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Nova lei proíbe criação de animais para extração de peles

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No dia 02 de setembro de 2020, foi aprovado o projeto de Lei 232/2019, que prevê a proibição de criação de animais para extração de peles. Após a aprovação da Assembleia Legislativa, a proposta segue para a sanção do governo de Mato Grosso, que terá o prazo de 30 dias para sancionar ou vetar a iniciativa de Max Russi (PSB).

Na elaboração da proposta, o primeiro-secretário da Casa de Leis indicou que criar animais para extração de peles poderá resultar em multas, que variam entre 100 UPF/MT a 200 UPF/MT por animal. O valor da UPF/MT em janeiro de 2020 era cerca de R$ 146,44. Sendo assim, a multa pode chegar a mais de R$ 29.000 por animal morto ou não para tal fim.

Max Russi afirma que a indústria de peles animais sacrifica milhões deles todos os anos e é uma das práticas mais violentas possíveis. “Nem mesmo as espécies protegidas ou animais domésticos estão livres de tal crueldade (…)”, argumenta. “Muitas pessoas não têm conhecimento do processo cruel ao qual os animais passam para se tornarem um casaco”, complementa o autor do Projeto de Lei, “(…) muitos animais que são reduzidos a artigos de vestuário levam uma vida de privação, sofrimento e morte”.

No ano passado (2019), o deputado já havia tido uma conquista – passou a vigorar a Lei 10.846, que assegura a proteção até a final destinação de animais resgatados, vítimas de abuso, maus-tratos, feridos ou mutilados. A justificativa dada por Max Russi na época foi que a medida corrigiria uma distorção no artigo 32 da Lei Federal 9.605, que previa a proteção dos animais, mas não garantia uma destinação segura a ele.

Os animais domésticos que forem recuperados com o novo projeto de lei serão doados às entidades de defesa e proteção animal, para que sejam encaminhados à tutoria responsável. Os animais selvagens passarão por tratamento adequado, com equipe especializada, até estarem aptos à reintegração na natureza.


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Organizadores esperam número recorde de participantes na marcha contra o uso de peles

Foto: Evolve Activism
Foto: Evolve Activism

Espera-se que um número recorde de ativistas participe da “Marcha de Londres contra o Uso de Peles” enquanto os organizadores se preparam para sua segunda manifestação anual.

Criada e organizada pela ONG de direitos dos animais Evolve Activism, a marcha será realizada em 23 de novembro, das 13h às 17h. O ponto de encontro do evento ainda não foi confirmado.

Entre os palestrantes convidados estão ativistas pelos direitos animais de longa data, incluindo Robin Lane, Luke London (há 14 anos na causa) e Mel Broughton.

Uma indústria bárbara e cruel

Em comunicado enviado ao Plant Based News, Emma Jade Easton, CEO da Evolve Activism, disse: “Em 2019, deveria haver uma proibição mundial da produção e venda de peles de animais, mas infelizmente esse não é o caso e mesmo que estejamos vendo peles sendo banidas nas ruas (uso da população em geral) e por muitos estilistas de luxo, incluindo Prada, Chanel e Gucci, ainda existem bilhões de animais como martas, coelhos, raposas, coiotes e guaxinins que são mortos por nada além de moda fútil e artigos de beleza”.

“Até vermos uma proibição global e todas as lojas, estilistas e bancas de mercado pararem de vender peles reais, continuaremos a nos posicionar contra essa indústria bárbara e a marchar contra o uso e produção de peles”.

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Rainha da Inglaterra abandona o uso de peles após se tornar alvo de críticas pelo mundo todo

Photo: Julian Calder
Photo: Julian Calder

A rainha Elizabeth II abandonou definitivamente o uso de peles de verdade este ano e vai optar por peles que não sejam de origem animal no futuro, de acordo com sua estilista principal, Angela Kelly.

