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Éguas grávidas e potros entre os mais de dez cavalos encontrados baleados e mortos

Foto: Paige Noel
Foto: Paige Noel

Pelo menos 15 cavalos foram mortos a tiros nesta semana em uma mina abandonada no leste do estado americano do Kentucky, um ato que o delegado responsável pela investigação chamou de “o pior caso de crueldade animal que eu já vi na minha vida”.

O crime descrito pelas autoridades como desumano e cruel está sob investigação. Alguns dos animais mortos tinham apenas 1 ano de idade, enquanto outros eram éguas grávidas, informou a afiliada da CBS WYMT na terça-feira (17).

“Parecia um campo de batalha apenas para cavalos”, disse o delegado John Hunt, responsável pelo condado de Floyd, onde ocorreu o crime, à emissora de televisão, observando que pelo menos um deles estava se alimentando quando foi baleado e ainda tinha grama na boca.

Foto: Paige Noel
Foto: Paige Noel

Os animais foram encontrados espalhados por uma área ao longo da estrada US 23, perto da fronteira dos Condados de Floyd e Pike. Ao que tudo indica os cavalos foram perseguidos e caçados, depois possivelmente baleados com um rifle ou espingarda, de acordo com o polícia local.

“Isso é muito desumano e é um ato muito cruel de alguém que aparentemente não tinha mais nada a fazer”, disse Hunt.

Ninguém foi preso no caso ainda, mas as autoridades disseram que o atirador responsável pelos assassinatos enfrentaria acusações de crueldade contra animais. Uma recompensa inicial de 500 dólares estava sendo oferecida para obter informações sobre possíveis suspeitos.

Foto: Paige Noel
Foto: Paige Noel

Atualmente a recompensa está estimada em 2 mil dólares por informações sobre o crime. Doações começaram a chegar de todo o país para aumentar o valor da recompensa e facilitar a punição dos criminosos.

Os assassinatos provocaram indignação entre os defensores dos animais na região e em todo o país.

“Estamos sendo contatados por pessoas maravilhosas dispostas a doar dinheiro para a recompensa, para que isso possa resultar na captura e condenação da pessoa ou pessoas responsáveis”, disse o grupo de resgate de animais Dumas Rescue, que está ajudando as autoridades na investigação, em um post no Facebook na quarta-feira (18).

“Vê-los mortos a tiros dessa forma foi mais do que horrível”, disse Tonya Conn, da Dumas Rescue. “Esses cavalos foram espalhados em vários lugares, distâncias diferentes um do outro, para que tivessem sido baleados e depois dispersados, caçados e mortos”.

Grupos de resgate locais dizem que parece que os cavalos foram caçados, e correram fugindo por suas vidas. A polícia acrescenta que as balas vieram de uma espingarda de baixo calibre.

Foto: Connor James/Twitter
Foto: Connor James/Twitter

“No momento, estamos todos sofrendo com os efeitos que essa cena horrível teve sobre o nosso grupo e os oficiais de investigação”, dizia o post. “Por favor, mantenha-nos em suas orações”.

“Um ato muito desumano, violento praticado por criminosos que precisam ser levados à justiça”, acrescentou Hunt. As informações são da CBS News.

Foto: Connor James/Twitter
Foto: Connor James/Twitter

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ONGs se mobilizam para ajudar abrigo de animais devastado pelo furacão Dorian

Com os aeroportos fechados e as comunicações em estado precário em decorrência da destruição causada pela passagem do furação Dorian, entidades aguardam informações para poder enviar socorro às Bahamas


 

Com os abrigos de Freeport, nas Bahamas alagados, equipes de resgate continuam a encontrar mais animais presos na inundação | Foto: Humane Society of Grand Bahama
Com os abrigos de Freeport, nas Bahamas alagados, equipes de resgate continuam a encontrar mais animais presos na inundação | Foto: Humane Society of Grand Bahama

Por Eliane Arakaki

A ONG HALO Animal Rescue, sediada em Fênix, no Arizona (EUA) está organizando uma ajuda emergencial para os animais afetados pelo furacão Dorian nas Bahamas.

