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Menina que sonha ser veterinária salva pintinho abandonado: ‘todos os animais merecem amor’

Foto: Divulgação.

A alguns quilômetros da cidade de Jundiaí (SP), Kimberly Gomes, de 12 anos, mostrou que o amor ainda é o único caminho.

Passeando pela fazenda de sua avó, a menina encontrou um pintinho abandonado, com a saúde bastante debilitada. Determinada a ajudá-lo, Kimberly o levou para casa, o colocou dentro de uma caixa – para mantê-lo aquecido – e o alimentou com cuidado.

Vilma Teobaldo, a avó da jovem, admitiu que esteve desiludida sobre a sobrevivência do animal. “Ele estava imóvel e parecia ter morrido. Fiquei preocupada em como daria a notícia para minha neta”.

A salvadora não estava nada menos que otimista, no entanto. “Eu mexi nele, fiz carinho e vi que ele estava vivo. Enrolei num paninho quente e fiquei cuidando dele o dia inteiro”, disse a menina.

Os dias se passaram e a história feliz prevista por Kimberly se realizou: o pintinho, que ganhou o carinhoso nome de Tico, sobreviveu e até ganhou uma conta no Instagram para mostrar o dia a dia da dupla.

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por Tico (@tico_oficial_12) em 21 de Set, 2020 às 12:51 PDT

A pequena salvadora criou um vínculo muito especial com Tico e, nas redes, nada se vê além de comentários gentis e alegres sobre a bela atitude. “Ele é meu melhor amigo. Fazemos fotos, vídeos e brincamos também”, declara Kimberly.

Quando se tornar adulta, ela sonha em ser veterinária e não há qualquer motivo para duvidar de que conseguirá realizá-lo. Afinal, já ajudou a cuidar de peixes, aves, gatos, cachorros, hamsters e até mesmo tartarugas!

“Quando crescer quero ser veterinária, porque sei que todos os bichinhos merecem amor”, concluiu.

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Histórias Felizes

Foto flagra galinha em momento de ternura protegendo pintinhos da chuva

Durante uma chuva muito forte na Índia, uma galinha foi flagrada enquanto usava suas asas para proteger seus bebês. As imagens foram amplamente divulgadas online, mostrando a mãe dedicada em pé no meio da rua na cidade de Visakhapatnam, com vários filhotinhos encolhidos sob sua enorme envergadura. Pelo menos cinco pintinhos podem ser vistos encolhidos sob o corpo da amorosa mãe, enquanto a chuva cai em cima dela.

Reprodução | Daily Mail

Apesar da tempestade, no entanto, a mãe parece ser impenetrável à chuva enquanto está parada no meio da estrada, em vez de correr para se proteger. Uma pessoa filmou a situação e, em sua postagem nas redes sociais, observou que ‘este vídeo, tirado em um mercado de peixe local quando choveu forte, é um exemplo de amor materno na natureza. Uma galinha protegendo seus filhotes sob chuva forte”.

O vídeo, logo que foi postado, já se tornou viral nas redes – foi votado mais de 50 mil vezes no site Reddit. Entre os comentários, pessoas maravilhadas, observam o quanto muitas vezes os animais se mostram mais empáticos e cuidadosos que os próprios humanos. “Alguns animais são pais melhores que os humanos”, disse um comentário.

“Tão adorável, só queria que alguém os abrigasse, como fizeram com o que quer que esteja por baixo daquela lona verde”, disse outro, se referindo a um estabelecimento que aparece em determinado ponto da gravação. Uma terceira pessoa finalizou: “Talvez um dia, eles entendam todos os sacrifícios que ela alegremente fez por viver para eles”.

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Histórias Felizes

Cachorra salva de fazenda de carne e pintinho resgatado constroem uma amizade única

No início, a cachorra Minnow estava “um pouco preocupada” com o pintinho resgatado Chickpea.

Isso porque ela mora com alguns papagaios cinzentos africanos e “tem um respeito saudável por pássaros e seus bicos,” disse sua tutora adotiva Abbie Hubbard.

Foto: Abbie Hubbard

Entretanto, a fêmea Chickpea era persuasiva, seguia Minnow pela casa e insistia em ficar perto dela. Logo, uma amizade surgiu. “Agora elas se aconchegam juntos no sofá”, acrescenta Hubbard.

Minnow foi resgatada de uma fazenda de carne de cachorro. Ela fazia parte de um grupo de 23 cães trazidos da Coreia do Sul para o norte da Virgínia (EUA) pela Humane Society International (HSI) em 2015.

Foto: Abbie Hubbard

Hubbard, vice-diretora da Animal Welfare League of Alexandria, estava lá quando Minnow e os outros cães chegaram. A cachorra foi a última a sair de uma transportadora. Hubbard explica o que aconteceu em seguida, usando esta citação: “Seu coração e meu coração são amigos muito, muito velhos”.

“Não posso explicar isso de outra maneira – estávamos apenas destinadas a ficar juntas. Eu a puxei para fora e foi amor à primeira vista”, afirma.