Segundo Kelly, que escreveu um livro de memórias contando sua experiência ao lado da rainha, Elizabeth II decidiu tirar oficialmente as peles de seu guarda-roupa real em resposta à mudança de atitudes da sociedade e ao sofrimento dos animais na indústria de pele.

Além disso, de acordo com a revista Vogue, “nos últimos anos, sua escolha de usar peles de verdade tem sido severamente criticada pela opinião pública”.

Imitação de pele

Em entrevista à Vogue, Kelly disse: “Se Sua Majestade participar de um evento ou compromisso em um local de clima particularmente frio, deste ano em diante, peles falsas serão usadas para garantir que ela fique aquecida”.

A rainha não é a primeira realeza a evitar o material: a duquesa de Sussex, Meghan Markle, também não usa peles de animais por razões éticas.

“Parabéns”

“Os tempos estão mudando e parabenizamos a rainha por ter mudado com eles”, disse Connor Jackson, CEO do grupo de advocacia Open Cages, em um comunicado enviado ao site Plant Based News.

“Todo mundo, da realeza ao comprador comum na rua, sabe que não precisamos abusar e matar animais para parecermos luxuosos”, disse o comunicado.

“Encorajamos o governo do Reino Unido a seguir os passos da rainha e usar o Brexit (saída do Reino Unido da União Europeia) como uma chance de proibir a importação de peles para o país para sempre”.

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Histórias Felizes, Notícias

Raposa mantida como animal doméstico e abandonada chega em santuário e se apaixona imediatamente

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

Nada poderia descrever melhor a situação de Zoe do que a palavra milagre. A raposa que possui um lindo pêlo prateado, saiu viva de uma fazenda de peles.

Zoe é uma “raposa pastel”, o resultado do cruzamento entre uma raposa-prateada e uma raposa-de-cara-branca para criar peles com aquele brilho prateado, algo que nunca teria ocorrido na natureza. Zoe enfrentou uma vida de miséria e com certeza teria uma morte precoce na fazenda de peles na Holanda onde sua vida começou – mas, em 2012, ela foi alvo de um golpe de sorte.

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

A raposinha foi resgatada quando tinha apenas um ano e foi trazida para Tierart, um santuário na Alemanha, que acolhe principalmente grandes felinos, administrado pela ONG Four Paws International.

A luz do sol e alimentos frescos e nutritivos estavam muito longe do que Zoe havia experimentado antes. Durante anos após seu resgate, Zoe aprendeu a amar sua nova vida no ambiente natural do santuário, livre de sofrimento e medo.

Então, em 2016, algo inesperado aconteceu em uma cidade próxima – e estava prestes a abalar o mundo de Zoe.

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

Os moradores locais viram um animal de aparência incomum vagando pelo bairro. O animal parecia um cachorro e tinha um pelo marrom prateado que ninguém nunca tinha visto antes.

O animal misterioso foi preso e levado para Tierart. Ele também não era um cachorro. Na verdade tratava-se de uma raposa, e não qualquer raposa: ele era uma “raposa pastel” como Zoe.

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

Os socorristas o nomearam Frodo. E Frodo era estranhamente amigável com as pessoas, dando aos seus socorristas uma dica sobre de onde ele poderia ter vindo.

“Como a coloração de uma raposa pastel não é encontrada originalmente na natureza e Frodo parecia estar acostumado com as pessoas, a equipe da Tierart suspeitava que Frodo tivesse sido mantido como animal doméstico e simplesmente abandonado”, disse Florian Eiserlo, gerente da unidade em Tierart, ao The Dodo. “Infelizmente, ainda existem criadores na internet que anunciam “raposas pastéis” como animais de estimação exóticos. Ficamos felizes em oferecer a ele um lar para sempre”.

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

Que duas dessas raposas raras, criadas em cativeiro, acabassem no mesmo santuário parecia uma questão do destino – mas, como as raposas são territoriais, as pessoas no santuário não queriam apressar nenhum tipo de relacionamento entre Frodo e Zoe.

