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Cachorrinha grávida que vivia nas ruas encontra um lar bem a tempo de ter seus filhotes

Foto: Reddit/Rannapup
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Quando Kathy Alston encontrou uma cachorrinha abandonada de apenas 6 meses que passeava pelas ruas de St. Kitts, no Caribe, ela soube que tinha que fazer algo e ajudá-la – então ela percebeu que a cadelinha estava grávida.

“Existem muitos cães em situação de rua que vivem nas praias selvagens das ilhas, e essa garotinha era uma delas”, disse Alice Alston, filha de Alston, ao The Dodo. “Um amigo da minha mãe que vive em outro bairro a viu e contou a minha mãe sobre ela. Minha mãe é uma técnica veterinária que ama todos os animais e os ajuda o tempo todo. Ela queria oferecer à cachorrinha um lugar seguro para dar à luz”.

Foto: Reddit/Rannapup
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Alston sabia que não poderia deixar a futura mãe sozinha tentando se defender nas ruas. Ela a levou e a deixou o mais confortável possível, e logo nasceram seis lindos filhotes.

Logo após o nascimento, um dos cachorrinhos parou de respirar, mas Alston foi capaz de ressuscitá-lo e salvar sua vida.

Foto: Reddit/Rannapup
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A cachorra, mais tarde chamada Jo-Ellen, ficou incrivelmente grata a Alston por salvar a ela e seus filhotes, e se tornou uma mãe maravilhosa.

“Jo é aparentemente uma mãe natural e também gosta de brincar com o outro cão jovem da minha mãe, Dean”, disse Alston.

Foto: Reddit/Rannapup
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Os seis filhotes cresceram e logo os olhos de todos eles se abriram completamente.

“Os filhotes estão todos se esforçando e saindo-se muito bem e em toda a caminhada estão começando a pegar o jeito”, disse Alston.

Foto: Reddit/Rannapup
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Alguns dos amigos da técnica veterinária já concordaram em adotar alguns dos filhotes e depois de tudo o que passaram juntos, Alston está pensando em manter Jo-Ellen com ela.

Jo-Ellen e seus filhotes tiveram um começo muito incerto, mas graças a Alston, eles estão prontos para encontrar lares e famílias que os amarão para sempre.

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Cientistas do Reino Unido afirmam que barragens, eclusas e represas estão ameaçando a vida selvagem

Próximo ao rio Afan, ao sul do País de Gales, um par de gaivotas foi visto bicando um salmão morto na semana passada. Hoje em dia, os salmões raramente são vistos no Afan.

Uma barragem construída em um rio
Foto: Adrian Sherratt/Alamy

O cenário inesperado ilustra um problema recente, segundo pesquisadores: um número crescente de barragens, represas, eclusas e outras barreiras construídas nos rios nos últimos 200 anos estão fragmentando cursos de água, isolando habitats e prejudicando populações de vida selvagem.

O pesquisador de pós-doutorado da Universidade de Swansea, Peter Jones, disse ao The Guardian que o salmão foi encontrado ao lado de uma barragem. O peixe teria tentado subir o rio, mas não teve sucesso e se tornou vulnerável aos predadores.

Peter faz parte de um projeto chamado Gerenciamento Adaptativo de Barreiras em Rios Europeus (Amber, na sigla em inglês), que tem como objetivo encontrar alternativas para deter a fragmentação dos rios e o isolamento perigoso dos habitats.

As barreiras impedem que os peixes, em seu período migratório, nadem rio acima até seus locais de desova. Também impedem que nutrientes essenciais sigam seu curso rio abaixo, até o mar, o que prejudica o ecossistema marinho.

Josh Jones, outro pesquisador do projeto, afirmou que o trabalho dos especialistas identificou cerca de 600 barreiras no Afan – açudes, bueiros, tubulações, canais e comportas. “Ninguém lembra porque foram construídos, em muitos casos. Mas cada um deles contribui, de alguma forma, para a fragmentação do rio”, contou.

Josh acrescentou que o problema é nacional – apenas 1% dos rios do Reino Unido possuem um fluxo livre. “Ao adicionar constantemente estruturas, você interfere e enfraquece os habitats”, explicou.

Os cientistas também se preocupam com os impactos futuros. À medida que a crise climática aumentar sobre o planeta, as barreiras nos rios se tornarão um problema ainda maior: piscinas isoladas de água, criadas pela fragmentação, se tornarão vulneráveis ao aumento de temperatura. “Há um risco de grandes mudanças na vida selvagem”, lamentou Richard O’Rorke, integrante do Amber.

O’Rorke disse que um dos objetivos da pesquisa do projeto é encontrar alternativas para recuperar o fluxo dos rios sem gastar enormes quantias de dinheiro. “Pode ser que, ao invés de destruir uma grande barragem para melhorar a qualidade do rio, nós possamos interferir em estruturas menores com menos gasto, mas ainda assim recebendo melhorias significativas”, concluiu.