Desde então, Minnow conforta os animais que moram na residência de Hubbard e que passam pelo abrigo, segundo o The Dodo.

Isso inclui muitos gatos, um porco e até mesmo outro cão resgatado de uma fazenda de carne – o nome do cão é Hope.

Foto: Abbie Hubbard

“Hope estava conosco há quase oito meses. Minnow mostrou a Hope como viver em uma casa e amar a vida. É um presente incrível estar cercada por tanta bondade”, aponta Hubbard.

Recentemente, a família ganhou outro membro: um pintinho encantador. Um oficial do controle de animais foi chamado para resgatar o pintinho extremamente jovem – de provavelmente 2 semanas de vida – que tinha sido encontrado em frente a uma loja local.

Hubbard concordou em acolher a pequena ave, pelo menos até que ela cresça o suficiente para ser permanentemente adotada.

Foto: Abbie Hubbard

“Ela é incrivelmente doce, adormece nos meus braços e no meu peito. Uma ave muito social que tem desejado contato e conforto desde o início. Ela segue a mim e a Minnow pela casa”, relata.

Hubbard é extremamente grata aos ativistas da HSI que entraram na fazenda de carne e salvaram a vida de Minnow.

“Algumas almas muito generosas e corajosas resgataram Minnow de um destino terrível”, comenta.

Foto: Abbie Hubbard

Ela sente que a única maneira de honrar adequadamente o que foi feito por Minnow é se dedicando, juntamente com a cachorra, a ajudar outros animais vulneráveis – como Chickpea – para que eles tenham a mesma chance.

“Minnow tem tanto amor e alegria para o resto da vida. Acredito que ela foi motivada pela coragem e compaixão de seus salvadores. Ela e os que a salvaram me inspiram todos os dias a tentar ajudar mais animais. É um presente incrível estar cercada por tanta gentileza”, observa.

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Notícias

Pintinho especial ganha sapatos e aprende a andar

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Adam Tiernan

Um ovo de galinha, prestes a ser chocado, representa o potencial da vida em sua forma mais pura: o ser em desenvolvimento que está ali é totalmente inconsciente do mundo.

Muitas vezes, ele terá uma triste existência. Porém, este é um caso de bondade. Adam Tiernan e sua família vivem em Iowa (EUA), onde cuidam de galinhas.

Recentemente, eles foram surpreendidos. Um pintinho estava tendo dificuldades para sair do ovo e precisava de ajuda.

Depois, a família descobriu que a pequena fêmea precisava de mais ajuda ainda. Ela tinha nascido com os dedos curvados, o que significava que era incapaz de andar ou ficar de pé.

Segundo o The Dodo, ao invés de descartarem a recém-nascida por causa desse defeito, os Tiernans se empenharam em ajudá-la.

Depois de algumas pesquisas na internet, eles encontraram uma solução para corrigir os dedos deformados do pintinho. Eles colocaram fita adesiva nos pés da ave, com os dedos dos pés estendidos, com a esperança de que um período na posição correta iria auxiliá-la.

Foto: Adam Tiernan

Graças a esses “sapatos” personalizados, a pequena ficou finalmente em pé e andou (embora de maneira um pouco instável). Uma semana depois, a fita precisava ser removida.

“Colocamos a garota no balcão para ver se ela poderia manter os dedos dos pés retos e a pequena decolou a toda velocidade, quase correu para fora”, disse Adam Tiernan, acrescentando que a ave “desde então tem sido chamada de Nitro”.

A pequena ganhou uma nova vida e é capaz de explorar o exterior, onde irá em breve se juntar ao resto das galinhas e galos acolhidos pela família.

Para Adam, a decisão de ajudar a recém-nascida, que outros poderiam ter descartado, estava clara: “Certamente não queríamos que ela morresse. Se tudo o que tínhamos que fazer era gastar algum tempo, fazer algumas pesquisas e usar fita adesiva para ajudá-la em seu caminho, então por que não?”

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Notícias

Veja a bela amizade entre um lóris lento e um pintinho resgatado

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/WFFT
Reprodução/WFFT

Este é um dos vídeos mais adoráveis da internet. O lóris lento Little Chin e o pintinho Charlie são os mais novos residentes do centro de resgate Wildlife Friends Foundation Tailândia (WFFT).

A WFFT é uma organização dedicada à reabilitação de animais selvagens que foram vítimas do comércio ilegal e agora está dando a estes dois melhores amigos uma segunda chance na vida.

Enquanto todos nós possamos considerar que Chin é perigosamente “fofo” – isso contribui com a triste realidade desses animais. Os lóris lentos são tão bonitos que estão cada vez mais em perigo.

Devido a sua “fofura” inata, a população da espécie é ameaçada por caçadores que os capturam para vendê-los como animais domésticos vistos como exóticos. Assim como ocorre com muitas outras facetas do comércio de animais selvagens, os lóris lentos presos neste sistema são submetidos a um tratamento desumano e à tortura.

