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Cachorro tem as patas traseiras cortadas por tutoras

Foto: WGNO-TV
Foto: WGNO-TV

Três pessoas foram presas e acusadas de crime de crueldade animal após a polícia ter encontrado um cachorro que teve suas pernas traseiras amputadas em um ato de covardia e abuso, segundo autoridades.

A polícia descreveu a descoberta do cachorro de dois anos, chamado de Buddy, como um dos atos mais cruéis contra animais já presenciados pelos oficiais. O animal foi encontrado sem patas traseiras no meio de um parque de trailers, sob forte chuva em Slidell, Louisiana, nos Estados Unidos.

Uma mãe e sua filha de 17 anos foram presas e acusadas de crime de crueldade com animais, com agravantes de abuso e maus-tratos, respectivamente.

Um terceiro suspeito também foi acusado do crime. A delegacia responsável não divulgou publicamente suas identidades.

A mulher de 50 anos e sua filha disseram aos policiais que os membros (patas) de Buddy “caíram” após serem enfaixados com muita força depois do cachorro ter sido ferido em um tiroteio em fevereiro.

No entanto, um especialista em veterinária, que trabalha com as autoridades responsáveis, que foi designado para cuidar de Buddy durante sua recuperação concluiu que os ferimentos foram “infligidos maliciosamente”.

Foto: WGNO-TV
Foto: WGNO-TV

O xerife Randy Smith descreveu que sentiu-se “horrorizado” com o incidente em um comunicado feito logo após o anúncio das prisões.

“Como um tutor de cachorro, fiquei completamente chocado quando recebemos uma denúncia de crueldade tão absurda contra animais em nossa comunidade”, disse ele, de acordo com a WGNO-TV.

“Nossos investigadores agiram rapidamente e as partes responsáveis foram acusadas de acordo”.

Uma iniciativa local de arrecadação de fundos para cobrir os custos médicos do cão acumulou quase 18 mil dólares (cerca de 73 mil reais) em apenas sete dias após o início da campanha contando a contribuição de cerca de 600 pessoas.

A página de angariação de fundos dizia que Buddy “suportou o impensável”, acrescentando que seu osso estava saindo para fora da pele, que suas pernas haviam sido “intencionalmente” cortadas e que havia uma infecção no local.

O dinheiro que sobrou do total utilizado por Buddy seria destinado a pelo menos seis outros cães que precisaram de cirurgia, de acordo com a página de captação de recursos.

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Investigação secreta em granja revela galinhas paraplégicas com ossos e órgãos deformados

Um vídeo feito pela ONG World Animal Protection revelou as condições terríveis em que as aves viviam nas fazendas de criação em Hertfordshire e Shropshire na Inglaterra


 

Foto: World Animal Protection
Foto: World Animal Protection

Imagens fortes e comoventes mostram milhares de galinhas vivendo em condições insalubres, sob intenso sofrimento, em fazendas de criação de aves. A filmagem foi feita por uma ONG de proteção animal.

O vídeo foi filmado pela World Animal Protection em três fazendas da Inglaterra que tem contrato de fornecimento com uma popular rede de restaurantes inglesa: Nando’s.

As filmagens mostram galinhas incapazes de ficar de pé ou andar no chão imundo do local onde ficam presas, milhares de pássaros são vistos apertados em galpões superlotados e pilhas de aves mortas sendo descartadas com uma escavadeira.

Imagens fortes:


Muitas das aves parecem ter penas mal formadas e a World Animal Protection afirmou em seu vídeo que as galinhas de “crescimento rápido” lutavam para “lidar com o crescimento tão grande numa velocidade tão acelerada”.

A ONG revelou que as fazendas em questão, em Hertfordshire e Shropshire, na Inglaterra, são fornecedores da famosa cadeia de restaurantes Nando´s.

Os investigadores da ONG também disseram que os pássaros vistos com as pernas abertas e sem forças debaixo do corpo, eram resultado de distúrbios ósseos e articulares chamados discondroplasia, que afetam o crescimento de ossos e cartilagens.