A diretora executiva da HALO, Jacque Petrone, disse que verificou por telefone que os seis funcionários da Humane Society das Grand Bahamas em Freeport estão seguros, mas o abrigo foi dizimado e o destino dos animais é incerto.

“É um milagre que a diretora Tip (Burrows) e sua equipe tenham sobrevivido”, disse Petrone. “Quando a água estava subindo, eles conseguiram se segurar em um trator com a água já na altura do pescoço para não serem arrastados por uma onda de 15 pés (cerca de 4,5 metros) de altura”.

Como a tempestade despencou sobre a ilha por muito tempo, ainda é impossível que os socorristas entrem na região para avaliar os danos.

“No momento, estamos tentando descobrir quando podemos colocar nossas equipes em campo”, disse Petrone. “As pistas do aeroporto, estradas e rodovias precisam ser limpas da imensa quantidade de detritos para que os aviões possam pousar e veículos circular”.

Petrone conseguiu aviões para transportar suprimentos para a ilha, porém as pistas ainda não estão operacionais para envio do material, assim que for possível a ajuda será despachada. Semelhante iniciativa foi realizada pela ONG depois que o furacão Maria atingiu Porto Rico.

Estima-se que cada voo custe cerca de 2 mil dólares, por isso Petrone criou uma página do GoFundMe (site de arrecadação de fundos) para ajudar nas doações. Até agora, Petrone levantou 20 mil dólares durante a campanha.

“Quando for seguro trazer suprimentos para a ilha, as equipes vão voar até lá e trazer de volta o que puderem entre gatos e cães”, disse Petrone. “Dessa forma, conseguiremos liberar espaço para outros animais que precisam ser resgatados.”

O Departamento de Agricultura dos EUA suspendeu as restrições de trazer animais resgatados das Bahamas para os Estados Unidos, de modo que a HALO espera trazer o maior número possível de cães e gatos, disse Petrone.

Nas missões de resgate anteriores realizadas pela HALO, os animais foram levados de avião para um hangar de avião em Fort Pierce, onde foram recebidos por voluntários de ONGs e centros de resgate de animais.

A HALO também servirá como ponto de coleta de suprimentos e doação do público assim que as necessidades dos animais nas Bahamas forem esclarecidas. Petrone vem recebendo ligações de empresas locais que também estão ansiosas por ajudar.

“As comunicações estão severamente afetadas”, disse ela. “No momento, estamos trabalhando para reunir mais informações sobre os animais do abrigo. Quando tivermos essas informações, poderemos avaliar melhor o que eles precisam e informaremos a todos”.

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Junta de Ferragudo apela a pistas sobre casos de maus-tratos a animais

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

A Junta de Freguesia de Ferragudo apela a quem «tenha pistas» sobre os casos de maus-tratos a animais conhecidos na passada semana na área daquela freguesia que as façam chegar à autarquia ou à autoridade competente, «pois, mesmo anónimas, poderão ajudar a encontrar o culpado(s)».

Luís Alberto, presidente da Junta, classifica os maus-tratos como «atos inumanos» e diz que, apesar de «se desconhecerem os seus perpetradores», há a suspeita que serão da autoria «do mesmo individuo ou indivíduos».

O autarca acrescenta julgar que «esta situação é exterior aos cidadãos de Ferragudo e que o nosso território tem servido apenas como “local do crime”».

Um dos casos é o do cão que foi salvo na passada terça-feira pela equipa de grande ângulo dos Bombeiros Voluntários de Lagoa. O animal tinha sido atirado do cimo de uma arriba com 20 metros de altura junto à Ponta do Altar, com um tijolo preso ao pescoço, para se afogar no mar. Valeu ao bicho que o tijolo ficou preso numa moita, tendo o cão sido ouvido e avistado por uma casal que passeava na falésia e que alertou os bombeiros. O animal foi recolhido no quartel da corporação.

A Junta de Freguesia de Ferragudo informa que «os animais encontrados foram recolhidos e estão a ser tratados por veterinários competentes, bem como usufruem do apoio das associações de proteção aos animais no terreno».