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Obesidade em gatos: os perigos da doença e como evitá-la

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Divulgação

Quanto mais gordinho, mais fofinho. Pode parecer inocente, mas esse tipo de pensamento tende a ser prejudicial à saúde dos gatos. A obesidade pode acarretar diversas complicações para a saúde do felino e até leva-lo à morte. Conheça abaixo os perigos da obesidade, saiba como lidar com a doença e o que fazer para evitar que o seu bichano entre neste grupo de risco.

O que vem com a obesidade
A obesidade é uma complicação que não anda só. Ela pode contribuir com o surgimento de outros problemas de saúde, tais como doenças respiratórias, cardiovasculares, dermatológicas, ortopédicas, renais e hepáticas. A obesidade também aumenta as chances de o animal desenvolver diabetes, o que acarreta vários transtornos ao animal, podendo levar à morte.

Meu gato está obeso?
O gato é considerado obeso quando apresentar um sobrepeso a partir de 30% do seu peso estimado. Para diagnosticar este estado, o ideal é leva-lo ao veterinário para uma avaliação, inclusive para identificar as causas da obesidade, que pode ser desde um comportamento sedentário somado a uma alimentação inadequada até uma situação de hipertireoidismo. Entretanto, há alguns truques que podem ajudar a identificar se o gato está acima do peso ou não: ao olhar o gato de cima, ele deve ter uma cintura visível e ao apalpar a região do tórax do animal, deve ser possível sentir as costelas. Esses são sinais de que o animal não está obeso, mas para uma avaliação completa e certeira, o recomendado é levar o gato para ser examinado no veterinário.

Dieta para felinos obesos
A perda de peso estimada para gatos é de 0,5 a 1% do peso corporal por semana. “Dependendo de quanto peso o animal tem que perder, o tratamento pode durar vários meses”, alerta Patrícia Padovez, veterinária e coordenadora técnica da Farmina Pet Foods. Segundo a profissional, a dieta deve ser prescrita por um veterinário, que irá acompanhar a perda de peso e o escore corporal do bichano.

Alimentos coadjuvantes podem fazer parte do processo de emagrecimento de gatos. “Esse tipo de ração tem função terapêutica e auxilia no tratamento da obesidade, mas deve ser receitado por um veterinário”, adverte Padovez. A Farmina oferece o Vet Life Natural Feline Obesity. Com baixa densidade energética e um elevado teor de fibras e proteínas de qualidade, o alimento é indicado para a redução do excesso de peso corporal em gatos adultos, além de ser formulado apenas com conservantes naturais e livre de transgênicos.

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Manutenção do peso
O gato emagreceu, mas o que fazer para ele não voltar a engordar? “Após a perda de peso estimada, o animal deve receber um produto de manutenção light e preferencialmente associado a alimentos da categoria úmido”, indica a veterinária.

Por terem um alto teor de água na composição, os alimentos úmidos possuem baixa densidade calórica. “Além de auxiliar na manutenção do peso, eles são fundamentais para um consumo hídrico apropriado, já que a maioria dos gatos não bebe a quantidade diária de água suficiente”, explica Patrícia.

De acordo com a especialista, para o manejo nutricional adequado, é importante levar em conta o peso e o grau de atividade do animal, sempre respeitando a quantidade de alimento sugerida na embalagem pelo fabricante.

Como evitar a obesidade
Gato sedentário tende a tornar-se obeso, por isso, estimular o gasto de energia é essencial. Ofereça brinquedos para o bichano se exercitar. Bolinhas, arranhadores, caixas de papelão e caneta laser são excelentes opções para o animal brincar. Outra dica é preparar o ambiente para que o animal se exercite: felinos gostam de lugares altos para explorar.

Assim como acontece com os humanos, é muito mais difícil fazer com que o gato mude de comportamento depois de adulto do que já acostumá-lo desde filhote a ter uma rotina saudável. Por isso, a recomendação é expressa: “cuide para que o animal tenha uma alimentação balanceada e dedique momentos de brincadeira durante todas as fases da vida do animal”, finaliza. E lembre-se da máxima: prevenir é sempre melhor que remediar.

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Conheça os perigos da automedicação em cães e gatos

Foto: Divulgação
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Se a automedicação é algo muito perigoso, o perigo é maior ainda quando um remédio é usado em animais domésticos. Quando um animal está doente, muitos tutores cometem o erro de medicar por conta própria – e pior ainda, não muito raro, eles aplicam remédios de uso exclusivo humano em cães e gatos.

A médica veterinária do Hospital Veterinário HV Pró Vita, Rhéa Cassuli Lima dos Santos, explica sobre os perigos de bancar o veterinário caseiro.