Foto: World Animal Protection
Foto: World Animal Protection

Também são mostrados no vídeo, galinhas sendo jogadas em baldes após serem mortas por estarem doentes ou não terem crescido rápido o suficiente.

Os funcionários da fazenda podem ser ouvidos em outro vídeo, dizendo que as fazendas são fornecedores da popular rede de restaurantes. Os trabalhadores se referem a milhares de pássaros que deixaram recentemente a fazenda: “eles provavelmente irão ao Nando’s”.

“Os restaurantes geralmente exigem esse tamanho de frango, maior que os normais, frangos de crescimento acelerado”.

A World Animal Protection também revelou que seus investigadores testemunharam trabalhadores balançando pássaros pelo pescoço para matá-los e disseram que muitos estavam sofrendo de vários problemas de saúde por causa de suas gaiolas apertadas e superlotadas.

Foto: World Animal Protection
Foto: World Animal Protection

A World Animal Protection criou uma petição pedindo que, já que não há qualquer intenção de libertar essas aves, que elas sejam mantidas em condições melhores que as atuais.

“A realidade dessas galinhas é que elas cresceram tão rapidamente que sofrerão problemas terríveis de saúde durante suas vidas curtas e miseráveis”, disse a ONG no texto da petição.

“As galinhas criadas em granjas vivem com pernas, corações e pulmões dolorosamente deformados, órgãos que lutam para acompanhar o crescimento artificial acelerado e rápido demais para seu seus corpos”.

“Isso geralmente significa que eles não poderão andar e morrerão prematuramente”.

“As galinhas também são mantidas em condições péssimas, em gaiolas apertadas e superlotadas, com pouco espaço para se mover, impedindo-as de se comportarem naturalmente”.

Foto: World Animal Protection
Foto: World Animal Protection

Um porta-voz da instituição disse ao Daily Mail: “Essa filmagem mostra as condições angustiantes que as galinhas de crescimento rápido enfrentam nas fazendas de criação”.

“As imagens são difíceis de assistir e os consumidores estão se tornando cada vez mais conscientes do sofrimento animal e mudando seus hábitos de consumo”.

“Pedimos para nos encontrar com os responsáveis pelo restaurante para discutir as filmagens, mas eles se recusaram. Por isso, agora sentimos que é importante que o público veja a verdade sobre o que essas aves sofrem”.

Foto: World Animal Protection
Foto: World Animal Protection

“Embora extremamente desconfortável de assistir, esperamos que esta investigação incentive as pessoas a assinar a petição #TheRealCheekyNandos, pedindo aos Nando´s restaurante que suspenda o contrato com essa fazenda”.

“Caso contrário, as galinhas continuarão sofrendo de problemas de saúde catastróficos e viverão suas vidas curtas com dores desnecessárias”.

A única maneira de evitar o sofrimento desses animais (vacas, galinhas, porcos, etc,) criados e explorados para consumo humano, que passam vidas miseráveis, de dor e solidão, submetidos a sofrimentos intensos é adotar uma alimentação vegana.

Animais são vidas, eles sentem, sofrem, criam vínculos e compreendem o mundo ao seu redor e não produtos para serem comercializados.

Foto: View Pictures/REX/Shutterstock
Foto: View Pictures/REX/Shutterstock

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Urso com três pernas completa 22 anos de vida na natureza

Foto: Vince Shute Wildlife Sanctuary
Foto: Vince Shute Wildlife Sanctuary

Um urso de três patas, que ficou famoso na região, retornou para outro verão no Santuário de Vida Selvagem de Vince Shute, em Minnesota nos Estados Unidos, provando que um urso com uma deficiência significativa pode viver bem até uma idade madura na natureza.

O urso, chamado de Schwinn, foi visto pela primeira vez ainda jovem no santuário em 1999 e tem sido um visitante regular do local desde então.

Acredita-se que ele tenha 22 anos de idade, ou seja, cerca de quatro anos mais velho do que o tempo médio de vida de um urso-negro selvagem em áreas sem pressão de caça significativa.