Estes animais pertencem à natureza, não em uma residência de uma família e estar em cativeiro lhes provoca uma grande dose de estresse. Você pode ter visto um vídeo de um lóris que ergue suas mãos quando lhe provocam “cócegas” e, ainda que isso pareça engraçado ou bonito, esta é realmente a resposta de estresse dos animais.

Por isso, é melhor deixarmos profissionais como a Wildlife Friends Foundation Tailândia cuidar dos lóris. Esperançosamente, em tempo suficiente, Chin será capaz de retornar à natureza, informou o One Green Planet.

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Campanha denuncia a crueldade por trás da fabricação de maionese

Alface, tomate e alguns pintinhos ao redor. Isso parece formar um bom sanduíche? Se não, pode ser que você queira tirar a maionese, porque a ONG Farm Forward está mostrando a dura realidade que está exatamente por trás da Hellmann’s e da Best Foods. Um novo vídeo produzido pela Farm Forward mostra que para fazer um sanduíche com maionese, os filhotes são moídos vivos. Prática comun na indústria, os ovos são encubados e, assim que os filhotes machos nascem, eles são rapidamente descartados justamente por não terem nenhum uso.

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Campanha denuncia a crueldade por trás da fabricação de maionese

Por Marcela Sini do Prado (da Redação)

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Alface, tomate e alguns pintinhos ao redor. Isso parece formar um bom sanduíche? Se não, pode ser que você queira tirar a maionese, porque a ONG Farm Forward está mostrando a dura realidade que está exatamente por trás da Hellmann’s e da Best Foods. Um novo vídeo produzido pela Farm Forward mostra que para fazer um sanduíche com maionese, os filhotes são moídos vivos.

“Infelizmente, essa é uma prática comum usada por toda a indústria de ovos nos EUA,” explicou Ben Goldsmith, diretor executivo da Farm Forward. Os ovos são encubados e, assim que os filhotes machos nascem, eles são rapidamente descartados justamente por não terem nenhum uso.

Desde que a maionese passou a ter ovos em sua receita, a prática de matar aves com um dia de vida foi adotada por ambas as marcas. Mais de um milhão de pintinhos são mortos todo ano.

A solução é optar por maioneses veganas, sem ovos e livres de crueldade.

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Pintinhos coloridos são vendidos em Ilhéus (BA)

pintinhoA novidade no comércio informal de Ilhéus é a venda de pintinhos coloridos. A comercialização dos pequenos animais já foi flagrada na Avenida Lotus, no bairro Nelson Costa.

Os grupos que lutam pelos direitos animais abominam a prática. Os pintinhos, machos, são adquiridos em granjas. Eles foram rejeitados por não servirem para a produção de ovos.

Os pintinhos costumam ser coloridos através do uso de tintas tóxicas, que provocam, em muitos casos, cegueira e obstrução das vias respiratórias dos animais. Por conta disso, muitos morrem em poucos dias.

Em Ilhéus, a vendas dos pintinhos coloridos acontece no meio da rua, com vários animais expostos em uma caixa de papelão. No Brasil, maus-tratos aos animais é considerado crime ambiental.

Comercialização de pintinhos coloridos no Nelson Costa. (Foto: André Moura/O Tabuleiro)
Comercialização de pintinhos coloridos no Nelson Costa. (Foto: André Moura/O Tabuleiro)

Fonte: O Tabuleiro

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Notícias

Pintinho com quatro patas intriga moradores em Itapetininga (SP)

Ave nasceu há aproximadamente 15 dias em uma fazenda de Itapetininga (Foto: Caio Silveira / G1)
Ave nasceu há aproximadamente 15 dias em uma fazenda de Itapetininga
(Foto: Caio Silveira / G1)

O nascimento de um pintinho causou curiosidade entre os moradores de um bairro da zona rural de Itapetininga (SP), a 170 km da capital paulista. O animal nasceu há cerca de 15 dias com quatro patas, duas em perfeito estado e outras duas que ficam no fim das costas.

O animal do sexo masculino ainda não possui nome, mas já virou o xodó da criadora dele, a caseira Maria das Dores Souza. Ela conta que desde criança vive em fazendas e no meio dos animais, mas nunca imaginou que veria algo assim. “Há mais de 50 anos eu crio e cuido de animais. Já vi tantos filhotinhos nasceram, crescerem e depois morrerem que já perdi a conta. Quando vi o pintinho de quatro patas eu não pude acreditar. Fiquei assustada”, afirma.

Souza diz que o bichinho nasceu em uma ninhada com seis filhotes. Ela ganhou os ovos de uma vizinha e uma de suas galinhas os chocou. “Todos nasceram em perfeito estado. Todos são saudáveis, inclusive o pintinho de quatro patas. Nada nele foi prejudicado. Ele deve virar um galo como qualquer outro”, acredita.

De início, a reação das pessoas que ouviram a notícia foi de desconfiança. Inclusive da própria família. Logo depois que Souza viu o pintinho de quatro patas, ela chamou o marido para ver o animal. “Ele não acreditou. Quando eu vi o pintinho e contei, ele disse que havia enlouquecido. Só mesmo vendo é que ele foi acreditar”, conta Souza.