Nunca administre medicamentos de uso humano

Quando se trata do uso de produtos fabricados apenas para o consumo do homem, Dra. Rhéa enumera o que pode acontecer com os caninos e felinos que ingerem analgésicos e afins. “Os antigripais humanos contém princípios ativos altamente nocivos e até mesmo tóxicos para cães e gatos. O paracetamol e o diclofenaco, por exemplo, podem levar à falência renal, ulcera gástrica e pancreatite. Muitas vezes, dependendo da dose, podem levar o animalzinho à morte. O diclofenaco é tão nocivo para cães e gatos que até mesmo o contato com pomadas e gel que contém a substância pode levar a problemas muito sérios”.

Dra. Rhéa afirma que a falta de conhecimento dos tutores pode intoxicar o cachorro ainda mais. Para a especialista, muitas vezes após a intoxicação ocorre vômito, e por medo de ter “perdido” a medicação, ou por achar que o animalzinho está piorando, o tutor acaba dando uma nova dose da medicação, o que agrava o quadro ainda mais.

Nunca medique por conta própria

O uso de remédios próprios para animais também gera complicações quando não há um veterinário acompanhando todo o processo. A médica veterinária do HV Pró Vita alerta sobre os perigos que os animais correm quando seus tutores resolvem usar conselhos de amigos ou mesmo buscas pela Internet.

“Além da dose e frequência da administração serem nocivas se erradas, as medicações têm contraindicações em certos casos. Por exemplo, pacientes com problemas gastrointestinais e doença renal não devem receber certos anti-inflamatórios mesmo que de indicação veterinária. Nem todo medicamento para cães pode ser usado para gatos” conta Dra. Rhéa, que ainda aponta que diferentes raças são mais sensíveis a certos medicamentos, podendo levar até mesmo à morte.

Nunca administre chás ou remédios caseiros

Dra. Rhéa alerta ainda sobre chás e medicamentos caseiros que podem alterar ainda mais a situação do paciente. “Na piora, o responsável procura o medico veterinário, mas muitas vezes não conta sobre o que administrou, pois acredita que por ser caseiro não precisa ser mencionado” revela Dra. Rhéa, explicando que essas informações, quando omitidas, podem dificultar o trabalho do veterinário.

Sobre Rhéa Cassuli Lima dos Santos

Rhéa Cassuli Lima dos Santos é médica veterinária graduada pela Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), especialista com residência em Clínica Médica de Pequenos Animais também pela UTP, e especializanda em Endocrinologia e Metabologia de Cães e Gatos pela Associação Nacional de Clínicos de Pequenos Animais de São Paulo.

Fonte: Paraná Shop

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Evento em Petrópolis (RJ) vai alertar sobre riscos dos fogos para animais

Lucas é um dos cães que procura um lar e será apresentado na feira. (Foto: Zezé Rodrigues)
Lucas é um dos cães que procura um lar e será apresentado na feira. (Foto: Zezé Rodrigues)

A feira de adoções que acontecerá no bairro Mosela em Petrópolis, Região Serrana do Rio, neste sábado (14), vai abordar também a problemática dos fogos de artifício nas festas de fim de ano. O público receberá orientações de veterinárias sobre como minimizar os efeitos negativos do barulho para os animais. O evento vai das 10h às 17h e apresentará aproximadamente 20 candidatos a adoção, entre cães e gatos, que estão sob os cuidados da ONG Irmão Animal.

O objetivo é evitar situações como fugas e ferimentos provocados pelos próprios animais por conta do medo. A família já levará um novo morador ciente de que, nesta época, eles precisam de cuidados especiais. “Não é recomendado acorrentar o animal, que na hora do desespero pode se enforcar. As pessoas também não devem aglomerar muitos bichos no mesmo ambiente, pois eles podem brigar devido ao alto nível de estresse”, explicou a veterinária Priscila Mesiano, responsável técnica do Pet Amado, que promove o evento em parceria com ONGs da cidade.

Este mês, o grupo Irmão Animal vai apresentar parte dos animais recolhidos das ruas que permanecem sob os cuidados dos voluntários. “Além dos que vão para a feira, temos cães cegos e idosos, que são mais difícil de serem adotados. Por isso, sempre precisamos de todo tipo de apoio”, explicou Carla Maduro, integrante do grupo. Para adotar, é necessário ser maior de idade, passar por uma entrevista, firmar o termo de adoção e fornecer cópia do documento de identidade e comprovante de residência.

Nas oito edições da feira de adoções realizadas este ano, mais de 60 animais abandonados ganharam novas famílias e deixaram de circular pelas ruas da cidade. “Essa foi a maneira que vimos de colaborar com os protetores e amenizar o número de cães abandonados”, ressaltou Nathália Ludolff, proprietária da pet shop. Todos os animais apresentados são saudáveis, vacinados, vermifugados e as fêmeas castradas ou com a cirurgia garantida.

