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Suíça votará pelo fim das fazendas industriais

A Suíça está considerando proibir as fazendas industriais, depois que ativistas conseguiram reunir 100 mil assinaturas pedindo pelo fim das indústrias, argumentando que elas causam sofrimento aos animais.

Uma vaquinha com os olhos arregalados
Foto: LiveKindly

“Cinquenta por cento dos leitões na Suíça morrem sem nunca ter visto o céu”, contou Meret Schneider, co-diretora do grupo de pesquisa em direitos animais Sentience Politics, em entrevista ao LiveKindly. “Mais de 80% das galinhas no país nunca viram o campo e já atingem o peso que devem ter para serem mortas aos 30 dias de vida”, acrescentou.

A pecuária também contribui para as mudanças climáticas, a escassez de água e de alimentos. As pesquisas constantemente descobrem impactos que a pecuária causa no planeta. Em setembro, o PNUMA (Programa das Nações Unidas pelo Meio Ambiente) definiu a carne como o problema mais urgente do mundo.

“Nossa exploração dos animais como produção de alimentos nos levou a um desastre ambiental”, afirmou o PNUMA. “As emissões de gases de efeito estufa da pecuária rivalizam com as de todos os carros, caminhões, ônibus, navios, aviões e foguetes juntos”, concluiu.


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Duas vacas se alimentando.
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ONU afirma que consumo de carne está deixando planeta à beira da catástrofe

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), denominou os CEOs das empresas veganas, Beyond Meat e Impossible Foods, como os principais inovadores para lidar com as ineficiências na produção de carne, o “problema mais urgente do mundo”. A organização publicou uma sinopse sobre os vencedores deste ano do “Champion of the Earth”, premiação anual patrocinada pelo PNUMA, onde constava os nomes dos diretores das duas marcas.

Duas vacas se alimentando.
Foto: Pixabay

A organização explicou que ambos receberam o título por suas inovações para deslocar a indústria pecuária, que é ambientalmente prejudicial e “nos trouxe à beira da catástrofe”. O programa da ONU explicou também que os produtos feitos à base de vegetais, dos empreendedores, são imperativos para alcançar o clima.

Recentemente, a Beyond Meat publicou um relatório de análise de ciclo de vida conduzido pelos pesquisadores do Centro de Recursos Sustentáveis da Universidade de Michigan, que comparou os impactos ambientais do hambúrguer vegano, fabricado pela marca, com os de carne bovina.

A pesquisa mostrou que o hambúrguer da marca vegana gera 90% menos emissões de gases do efeito estufa, requer 46% menos energia, tem menos de 99% menos impacto na escassez de água e 93% menos impacto no uso da terra do que um hambúrguer de carne.

“A intensidade de gases do efeito estufa, gerados pela indústria da carne, é tão prejudicial quanto a de todos os carros, caminhões, ônibus, navios, aviões e foguetes”, disse o PNUMA. “Não há caminho para alcançar os nossos objetivos climáticos sem uma queda maciça na escala da indústria pecuária”.

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Autoridades criam grupo de ação para proteger elefantes e rinocerontes no Quênia

Um grupo de trabalho composto por representantes de autoridades de proteção da vida selvagem foi criado, no Quênia, para proteger elefantes e rinocerontes. Na reunião foram discutidas ações urgentes contra o crime organizado na área, informa a rádio ONU.

Representantes de 12 países, incluindo Moçambique, China, Etiópia, África do Sul e Filipinas participaram no encontro, promovido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Pnuma, em Nairobi. O encontro contou igualmente com a presença de investigadores especializados na área, oficiais de parques nacionais e da polícia.

O objetivo do encontro é impedir o comércio de marfim e do chifre de rinocerontes.

Apesar de algumas ações de sucesso no combate ao crime organizado, o contrabando de elefantes para a retirada do marfim e do chifre de rinoceronte ainda continua elevado.

De acordo com o Pnuma, pessoas envolvidas no comércio também continuam a serem libertadas, mesmo quando detidas nas fronteiras com cargas ilegais.

Só em 2009, mais de 25 toneladas de marfim que seriam contrabandeadas da África e da Ásia foram interceptadas por agentes alfandegários. Relativamente à caça dos rinocerontes, a actividade mais que dobrou na África do Sul nos últimos dois anos, colocando a população total de 21 mil rinocerontes do país sob pressão.

As dinâmicas do mercado de elefantes e rinocerontes ainda são desconhecidas, de acordo com o Pnuma. Durante o encontro, o Banco Mundial comprometeu-se em oferecer a ajuda de especialistas na área de combate ao branqueamento de capitais e recuperação de ativos para ajudar a combater o fenômeno.