Mesmo como um urso jovem, Schwinn não tinha a maior parte da perna esquerda da frente, embora não esteja claro se isso foi causado por um acidente ou trata-se de uma deformidade congênita.

Este ano, a equipe do santuário e os visitantes avistaram pela primeira vez Schwinn em 9 de julho e ele tem retornado para se alimentar quase todas as noites desde então.

Para os ursos, a metade do final do verão é um período conhecido como hiperfagia, quando seu desejo por comida se torna quase insaciável que é quando eles tentam ganhar peso para a hibernação que está por vir.

Apesar de sua perna perdida e idade avançada, Schwinn ainda está prosperando. A única coisa que ele é incapaz de fazer é subir em árvores como os outros ursos.

Embora leve um pouco mais de energia e tempo para ele se movimentar pelo santuário, o urso ainda mantém o seu terreno e outros ursos sabem que devem sair do seu caminho.

Schwinn pode ser visto no santuário com seu temperamento descontraído, descansando na pilha de cedro ou se resfriando no riacho.

Schwinn é um urso incrível para ver e fotografar, mas ele é apenas um dos muitos ursos selvagens fascinantes que vivem ou passam pelo santuário.

A American Bear Association, uma ONG que opera o Santuário da Vida Selvagem Vince Shute, foi formada em 1995 e se dedica a promover uma melhor compreensão do urso negro através da educação e observação.

Milhares de pessoas visitam a plataforma de observação do Santuário da Vida Selvagem de Vince Shute todos os anos para observar e aprender sobre ursos negros.

Para mais informações, visite o site www.americanbear.org.

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Elefante é acorrentado por três meses por ser considerado “agressivo”

Foto: Mathrubhumi
Foto: Mathrubhumi

Um elefante tem sido torturado por três meses na Índia, mantido acorrentado em uma plantação, exposto ao sol e à chuva, mal conseguindo se mover, o animal chora o dia todo, segundo os vizinhos da propriedade onde o abuso acontece.

O elefante, conhecido pelos nomes Kochu Ganeshan e Bharathi Balanarayanan, foi acorrentado em uma plantação de coco em Mundakkara, na cidade de Balussery, na Índia desde abril, segundo relatos do jornal Mathrubhumi.

De acordo com o responsável pelo elefante, Dileep Kumar, ele estaria passando pelo período de “musth” (alta dos níveis de hormônios reprodutivos em elefantes do sexo masculino, que causa agressividade) e por isso teria sido acorrentado e torturado.

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Priya Davidar
Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Priya Davidar

Infelizmente na Índia é permitido manter elefantes em cativeiro porém, existem normas para esse tipo de procedimento. De acordo com o regulamento vigente, para se manter um elefante – no período de “musth” – cativo no país, ele deve ser colocado em acampamentos cobertos, protegido e ser alimentado ter acesso a água.

Lembrando que cativeiros, sejam eles em alojamentos cobertos, zoos ou qualquer tipo de privação da liberdade, causam sempre sofrimento a qualquer espécie, além de ser uma crueldade com animais selvagens, acostumados a viver livremente na natureza e em grupos ao invés de cerceados por interesses humanos.

A forma como Kochu Ganeshan vem sendo mantido viola todas as regras relativas aos cuidados com elefantes durante o período do “musth”. Segundo os especialistas nesta fase os níveis hormonais de testosterona se elevem tanto nos animais que cheguem a ficar 60 vezes mais altos que o normal. Para animais que vivem livres, o período é utilizado para reprodução e eles passam por essa fase de forma natural em seus habitats. Já os cativos se tornam agressivos e violentos por não poderem manifestar sua natureza ou seguir seus instintos.

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Nature Conservation Fundation
Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Nature Conservation Fundation

Estar afastado de seu grupo e de seu ambiente natural é uma agressão anti-natural e cruel para com os elefantes por si só.

Ainda segundo relatos do jornal Mathrubhumi foram identificadas feridas profundas na pele do elefante causadas pelas de correntes que prendem suas pernas.