Eles colocaram Frodo em um recinto que compartilhava uma cerca com a casa de Zoe. Dessa forma, as duas raposas poderiam muito lentamente se acostumar com a visão e o cheiro da outra.

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

“Planejamos introduzir lentamente as raposas”, escreveu o Four Paws. “Nós os encontramos abraçados através de uma cerca que separa seus recintos”.

Demorou apenas uma noite para Zoe e Frodo perceberem o quanto eles queriam estar perto um do outro. De manhã, os funcionários encontraram as raposas, cada uma ao lado da cerca, o mais perto possível para trocarem carinhos e abraços.

Logo depois disso, Zoe e Frodo se mudarame passaram a viver juntos – e eles se tornaram inseparáveis desde então.

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

“Quais são as chances de Zoe, uma raposa inicialmente trazida a Tierart de outro país, e Frodo, uma raposa mantida por humanos e depois abandonada, se encontrarem?”, disse Claire LaFrance, chefe de comunicações da Four Paws USA.

Zoe e Frodo se divertem tomando banho de sol um ao lado do outro, brincando juntos, abraçando-se, explorando sua casa recém-expandida – eles adoram qualquer coisa desde que possam participar daquilo juntos.

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

Em cativeiro, as raposas podem viver até 14 anos. Como Zoe tem 7 anos e acredita-se que Frodo tenha 4 anos, parece que esse casal feliz tem muitos anos alegres pela frente.

“Esperamos que esses dois tenham uma vida longa e feliz juntos”, disse Eiserlo.

Foto: Tierart/Henri Schuh
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Califórnia proíbe armadilhas para caçar animais para a indústria de peles

A Califórnia se tornou o primeiro estado americano a proibir a captura de animais selvagens para a venda de suas peles.

Um lobo na natureza
Foto: Adobe

A lei AB 273, assinada pelo Governador Gavin Newsom, foi um dos dois projetos de leis apresentados no Senado e Assembleia. Se for aprovada, a AB 44 proibirá a fabricação e venda de produtos fabricados com peles de animais na Califórnia.

A parlamentar Lorena Gonzalez escreveu a legislação, que foi apoiada por organizações em defesa dos direitos animais. “O comércio cruel de peles de animais, além de dizimar populações cada vez mais vulneráveis de vida selvagem, não faz sentido na política fiscal”, declarou à Plant Based News.

Fleur Dawes, da ONG In Defense Of Animals (Em Defesa Dos Animais), parabenizou o Governador Newsom e Lorena Gonzalez por se movimentarem para proteger as espécies ameaçadas pelo comércio cruel.

“Esta é uma vitória para os animais e para os californianos que se manifestaram para protegê-los da extrema crueldade do comércio de peles. A Califórnia está enviando ao mundo a seguinte mensagem: os animais têm o direito de viverem dentro de sua própria pele, livres de serem mutilados e mortos por armadilhas feitas para roubarem seus pelos em nome da moda”, concluiu Fleur.


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Investigação revela animais vivendo no meio de cadáveres e fezes em fazenda de pele

Foto: One Voice
Foto: One Voice

Ativistas pelos direitos animais pedem o fechamento imediato de uma fazenda de peles francesa após imagens de uma investigação secretas mostrarem os visons, também como conhecidos como martas (minks) rastejando sobre cadáveres no meio de suas próprias fezes em gaiolas imundas.

Um vídeo com imagens fortes também mostra alguns animais recorrendo ao canibalismo.

Embora perturbadoras, as imagens são uma forma de conscientizar a população mundial e as autoridades para que proíbam a importação de peles de animais, sendo a França o segundo maior fornecedor de peles, em uma indústria que ainda valia cerca de 70 milhões de libras só no mercado britânico no ano passado.

Vários países pelo mundo como Servia, Luxemburgo, Eslovênia, Noruega, Croácia, República Checa, Macedônia, Bósnia, Japão, Áustria, Bélgica e outros mais, proibiram as fazendas de pele no mundo, o Reino Unido por exemplo, proibiu fazendas de peles de animais em 2003, mas continua a importar o produto de outros países.