A filha, que mora em outra cidade, também duvidou da história. “Contei por telefone, mas ela só acreditou quando meu neto enviou uma foto para ela pela internet”, explica.

Mas a reação das pessoas não foi somente de curiosidade e desconfiança. Alguns vizinhos da tutora do animal sugeriram sacrificá-lo ou cortar as patinhas extras. “Eles disseram que o pintinho nasceu assim por causa de uma macumba ou porque estão desejando mal para minha família. Mas eu não acredito, se Deus fez ele assim, ele vai viver assim até quando Deus quiser. Gosto muito dele, já virou o xodó da casa”, brinca.

Opinião científica

Segundo o médico veterinário Benedito Marques, coordenador do Controle de Zoonoses de Itapetininga, somente após uma pesquisa científica profunda é possível saber a causa da mutação. “Geralmente as más formações, ou mutações, acontecem durante a vida ultrauterina, isto é, quando, no caso de animais, o feto está no útero, e quando, no caso de aves, no ovo”, explica.

Segundo Marques, as possíveis causas para a má formação no ovo, podem ser biológicas, químicas (no caso da mãe ser exposta a produto químico), ou climático-meteorológicas (caso haja uma grande alteração de temperatura no ambiente onde o ovo é chocado). “Para isso acontecer, diversos fatores podem ser causadores. Até mesmo o stress da mãe do pintinho pode causar a mutação no animal”, explica.

Fonte: G1

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Bichos

Meu pintinho amarelinho

Foto: Divulgação / Wikipedia
Foto: Divulgação / Wikipedia

“Gallus gallus domesticus” é o nome científico da espécie de ave que possui asas curtas e largas e bicos pequenos. Apesar de possuir penas, não voa. A fêmea é a galinha e é o animal mais abundante no mundo e segundo a Organização de Alimentos e Agricultura das Nações Unidas, em 2011 existiam cerca de 20 bilhões de exemplares espalhados pelo planeta (*).

O macho é o galo. Os galos jovens são chamados de frangos ou galetos (a passagem para a idade adulta se dá na 26ª semana de vida) e os filhotes, machos ou fêmeas, são os pintos (são filhotes até 21 dias). O macho é o líder, acordando os outros membros do galinheiro com seu canto ruidoso na madrugada e decidindo o horário de recolhimento à noite para todos, para o sono. Quando ele se recolhe todos vão atrás. Além disso, ele avisa sobre a aproximação de tempestades e não é monogâmico, podendo copular com diversas fêmeas. No galinheiro deve haver somente um galo, pois se houver mais de um irão brigar por causa das fêmeas. Só há briga pelo território na falta de galinhas. Os galos cantam ao nascer do sol e batem as asas para demarcar o território, mas também podem cantar em outros horários, com a mesma finalidade. Pelo fato de não voarem, tornaram-se bastante territorialistas.

Os galos apresentam dimorfismos sexuais (características físicas diferentes) em relação às galinhas: são um pouco maiores; cantam mais e o canto atrai as fêmeas; são dotados de uma crista grande e mais comprida que é um apêndice carnoso avermelhado no alto da cabeça – a crista ajuda a dissipar calor do corpo desses animais; só eles apresentam esporões acima dos pés, que são espécies de unhas pontiagudas viradas para trás que usam como instrumentos para se defenderem e atacarem nas brigas com outros machos; as penas no pescoço, asas e costas são mais brilhantes; as penas do rabo são mais compridas; os pés dos galos são mais possantes e eles os exibem batendo-os no chão; possuem plumagem bem mais colorida; apresentam “barbela” que é uma espécie de prolongamento de pele vermelha, pendente nos dois lados da mandíbula, abaixo do bico.

Mas foram as galinhas que, primeiramente, apareceram representadas em cerâmicas coríntias do século VII a.C. (coríntio é um estilo de arte grega). Porém, sua introdução como aves domésticas, teria acontecido na Ásia. Acredita-se que os galináceos domésticos sejam uma variação híbrida gerada com o cruzamento entre os cinzentos da selva e vermelhos da selva, que são ainda encontrados vivendo em matas, bosques e cerrados da Índia.

Essa espécie selvagem da qual descendem, é o galo banquiva asiático, que vive no sul da Ásia, nas florestas da Índia e na Indochina. Na Índia, há lendas tradicionais nas quais a galinha simboliza o amor.

Registros antigos apontam a presença de aves selvagens na China desde 1400 a.C.. Os primeiros galos foram domesticados na Índia, cerca de 3200 a.C.. Na América, possivelmente tenham chegado a partir da Ásia, pelas costas do Equador e do Peru. Curiosamente, o início da domesticação de galináceos indianos, na Ásia, África e Europa não foi motivado pelo consumo de sua carne nem dos ovos e sim para produzir espécimes para sacrifícios religiosos e obtenção de galos para as abomináveis brigas. Posteriormente foram apreciados como aves ornamentais graças ao rico colorido de sua plumagem e no século XX, desafortunadamente, as galinhas tornaram-se fonte de alimento.