O gestor de Crimes Ambientais da Interpol, David Higgins, que também participou da reunião, disse que “o comércio de animais selvagens pode ter um efeito significativo na economia e segurança dos países.”

Higgins acrescentou ainda que as gangues envolvidas nesse tipo de crime são altamente armadas, e que essas atividades podem levar à redução dos receitas do turismo das nações.

Com informações do África 21

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Consumo de carne é um dos maiores responsáveis pelos problemas ambientais

Além do uso de combustíveis fósseis, a pecuária é uma das atividades que causam maior impacto ambiental no mundo todo, segundo um estudo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). Como forma de atenuar esse impacto, a pesquisa recomenda uma mudança radical da dieta alimentar da população.

Os autores de “Impactos ambientais do consumo e produção: produtos e materiais prioritários” disseram que ficaram surpresos com os resultados, e asseguraram que os dados são irrefutáveis.

O estudo foi preparado por 27 especialistas que constituem o Grupo Internacional para a Gestão Sustentável de Recursos e estabelece categorias sobre os produtos, materiais e atividades econômicas e sociais de acordo com seu impacto ambiental e sobre os recursos naturais.

Eles consideram especialmente preocupante a criação de animais para o consumo humano,  que são alimentados com mais da metade de todos as plantações mundiais. A produção agrícola representa 70% do consumo de água doce e 38% do uso total do território. A produção de alimentos é responsável por 19% das emissões mundiais de gases do efeito estufa, 60% da contaminação com fósforo e nitrogênio e 30% da contaminação tóxica na Europa.

Sangwon Suh, outro dos autores do estudo e professor da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara (EUA), ressaltou que o consumo de derivados de carnes está se transformando em um dos principais problemas ambientais da nossa civilização e advertiu que o relatório não analisa impactos futuros.

“A população mundial está aumentando e cada vez está consumindo mais carne por pessoa. E isso é algo que não colocamos no relatório, mas que em 2050 terá implicações ambientais maiores ainda”, disse Suh. O cientista americano assinalou que, por exemplo, o consumo per capita de carne na China aumentou 42% entre 1995 e 2003.

“E previsões recentes assinalam que nos próximos anos o consumo aumentará outros 30%. Na China se consomem 70 quilos de carne por pessoa ao ano. Nos Estados Unidos o número vai para 120 quilos, por isso que há muito espaço para que o consumo aumente em Pequim”, explicou.

Embora os autores do relatório ressaltem que são os legisladores que têm de estudar os dados e colocar as soluções adequadas, disseram que esse problema deve ser respondido com mudanças na gestão de recursos e dietas mais equilibradas.

Um dos estudos assinala que há uma quantidade substancial de alimentos que são desperdiçados. E comer carne tem um impacto mais elevado que adotar uma dieta vegana.

Outro dos problemas apontados são os “subsídios enormes” que os agricultores recebem para produzir seus alimentos, o que também provoca o desperdício de recursos. Por isso o relatório assinala que “uma redução substancial dos impactos só será possível com uma mudança substancial da dieta mundial que se afaste dos produtos animais”.

Com informações do EFE

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1,2 mil espécies de aves migratórias estão ameaçadas no mundo

Um total de 1.227 espécies de aves migratórias estão ameaçadas, o equivalente a 12,4% das 9.865 existentes. O alerta foi dado nesta sexta-feira (7) pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), devido à celebração neste fim de semana do dia mundial das aves migratórias. 

“As aves migratórias têm um papel de indicadores, já que nos permitem observar os efeitos negativos da nossa forma de vida sobre o planeta e sobre a biodiversidade”, ressaltou o diretor do Pnuma, Bert Lenten.

Quando uma ave se encontra em perigo de extinção, de acordo com o Pnuma, isso supõe “um sinal de que as condições de determinados ecossistemas mudaram, o que pode afetar outras espécies dependentes”.

A ONU reporta que cerca de 19% das aves estão classificadas como migratórias, das quais 11% estão em risco e até 31 espécies se encontram na lista vermelha da União Mundial para Conservação da Natureza.

Entre elas, aparecem o periquito-de-ventre-laranja, o maçarico-de-bico-fino, a íbis-eremita, o abibe-sociável e o albatroz-das-galápagos. Estas espécies enfrentam muitas ameaças humanas, como constata a ONU, entre elas a agricultura e a invasão de animais exóticos.