Vítima da humanidade

O elefante de 25 anos foi acorrentado a um coqueiro. O animal havia sido trazido para a terra de Vadakkedathu Sankaran (fazendeiro) para ficar por 10 dias. Ao final desse tempo, quando ele pediu para que os responsáveis levassem o elefante embora, Dileep Kumar disse que o animal estava em “musth” e não poderia ser transportado por três meses.

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Nature Conservation Fundation
Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Nature Conservation Fundation

Quando um grupo de homens começou a acampar e se embebedar nas terras do fazendeiro alegando estar ali para cuidar do elefante, o proprietário demoliu o galpão construído no local.

O grupo entrou com uma queixa policial contra o proprietário da terra por destruir o galpão. Com isso, Sivasankaran teve que pedir ajuda da polícia para lidar com a situação.

Segundo relatos de moradores vizinhos da propriedade onde Kochu Ganeshan esta preso, o elefante chora sem parar, dia e noite, “num murmúrio de cortar coração”, devido às feridas profundas nas pernas e ao sofrimento de ficar amarrado o tempo todo.

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Nature Conservation Fundation
Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Nature Conservation Fundation

Sivasankaran e sua família disseram que apesar de terem feito uma queixa à polícia e ao DFO denunciando que o elefante está sendo torturado, nenhuma ação foi tomada.

Os responsáveis pelo elefante só levaram mahouts (cuidadores de elefante) até o local depois que ele apresentou uma queixa no tribunal de Koyilandi e uma comissão veio para inspecionar o animal e as condições em que ele tem sido mantido.

O tutor do elefante, Dileep Kumar, respondeu que o animal é tratado de acordo com as instruções do “Madangaleela” (livro indiano sobre elefantes que tem mais de 200 anos) e será deslocado do local quando o certificado de aptidão (fim do “musth”) for emitido.

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Camelos são amarrados e içados por guindastes em mercado de animais no Sudão

Foto: AFP/Getty Images
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Animais não são produtos para serem comercializados, são vidas, seres capazes de sentir, sofrer, criar laços e compreender o mundo ao seu redor. Mas o ser humano insiste em precificar, vender e comprar esses seres, condenando-os à vidas de escravidão e sofrimento por lucro e ambição desmedidas.

A indústria do comércio de camelos do Sudão é um exemplo flagrante dessas cruéis transações comerciais. O negócio permaneceu estável, apesar da recente agitação política do país, que viu Omar al-Bashir afastado após três décadas governando o país com mão de ferro, segundo informações do Daily Mail.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

Comerciantes de toda a nação africana visitam diariamente o mercado de camelos de El Molih, na cidade de Omdurman, a oeste da capital Cartum, para comprar e vender grupos inteiros do animal do deserto.

Alguns camelos são enviados para matadouros de carne, enquanto aqueles que são considerados “superiores” são exportadas para países do Golfo, como Bahrein, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, para participar de corridas que envolvem apostas de milhões de libras.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

Transportar o animal imenso é uma tarefa difícil, agora os comerciantes estão usando um guindaste móvel para levá-los até os caminhões.

As fotografias recentes mostram um dia normal no mercado de animais, onde camelos são içados por um guindaste móvel, com as patas dianteiras e traseiras fortemente amarradas para restringir seus movimentos.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

Os animais do deserto, notavelmente aterrorizados, são então transportados para a parte de trás de carrocerias de caminhões com destino ao Egito, Israel ou nações do Golfo.

O preço de cada camelo depende da finalidade da venda do animal.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

Um camelo vendido para a indústria de carne tem seu valor fixado em 60 mil a 90 mil libras sudanesas (cerca de 5 mil reais).

Mas os camelos destinados às corridas nos países do Golfo podem ser vendidos por até 1,5 milhão de libras sudanesas (em torno de 120 mil reais) cada.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

Após a deposição de al-Bashir em abril, muitos comerciantes de camelos nem perceberam a maior agitação política do país em décadas.

Ahmed Mohamed Ahmed, vendedor de camelos, disse: “Com ou sem Bashir, este país é o mesmo para nós”.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

“Tudo o que estamos interessados em saber é se o preço dos animais sobe ou desce”, acrescentou.