Serviço
Feira de Natal para adoção de cães e gatos
Horário: neste sábado (14) das 10h às 17h
Local: Pet Amado, na Rua Mosela, nº 965, Mosela
Informações: (24) 2246-0360

Fonte: G1

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Dentição de cão e gato precisa de cuidados para ser saudável

Tártaro é o principal problema (Foto: Divulgação )
Tártaro é o principal problema (Foto: Divulgação )

A higiene oral de seu animal é indispensável e, portanto, deve existir a preocupação com relação à prevenção do tártaro. Se não for tratada pelos tutores, a calcificação pode acumular-se cada vez mais, ocasionando mau cheiro e, em últimos casos, até a queda dos dentes.

Segundo o veterinário e especialista em clínica médica e cirúrgica de pequenos animais, Marcos Pereira Soares, o acúmulo do tártaro gera gengivite, destruição do osso e afrouxamento do dente, provocando a perda.

Por isso existe a importância de acostumá-los desde pequenos à escovação. Além da escova, use também uma pasta exclusiva para os bichinhos. “Oriento a não usar pasta doméstica. Isso causa problemas digestivos”, completou.

No sentido de acostumar os animais a escovar os dentes, o veterinário também chama atenção quanto ao treinamento prévio. “É algo trabalhoso. Por isso, pouquíssimos tutores dão continuidade na escovação. Orientamos trabalhar com a questão da alimentação, oferecendo somente alimentos sólidos”, destaca.

A alimentação macia pode ser dada aos bichos, porém o cuidado deve ser redobrado quanto à prevenção. Caso o tártaro seja instalado na dentição, Soares indica ao dono procurar clínicas para fazer uma limpeza. “Fazemos anestesia para o pet ficar quieto, e, assim, remover esse material calcificado”, fala.

Dentição

Conforme o veterinário, os animais iniciam a troca da dentição de leite quando atingirem de 120 e 150 dias de vida. O cão têm 42 dentes. Os incisivos, caninos e pré-molares começam a sair entre a 16ª e 20ª semana de vida. Os molares aparecem da 20ª a 28ª. Gato possui 30 dentes, sendo que os incisivos surgem de 15 a 20 semanas, pré-molares de 18 a 25, e molares no período de 16 a 21.

Reforçando as dicas

– Fazer visitas periódicas ao veterinário, principalmente quanto sentir o mau cheiro na boca dos bichinhos.
– Escovar desde cedo os dentes do animal.
– A escova e a pasta devem ser específicas.
– Normalmente, alimente o seu bicho com produtos sólidos, mas nada impede de oferecer os úmidos.

Fonte: Diário do Sudoeste

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Perigos aos animais durante as festas de final de ano

Enfeites atrativos, casa cheia de convidados, alimentos à disposição… As comemorações de Natal e réveillon são ótimas para os tutores, mas oferecem situações de risco para os animais de estimação. Especialistas indicam os acidentes mais comuns nesta época e dão dicas de como evitá-los.

(Foto: Reprodução)

Um brinquedo gigante cheio de bolinhas para puxar e morder. Provavelmente, é assim que o seu gatinho enxerga aquela linda árvore de Natal que você montou na sala. O resultado? Nem sempre os enfeites chegam intactos ao dia 25 de dezembro. Mas isso é o de menos. Pior mesmo é quando as comemorações de fim de ano causam acidentes – alguns até fatais – para os animais. “As festas podem ser catastróficas para os bichos, porque aumentam a quantidade de pessoas na casa e, com isso, a oferta de petiscos”, alerta a veterinária Ana Paula Madeira, do Hospital Veterinário Pompeia.

A atenção deve ser redobrada se o animal de estimação tiver pouco tempo de vida. “O perigo está nos filhotes de cães e gatos, que têm atração pelos penduricalhos. Em geral, os cachorros adultos não se interessam tanto pelos enfeites”, diz a doutora Carla Alice Berl, do Hospital Veterinário Pet Care.

Listamos os maiores perigos que o Natal e o Réveillon oferecem. Confira e saiba o que fazer para proteger o seu melhor amigo:

Bolinhas de Natal

Vários objetos redondos pendurados na árvore de Natal podem parecer brinquedos divertidos para o seu bichinho. “Já atendemos casos de gatos que chegaram a engolir uma bolinha inteira”, afirma a veterinária Carla Berl. “Os cachorros – principalmente os filhotes – costumam morder e ingerir pedaços dos enfeites”, completa. A melhor solução é deixar o pinheiro em um local fora do alcance dos animais e ficar sempre de olho. Também existem produtos vendidos em pet centers para afastá-los. É só aplicar uma pequena quantidade nos objetos. Os bichos vão desistir da “tentação” depois da primeira lambida, por causa do gosto ruim.