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Sulinformação

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PRF apreende 30 animais nas rodovias do Piauí

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A Polícia Rodoviária Federal apreendeu 30 animais deixados soltos às margens ou sobre o leito das rodovias do Piauí. A operação realizada na última semana, em conjunto com a Secretária de Estado dos Transportes, visa retirar animais das pistas para evitar que estes sejam envolvidos em acidentes.

Foram examinados nesta operação os trechos correspondentes às rodovias BR’s 343 e 316 e PI’s 113 e 266, em áreas dos municípios de Teresina, Demerval Lobão, Altos, Campo Maior, Cabeceiras, Lagoa Alegre do Piauí e José de Freitas. Os animais apreendidos foram encaminhados ao curral do município de José de Freitas, sob a responsabilidade do executivo municipal. Para recuperá-los, os tutores terão que pagar uma taxa cobrada pelo município de até R$ 100 para cobrir despesas com manutenção.

Em 2013 já foram apreendidos 759 animais entre bois, vacas, cavalos, burros e jumentos. Os mais numerosos são os jumentos. Faz parte da cultura do piauiense cercar a roça e deixar soltos os animais. Estes se deslocam à procura de alimento, alcançando as estradas e rodovias.

A lei penal brasileira considera uma Contravenção Penal deixar em liberdade animal que possa constituir perigo a si mesmo e às pessoas. Este dispositivo legal estabelece como punição para os descumprimentos deste preceito legal prisão de dez dias a dois meses ou multa.

Fonte: Capital Teresina

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Segundo estudo, adolescentes que maltrataram animais têm 3 vezes mais chance de cometer crimes violentos

Por Camila Arvoredo  (da Redação)

Os adolescentes que já maltrataram um animal têm três vezes mais chance de cometer um delito violento, agressões, assaltos e ferir alguém, indica um estudo suíço.

Créditos foto: “Le Matin”.

Os adolescentes que admitem ter maltratado um animal apresentam um risco três vezes maior de cometer delitos com violência, agressões, assaltos e ferir alguém. Esta é a conclusão de um estudo feito com mais de 3.600 estudantes de diferentes regiões da Suíça, afirmou o jornal suíço “Le Matin”.

Os criminologistas Martin Killias da Universidade de Zurich e Sonia Lucia, da Universidade de Genève se debruçaram sobre uma grande quantidade de jovens estudantes, sejam 3.648 de 7º a 9º anos, provindos de 210 salas de aula de 70 escolas diferentes.

Dentro do contexto deste estudo, realizado em 2006, os estudantes deveriam responder a um questionário virtual, um método julgado como válido, principalmente no caso de avaliar a amplitude dos maus-tratos realizados contra animais, fato raramente estudado.

Resultados: 12% dos jovens, sendo 17% meninos e 8% meninas, admitiram ter maltratado voluntariamente um animal. Em 29% dos casos esses animais eram gatos, cachorros ou outros animais domésticos, 18% dos casos se referiam a peixes, rãs ou lagartos, 11% se referiam a pássaros e o resto de insetos ou outros invertebrados (formigas, moscas e caracóis principalmente).

Se tais atos são relativamente comuns, isto não significa que eles sejam largamente aceitos, escrevem os autores do estudo na revista estado-unidense “Psychology of Violence”. Somente 4% dos meninos e 1% das meninas, seja 2,4% do total, acham que os animais merecem ser maltratados ou que é divertido.

Uma grande maioria dos 80% julga que é um ato hediondo. Entretanto, os pesquisadores revelam que 24% dos meninos e 12% das meninas (18% no total) não possuem opinião formada, o que sugere uma aceitação silenciosa ou que a indiferença atinge a maioria dos jovens.

Delitos violentos

Os pesquisadores compararam esta amostra, em seguida, com as respostas dos estudantes a questões relativas a delitos eventuais que eles teriam cometido. A conclusão não gera dúvidas: maltratar um animal está associado aos atos delinqüentes de todos os tipos e mais particularmente àqueles relacionados a vandalismo, agressões violentas e outros delitos sérios.