Ali Habiballah, 52, outro comerciante de camelos, disse: “Que protestos? Temos tudo o que precisamos no deserto – água, comida e animais, não temos exigências”.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

Seu filho acrescentou: “Não nos importamos com política. Eu nem vou a Cartum (capital do país)”.

O Sudão foi abalado pela primeira vez pela crise política desde 19 de dezembro, quando os protestos contra a triplicação dos preços do pão eclodiram contra o então governo de Bashir.

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Vaquinha resgatada consegue andar graças a cadeira de rodas feita especialmente para ela

Foto: WQAD
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Esta vaquinha está se divertindo e correndo por todo lado apesar de ter nascido com uma deformidade severa nas patas traseiras. Tudo graças a um conjunto de rodas adaptado especialmente ao seu corpo e um “pai” que não desistiu dela.

Jered Camp, de Maregno, Iowa (EUA), passa suas tardes fazendo tarefas domésticas, limpando e certificando-se de que sua filha Angel, de um ano de idade, coma seus vegetais (que ela tanto aprecia) adequadamente.

“Ela adora brócolis. O brócolis é com certeza sua comida favorita”, diz Jered.

Angel é uma mini-vaca que tem apenas um ano de idade e é fã absoluta de brócolis, a vaquinha é mimada o suficiente para comer na sala de estar da casa de Jered.

“Ela é uma zebu em miniatura que se assemelha a um tipo de boi asiático”, diz Jered. “As pessoas pensam neles com as grandes corcundas nas costas”.

Foto: WQAD
Foto: WQAD

E, assim como qualquer criança, com a ajuda do pai, Angel está “reinando” no lugar, ou mais ou menos isso.
Angel nasceu com pernas traseiras deformadas. Seus tutores originais tentaram conseguir sua ajuda, mas depois que o veterinário lhes disse que não havia nada que pudessem fazer cirurgicamente, ele indicou que o melhor a fazer seria matar Angel.

Mas então Jered teve uma excelente ideia para seu bebê resgatado. Ele conseguiu para ela uma par de rodas customizadas.

“A cadeira de rodas que ela recebeu veio da Walkin’ Wheels. Eles normalmente usam as cadeiras de rodas para cães”, diz Jered.

Agora o segundo conjunto de pernas improvisadas dá a Angel uma segunda chance na vida. Com o pai por perto, Angel está pronta para conquistar todos os obstáculos pelo caminho que tentam atrapalhar, e ela não está fazendo isso sozinha.

Foto: WQAD
Foto: WQAD

“Aqui é o Iowa Farm Sanctuary. Nós resgatamos animais de fazenda aqui no Meio-Oeste americano”, diz Jered.

O terreno de mais de 10 acres é o lar de 60 animais que Jered chama carinhosamente de “milagres desajustados”.

“Esses animais são vítimas de acidentes, negligenciados e abandonados nas mesmas situações que acontecem com animais domésticos”, disse Jered, “e estamos aqui para fornecer-lhes segurança e abrigo”.

Foto: WQAD
Foto: WQAD

Agora que esta família tem mais duas pernas e duas rodas maiores, há apenas um requisito fundamental: cada membro tem que ter a vontade de avançar junto com os demais.

“Todo mundo passa por lutas”, disse Jered.

“Todo mundo tem alguma coisa que precisa superar. Ver Angel superar suas dificuldades, superar a impossibilidade de andar e agora poder desfrutar da liberdade de ir para onde quiser em sua cadeira de rodas, é uma história realmente inspiradora, e eu acredito de verdade que as pessoas também encontram paz e motivação ao conhecer as vitórias de angel”.

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Histórias Felizes, Notícias

Filhote de cachorro desce as escadas com três patas copiando o irmão mais velho

Bowie e Zeppelin | Foto: Karisa Maxwell
Bowie e Zeppelin | Foto: Karisa Maxwell

Depois de perder a perna em agosto devido a algumas complicações de saúde que se prolongaram, Bowie, de 2 anos, teve que reaprender a fazer praticamente tudo. Com a ajuda de sua família, ele descobriu novas maneiras, com um pequeno ajuste, de fazer coisas mais comuns do dia a dia, incluindo subir e descer as escadas.