(Foto: Reprodução)

Pisca-pisca

Quem não gosta de ver o pinheiro de Natal todo iluminado quando anoitece? O problema é que as luzinhas oferecem grande perigo para os animais de estimação, que podem morder o fio e se machucar. “O pisca tem risco de choque elétrico e pode causar queimaduras na língua e no focinho, além de alterações neurológicas ou metabólicas mais graves”, explica Ana Paula Madeira. A indicação é a mesma das bolinhas: mantenha o enfeite longe do animal e fique sempre atento ao comportamento dele.

Bebida alcoólica

Nesta época do ano alguns animais chegam aos hospitais veterinários – pasme! – em coma alcoólico. “Isso acontece porque as pessoas costumam esquecer copos cheios em lugares de fácil acesso”, diz Ana Paula. Alguns tutores acreditam que, se a bebida não faz mal a eles, também não trará consequências para seu animal de estimação. No entanto, o álcool é absorvido ainda mais rapidamente pelo aparelho digestivo dos animais e metabolizado no fígado. Alguns dos efeitos são náuseas, vômitos, problemas respiratórios e coma.

Presente vivo

Há quem escolha presentear aquele amigo ou parente querido com um animal de estimação. A surpresa pode ser inesquecível, mas é bom pensar duas, três ou até vinte vezes antes de fazer essa opção. “Quando as pessoas não estão preparadas para receber um animalzinho, a situação pode acabar em abandono, que é crime ambiental”, alerta Ana Paula. O cuidado deve ser redobrado se o “mimo” for destinado a uma criança. Dependendo da idade, o novo tutor não terá responsabilidade suficiente para cuidar do bichinho e, nesse caso, a tutela fica por conta dos pais.

Fitas, sacolas e plásticos

As pessoas costumam colocar os presentes no chão, em torno da árvore de Natal. Por ficarem no piso, local de fácil acesso, as embalagens plásticas e fitinhas atraem cães e gatos, que podem morder e engolir os materiais. O perigo é parecido com o das bolinhas penduradas na árvore. Então, se o seu animal for do tipo curioso ou bagunceiro, guarde os presentes em um lugar que ele não alcance.

(Foto: Reprodução)

Fogos de artifício

Os cães têm uma audição muito aguçada, o que pode ser útil para que eles ouçam, de longe, quando o tutor chega ou quando algum perigo se aproxima. Mas o que é uma vantagem durante todos os outros dias torna-se um problema no período de festas. A explosão de fogos de artifício assusta os animais. “Recomendamos que os tutores fiquem próximos dos bichos, para tranquilizá-los. Também é bom colocar um pouco de algodão nos ouvidos deles”, diz Carla Berl. “Em alguns casos, os veterinários podem até prescrever calmantes”, afirma.

 Calor

As festas de fim de ano coincidem com o início do verão e, por isso, é bom tomar cuidado para evitar a desidratação. “Dê água gelada e deixe o animal em um lugar onde haja sombra. Paredes e pisos frios também são opções para o animal se encostar e se refrescar”, diz Carla. Outra dica é evitar passeios em horários muito quentes. De acordo com a veterinária, se o cachorro ou gato tiver pelagem clara e estiver exposto ao sol, o tutor deve passar protetor solar (produtos específicos para animais, encontrados em pet shops) em áreas mais sensíveis, como as orelhas.

Viagem de carro

Se for aproveitar a virada do ano na praia e o bichinho for junto, certifique-se de que a viagem será confortável. “O ideal é que tanto gatos como cachorros sejam levados dentro de caixas de transporte de tamanho adequado”, explica Ana Paula. “Evite alimentar o animal nas duas horas que antecedem a viagem, para que ele não vomite no caminho, e, se o percurso for longo, pare algumas vezes para o animal fazer xixi”, diz. Além disso, prefira viajar nos horários mais frescos – bem cedinho ou durante a noite.

Hotel
Quem vai viajar e não tem como levar o animal, pode optar por deixá-lo em um hotelzinho. Antes de escolher o estabelecimento, faça uma pesquisa para ver qual é mais confiável, se os profissionais são aptos a lidar com eventuais problemas de saúde, como são as instalações… “É importante deixar todos os seus contatos para que você seja encontrado facilmente no caso de uma emergência”, indica Carla.

Fonte: Revista Casa e Jardim

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Você é o Repórter

Cadela que deu à luz na rua precisa de ajuda em Guarulhos (SP)

Priscilla Pavanelli
pris_kiss1@hotmail.com

Essa cadelinha inocente está precisando de um lar e seus filhotinhos também , ela apareceu na rua Cabo Basilio Zenchin JR 41- Vila Augusta – Guarulhos (SP).

Ela deu cria de 5 cachorrinho, tem vizinhos que ajudam, mas há alguns que não os querem por lá. Precisamos de muita ajuda para encontrar um lar para esses anjinhos se abrigarem.