Uma queixa criminal por atos de crueldade foi apresentada contra os proprietários da fazenda.

Os militantes da ONG One Voice encontraram as cenas terríveis após entrarem na fazenda de criação de martas.

Foto: One Voice
Foto: One Voice

Em um clipe, um pequeno vison branco treme enquanto jaz sob uma pilha de cadáveres, outro animal é visto se esforçando para se afastar do cadáver roído e em decomposição de seu companheiro de gaiola.

Fotos de dentro da fazenda mostravam cadáveres de animais em decomposição espalhados por gaiolas, enquanto, em uma delas, a sujeira escorria sobre as martas apertadas no pequeno cativeiro.

O vídeo foi declarado uma das “mais perturbadoras evidências de crueldade em fazendas” já vistas pela ONG Humane Society International.

Foto: One Voice
Foto: One Voice

A diretora da ONG no Reino Unido, Claire Bass, disse que os animais pareciam “atormentados e sofridos”, acrescentando que era “perturbador” ver isso acontecer a esses seres indefesos.

“Na natureza os visons são belos, inteligentes e curiosos pequenos animais que cavam, caçam e nadam e alcançam quilômetros percorrendo paisagens.

Os animais nesta investigação são como cópias dos animais que vivem livres só que nesta versão são animais atormentados e trágicas.

Foto: One Voice
Foto: One Voice

“O comércio de peles tenta vender uma imagem da pele como um acessório tão elegante e glamouroso, mas eu desafiaria até mesmo o mais frio dos usuários de peles a olhar para essa filmagem e ver qualquer coisa além de miséria e desespero”.

“O Reino Unido foi o primeiro país do mundo a proibir a criação de peles, e estamos rapidamente obtendo apoio político para abrir caminho como o primeiro país a proibir a venda deste produto cruel, ultrapassado e desnecessário”.

Como parte de sua campanha #FurFreeBritain, a HSI pede que o Reino Unido proíba a venda de todas as peles de animais, estendendo a proibição atual de peles de gatos, cães e focas.

Foto: One Voice
Foto: One Voice

Desde que a filmagem foi divulgada, mais de 26 mil pessoas assinaram uma petição pedindo o fechamento da fazenda.

As imagens também levaram os políticos a alegar que a saída do Reino Unido da União Européia poderia ser usada como uma oportunidade para proibir a venda de todas as peles de animais no país.

O deputado conservador Zac Goldsmith disse que o Brexit ofereceu uma “oportunidade” para isso.

“É triste que, apesar de ter banido a criação de peles neste país há mais de quinze anos, ainda estamos financiando a mesma crueldade – ou, se essa filmagem for pior, ao permitir a importação e venda de peles do exterior“.

Foto: One Voice
Foto: One Voice

Os estilistas franceses Dior, Louis Vuitton, Saint Laurent e Celine ainda usam peles de animais em seus produtos.

A filmagem vem em seguida de outra denúncia em que raposas e martas foram retratadas em condições lamentáveis em uma fazenda de peles finlandesa no final do ano passado.

Martas, raposas e guaxinins nas gaiolas foram forçados ao canibalismo e foram retratados com feridas em carne viva.

Eles também tinham pés deformados, olhos doentes e lacerações expostas em seus corpos.

Foto: One Voice
Foto: One Voice

O professor veterinário Alastair MacMillan, que analisou a filmagem, disse que as imagens “mostravam o preço que o isolamento contínuo e o confinamento estão tendo sobre esses animais, muitos estão mostrando sinais de severo desconforto físico e psicológico”.

“Vários visons e raposas têm feridas abertas e infectadas, e várias raposas têm olhos extremamente doentes que causam imensa dor e sofrimento aos animais”.

“Se isso é o melhor que a indústria de peles pode oferecer aos animais, não é de admirar que tantos designers, varejistas e agora cidades não queiram mais ter nada a ver com isso”.