Desde que perdeu sua pata traseira, Bowie se encosta na parede e salta um pouco ao descer as escadas, a fim de facilitar o processo de descida – e, como ele repetiu esse processo várias e várias vezes, sua irmãzinha assistia a tudo.

Bowie | Foto: Karisa Maxwell
Bowie | Foto: Karisa Maxwell

Quando Zeppelin se juntou a sua família em janeiro, Bowie já estava acostumado a viver com três pernas e, claro, imediatamente ela se tornou uma melhor amiga e ele o modelo para sua nova irmãzinha mais nova. Os dois se tornaram inseparáveis desde o começo, e por isso não é surpresa que Zeppelin tenha aprendido como ser um cachorro com seu irmão mais velho Bowie.

Eles estão sempre se aconchegando um no outro ou brincando juntos, mesmo quando há outros cachorros por perto”, disse a mãe dos irmãozinhos, Karisa Maxwell, ao The Dodo.

“Estávamos nervosos e temíamos que Bowie tivesse medo de brincar com ela quando ela ficou maior do que ele, mas ela é tão gentil com Bowie, brinca no ritmo dele, sem força-lo e protege-o sempre.”

Bowie e Zeppelin | Foto: Karisa Maxwell
Bowie e Zeppelin | Foto: Karisa Maxwell

A medida que Zeppelin ficou maior, parecia que ela queria mais e mais ser como seu irmão mais velho – e um dia, seus pais notaram algo absolutamente adorável sobre a maneira como ela desce as escadas.

“Zeppy sempre descia as escadas desse jeito, mas quando ela era pequena, nós pensamos que era porque suas pernas não eram longas o suficiente”, disse Maxwell.

“Mas quando ela ficou maior, notamos que ela se encosta na parede como Bowie e mantém as pernas juntas.”

Bowie e Zeppelin | Foto: Karisa Maxwell
Bowie e Zeppelin | Foto: Karisa Maxwell

Como o Zeppelin tira todas as suas dicas de Bowie, ela agora desce as escadas como se tivesse apenas três pernas, assim como seu amado irmão mais velho.

Enquanto seus pais tentam mostrar a ela que ela não precisa descer as escadas dessa maneira, Zeppelin não parece se importar com isso, e continua a descer as escadas exatamente do mesmo jeito que Bowie faz, porque não importa o quê ou como, ela sempre quer ser como ele.

“Essa é a única maneira que ela sabe”, disse Maxwell. “Nós tentamos fazê-la andar um pé na frente do outro, mas ela apenas olha para todos nós confusa e continua a pular”.

Zeppelin ama tanto seu irmão mais velho Bowie mais do que qualquer coisa no mundo. Para ela, nunca importará que ele tenha apenas três pernas. Ele é o favorito dela e, como ela continua a crescer, não há dúvida de que ela continuará sempre tentando ser exatamente como ele.

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Belas e únicas, as girafas estão ameaçadas exatamente por sua exuberância

Foto: Getty Images
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O Dia Internacional da Girafa comemorado em 21 de junho, foi criado pela Giraffe Conservation Foundation (GCF) como uma iniciativa para conscientizar a população sobre a importância e a ameaça que recai sobre esse belo e perseguido animal.

Considerados os maiores mamíferos do mundo, esses gigantes esbeltos e belos, nativos das savanas africanas estão ameaçados exatamente por sua beleza exuberante, o que inclui sua padronagem única de manchas na pele. Não há dois indivíduos da espécie com as manchas distribuídas de forma igual.

Com seus longos pescoços e pernas imensas uma girava pode chegar a medir 6 metros de altura, e esses animais alcançam mais de 50 km/h ao correr, e elas adoram correr pelas savanas!

Além de contribuir na hora de conseguir alimento – as girafas são herbívoras – alcançando facilmente as folhas na copa das árvores, sua altura também é usada como forma de proteção pois esses animais imensos podem enxergar predadores ou ameaçadas a uma boa distância e se proteger a tempo.