No Egito foram domesticadas por volta de 1500 a.C. (18ª Dinastia) e eram conhecidas como os “pássaros que dão à luz todos os dias”.

Na Grécia essas aves foram introduzidas no século V a.C. (nesse período destaca-se o governo de Péricles), mas foram os romanos que desenvolveram a primeira raça de galinhas – atualmente há mais de 100 raças. A espécie chegou à Europa e daí espalhou-se para o restante do mundo – os europeus levaram os galos banquivas para a Austrália, Nova Zelândia e África do Sul. Em estado selvagem vivem em florestas densas e em plantações de bambu.

Galináceos são onívoros e comem grãos, frutos, folhas, pétalas, brotos de plantas cultivadas como o arroz, o milho e o feijão, sementes, animais invertebrados, etc.. Podem viver até 15 anos. Os galos cantam, as galinhas cacarejam, só cantando quando põem ovos e os pintos piam. Pintos bicam tudo por instinto, por não saberem bem o que é e o que não é comida. O processo de postura dos ovos acontece durante todo o ano, mas nem todos serão chocados. Cabe exclusivamente às fêmeas a tarefa de chocar. Nessa fase a galinha está choca, ou no choco. Durante a incubação ela cobre os ovos com o corpo para aquecê-los a fim de que os embriões se desenvolvam e nasçam os pintos. Uma galinha pode percorrer uma longa distância para, cuidadosamente, escolher um local adequado e seguro para fazer o ninho. O tempo médio para a eclosão dos ovos e nascimento dos pintos é de 21 dias. Galinhas quando chocam podem até incluir ovos de outras espécies sob seu regaço. E também aceitam filhotes de outros animais para cuidar.

Foto: ninha.bio
Foto: ninha.bio

As galinhas são animais sociáveis e gostam de ficar umas com as outras buscando comida, limpando-se com banhos de terra para livrarem-se de parasitas, tomando sol e explorando o solo, o que é muito importante para elas, podendo até passar 90% de seu tempo nessa atividade. Quando estão em ambiente natural, galináceos exibem também atividade noturna.

Na criação doméstica as galinhas são de diversas cores e raças e são aves decorativas e de estimação. São muito afetuosas, atendem pelo nome e reconhecem o tutor. Para a criação de galinhas é preciso: um terreiro, onde elas vão ciscar ou debicar, uma área coberta onde ficarão os comedouros, bebedouros, poleiros e um espaço separado para a postura de ovos.

Os maiores predadores de aves domésticas são lobos guarás, jaguatiricas, aves de rapina, quatis, mãos peladas, furões, cobras, gambás, cachorros do mato, raposas, gatos do mato, etc., mas os mais cruéis são os seres humanos.

Até há algum tempo atrás, galinhas eram consideradas parvas e estúpidas, sendo porisso somente vistas como fonte de alimento. Mas essa concepção vem mudando com as pesquisas científicas que estão acontecendo pelo mundo. Christine Nicol, pesquisadora há 20 anos da Universidade de Bristol, Reino Unido, professora de bem estar e proteção animal, autora do artigo científico “The Intelligent Hen” de 2013, afirma que galinhas ganham de bebês humanos de até 4 anos em raciocínio lógico em situações específicas, noções de matemática e autocontrole.

Segundo a cientista, galinhas são animais inteligentes, capazes de decifrar labirintos e de fazer planos para o futuro utilizando suas habilidades sensoriais. Entendem conceitos intelectuais sofisticados, aprendem através da observação, e os seus conhecimentos evoluem de geração para geração. Galinhas exibem flexibilidade comportamental. Por exemplo, às galinhas foram dados alimentos saborosos e outros ruins em tigelas de cores diferentes. Em seguida, os pesquisadores ofereceram comida para os pintos, mas as cores para os bons e maus alimentos foram trocadas. As galinhas advertiram seus filhotes a não comerem o que elas pensavam ser a comida ruim. O estudo relata ainda experiências sugerindo que as galinhas podem ter uma forma de autoconsciência (uma compreensão de que é um indivíduo separado de outros indivíduos), têm percepção de tempo e são capazes de executar tarefas em troca de gratificações.

Galinhas se preocupam com o futuro. Esses mesmos cientistas ensinaram galinhas a bicar 2 botões para obter 2 recompensas distintas. Com o botão 1 elas esperavam pouco (2 segundos) para obter pouca recompensa (3 segundos de acesso à comida). Com o 2, elas esperavam muito (6 segundos) para obter muito (22 segundos). A pesquisadora Christine Nicol resume a conclusão: “93% das galinhas foram capazes de exercer autocontrole pensando no futuro, aguardando a recompensa maior”.