Foto: One Voice
Foto: One Voice

Fazendas na Finlândia são declaradamente os maiores produtores de pele de raposa na Europa, com cerca de 2,5 milhões de animais sendo criados e eletrocutados a cada ano para serem vendidos ao comércio global.

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Investigação revela mais de 50 leões mortos em dois dias em fazenda de criação na África do Sul

Um dos leões mantidos em caixas de transporte sem poder sequer se levantar ou se mover | Foto: Lord Ashcroft
Um dos leões mantidos em caixas de transporte sem poder sequer se levantar ou se mover | Foto: Lord Ashcroft

Um fedor avassalador e um enxame de moscas deram a inspetora Reinet Meyer a certeza de que ela havia encontrado algo verdadeiramente repugnante.

Meyer é inspetora da Society for the Prevention of Cruelty to Animals (Sociedade para a Prevenção da Crueldade contra os Animais, na tradução livre) e foi avisada por uma denúncia que os leões estavam sendo mantidos em pequenas gaiolas na fazenda Wag-en-Bietjie, a 32 quilômetros de Bloemfontein, na província de Free State da África do Sul.

Sabendo que a cruel e vergonhosa indústria de criação de leões de seu país abastece o sujo comércio internacional de ossos de leões e troféus, ela já esperava o pior.
Mas nada poderia preparar a inspetora para a cena grotesca e macabra que encontraria dentro daquela fazenda anônima de aparência comum.

A construção estava sendo usada como matadouro de leões, um supervisor e oito trabalhadores estavam tirando a pele e a carne dos cadáveres frescos de um grupo de leões mortos recentemente quando ela chegou.

Muitos leões mortos jaziam no local, alguns esfolados e outros à espera de serem esfolados (ter a pele arrancada), todos espalhados pelo chão manchado de sangue. Uma pilha de entranhas com vísceras e ossos estava amontoada em outro canto, enquanto partes internas do corpo dos animais descartadas, estavam empilhadas em sacos de plástico pretos transbordantes em um trailer do lado de fora.

Troféus de leões | Foto: Lord Ashcroft
Troféus de leões | Foto: Lord Ashcroft

Fotografias tiradas por investigadores mostram uma cena sórdida e sangrenta. Muitas imagens são fortes demais para serem exibidas.

“Foi chocante”, disse Meyer. “Não conseguíamos acreditar no que estava acontecendo. Você podia sentir o cheiro do sangue. Os leões foram baleados no acampamento e todos foram trazidos para aquele quarto. O número de moscas e o cheiro eram terríveis.

“Para mim, um leão é um animal imponente, uma majestade da natureza. Aqui ele é massacrado pelas pessoas em troco de dinheiro, isso é absolutamente repugnante”.

A cerca de duzentos metros do matadouro, dois leões estavam presos em caixas de transporte de aço que eram pequenas demais para que eles se levantassem ou se virassem. Meyer disse que eles foram deixados nas caixas sem comida ou água por três dias.

Ela inicialmente até chegou a pensar que um deles estava morto pois o animal debilitado não estava se movendo. “O leão estava tão deprimido que nem se mexeu”.

“Foi um momento totalmente repugnante descobrir que os leões eram mantidos desta forma indigna”.

“Um leão é um animal selvagem, que nasceu para ser livre, mas ao contrário disso, é mantido em uma pequena gaiola por três dias. É absolutamente deplorável”.

Um total de 54 leões foram mortos na fazenda em apenas dois dias. Eles foram acertados pela primeira vez com dardos tranquilizantes antes de serem mortos a tiros com um rifle calibre 22. Entende-se que as balas foram disparadas através do ouvido e chegaram diretamente no cérebro porque os compradores estrangeiros não pagarão pelos crânios danificados.

Acredita-se que alguns dos leões tenham sido transportados em caminhões por cerca de 400 quilômetros até a fazenda, a partir de um “parque de safári” próximo a Johanesburgo.