Contato: Regina (11) 83465302.

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Brasil é um dos principais alvos dos traficantes da fauna silvestre

O Brasil é um dos principais alvos dos traficantes da fauna silvestre devido a sua imensa biodiversidade. Esses traficantes movimentam cerca de 10 a 20 bilhões de dólares em todo o mundo, colocando o comércio ilegal de animais silvestres na terceira maior atividade ilícita do mundo, perdendo apenas para o tráfico de drogas e de armas. O Brasil participa com 15% desse valor, aproximadamente 900 milhões de dólares!

A fauna apresenta números relevantes em relação a biodiversidade no mundo. Entre os vertebrados, o Brasil abriga 517 espécies de anfíbios (das quais 294 são endomicas), 468 de répteis (172 endomicos), 524 de mamíferos (com 131 endomicas) , 1.622 de aves (191 endomicas), cerca de 3 mil peixes de água doce e uma fantástica diversidade de artropodos: se de insetos, são cerca de 15 milhões de espécies (Ministério do Meio Ambiente, Relatário Nacional sobre a iodiversidade, 1998).

A devastação das florestas e a retirada de animais silvestres já causaram a extinção de inúmeras espécies e consequentemente um desequilíbrio ecológico. Os animais mais exóticos, raros e até ferozes, dentre muitos outros, pagam com a vida pelo simples prazer que algumas pessoas têm em possuir um animal silvestre em casa.

Seguindo uma lógica cruel – que determina o valor da espécie pela sua raridade e grau de ameaça de extinção, o tráfico da vida selvagem é  hoje um dos principais fatores do desaparecimento da fauna brasileira.

O Brasil abriga mais de 10% de 1.400.000 seres vivos catalogados no planeta. Na classificação mundial em diversidade de espécies o Brasil é o primeiro em primatas, borboletas e anfíbios. A cada ano um número incalculável de filhotes é retirado das matas para serem vendidos como mercadoria. Para os traficantes, o nosso animal silvestre, alguns em perigo de extinção, não passa de uma mercadoria e a natureza, nossos campos e matas, um grande estoque em prateleira!

A Lei de Crimes Ambientais, criada em fevereiro de 1998, considera os animais, seus ninhos, abrigos e criadouros naturais, propriedade do Estado, considerando que a compra, a venda, a criação ou qualquer outro negócio envolvendo animais silvestres é crime inafiançavel.

A maior parte das pessoas que possui animais silvestres em casa enfrenta uma série de problemas. Algumas acreditam estar protegendo os animais sem levar em consideração todo o sofrimento e estresse pelo qual o animal passa. Ao perceberem o trabalho e cuidados especiais que estes animais exigem, além da dificuldade em mantê-los, as pessoas acabam doando os animais aos zoológicos.

O animal em cativeiro perde a capacidade de caçar seu alimento, de se defender dos predadores ou de se proteger de situações adversas. Se forem libertados, mesmo que em locais propícios, dificilmente sobreviverão.

De cada 10 animais traficados, 9 morrem antes de chegar ao seu destino final. Em outras palavras quase 38 milhões de espícimes são arrancados de seus ninhos (aves) e tocas (mamíferos). Desse número, apenas 1% chegará ao destino final. Você tem idéia quantos filhotes estão morrendo, diariamente, nas mãos dos contrabandistas? Eles saem do país, pelas fronteiras, escondidos em malas e sacolas, passando nas barbas da polícia, totalmente dopados, anestesiados e provavelmente já mortos por maus-tratos!!

Não bastasse a ação dos traficantes, que é intensa, diária e implacável, o quadro de degradação ambiental que o país enfrenta é o resultado de anos de exploração descontrolados dos nossos recursos naturais. Já é do conhecimento de todos que desde o seu descobrimento, há 500 anos, o Brasil perdeu mais de 90% da sua cobertura original de Mata Atlêntica. Exatamente por isso, nossa fauna também está ameaçada. Ali, nesses apenas 10% de Mata Atlântica, concentram-se centenas de espécies seriamente ameaçadas de extinção e o ritmo dessa destruiçao só faz aumentar o perigo para esses animais.

No Brasil, 218 espécies animais encontram-se ameaçadas de extinção, sendo que 7 delas foram consideradas extintas por não existir registros de sua passagem, observação e presença nas matas há mais de 50 anos.

O Brasil ocupa o 2°. lugar no mundo de espécies de “aves” ameaçadas.

As principais causas da diminuição das populações de animais silvestres são :

– Redução de seus “habitats” devido à destruição da cobertura vegetal primária;

– crescente ocupação humana; exploração econômica de àreas de florestas, pântanos e cerrado;

– tráfico de animais silvestres; caça e pesca predatórias e indiscriminadas, sem leis adequadas que regulamentem sua permissão.