O dia mundial das aves migratórias neste final de semana contará com eventos em países como Espanha, Chile, Índia, França, Nepal, Estados Unidos e Zimbábue e outras 30 nações no mundo.

Fonte: Estadão

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Estudo revela que população de animais diminuiu 30% desde 1970

Por Raquel Soldera (da Redação)

Desde 1970, a população de animais do mundo teve uma redução em cerca de 30%, as áreas de manguezais e leitos de algas marinhas em 20% e os recifes de corais em 40%, segundo estudo do cientista-chefe do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Joseph Alcamo, publicado na revista Science.

“Essas perdas são claramente insustentáveis, já que a biodiversidade é uma contribuição fundamental para o bem-estar humano e o desenvolvimento sustentável, tal como reconhecido pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas”, acrescentou.

Recifes de corais tiveram redução de 40% (Imagem: Ciência Jovem)

Com o estudo, a revista científica destacou o fracasso mundial para frear a perda de biodiversidade no ano de 2010, e observou que os líderes mundiais não têm conseguido cumprir os compromissos assumidos em 2002 para reduzir a taxa global de perda de biodiversidade para esse ano, e, pelo contrário, têm negligenciado “declínios alarmantes” da biodiversidade.

Assim, é demonstrado pela primeira vez como os objetivos da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) não foram cumpridos. Depois de analisar mais de 30 indicadores – diferentes medidas de biodiversidade, incluindo alterações nas populações de algumas espécies e seu risco de extinção, a extensão de habitat e a composição das comunidades biológicas – o estudo não encontrou nenhuma evidência de uma redução significativa na taxa de declínio da biodiversidade, mas sim que as pressões que sofre continuam aumentando.

“Nossa análise mostra que os governos não estão conseguindo cumprir com os compromissos assumidos em 2002. A biodiversidade está desaparecendo mais rápido do que nunca, e fizemos muito pouco para reduzir as pressões que sofrem as espécies de animais, os habitats e os ecossistemas”, disse o autor principal do artigo e um membro da BirdLife International e do Observatório Conservacionista Mundial (World Conservation Monitoring Centre) do Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUMA), Stuart Butchart.

Bisonte europeu sofre grande perigo de extinção (Imagem: Ciência Hoje)

“Nossos dados confirmam que 2010 não será o ano em que a perda de biodiversidade se deteve, mas tem que ser o ano em que começamos a levar o assunto a sério e aumentamos substancialmente os nossos esforços para proteger o que resta do nosso planeta”, acrescentou.

Os indicadores incluídos no estudo foram desenvolvidos e sintetizados pela “Aliança 2010 para os Indicadores de Biodiversidade” (Biodiversity Indicators Partnership), uma colaboração de mais de 40 agências e organizações internacionais que desenvolvem indicadores globais de biodiversidade, e a principal fonte de informação sobre a evolução da biodiversidade global.

Segundo a SEO/BirdLife, os resultados deste estudo alimentam a terceira Revisão Mundial da Biodiversidade (Global Biodiversity Outlook 3), a principal publicação da Convenção de Biodiversidade, que será lançada em Nairobi, em 10 de maio, quando representantes de governos de todo o mundo se reunirão para discutir a meta para 2010 e como enfrentar a crise da biodiversidade.

“Mesmo que os países estejam implementado algumas políticas para impedir a perda de biodiversidade, infelizmente, têm sido insuficientes, e a diferença entre as pressões sobre a biodiversidade e as respostas adotadas está cada vez maior”, disse Butchart.

Pequenos êxitos

O estudo reconhece que houve alguns êxitos importantes para lidar com a perda de biodiversidade, tanto em nível local como nacional, incluindo a designação de muitas áreas protegidas (por exemplo, 20 mil quilômetros quadrados do Parque Nacional Juruena, no Brasil), a recuperação de alguns espécies (por exemplo, o bisonte europeu) e prevenção de algumas extinções (por exemplo, a cegonha-preta da Nova Zelândia).

Cegonha-preta (Imagem: Universidade dos Açores)

Mas, apesar desses resultados animadores, os esforços para enfrentar a perda de biodiversidade devem ser reforçados de forma substancial, e sustentados por investimentos no monitoramento consistente de indicadores de biodiversidade global, o que é essencial para melhorar a eficácia das respostas.

“Embora tenha havido muitas respostas na direção correta, as políticas têm sido mal dirigidas, financiadas e executadas. Acima de tudo, a preocupação com a biodiversidade deve estar integrada em todos os setores do governo e das empresas, e o valor econômico da biodiversidade deve ser adequadamente considerado na tomada de decisões. Só então seremos capazes de resolver o problema”, disse o secretário executivo da Convenção sobre Diversidade Biológica, Ahmed Djoghlaf.