Absurdamente, os trabalhadores da fazenda Wag-‘n-Bietjie tem permissão do governo para matar leões. O local, de propriedade do criador de leões Andre Steyn, faz parte de uma série de matadouros de leões licenciados na África do Sul que suprem a enorme demanda por ossos de leões do Sudeste Asiático.

O país permite que 800 esqueletos de leões criados em cativeiro sejam exportados a cada ano, mas os ativistas acreditam que muitos mais sejam mortos sem registro para alimentar o comércio nojento, mas lucrativo.

Wag-‘n-Bietjie, que se autodenomina uma “fazenda ecológica” que coloca “a natureza em primeiro lugar”, parece ter recebido as permissões relevantes do Free State (Estado Livre).

Steyn, ex-membro do Conselho da South African Predator Association, uma organização comercial que atua para a indústria de reprodução em cativeiro, deu a Meyer acesso irrestrito à sua propriedade.

Mas junto com seu capataz, Johan van Dyke, ele agora enfrenta acusações relacionadas ao bem-estar animal sobre os dois leões mantidos em pequenas jaulas, e pode enfrentar ainda mais acusações ligadas à maneira como os leões estavam sendo mortos e à condição de fome e inanição em que os animais são mantidos.

O que acontecerá aos 246 leões encontrados na fazenda ainda não está claro. Cerca de 100 foram declaradamente marcados para morrer, mas as permissões da fazenda foram revogadas. Seu destino não será decidido até que o processo judicial de Steyn e Van Dyke seja concluído.

Em uma reviravolta sinistra no comércio de “criação de leões” da África do Sul, alguns operadores importaram tigres, que não têm lugar no continente africano, para se reproduzir com leões e produzir “ligers” (quando o pai é um leão) ou “tigons” ( quando o pai é um tigre).

Leões e tigres sendo mantidos juntos em reserva | Foto: Lord Ashcroft
Leões e tigres sendo mantidos juntos em reserva | Foto: Lord Ashcroft

Um liger de três anos de idade ou tigon pode ser do mesmo tamanho de um leão de nove anos de idade, produzindo assim mais peso ósseo – e maiores lucros – uma vez mortos.

Ligers tem o maior valor financeiro: eles pesam uma média de 71 libras e alcançam quase 12 pés de altura apoaiados em suas patas traseiras.

Especialistas dizem que o processo de criação abusivo freqüentemente resulta em defeitos congênitos e morte prematura de filhotes, bem como complicações para as mães, porque elas têm que dar à luz filhotes superdimensionados.

Um relatório de quatro anos atrás estimou que havia 280 tigres na África do Sul em 44 locais. A investigação da ONG, no entanto, sugere que esta é uma subestimava dramática, com cerca de 50 tigres que se acredita estarem em apenas um local.

Em outra instalação de vida selvagem na província de Free State, os investigadores fizeram uma descoberta perturbadora. Em um cativeiro cercado, um grupo de três tigres e cinco leões estavam deitados juntos na sombra. No mesmo recinto, outro leão e um tigre foram encontrados juntos perto da cerca do perímetro.

Um dos investigadores descreveu a experiência como “perturbadora”, acrescentando: “Não é algo que você espera ver. Nós estávamos pensando: “para que eles estão aqui, para onde eles estão indo?”

Os funcionários do parque disseram aos investigadores que os leões e os tigres só eram mantidos juntos até atingirem a idade de reprodução por volta dos dois anos de idade. O parque na semana passada não respondeu quando perguntado se os animais eram reproduzidos entre si.

Em outro parque de vida selvagem perto de Joanesburgo, um dos investigadores encontrou um enorme tigre do sexo feminino grávida, esperando uma ninhada de filhotes.

Sem realizar testes de DNA, os pesquisadores não conseguiram provar cruzamentos em nenhum centro individual, mas os conservacionistas acreditam que a endogamia na África do Sul é “desenfreada”. Enquanto isso, os turistas estão, inadvertidamente, alimentando tanto o comércio de ossos quanto a caça de troféus, pagando para ter filhotes de leão de estimação ou para viverem experiências como “caminhar com leões”.

