iniciadas, no mesmo local, as obras do abrigo de animais de Poços de Caldas.

Fonte: O Melhor de Minas Gerais

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Prefeitura fiscaliza venda de animais em feira de artesanato em Poços de Caldas (MG)

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Para impedir o comércio de animais, fiscais das secretarias de Saúde, Turismo e Serviços Públicos fizeram uma vistoria durante a Feira de Artesanato de Poços de Caldas (MG), a Fearpo, no último domingo (12). Pelo menos duas pessoas foram notificadas.

A Fearpo, na Praça Dom Pedro II, também chamada de Praça dos Macacos, é um passeio obrigatório para quem visita Poços de Caldas. No local os turistas encontram roupas, brinquedos, produtos típicos e também animais à venda.

O comerciante Leandro Mantovani tem um canil em Espírito Santo do Pinhal (SP) e no último domingo levou cães das raças poodle, american staffordshire terrier e spits alemão para vender na cidade, com preços que variam entre R$ 500 e R$ 2,3 mil.

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Esta é uma prática comum pra ele, que há dois meses vende filhotes em Poços de Caldas. Segundo a prefeitura, tal prática é proibida e por isso ele recebeu duas notificações, uma da Secretaria de Serviços Públicos e outra da Vigilância Sanitária.

A Vigilância Sanitária também constatou que havia comércio e exposição de animais sem autorização do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). Já a fiscal de posturas relatou que a atividade estava impedindo e dificultando o trânsito de pedestres na praça, sem a devida autorização da prefeitura, infringindo a lei que regulamenta a Fearpo.

Para a diretora de Turismo, Rose Lino, a venda de animais tem sido um problema. “Todas as secretarias ligadas à atividade receberam reclamações por escrito de pessoas ligadas às associações protetoras de animais e os vereadores também solicitaram à prefeitura alguma ação nesse sentido. Nunca foi permitido aqui nem a doação, nem exposição, nem a venda na área da Fearpo. Estamos informando a essas pessoas que foram chegando e se instalando, sem qualquer organização, sem qualquer regulamentação, que não é permitido”, esclareceu.

Após as notificações, os tutores dos animais têm que desmontar as barracas e deixar o local imediatamente. Caso isso não seja feito, uma multa de R$ 1,7 mil pode ser aplicada pela Secretaria de Serviços Públicos. “Este local é destinado a venda de artesanato e não de animais”, completou Rose.

O tutor dos animais não concorda com a proibição. “Eu vou atrás disso para ver se consigo licença. Eu não consigo entender o que quiseram dizer, passaram papeis dizendo que se viermos de novo vão nos multar e é isso que eu quero que nos expliquem”, disse Mantovani.

Ainda segundo a diretora de turismo, não existe liberação para comércio de animais nas ruas ou praças da cidade. Essa prática não está prevista no código de posturas, portanto, não há como garantir qualquer tipo de autorização.

Fonte: G1

Nota da Redação: A prática de comercializar animais deveria ser totalmente abolida. Muitas ‘raças’ vem de criadores desumanos, que exploram cadelas, chamadas de ‘matrizes’, e passam toda sua vida em condições precárias, apenas gerando filhotes. Nenhuma vida animal tem preço, os animais nasceram livres e merecem cuidados e respeito. O comércio de cães tira a chance de milhões de cachorros que vivem em situação de rua, vítimas de abandono e da crueldade humana. Não compre, adote. Salve uma vida.

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Cães e gatos morrem após cirurgias no castramóvel em Poços de Caldas (MG)

Divulgação/ColégioWeb
Divulgação/ColégioWeb

Sete animais, entre gatos e cachorros, morreram após serem castrados pelo serviço do castramóvel, oferecido em Poços de Caldas (MG).

Segundo o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), os animais eram três gatos e quatro cachorros e todos foram castrados em uma fazenda, na zona rural do município.

De acordo com o CCZ, os animais teriam morrido porque os tutores não cumpriram as exigências do período pós-operatório.

A direção do CCZ informou ainda que faz o acompanhamento de todos os animais que são submetidos às cirurgias por meio do cadastro dos tutores.

No entanto, o órgão lembra que é de responsabilidade dos tutores dos animais garantir o acompanhamento e as condições para sua recuperação após a castração, durante o chamado pós-operatório.

Fonte: G1

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Encontro reúne veganos em piquenique em Poços de Caldas (MG)

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Para reunir vegetarianos e veganos, um grupo de amigos se reúne neste domingo (10) no Parque Municipal de Poços de Caldas (MG) para o 1º Veganique. Um piquenique aos moldes tradicionais, onde todas as pessoas colaboram com um prato e algo para beber, mas, com um diferencial: os alimentos não podem ter origem animal, ou seja, sem carne, leite e seus derivados, ovo, mel, cochinilha, entre outros.

“No pique-nique teremos vários tipos de alimentos, mas lembramos que não podem ser levados nada que tenha ingredientes de origem animal, como peixe, frango, boi, porco, bem como leite, ovos ou mel e nem mortadela, presunto ou peito de peru. Estes ingredientes causam uma certa confusão, o pessoal não os entende como carne, às vezes”, explicou um dos organizadores, o professor Jean Lira, de 25 anos.

A expectativa, segundo ele, é receber em torno de 80 pessoas nesta primeira edição do evento. Foi fechada também uma parceria com o espaço Yoga Das, que oferecerá uma aula de meditação e yoga para os participantes. O professor de yoga Rudra Das, vegetariano há 20 anos e que vai oferecer o treinamento, destacou a importância do encontro.