Um jovem que maltratou um animal tem três vezes mais riscos de cometer este tipo de ato. A correlação é, todavia, fraca quando relacionada a delitos menos graves ou sem violência, como furto, por exemplo.

Isto sugere, escrevem os pesquisadores, que a crueldade contra os animais está relacionada aos delitos que envolvem raiva e violência e que a primeira poderia constituir um indício de desvio geral ou comportamento anti-social.

Crueldade por níveis

Estes achados confirmam outros estudos que observaram a crueldade contra animais no passado de delinqüentes violentos. A questão de saber se a violência contra os animais e a contra animais humanos são manifestações de um mesmo traço de caráter ou se a primeira gera a segunda permanece em aberto.

A primeira hipótese não faz justiça ao fato de que certas pessoas muito violentas em relação a animais humanos se comportem de maneira exemplar com relação aos animais, notam os pesquisadores. Quanto à segunda, dita como “de aprendizagem”, ela postula que a crueldade contra um animal e contra animais humanos necessita de uma evolução, dada por níveis e que a violência extrema é improvável quando não passa por etapas intermediárias.

Estar atento às pistas

“A descoberta de crianças que maltratam animais deveria ser considerada como um passo para a delinquência” escrevem Martin Killias e Sonia Lucia nas conclusões de seu estudo. Os profissionais sugerem uma maior atenção a tais indícios.

“Trata-se de focar a atenção de maneira particular a crianças que cometem atos de crueldade contra animais” indicou o pesquisador. A agressividade, sendo uma desordem estável durante o tempo, deve ser considerada pelos profissionais como uma forma de não-adaptação que pode persistir.

Os cientistas sublinham a necessidade de aprofundar a pesquisa, notadamente para a verificação da causa da crueldade. Também seria importante saber em que idade as crianças começam a maltratar os animais, a fim de determinar se estes atos precedem outros. A pesquisa em questão – o primeiro estudo com amplitude nacional realizado na Europa – ainda não pode responder a estas questões.

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Polícia do RN pede ajuda a motoristas para tirar animais das pistas

A Polícia Rodoviária Federal quer ajuda da população para capturar animais soltos que acabam se envolvendo em acidentes nas BRs construídas no Rio Grande do Norte. Este ano, segundo os registros da PRF/RN foram 181 acidentes com animais. Os números foram divulgados na manhã de ontem e o último acidente com morte ocorreu domingo à noite. Valteídes Paulo de Lima, de 46 anos, perdeu o controle da moto que conduzia após colidir com um cavalo na BR-226, próximo à cidade de Serra Caiada, a 66 quilômetros de Natal.

Para evitar que os números cresçam mais, a PRF mantém um trabalho constante de fiscalização nas BRs, mas alerta que sem o apoio da população, a ação preventiva se torna difícil. “É muito importante a conscientização da população para não deixar animais soltos às margens das rodovias e também não esperar apenas pela PRF. Sempre que encontrar um animais na pista, em situação de risco, pedimos que, se possível, pare o veículo, ligue para o 191 e tente amarrar o animal ou mesmo dificultar o acesso dele a pista até que os policiais rodoviários federais cheguem. Isso pode evitar acidentes e salvar vidas”, pediu Cabral.

Em 2010, a PRF apreendeu 1.361 animais de grande porte em situação de risco próximos às BRs, ou seja, média de 4 animais por dia. “É um trabalho árduo e diário”, comentou Cabral. Segundo ele, são três caminhões boiadeiros que ficam circulando pelas três principais áreas do Estado. Todos os animais apreendidos são encaminhados para as prefeituras de Natal, Mossoró e Currais Novos. “Vai depender de qual cidade for mais próxima”, explicou o inspetor.

Bois, cavalos e jumentos são as três espécies mais apreendidas. O último representa o maior problema. “Além de serem vistos mais facilmente em situação de risco, os jumentos não têm valor de mercado. Ou seja, depois de serem apreendidos, raramente os responsáveis aparecem para reclamar a devolução ou quando eles causam algum acidente. Os casos em que o tutor aparecem são poucos”, afirmou Cabral. Segundo o inspetor, no caso dos bovinos, é mais fácil identificar o responsável. Principalmente, devido a marcação de ferro que eles, geralmente, têm.