A reserva de Ukutula, a cerca de 80 quilômetros a noroeste de Pretória, cobra aos visitantes £ 46 por uma “caminhada de enriquecimento” de uma hora com os leões. Os visitantes devem assinar um acordo de que as fotografias tiradas são para uso privado.

O porta-voz Willi Jacobs disse: “Ukutula conduz essas caminhadas para enriquecer as vidas de animais que, de outra forma, ficariam confinados em seus recintos. A receita gerada nos permite apoiar projetos de pesquisa que contribuem significativamente para a conservação”.

A Grã-Bretanha, no entanto, continua a oferecer permissões aos caçadores para importar peles e cabeças de leão, desde que o troféu tenha sido obtido de uma operação de caça “sustentável”.

Em dezembro passado, uma investigação revelou como o número de partes de corpos de leões enviados para a Grã-Bretanha disparou.

E hoje revelações mostram como essa brecha pode ser explorada por caçadores determinados a desrespeitar a proibição dos EUA também.

Um dos investigadores da ONG disfarçados gravou Adrian Sailor, um representante do Reino Unido dos Settlers Safaris na África do Sul, explicando como uma pele de leão poderia ser contrabandeada para os EUA via Grã-Bretanha, escondendo-a em uma pele de veado.

Sailor admitiu que a questão era “tão quente, na imprensa e em todo o resto”, acrescentando: “Eles querem que tudo seja feito corretamente”.

Mas para contornar a lei dos EUA, Sailor sugeriu legalmente importar a pele através do Reino Unido, atirando um cervo vermelho na Escócia, então “você enfia a pele de leão dentro do cervo sangrento, você só precisa enrolar tudo, e depois apenas exporta a mercadoria como um simples veado vermelho”.

“É um pouco desonesto, mas você sabe. Está tudo dobrado, o cadáver está duro, você não pode abri-lo. Tudo é salgado e duro como pedra. Quero dizer, um leão é uma coisa grande, para entrar ali, mas a única coisa que você não consegue enfiar ali é um crânio.

Quando confrontado pelo The Mail, Sailor não negou seu discurso, mas salientou que “nenhum crime foi cometido” e que “tudo é feito legalmente”.

Ele disse que não negocia com ninguém nos EUA, acrescentando: “Como um leão caberia dentro de uma pele de veado? Grande diferença de tamanho”.

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Jornalismo cultural, Notícias

Jo-Anne McArthur lança documentário sobre a indústria de peles

Desde 2009, a fotojornalista Jo-Anne McArthur expõe a violência que envolve esse mercado (Foto: Jo-Anne McArthur/We Animals)

O documentário “The Farm in My Backyard”, sobre a realidade da indústria de peles, foi lançado hoje na internet pelo projeto We Animals, comandado pela fotojornalista canadense Jo-Anne McArthur.

Com duração de pouco mais de 15 minutos, o filme mostra os impactos éticos e ambientais da criação de animais silvestres com a finalidade de extrair suas peles e comercializá-las.

Segundo o documentário, é importante que o público saiba que além do mal causado aos animais, a cadeia que envolve a produção de artigos baseados em peles também prejudica os ecossistemas ao interferir no ciclo de vida dos animais silvestres.

“The Farm in My Backyard” tem como mote a realidade da Nova Escócia, no Canadá, onde quem atua no mercado de peles se recusa a migrar para outra atividade. E para piorar, a prática tem o apoio do governo da província.

Desde 2009, a fotojornalista Jo-Anne McArthur expõe a violência que envolve esse mercado, e deixa claro que a melhor forma de desestimulá-lo é não comprando produtos baseados em peles de animais e também se posicionando claramente contra a prática.

Embora vários países e estados estejam banindo a criação de animais com essa finalidade, assim como grifes estão abdicando do uso de peles, a Nova Escócia parece que parou no tempo, segundo o documentário. Por isso o documentário do projeto We Animals tem um caráter de denúncia sobre as vis conveniências humanas.

