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“Kitbull”: o novo curta da Pixar que mostra a amizade entre um gato e um pit bull acorrentado

Foto: Divulgação | Pixar

Os animais nos ensinam a cada gesto simples o verdadeiro significado de amor, respeito e amizade sem preconceitos ou interesses. Apesar de por vezes serem submetidos a condições extremas de maus-tratos, negligência ou falta de carinho, eles mantém a pureza em seus olhos e são capazes de perdoar, amar e confiar novamente nas pessoas.

Amizades improváveis também são comuns entre essas criaturas adoráveis e, frequentemente, vemos cadelinhas carentes que adotam gatinhos ou até mesmo filhotes de gambás e cães encantadores criam laços com elefantes, pássaros, cavalos, ursos e até mesmo com répteis. Eles são incríveis!

O filme da Pixar traz exatamente isso para as telas: o amor sem fronteiras entre espécies distintas de animais. Além disso, o curta põe em pauta os maus-tratos e a exploração vivida por milhares de cães em todo o mundo.

A história de “Kitbull” acontece em São Francisco, Califórnia, e gira em torno de um gatinho que vive na rua e tem apenas uma caixa de papelão como refúgio e de um pit bull acorrentado e cruelmente explorado por um humano.

Diferentes, mas ao mesmo tempo com muitos aspectos em comum, os dois animais acabam se tornando amigos inseparáveis. Apesar do âmago desta curta ser esse — a amizade entre eles — outras mensagens são passadas, desde os estereótipos negativos sobre os pit bulls e como o amor cura as feridas deixadas pelos abusos.

Desenhado à mão, Kitbull foi escrito e dirigido por Rosana Sullivan e dirigido por Kathryn Hendrickson. A música ficou por conta de de Andrew Jimenez.

Este é o terceiro curta do programa SparkShorts, em que a Pixar dá aos seus funcionários seis meses e um orçamento limitado para a criação de curtas-metragens. O objetivo desta iniciativa é cultivar projetos independentes dos artistas e diretores da empresa.

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ONG pede que fãs de ‘Dory’ protejam os peixes para que não sejam retirados do mar

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A ONG Saving Nemo, da Austrália, lançou uma campanha pela proteção dos peixes da espécie cirurgião-patela, mais conhecida pela personagem “Dory” da animação “Procurando Nemo”. Os ativistas preveem um aumento da pesca ilegal do animal devido à estreia da continuação do filme nos cinemas.

De acordo com a ONG, mais de 90% de todas as espécies dos aquários marinhos são retiradas do meio natural – até 30 milhões de peixes são fornecidos a partir de 45 países do mundo e cerca de 65% deles são pescados na Indonésia e nas Filipinas.

Os Estados Unidos são o maior importador de espécies ornamentais marinhas, representando 80% do mercado, seguido da Europa e do Japão.

O cirurgião-patela (Royal Blue Tang, em inglês) não é criado em cativeiro no momento. Por isso, caso seja visto para venda, terá sido extraído da vida marinha, alerta a ONG. Estima-se que 400.000 pexes sejam retiradas do meio natural todos os anos para virar peixes “ornamentais”.

De acordo com o jornal “Vancouver Sun”, as técnicas para tomada desses peixes também fazem mal aos recifes. Os exemplares da “Dory” vivem em águas costeiras, perto dos recifes de coral. Podem ser encontrados nas águas de Nova Iorque e no Brasil.

A espécie se alimenta de algas, usando dentes afiados para rasgá-las das rochas e corais. A dieta é importante não só para o cirurgião-patela, mas também para os recifes, que não são afetados por uma superpopulação de algas.

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Fonte: G1

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Animações com animais são uma raiz da esquizofrenia moral

É comum a ideia de que quadrinhos e animações só servem para entreter o público infantil, e por isso são frequentemente ignorados. No entanto, exatamente por este seu grande público cativo, em formação de consciência, é importante verificar que imaginário e ideias estão sendo transmitidos por essas linguagens, que mesclam artes plásticas, literatura e cinema.

Estes são os meios com a maior população de personagens animais em suas histórias. Visite uma locadora e dê uma olhada nos títulos de animação disponíveis para crianças e confirmará isso. Basta se lembrar de Mickey, Madagascar, Procurando Nemo, e outras produções dos grandes estúdios Disney, DreamWorks, Pixar e Aardman.

Capa do Filme "Procurando Nemo"

Como são estas histórias? Normalmente povoadas por animais falantes, engraçadinhos e felizes. É claro, há sempre dificuldades e desafios aos personagens para que a história tenha graça, mas elas precisam ter final feliz. Assim, acaba sendo esta a imagem que se passa às crianças: os animais são felizes, ou pelo menos terão sempre um final feliz. Para que as crianças também possam sorrir e ter uma bela infância.

No entanto, uma incoerência extrema acontece, especialmente nos casos de animais intensamente explorados pelo ser humano.

Imagine uma criança que assiste ao intrépido Galinho Chicken Little, identificando-se com o personagem principal e torcendo por ele, para que vença seus desafios e termine feliz, como de praxe nas histórias.

Capa do filme "O Galinho Chicken Little"

É claro que a criança não pode e não deve se dar conta de que o mesmo “franguinho” por cuja felicidade torce tanto é o mesmo que ela come na hora do jantar com papai, mamãe e os irmãozinhos.

E por falar em frangos, há outros famosos no mundo dos comerciais, no supermercado e nos restaurantes, onde se podem ver os extrovertidos e joviais garotos-propaganda da Sadia – como já indicou a presidente da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) Marly Winckler, no vídeo a Carne é Fraca – e o da Rede Frango Assado. Sempre de sorrisos enormes e amáveis. Parece que dizem: “venham me comer, isso é tão bacana!”

Aí está uma das raízes ou pelo menos uma boa ilustração da “esquizofrenia moral” contemporânea, como nomeia o professor de Direito nos EUA Gary Francione: Apesar de nós dizermos que cuidamos bem e somos amigos dos animais – e as histórias animadas nos deixam desde pequenos aliviados com esta impressão – a realidade do que o mundo humano faz de fato com eles é bem diferente. Literalmente, massacrante.

Foto de Pintos Morto
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O origem dos animais, segundo a Pixar

A Pixar, estúdio conhecido por criar animações como Toy Story, Vida de Inseto, Monstros S.A., Procurando Nemo, lançou na rede o seu mais recente curta, que abre o novo filme, Up. Ele conta, de maneira lúdica e comovente, como nascem os filhotes de muitos animais. Vale a pena ver. Acesse aqui.

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