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Mas infelizmente esses animais de porte impressionante podem estar seriamente ameaçados pelo impacto humano. As populações de girafas caíram até 40% nos últimos 30 anos, em consequência da caça, perda de habitat e conflitos humanos que atingiram grande parte de sua área de circulação e habitação, de acordo com o jornal The Independent.

Mas, enquanto o comércio de produtos de elefantes e rinocerontes enfrentam controles cada vez mais rígidos, a “extinção silenciosa” das girafas até agora tem sido negligenciada.

Ativistas alertam que a enxurrada de troféus de caça, ornamentos de ossos de girafas e comércio de peles tem contribuído para a sua morte.

Partes do corpo de girafas tem sido comercializadas para serem transformadas em bolsas, tapetes e até pulseiras – facilmente encontradas à venda no Reino Unido, na Europa e no mundo todo.

Apesar de estar na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas, com cerca de apenas 97 mil sobreviventes da espécie, essas criaturas soberanas, ainda estão sendo mortas por um esporte hediondo em que caçadores sanguinários posam ao lado de seus corpos sem vida para tirar selfies e divulgar nas redes sociais.

Foto: Aryanna Gourdin/Facebook
Foto: Aryanna Gourdin/Facebook

Sem falar que durante a última década, 40 mil itens de partes de girafa foram exportadas para os EUA, as investigações também revelaram demandas no Reino Unido e em outras partes da Europa.

O especialista em tráfico de vida selvagem pela Humane Society Internacional (HSI), Adam Peyman disse: “A demanda por partes de girafa têm aumentado exatamente porque não há regulamentações protegendo esse animal – são itens fáceis de serem obtidos, você não precisa de uma permissão ou qualquer coisa para comprá-la”.

Banir esses produtos feitos de partes de girafas é um ato de responsabilidade para com essa espécie indefesa perante os interesses que movem o mercado paralelo de tráfico de animais. Se medidas urgentes não forem tomadas, logo não fará mais diferença proibir o comércio desses itens pois as girafas não mais existirão no planeta.

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Gata idosa morre após ter sido atacada com spray de tinta

Foto: CEN/@sina.hermann
Foto: CEN/@sina.hermann

Uma gata idosa morreu depois de agonizar durante três dias, após ter sido atingida com spray de tinta à prova d’água por um torturador de animais covarde e desumano que já atacou três vezes nos últimos dias.

Miggeli tinha 13 anos e era um alvo fácil para o torturador de gatos que supostamente já havia abusado de vários outros animais domésticos na região de Biel-Benken, no noroeste da Suíça.

Acredita-se que o agressor quebrou a mandíbula de um gato e raspou a pele de outros dois na área nas últimas semanas.

Foto: CEN/@sina.hermann
Foto: CEN/@sina.hermann

A tutora de Miggeli, Sina Kunz, disse ao Daily Mail: “Seu corpo inteiro e especialmente seu rosto foram borrifados com tinta amarela à prova d’água, ela estava irreconhecível”.

A gata morreu três dias depois de entrar em estado de saúde crítico e nunca mais se recuperar.

Kunz acrescentou que estava convencida de que um torturador de gatos que vem fazendo vítimas felinas na área era responsável pelo ataque e denunciou o incidente à polícia.

Outros incidentes envolvendo abuso de animais que foram denunciados incluem um ataque envolvendo um gato do sexo masculino de um ano de idade chamado Gringo, que havia tido to seu pelo raspado e além de ter sua mandíbula e pernas quebradas.

Foto: CEN/@sina.hermann
Foto: CEN/@sina.hermann

Seu tutor em choque disse que parecia que as pernas tinham sido quebradas coma ferramenta de construção tipo um alicate.

Uma gata de seis anos de idade chamada Haxli também foi encontrada com a maior parte de seu pelo raspada, e suas garras e bigodes cortados.

Um veterinário que a examinou disse que a pele parecia ter sido cortada por uma tesoura e depois raspada com algum tipo de navalha.