Há quadrilhas organizadas e especializadas no tráfico de animais e que são bem estruturadas para a venda ilegal. Cerca de 70% do comércio é para o consumo interno e o restante é exportado. Este tráfico envolve um grande número de pessoas, iniciando com os capturadores ou caçadores (geralmente pessoas muito pobres e que conhecem o habitat dos animais).

A captura acontece em lugares em que há grande biodiversidade: como a região Norte, o Pantanal e o Nordeste é regiões pobres do ponto vista sócio-econômico. As principais áreas de captura estão nos estados do Maranhão, Bahia, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Minas Gerais e região amazônica. Depois, o animal passa por vários intermediários até chegar aos grandes comerciantes que ficam no eixo Rio – São Paulo.

Nestas capitais acontecem o maior volume de vendas. Os animais tem diversos destinos: muitos são vendidos ilegalmente em feiras, outros vão para criadores ou criadouros, quando exportados, o destino é normalmente a Ásia, a Europa ou o Estados Unidos. É comum acharmos na feira de Praga (Europa) araras brasileiras por 4 mil reais, ou seja, o animal que foi capturado por 50 centavos (R$0,50) é vendido por oito mil vezes mais.

Há informações de que a lucratividade do negócio ilícito atraiu a cobiça de organizações criminosas como a máfia russa, que também está participando do tráfico de animais.

Quando recolhidos pela fiscalização, os animais silvestres encontram-se em péssimas condições, alguns já mortos, dopados, maltratados, com fome, sede e frio. São filhotes, são bebês, mal enxergam, sem pêlos e sem penas… Necessitam ser rapidamente alojados, alimentados, protegidos e recebem cuidados médicos. Alguns animais sofrem outro tipo de violência: têm seus olhos furados, para não enxergarem a luz do sol e não cantarem – caso das aves, evitando chamar a atenção da fiscalização. Todos são anestesiados para que pareçam dóceis e mansos.

No Brasil, o comércio ilegal da fauna silvestre divide-se claramente em duas modalidades básicas:

O tráfico interno, que tem como característica a sua desorganização, sendo praticado por caminhoneiros, motoristas de ônibus, pequenos comerciantes e miseráveis, que saem de suas cidades levando animais silvestres que vão lhe garantir dinheiro para a viagem e comida.

O tráfico internacional – sofisticado, esquematizado, planejado, com pessoas inteligentes, grandes nomes na sociedade internacional, artistas milionários, inúmeras empresas e grandes laboratórios, que seguem esquemas criativos e originais, distribuem subornos e contam com a condescendência de funcionários do próprio governo, de empresas aéreas e até de políticos.

O tráfico da fauna silvestre brasileira divide-se em três objetivos distintos:

– Colecionadores particulares;

– Animais para fins científicos;

– Animais para comercialização internacional em “pet shops”.

Todos esses animais deixam o país através dos portos e aeroportos das principais cidades brasileiras ou então, através das fronteiras dos países limatrofes ao Brasil, como Argentina, Paraguai, Bolívia, Colômbia, Venezuela, Guianas e principalmente o Suriname, onde jatinhos particulares, aguardam a chegada de dezenas de caminhões brasileiros que levam nossos animais, aos milhares, para terras internacionais.

Estatísticas

Animais mais procurados pelo tráfico:

Papagaio-de-cara-roxa
Arara canindá
Arara-vermelha
Corrupião
CuriáTie-sangue
Saéra-sete-cores
Tucano
Mico-leão-dourado
Macaco-prego
Jaguatirica

Animais para colecionadores particulares e zoológicos: este talvez seja o mais cruel dos tipos de tráfico da vida selvagem, pois ele prioriza principalmente as espécies mais ameaçadas de extinção. Quanto mais raro for o animal, quanto mais ameaçado, ou quanto menos exemplares existir na natureza, maior é o seu valor de mercado.

Exemplos:

Arara Azul de Lear
Arara Canindá (azul/amarela)
Papagaio Cara Roxa
Mico Leão Dourado
Jaguatirica

Animais para fins científicos: neste grupo encontram-se as espécies que fornecem a química base para a pesquisa e produção de medicamentos. É  um grupo que percebeu as facilidades no país e por isso mesmo aumenta a cada dia.

Exemplos:

Jararaca
Jararaca Ilhía
Cascavel Sapos Amazônicos
Aranha marrom
Outras aranhas
Besouros Vespas

Os animais abaixo têm substâncias extraídas para serem vendidas por grama.

Exemplos:

Jararaca
Urutu
Surucucu
Coral
Aranha marrom
Escorpião brasileiro

Animais para pet shop’s: é a modalidade que mais incentiva o tráfico de animais silvestres no Brasil. Devido à grande procura, todas as espécies da fauna brasileira estão incluídas nessas categoria. Os preços variam de acordo com a espécie e quantidade encomendada.

