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Dezessete golfinhos morreram após ‘pesca acidental’ em Mira, Portugal

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Divulgação

Dezassete golfinhos terão sido pescados acidentalmente por duas companhas de pesca tradicional e o número de vítimas mortais só não foi maior porque os pescadores cortaram as redes e soltaram os animais logo que se aperceberam do que estava a acontecer, segundo relato deles.

Não é a primeira vez que golfinhos são pescados acidentalmente durante as idas ao mar dos barcos da arte xávega, mas este tipo de incidentes diminuiu bastante nestes últimos anos, a partir do momento em que as redes passaram a dispor de sensores que disparam um sinal sonoro de baixa intensidade que afasta os golfinhos.

“Já houve confirmação de que os sensores estavam a funcionar, mas os golfinhos deram sinais de desorientação, tendo-se enredado nas redes”, explica Raul Almeida, lamentando a morte dos animais e a perda das receitas dos pescadores de arte xávega, que deitaram ao mar as pescas do dia e ficaram com as redes inutilizadas.

Os cadáveres dos 17 golfinhos foram recolhidos na Lota da Praia de Mira, pelas 18:00, por técnicos do Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Público PT

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Três homens são detidos com peixes e redes de pesca no Paraná

(Foto: Guia Medianeira)
(Foto: Guia Medianeira)

Durante patrulhamento rotineiro no município de São Miguel do Iguaçu (PR), equipes da Polícia Militar Ambiental abordaram um veículo no qual foram encontradas redes (material proibido) além de diversos peixes que haviam sido pescados em um rio afluente do lago de Itaipu.

Três homens foram detidos e encaminhados à Delegacia da Policia Federal em Foz do Iguaçu onde foram autuados. Eles sofrerão sanções administrativas e multas pela infração ambiental. O Comando da 5ª Companhia de Policia Militar Ambiental informou que as equipes estão reforçando as ações de patrulhamento terrestre e aquático nos rios, lagos e estradas de toda região Oeste e Sudoeste. Denúncias de crime ambiental podem ser feitas por meio dos telefones: (45) 3575-8267 e (45) 3529-9045.

(Foto: Guia Medianeira)
(Foto: Guia Medianeira)

Fonte: Guia Medianeira 

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Vítimas de caçadores, 13 tartarugas-da-Amazônia são apreendidas no PA

Foto:Divulgação/Ibama
Foto:Divulgação/Ibama

Treze tartarugas-da-Amazônia (Podocnemis Expansa) e um tracajá (Podocnemis Unifilis) caçados no Rio Tapajós foram apreendidos por fiscais ambientais em Aveiro, no Pará.

Eles foram ilegalmente “pescados” com o método conhecido por “espinhel”, que consiste em vários fios com anzóis ligados a um fio mais longo sustentado na água por flutuadores. Como isca, foram usadas frutas normalmente consumidas pelos animais. Os exemplares apreendidos nesta terça-feira (28) pesam entre1,5 kg e 3 kg.

Foto: Divulgação/Ibama
Foto: Divulgação/Ibama

Três das tartarugas-da-Amazônia estavam mortas. Este animais, também conhecidos como tartarugas-gigantes-da-Amazônia, podem chegar a medir 90 cm de comprimento e pesam facilmente 50 kg. Os espinhéis haviam sido instalados no entorno do Tabuleiro de Monte Cristo, onde ocorre a maior produção de filhotes dessa espécie, segundo o Ibama.

As tartarugas-da-Amazônia são consideradas uma iguaria na região. O consumo de sua carne não é ilegal desde que tenha origem em criadouros autorizados. A caça, no entanto, é proibida. Ainda de acordo com o instituto ambiental, os espécimes vivos capturados costumam ser vendidos por valores entre R$ 30 e R$ 50, e os mortos são consumidos pelos próprios caçadores.

Fonte:Globo Amazônia

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