O veterinário disse à mídia local: “Uma pessoa normal não faria algo assim. Acho que quem fez isso realmente precisa de ajuda psicológica séria”.

Um porta-voz da polícia disse que o departamento estava investigando se os três incidentes tinham ligação, embora tenham notado que o ataque fatal com tinta aconteceu a cerca de 7 quilômetros de onde os dois gatos foram raspados.

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Animais são resgatados com asas, pernas e cascos quebrados em MS

Na última quarta-feira (5), a Polícia Militar Ambiental de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, resgatou três animais com asas, pernas e cascos quebrados. A média de resgate da PM é de oito animais por dia. Eles são levados ao Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras).

(Foto: PMA)

Um morador do bairro Santa Emília encontrou uma ave da espécie curicaca com uma das asas fraturadas. Um carcará foi recolhido com as duas pernas quebradas no Campus da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e um jabuti foi resgatado pela polícia na rotatória da empresa coca-cola com o casco quebrado. A suspeita é de atropelamento. As informações são do portal Campo Grande News.

 

Os três animais silvestres foram encaminhados ao Cras de Campo Grande, onde permanecerão recebendo cuidados até que a reintrodução na natureza seja possível.

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Touro tem suas pernas traseiras quebradas em festival na Espanha

Um vídeo que viralizou nas redes sociais mostra um touro se arrastando no chão após quebrar as duas patas traseiras. O episódio aconteceu durante uma corrida de touros realizada durante um festival na Espanha.

Nas imagens é possível ver que o animal saindo de uma jaula de transporte e saltando indo, de encontro ao chão de concreto. O impacto imediatamente quebra suas pernas. Em desespero, o touro se arrasta e tenta fugir.

O touro ferido tinha como destino ser explorado e depois condenado à morte.

O vídeo foi filmado na aldeia de Mejorada del Campo, perto da capital espanhola, Madrid. Ele foi compartilhado pelo Partido Animalista Contra el Maltrato Animal (PACMA), que criou uma petição pedindo endurecimento das leis de proteção animal e ambiental no país.

O touro foi filmado quebrando as pernas depois de saltar de uma jaula para a rua (Foto: Daily Mail Online)

As imagens correram todo o mundo e já tiveram mais de 344 mil visualizações acompanhadas de comentários de indignação e pesar pelo sofrimento do animal.

Relatórios sugerem que os responsáveis pelo touro colocaram a rampa longe do chão (Foto: Daily Mail Online)

O PACMA registrou uma denúncia formal e exigiu esclarecimentos sobre o destino do touro após o acidente, mas até o momento nenhuma autoridade se manifestou sobre o ocorrido.

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Cadela que teve pernas amputadas após maus-tratos ganha próteses e é adotada

Uma cadela da raça golden retriever, de três anos, foi abandonada no lixo após ter suas pernas fortemente amarradas. O crime cruel de maus-tratos aconteceu na Coreia do Sul.

Chi Chi teve que amputar as pernas devido a maus-tratos (Foto: Divulgação)

Chi Chi, como passou a ser chamada, foi resgatada e levada a uma clínica veterinária. No local, foi constatado que a agressão brutal a qual ela foi submetida fez com que suas pernas infeccionassem a ponto de não haver tratamento eficaz. A única solução seria amputá-las.

De imediato, a cadela foi submetida a uma cirurgia, por meio da qual foram realizadas as amputações das pernas que, posteriormente, foram substituídas por próteses. Mas nem a maldade humana, que a condenou a momentos terríveis, tampouco a necessidade de amputar as pernas fez com que a cadela perdesse a alegria de viver e a confiança nas pessoas. Logo após voltar da anestesia, Chi Chi já abanava o rabo, demonstrando o quão feliz estava. As informações são do portal Best Of Web.

Um vídeo mostrando a alegria da cadela conquistou o coração de Elizabeth Howell, que decidiu adotá-la imediatamente. Foi então que Chi Chi enfrentou uma viagem de avião e foi da Coreia do Sul para os Estados Unidos. Atualmente, ela vive cercada de amor e respeito com sua família no município de Phoenix, no estado norte-americano do Arizona.

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