Tutor de animal pode ser responsabilizado

Para liberar um animal apreendido em situação de risco nas BRs basta o tutor assinar uma notificação, mas se o animal estiver envolvido em algum acidente, a coisa complica. Quando os responsáveis aparecem na prefeitura para onde o animal foi encaminhado, antes de ter o animal devolvido precisa assinar um termo circunstanciado de ocorrência (TCO) na PRF.

“Caso o animal venha a causar danos materiais ou físicos e seja possível identificar o responsável que o deixou solto, ele vai responder civilmente, pagando uma indenização pelos danos causados, e penalmente, pelo fato disso representar uma contravenção”, explicou Cabral.

Segundo a Secretaria de Serviços Urbanos de Natal, além de assinar o TCO, o responsável pelo animal não precisará pagar nenhuma taxa extra ao município. Ele tem, apenas, o prazo legal de cinco dias para reclamar a posse e dar entrada no processo de devolução. O animal fica no curral da Semsur (localizado na zona Oeste), por 15 dias. Caso ninguém apareça, ele será doado.

Entre as BRs, a que mais tem registros de animais soltos é a 304, seguida pela 226. Ontem pela manhã, a equipe da Tribuna do Norte seguiu por um trecho curto da BR 226 – que passa pelo bairro de Felipe Camarão, na zona Oeste de Natal. Em um caminho de pouco mais de três quilômetros foram vistos quatro cavalos às margens da pista. Apesar de todos estarem próximos ao asfalto, eles estavam amarrados por cordas.

“O que encontramos muito são os animais nas pistas arrastando as cordas que os prendiam. Por isso, além de deixá-lo amarrado, é importante também que o responsável fique sempre atento”, afirmou João Maria do Nascimento, que presta serviços a PRF em Natal, dirigindo o caminhão boiadeiro que apreende os animais.

Com informações de Tribuna do Norte

Nota da Redação: Embora a atenção das autoridades esteja voltada apenas para os danos materiais e vítimas humanas nestes acidentes,  os animais também precisam ser considerados igualmente como vítimas da irresponsabilidade do ser humano.

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Muitos animais soltos nas ruas de Rio Claro (SP) correm riscos de acidentes

(Foto: Reprodução/JC Rio Claro)

O problema é recorrente. A presença de animais soltos na rua  os coloca sob sério risco de acidentes. Porém, na última quarta-feira (16), a quantidade de animais caminhando livremente em meio aos veículos nas imediações da Avenida Brasil com a Avenida 32 chamou a atenção de Luiz Vilela.

Segundo ele, havia 12 cavalos e um burro na via. Era por volta das 7 horas da manhã, horário de entrada dos alunos nas escolas, bem como dos trabalhadores nas empresas, o que intensifica o tráfego e aumenta o risco à vida desses animais.

Vilela conta que a presença de animais é comum no local, mas não nessa quantidade. Ele conta que já cansou de acionar a prefeitura para recolher os animais, mas não faz mais isso. Fica na torcida apenas esperando que não aconteça um acidente. “Foi uma sorte não ter acontecido nada”, comenta.

Não foi o que aconteceu em janeiro deste ano na Rodovia Fausto Santomauro. Um acidente envolveu um cachorro e o auxiliar de produção Ronildo Alves Rodrigues, que faleceu ao tentar se desviar do animal que estava solto na pista.

Na Avenida dos Estudantes esse tipo de ocorrência é comum. No final do ano passado, houve outro acidente com um animal de grande porte que transitava pela via e foi atingido por um veículo.

O município não possui uma legislação clara sobre o assunto que defina de quem é a responsabilidade pela apreensão e guarda dos animais. Até recentemente, esse serviço era realizado pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).