Segundo a entidade de defesa de animais “Animal”, Lisboa, Portugal, no “Projeto Animais Excepcionais”, galinhas compreendem relações de causa/efeito e têm a noção de que os objetos continuam a existir, mesmo que estejam longe da sua vista. Galinhas são capazes de distinguir indivíduos humanos e são capazes de aprender com os membros da sua espécie. Cada galinha tem um temperamento diferente da outra – tal como cães, gatos ou humanos, cada galinha é um indivíduo diferente. Como todos os animais, galinhas amam suas famílias e dão valor às suas próprias vidas. As galinhas vivem em pequenos grupos hierárquicos onde a comunicação é essencial. Formam complexas hierarquias sociais, onde cada uma sabe o seu lugar, lembrando-se dos rostos e posições sociais de mais de 100 outras aves. Possuem mais de 30 vocalizações que usam para criar e transmitir mensagens, mas também se comunicam visualmente através da linguagem corporal.

Um novo estudo, liderado pelo Dr. Joseph C. Corbo, da Faculdade de Medicina da Universidade de Washington, Estados Unidos, publicado na edição de fevereiro de 2013 da revista científica “Plos One”, afirma que galinhas são superiores aos seres humanos em termos de visão de variações de cores. A visão superior de cores das galinhas, se deve à organização de receptores de cor na retina, que ultrapassa largamente o observado na maioria das retinas de outros animais e, certamente, na maioria das retinas dos mamíferos. De acordo com o cientista, as galinhas provavelmente devem esta visão de cores excepcionais a não ter passado um período da sua história evolutiva no escuro.

Muitos estudos estão revendo a literatura científica produzida até aqui a respeito da inteligência dos animais explorados para consumo. Lori Marino, professora de Psicologia na Universidade de Emory, Georgia, Estados Unidos, cientista líder do projeto “The Someone Project” do “Farm Sanctuary”, organização de proteção animal vegana, diz que seres humanos preferem não reconhecer a inteligência de galinhas, assim como de outros animais como vacas e porcos, para poder comê-los sem remorsos. Segundo Bruce Friedrich do “Farm Sanctuary”, “quando você pergunta às pessoas por que elas comem galinhas mas não gatos, a única coisa que elas expressam é que sentem cães e gatos mais sofisticados cognitivamente que as espécies que elas comem – e nós sabemos que isso não é verdade”. “O que isso resume é que as pessoas não conhecem os animais que consomem da maneira que conhecem os cães ou gatos”, disse Friedrich.

Foto: Divulgação
Jo-Anne e Friedrich – Foto: Daily Mail

Esse projeto pretende destacar pesquisas retratando galinhas, porcos e outros animais criados para o consumo como mais inteligentes e emocionalmente complexos do que geralmente se acredita. “Este projeto não é uma forma bruta de transformar pessoas em veganas do dia para a noite, mas sim de dar a elas uma nova perspectiva, e talvez fazê-las se sentirem um pouco desconfortáveis em comer carne”, diz Lori Marino.

Outro estudo recente realizado por pesquisadores de Universidades da Austrália e Grã Bretanha concluiu que muitas pessoas que comem carne experimentam um conflito moral ao se lembrarem da inteligência dos animais que estão consumindo. “Embora a maioria das pessoas não se importe em comer carne, elas não gostam de pensar que os animais que estão comendo têm mentes inteligentes”, escreveram os pesquisadores no “Personality and Social Psychology Bulletin”, revista científica internacional.

Mais um estudo recente sugere que a inteligência percebida em um animal é o principal fator para desestimular o consumo de sua carne. Esse estudo publicado na “Science Direct”, revista científica, chama-se “Too Close to Home. Factors Predicting Meat Avoidance”, foi escrito por psicólogos da Universidade de Columbia Britânica, Canadá, e trata sobre os fatores que levam as pessoas a evitar o consumo de carne. Segundo o estudo, as pessoas tendem a atribuir níveis mais baixos de funcionamento mental aos animais que estão prestes a comer.
Os variados estudos levam à mesma conclusão: quanto mais inteligente é um animal, mais eticamente desagradável é comer sua carne.

E como a vil indústria alimentícia trata as galinhas? Pior impossível – a vida das galinhas é miserável e violentamente interrompida depois de uma curta existência de exploração e os pintos machos são cruelmente mortos após o nascimento. Segundo o “Centro Vegetariano”, Portugal: “Nunca sequer conhecerão seus pais, muito menos terão a sorte de serem criadas por eles. Nunca poderão tomar banhos de terra, sentir o sol no seu corpo, respirar ar fresco, empoleirar-se em árvores, ou construir os seus ninhos.

As galinhas criadas para consumo, chamadas “churrasco” pela indústria aviária, passam toda a sua vida em granjas com centenas de milhares de outras aves, onde o pouco espaço disponível e o confinamento levam a surtos de doença. São criadas e drogadas para crescerem tão rápido, que suas pernas e os seus orgãos não são capazes de acompanhar esse crescimento, o que muitas vezes lhes provoca ataques cardíacos, insuficiência de orgãos e deformidades em suas pernas. Devido ao seu excesso de peso, muitas ficam tão aleijadas que morrem por nem sequer conseguir chegar à água para beber. Quando chegam às 6 ou 7 semanas de idade, são enjauladas e metidas em caminhões para abate.