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“Várias pessoas têm curiosidade sobre veganismo e vegetarianismo, porém não sabem por onde começar e existe um estereotipo muito grande em torno disso tudo, o que acaba desestimulando as pessoas. Então, o evento vai ajudar a apresentar a cultura de forma mais tranquila e acessível a todos”, comentou.

Para quem vai participar, é pedido também que levem toalhas ou mantas para forrar a grama, além de pratos, talheres e copos, de preferência não descartáveis.

A ideia, segundo Lira, é compartilhar informações e também a comida. “Queremos reunir as pessoas interessadas na alimentação alternativa, em direito animal, pessoas engajadas ou simpatizantes da causa. Queremos estimular o contato entre as pessoas e divulgar a cultura vegetariana a quem estiver aberto para conhecer. Embora haja a restrição de comida, o evento é aberto a todos”, comentou Lira.

Ele conta que é vegetariano há 10 anos e que as principais dificuldades encontradas estão ligadas à alimentação fora de casa, onde nem sempre há pratos sem carne. Segundo Lira, encontrar alguns ingredientes também pode ser difícil, mas nada disso é empecilho para uma alimentação saudável. Apesar da atenção com o consumo de proteínas, que segundo ele, podem ser encontradas em ingredientes como grão de bico, lentilha, tofu, cogumelos e aveia ele dá dicas para quem quer seguir este estilo de vida.

“O que recomenda-se é que toda a transição seja feita com cuidado. Encontrar um nutricionista de mente aberta também é uma tarefa complicada. Não que a dieta vegetariana/vegana seja algo perigoso, mas quando optamos por abandonar o consumo de carne, normalmente, melhoramos muito nossos hábitos alimentares”, pontuou.

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Questionado sobre valores, Lira comentou que é um mito atribuir a alimentação vegetariana/vegana à comida cara e deu exemplos: “Com R$ 5 eu compro uma quantia grande carne de soja, por exemplo. Quanto se compra de carne de vaca com este mesmo valor? Vegetais, legumes e frutas também são sempre mais baratos que 1kg de asa de frango”.

Por fim, ele acredita que eventos como este que ele mesmo está organizando com os amigos ajudam na divulgação da cultura. “Muita gente acha que vegetariano só come alface e comida sem gosto e não é. De uma forma bem grosseira, quem está acostumado a comer muita carne, coloca carne em tudo. Será que uma lasanha de berinjela precisa levar carne moída para ser gostosa? Será que uma torta salgada precisa de linguiça calabresa pra ser boa? E o encontro serve também para a troca de receitas entre os participantes”, destacou.

Serviço
O quê: 1º Veganique Poços de Caldas
Quando: domingo (10) às 15h
Onde: Parque Municipal
Endereço: Avenida João Pinheiro, s/n, Country Club
O que levar: um prato com ingredientes veganos e algo para beber
Para mais informações, acesse a Página do Evento, no Facebook

Fonte: G1

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Você é o Repórter

Petição pede pelo fim de carroças e charretes em Poços de Caldas (MG)

Fausto Vigino
fausto.vigino1@uol.com.br

Petição pelo fim de charretes em Poços de Caldas MG

“Art. 3. – Consideram-se maus tratos: Obrigar animais a trabalhos excessivos ou superiores às suas forças e a todo ato que resulte em sofrimento para deles obter esforços que, razoavelmente não se lhes possam exigir senão com castigo”

Poços de Caldas é uma cidade turística, e a maioria dos charreteiros moram em lugares afastados do centro da cidade. Eles obrigam os cavalos a descerem e subirem morros exaustivos todos os dias, faça sol ou chuva, carregando muitas vezes mais de 4 pessoas e tendo de ficar o dia inteiro em pé esperando turistas para as viagens.

Alguns dos cavalos chegam a ser maltratados pelos charreteiros, as vezes com cabos de vassoura ou objetos do gênero. Muitas tentativas de acabar com as charretes (que são consideradas maus-tratos aos animais pela Constituição) já foram feitas, mas nenhuma funcionou em Poços de Caldas.

Assine a petição para que possamos salvar os animais dos maus-tratos e trabalhos exaustivos!

Fim das charretes em Poços de Caldas

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Cadela salva cachorro atirado ao rio em saco

(Foto: Sonia Marín)
(Foto: Sonia Marín)

O instinto e a coragem de uma cadela permitiram salvar a vida de um cachorro atirado criminosamente a um rio amarrado dentro de um saco de plástico. Doroty, a cadelinha que se transformou em verdadeira heroína na cidade de Poços de Caldas, interior do estado brasileiro de Minas Gerais, sentiu a aflição do outro animal e resgatou o saco de plástico do rio.

Sónia Marin, artesã apaixonada por cães, que passeava Doroty no bairro onde mora, conta que, de repente, a cadela começou a correr e desapareceu. Surpreendida e apreensiva, Sónia seguiu a cadela guiada pelo som dos seus latidos e chegou até à beira do rio, onde encontrou Doroty já ao lado do saco de plástico, muito agitada.

Ouvindo gemidos ténues dentro do saco, a artesã abriu-o e, espantada e emocionada, descobriu um cachorro, com aproximadamente cinco meses, já muito debilitado pela falta de oxigénio e por hipotermia. Sónia, mesmo não podendo ficar com o animal, pois já tem outros 30 cães em casa, levou a pequena cadelinha, a que baptizou de Vitória, para a habitação, deu-lhe um banho quente e comida, e agora procura alguém que queira adoptar e dar carinho ao indefeso animal que foi atirado ao rio para morrer.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Correio da Manhã

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