Exemplos:

Jibóia
Tartaruga
Arara Vermelha
Tucano
Melro
Saíra
Sagua

Endereços para Denúncias:  Linha Verde do IBAMA – 0800- 61 8080

Fonte: Correio dos Lagos

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Você é o Repórter

Tartaruga cai do 17º andar na varanda de um apartamento no 12º, em SP

Tássia Miranda
tassia@maximasp.com.br

Hoje aconteceu uma história muito maluca no meu apartamento. Acho que será bom compartilhar com vocês porque assim podemos alertar as pessoas que tem bichinhos  e moram em apartamentos.

Estava no banho quando o meu marido me chamou na sala, me perguntando se eu tinha levado uma tartaruga para casa escondido dele. Na hora achei que era brincadeira e quando chego na sala me deparei com uma tartaruguinha linda. No começo achei que ele tinha me dado de presente, afinal, eu moro no 12° andar e ela não teria como chegar lá sozinha. Mas constatamos que ela realmente surgiu “do nada”. A porta da entrada de casa estava fechada, a da varanda também(eu havia fechado a noite, por volta das 21h). Começou o mistério da tartaruga. O Pablo ainda me dizia – tartaruga não voa, Tássia!

A tartaruga se salvou por milagre. Ela caiu do 17º andar na varanda do apartamento do 12º. Foto: arquivo pessoal

Quando cheguei mais perto dela percebi que estava bem assustada e com o casco machucado, então pensei que ela só poderia ter caído do andar de cima. Liguei na portaria e comecei a busca pelo tutor. Depois de algum tempo descobrimos que essa danadinha caiu do 17° andar e por muita sorte desviou e caiu na minha varanda ontem, por volta das 15h. Por mais sorte ainda, a porta da minha varanda estava aberta e ela pode entrar em casa para se recuperar. Deve ter ficado escondidinha em algum lugar que nós nem notamos quando chegamos em casa à noite. Ainda bem que ontem fez um friozinho e eu fechei a porta da varanda por causa do vento, senão ela correria o risco de se jogar novamente, já que eu não tenho redinha.

A tutora veio buscá-la e eu pedi que a levasse ao veterinário, afinal, ela é pequenina e a queda pode ter machucado.

Enfim, essa história serve mais como um alerta para todos que tem seus animais. Não são todos os bichinhos que podem ter a sorte que essa tartaruga teve!

Quem ama seu animal, tem que cuidar!

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Você é o Repórter

Filhotinha muito bonita está abandonada na zona Norte de SP

Fabiana
ghatyh@yahoo.com.br

Ela é linda e muito dócil, precisa apenas de um lar. Foto: Divulgação

Duas crianças, no retorno do colégio,  encontraram esta linda cachorrinha na travessa da Tulipa Real, 128 . Travessa da Lasar Segal, 3ª viela à direita . – Bairro do Imirim, zona Norte de São Paulo. Segundo informações ela está nesta rua há uns quatro dias e a avó da amiga dela é quem está dando comida.

Layla está morando na rua. Foto: Divulgação

A cachorrinha parece ser filhote e é dócil. As meninas tiraram essas fotos. A pobre cachorrinha precisa encontrar um lar amoroso. Elas colocaram o nome de Layla.

Ajudem!

Contato:
Solange – (11) 3832-2600 – Ramal 210
solange@aeroportuaria.com.br

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Destaques, Notícias

Amor materno salva filhote de macaco de perigos urbanos

Por Giovanna Chinellato  (da Redação)

Mesmo nas ruas poeirentas e perigosas de Nova Délhi, longe do habitat natural, o laço entre uma mãe macaco e seu bebê é inquebrável. As cenas foram captadas por um fotógrafo que passava no local no momento do acidente e publicadas no Daily Mail.

Um inocente filhote tentou atravessar uma avenida movimentada e  foi atropelado por uma lambreta. Desesperada e para evitar mais acidentes, a mãe correu para tirar o bebê do meio da rua. Na capital indiana é comum ver animais buscando comida no meio urbano.

Foto: Reprodução Daily Mail

Na mesma avenida, estava um cachorro que correu em direção ao filhote, talvez querendo ajudar o pequeno ou simplesmente por curiosidade.

Mas a mãe, muito zelosa e amedrontada pela situação, instintivamente partiu para cima do cão, mordendo suas costas para afastá-lo de seu bebê.

Foto: Reprodução Daily Mail
Foto: Reprodução Daily Mail
Foto: Reprodução Daily Mail

O cachorro de jeito meigo e tranquilo e aparência bastante amigável  saiu correndo, enquanto a mãe protegia o filho
de outras ameaças urbanas.

Os flagrantes feitos pelo fotógrafo mostram cenas de amor, instinto maternal, zelo, dedicação que uma mãe tem pelo filho. Mãe é mãe: seja de que espécie for.

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