As aves exploradas pelos seus ovos, chamadas poedeiras, vivem juntas em jaulas de arame, onde nem sequer têm espaço para mexer as asas. As jaulas são colocadas umas sobre as outras, e os excrementos das galinhas que estão em cima caem constantemente sobre as que estão em baixo. A estas galinhas cortam parte dos seus bicos extremamente sensíveis, para que não se debiquem umas às outras, o que acontece devido à frustração de viverem aprisionadas. Quando os seus corpos estão exaustos e a sua produção de ovos diminui, são enviadas para abate, geralmente para se tornarem caldo de galinha, ou comida para cão e gato, porque a sua carne está demasiado maltratada para se poder usar para outros fins.

Os pintos machos, das galinhas que são usadas para procriação, por não poderem dar ovos e por não terem carne tenra como a das fêmeas, são mortos. Todos os anos, mais de 100 milhões de pintos são moídos vivos ou atirados em sacos para morrerem sufocados.

As galinhas são enfiadas em pequenas gaiolas e metidas em caminhões para abate. Centenas de milhões destas sofrem por asas e pernas partidas devido à brutalidade com que são manuseadas, e milhões delas morrem de estresse na viagem.
No matadouro, as suas pernas são metidas numa espécie de algemas (as aves ficam presas de pernas para o ar), as suas gargantas são cortadas, e são depois colocadas em água fervente para que larguem as penas. A maior parte das galinhas ainda está consciente quando lhes cortam a garganta e o corpo, e muitas são escaldadas ainda vivas depois de terem passado pelo corte de garganta”.

Sem contar que as luzes ficam acesas até 18 horas por dia – assim as galinhas não dormem e comem mais (isso acontece principalmente com as que produzem ovos).

Na ração das aves são adicionados antibióticos, que deixam traços na carne, sendo cumulativos no organismo do humano que as come. São necessárias altas doses de antibióticos devido ao absurdo confinamento, muitas aves por m2. Nos EUA 70% de toda a produção de antibióticos são misturados às rações de animais. Isso cria superbactérias resistentes a antibióticos.
Segundo um estudo de 2006, feito pela Universidade de Harvard em 135 mil pessoas, as que comiam frequentemente carne de galinha, mesmo grelhada e sem pele, tinham 52% mais probabilidades de desenvolver câncer de bexiga, comparadas com as pessoas que não a comiam. Os comedores de carne morrem mais de câncer de intestino, boca, faringe, estômago, seio e próstata.

Os frangos de granja envelhecem rapidamente e, por essa razão, são abatidos antes de completarem 45 dias de vida. Se o abate ocorrer depois dos 45 dias de vida, eles contraem muitas doenças, por exemplo, leucemia. Quem consome frango de granja está comendo uma carne contaminada por pus e células cancerosas. Esta é a razão do surgimento dos cistos e tumores nos seios, no útero e nos ovários femininos, como também, na próstata masculina, além do envelhecimento precoce.
E as galinhas são tão sensíveis, amorosas e delicadas, que mães galinhas cacarejam para seus filhos ainda dentro dos ovos e eles piam em resposta à sua mãe…

“O primeiro passo para respeitar os animais é deixar de comê-los” – Miguel Moutinho (presidente da “Sociedade Ética de Defesa dos Animais – Animal” de Portugal)

Referências:

(*) http://opiniaoenoticia.com.br/economia/numero-de-galinhas-e-tres-vezes-maior-do-que-o-de-humanos/

http://goveg.com/factoryFarming_chickens.asp

http://www.centrovegetariano.org/Article-474-A%2Bvida%2Bdas%2Bgalinhas.html

PPS de Rildo Silveira (graduado em Educação Física e pós graduado em Fisiologia e Nutrição Esportiva. Autor de mais de 250 PPSs sobre proteção animal, ambiental e veganismo – ativista pelas causas animal e vegana):  “Rinha de Galos”:

Texto meramente informativo

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Reprodução permitida, desde que, com todos os créditos da autora e de seu trabalho.
Martha Follain: Formação em Direito, Neurolinguística, Hipnose e Regressão. Terapia Floral de Bach, Aromaterapia, Terapia Floral de Minas, Fitoterapia Brasileira, Cromoterapia, Cristaloterapia, Terapia Ortomolecular, Bioeletrografia, Terapia de Integração Craniossacral – para animais humanos e animais não humanos. Consultora da “Phytoterápica”. Atendimentos e cursos – CRTH 0243

www.floraisecia.com.br

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Vanguarda Abolicionista

Páscoa: chocolate sempre ao leite e coelhos fofos e dentuços

Então agora foi dado o start para as pessoas se agitarem na freqüência ‘Páscoa’. A maioria aí sequer explicaria sem gaguejar o que diabos está comemorando, ou recordando, ou celebrando, mas entra na fila assim mesmo. O brilho do papel laminado dos ovos de Páscoa, as sorridentes demonstradoras nos supermercados, os indígenas no Centro vendendo cestas – made in China – e coelhos dentuços desenhados por toda a parte. Traduzindo para o especismo, aperta-se o pedal do acelerador na indústria leiteira, já que a humanidade precisa cumprir seu dever cívico de comer chocolate ‘ao leite’. Apenas chocolate não seria tão divertido, mesmo que o gosto de um chocolate totalmente vegetal não seja diferente. Mas a prova de afeto familiar passa pelo kit ovo-papel-laminado-cesta-coelho-chocolate… ao leite. Longe das vistas de todos, a ‘produção’ leiteira tem portas abertas apenas para a visitação eventual de algum representante da Imprensa submissa, que só vê ali um negócio indo bem ou indo mal, mas jamais exploração animal, que loucura pensar isso!