Procurado, o CCZ informou que hoje não realiza mais esse tipo de atividade. Segundo o órgão, a prefeitura está fazendo reuniões com os departamentos para definir quem irá assumir o serviço. Enquanto isso não acontece, os animais devem continuar soltos, a menos que seus tutores se dignem a assumir sua responsabilidade e prendam seus animais antes que ocorram novas tragédias.

Com informações de JC Rio Claro

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Cavalo morre atropelado em rodovia no interior de SP

Duas pessoas ficaram feridas num acidente nesta sexta-feira (8), na rodovia Euclides da Cunha, envolvendo cinco veículos na cidade de Tanabi, no interior de São Paulo. Um cavalo estava solto na pista.

O cavalo morreu depois que um dos carros passou por cima dele. Um dos carros não conseguiu desviar do animal e os outros dois que vinham atrás também bateram. Um caminhão, que estava no sentido contrário, também acabou envolvido no acidente. O carro bateu no caminhão e quebrou um dos eixos. A pista precisou ser interditada e os motoristas passavam pelo acostamento.

Imagens de animais nas rodovias da região são bem comuns. Na região de Votuporanga, segundo a Polícia Rodoviária estadual, o número de acidentes envolvendo animais aumentou de 33 para 43.

Cercas sem manutenção permitem que animais escapem e invadam a pista. No mês passado, dois jovens morreram depois que o carro em que eles estavam bateu em um cavalo na rodovia Euclides da Cunha.

Com informações de O Globo

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Doze cães vítimas de maus-tratos que haviam sido escondidos por tutora são reencontrados, nos EUA

Por Karina Ramos (da Redação)
Reprodução: Animal Concerns
Reprodução: Animal Concerns

A SPCA (Sociedade para a Prevenção da Crueldade contra Animais) de Tulsa (EUA) divulgou ter finalmente resgatado muitos dos cachorros que haviam desaparecido durante uma investigação criminal, graças às pistas fornecidas por telespectadores do 2News. O caso foi noticiado pela ANDA, nesta segunda-feira (16) (leia aqui).

Doze cães que os investigadores haviam constatado terem sofrido maus-tratos por parte de sua tutora, perto de Sperry, foram encontrados e agora estão em um abrigo.

Os investigadores acreditam que a tutora pode ter deixado os animais com outras pessoas, em outras localidades, para tentar impedir uma acusação de crueldade contra animais.

“É bom tê-los de volta”, disse Wade Farnan, investigador de crueldades contra animais. Ele e sua equipe vinham fazendo buscas pelos animais em Green Country desde a última quinta-feira (12).

Wade agradeceu aos telespectadores do 2News, que encontraram dez dos cães em três diferentes propriedades perto de Okmulgee e Henryetta. “Começamos a receber ligações de pessoas que decidiram nos contar onde estavam os cachorros”.

Wade disse que a SPCA, no início, pensava em “pegar leve” com a tutora de Sperry, caso ela entregasse os animais. Eles visitaram sua casa quarta-feira passada (11) e registraram as condições em que os animais se encontravam. Mas, quando voltaram na manhã seguinte, os 19 cães haviam desaparecido.

Wade disse: “Voltamos na manhã seguinte para pegá-los e eles haviam sumido. E ela não disse onde estavam”.

Apenas dois dos cães estavam lá. Estes foram levados para a SPCA. Wade agora diz que não tem mais acordo com a tutora. E acrescentou que as pessoas que estavam escondendo os animais também serão acusadas.

Enquanto alguns dos cães que foram regatados terça-feira (17) encontravam-se bem, outros estavam sem pelo e seus ossos podiam ser vistos, de tão magros que estavam.

Sete dos dezenove ainda estão desaparecidos. Wade crê que os suspeitos possam ter levado os animais para outras casas, enquanto outros podem ter morrido.

O fututo dos 12 cães que estão agora na SPCA é mais promissor. Eles receberão tratamento médico e serão enviados a lares adotivos e amorosos. Alguns dos cães mais saudáveis já estarão disponíveis para adoção nesta semama.

Se você estiver nos Estados Unidos e quiser denunciar um caso de maus-tratos ou negligência contra animais, ligue para a SPCA: 428-7722.

Fonte: Animal Concerns

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