Com informações de Europa Press

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Projeto criado pelo Pnuma ajuda a salvar aves migratórias

Segundo a agência da ONU, nos últimos anos a caça e a crítica drenagem de pântanos onde os grou-siberianos descansam, têm ameaçado a sobrevivência dessas e outras aves. Um projeto de conservação implementado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) está ajudando a preservar o grou-siberiano e milhões de outras aves aquáticas migratórias.

A iniciativa, focada na rota dessas aves, pretende sustentar a população de 3,5 mil grou-siberianos que ainda existem na natureza e que estão criticamente ameaçados de extinção. Todos os anos essa espécie de ave migra até 5 mil Km dos locais de reprodução no norte da Sibéria aos pontos de período de inverno no sul da China e do Irã, através de duas rotas.

Durante a jornada migratória o grou-siberiano atravessa as montanhas mais altas do mundo e também os desertos mais severos. Segundo o Pnuma, nos últimos anos a caça e a crítica drenagem de pântanos onde os grou-siberianos descansam têm ameaçado a sobrevivência dessas e outras aves.

O projeto da agência da ONU tem a colaboração de chineses, iranianos, o Casaquistão e a Rússia, e prevê ainda a conservação e reabilitação de pântanos, cobrindo uma área de 7 milhões de hectares. O Pnuma informa que os pântanos são ecossistemas de alta importância ambiental e econômica.







Grou-siberianos

 

Fonte: EcoAgência

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Biodiversidade é a verdade inconveniente, diz pesquisador

O economista e pesquisador do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Pavan Sukhdev, defendeu nesta sexta-feira que a preservação da biodiversidade é “a verdade inconveniente” no planeta – é um tema que poucos procuram discutir. Enquanto as mudanças climáticas, segundo ele, representam “a verdade conveniente” – as pessoas levam o assunto para o debate, embora niguém queira assumir sua cota de responsabilidade. “A culpa é sempre de outro”, disse.

Ao participar de um seminário sobre economia da biodiversidade, Sukhdev comentou um estudo sobre a Economia de Ecossistemas e Biodiversidade, apresentado na semana passada na Alemanha. A estratégia consiste em atrair a atenção internacional para os benefícios da biodiversidade, destacar o custo crescente da perda da biodiversidade e da degradação de ecossistemas e reunir conhecimento de especialistas dos campos da ciência, economia e política, permitindo o avanço de ações práticas.

Devemos reconhecer que estamos lidando com vida e que temos de ter cuidado com a maneira com que fazemos com isso. Uma das perguntas a serem feitas é o que vai acontecer se os negócios permanecerem como estão. Se continuarmos, acabaremos com uma perda significativa de biodiversidade, algo do tamanho da Austrália”, alertou.

Para o especialista, é preciso que os líderes se antecipem e evitem mudanças no lugar de apenas contabilizar perdas de biodiversidade. “É uma escolha ética”, avaliou.

“Não é apenas uma questão de dinheiro. É preciso olhar para a questão humana do problema. Em 40 anos, vamos acabar tendo de comer plâncton, algo não muito atraente”, completou.

Durante a abertura do seminário, a secretária executiva do Ministério do Meio Ambiente, Isabela Teixeira, destacou que a discussão acerca do tema biodiversidade não deve ser uma prerrogativa apenas dos ambientalistas.

Para ela, o país vivencia uma espécie de transição, já que o debate sobre o assunto está abandonando o “ambientalês” e a política ambiental está “saindo de seus limites”.

“Temos que evoluir no debate e isso não é fácil na área econômica, mas, por outro lado, a crise nos provocou a discussãode um novo modelo. Não há nenhuma discussão econômica em que a biodiversidade não esteja no centro”, disse.

Fonte: Terra

Nota da Redação: Faltou ainda mencionar a maior das verdades inconvenientes: que a devastação dos ecossistemas e a destruição dos habitats, que geram a comentada e preocupante perda da biodiversidade do planeta, são causadas também pela criação de animais para o consumo humano. Além dos animais terem o direito à vida e isso não ser respeitado, o planeta está sendo devastado em função do impacto provocado pela exploração de animais confinados e torturados para consumo. São responsáveis por isso: indústria, criadores, consumidores e tudo o que estiver de acordo com tamanha exploração. Por que será que, por mais que se “evolua” no debate das questões ambientais, sempre se esquecem desse “detalhe” tão importante?

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