Isso quando nenhum gênio resolve distribuir coelhos às crianças. Às vezes cai um raio na cabeça de diretor de escola, professora, empresário etc., e dá-lhe coelhos fofos e dentuços sendo encomendados. O que me faz lembrar de uma passagem da infância.

Um ‘vale-coelho’. Eu tinha seis ou sete anos, e morava em Curitiba. Era Páscoa, e algum shopping da cidade – na época dizia-se ‘centro comercial’ – resolveu ENCOELHAR as crianças. Havia um cercado com dezenas deles, então trocava-se por um ticket, não lembro se do estacionamento ou o quê, e um funcionário pegava algum pelas orelhas e entregava à criança. Lembro até hoje do tiozinho pegando um e me entregando – depois, eu leria que ‘não se deve pegar um coelho pelas orelhas’, e essa observação ficou reverberando na minha cabeça infantil. O coelho, todo branco, mexia o nariz rapidamente e fazia cocô pela casa toda. Logo, meus pais deram o coelho para um vigilante do banco onde meu pai trabalhava, que tinha sítio e “o Quik-quik poderia viver melhor”. Não tenho certeza se o nome do coelho era Quik-quik. Antes que eu pudesse pedir para visitá-lo, foi atacado por abelhas e morto a ferroadas. Essa foi a história que eu ouvi, da qual só fui duvidar anos mais tarde.

O fato é que era moda dar coelhos, pintinhos e peixinhos como se dão, hoje, ecobags, fôlderes e adesivos.

Dois ou três anos depois, eu estava em um jantar ‘de Páscoa’, e como decoração havia um coelho no meio do salão, em cima de uma mesa, dentro de uma gaiola que não permitia movimentos. Ninguém achava aquilo estranho, afinal quem promoveu o jantar pensara até nisso, claro. Aí umas crianças da minha idade, ou menos – mentalmente, entediadas de correr pelo salão, pegaram talhares e… começaram a espetar o coelho, que sequer podia se mexer. Minha mãe, futura protetora, viu a cena e foi lá tirar as crianças, e depois foi xingar algum adulto. Eu ia fazendo anotações mentais disso tudo, e ao chegar na vida adulta pude me libertar de datas, obrigações, jantares de trabalho, compras de última hora, papel laminado e… coelhos fofos e dentuços.

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Notícias

Pintinho de três patas atrai a atenção de moradores em cidade mineira

Um pintinho que nasceu com três patas tem atraído a atenção dos moradores da cidade mineira de Areado, cerca de 400 km de São Paulo. Foto: Nilson Júnior Moreira/Folha Areadense

Um pintinho que nasceu com três patas tem atraído a atenção dos moradores da cidade mineira de Areado, cerca de 400 km de São Paulo. O animal nasceu nesta segunda (22) e, desde então, tem provocado uma verdadeira romaria à casa de Brasilina Tiago Mendes, tutora do animal. “Todo mundo quer ver, as crianças principalmente”, conta a aposentada, que tem 67 anos.

Batizada de Naomi, em “homenagem” à robô da novela das 7 da TV Globo (“Morde & Assopra”), interpretada pela atriz Flávia Alessandra, a ave tem a terceira pata pendurada na região da cauda. Apesar da diferença, Naomi não tem tido dificuldades para locomoção nem qualquer outra atividade, assim como seus outros nove irmãos. “Quando ela anda, a pata de trás fica balançando”, relata Brasilina.

Pelo visto, o problema de Naomi não é pata sobressalente, e sim sua “fama” em Areado. Segundo a tutora, o animal anda “estressado” com o assédio de tantos curiosos. Por isso, por enquanto, ele fica dentro de um viveiro, onde também fica protegido de predadores, como gatos.

Ainda de acordo com Brasilina, não por muito tempo. “Assim que crescer vai andar solto pelo quintal”, diz. Sobre o futuro da ave, não está nos planos da família mandá-la algum dia para a panela. “Isso não vai acontecer de jeito nenhum”, enfatizou a aposentada

Para Ricardo Albuquerque, 55, professor de veterinária da USP de Pirassununga (cidade a 211 km de São Paulo), a terceira pata de Naomi é um caso de “má formação genética”. Ele considera que o pintinho teve sorte de nascer na roça, pois se tivesse nascido numa granja, já teria sido “descartado” por conta do “defeito”.

Fonte: UOL

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