Saiba Mais

Na Nova Escócia, animais silvestres são engaiolados, mantidos em más condições de higiene (inclusive entre as próprias fezes) e mortos por meio de gás, veneno ou espancamento.

Para assistir ao documentário – clique aqui.

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Projeto prevê a proibição da produção e comércio de peles de animais no estado de Nova York

Linda argumentou que o comércio de peles é baseado em violência contra os animais e isso é antiético (Fotos: Getty)

Na semana passada, a ativista dos direitos animais e membro da Assembleia Legislativa de Nova York, Linda Rosenthal, apresentou um projeto de lei que prevê a proibição da produção e venda de peles de animais no estado de Nova York até 2021.

“Cada vez mais, os consumidores estão procurando fazer compras éticas e sustentáveis ​​- peles não são nada disso”, disse Rosenthal, segundo publicação do jornal New York Post de ontem.

Linda argumentou que o comércio de peles é baseado em violência contra os animais e isso é antiético, porque hoje a nossa perspectiva moderna nos permite ver os animais como companheiros e seres sencientes.

“As fazendas de peles nos Estados Unidos criam animais como guaxinins, raposas, martas e chinchilas para matar simplesmente por causa de suas peles, e muitas vezes usando métodos cruéis e desumanos”, criticou a parlamentar em memorando apresentado na Assembleia Legislativa.

Cidades como San Francisco e Los Angeles já baniram o uso de peles. Tudo indica que o PL tem grandes chances de aprovação, embora o Fur Information Council of America esteja mobilizando lobistas para intervir no processo, sob a alegação de que a indústria de peles gera 1,1 mil empregos na cidade de Nova York.

Por outro lado, a Humane Society International lembrou que mais de 100 milhões de animais são mortos por ano apenas para que os seres humanos extraiam e utilizem desnecessariamente a pele de outros animais.

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Notícias

Indústria de peles declara guerra contra ativistas pelos direitos animais

Foto: Pixabay

 

Investigações já revelaram os horrores das fazendas de peles. Por dinheiro, martas, guaxinis, raposas, coelhos, entre outros animais são torturados e têm suas peles cruelmenente arrancadas – ainda vivos muitas das vezes – para servirem ao mercado da moda.

Indústria e ativistas

Em 2009, um vídeo legendado como “Um olhar chocante nas fazendas chinesas de peles” se tornou viral quando mostrou em detalhes um guaxinim sendo esfolado vivo por sua pele.

As imagens causaram repulsa pública generalizada e despertou o mundo para a verdade por trás dos casacos de peles e outros produtos.

Reconhecendo toda a crueldade, grifes famosas como Gucci, Chanel, Hugo Boss, Armani, Michael Kors e Versace deixaram de usar o material em suas coleções. Desde então, o mercado global de peles vê seus lucros despencando drasticamente.

Legisladores também usaram as imagens para implementar proibições de pele em várias regiões.

Na tentativa desesperada de enfraquecer e manchar o movimento abolicionista animal, a Federação Internacional de Pele contratou investigadores que acusam covardemente o grupo ativista de subornar os homens que aparecem no vídeo.

Outro ataque

Essa não é a primeira vez que a indústria animal, desesperada por seu declínio, ataca ativistas de suborno.

Recentemente, pecuaristas acusaram um grupo de defesa dos direitos animais de pagarem um funcionário de um vavio exportador de bois vivos para forjar cenas de maus-tratos dentro da embarcação.

Nas imagens, os animais amontoados em pequenos e minúsculos cervado estavam cobertos por fezes e urina. Alguns deles agonizavam caídos no chão do navio por não conseguirem respirar pela superlotação e sujeira.

Infelizmente, essa é a relidade já comprovada sobre o transporte de cargas vivas.

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Notícias

Califórnia tenta acabar com a indústria de armadilhagem de peles

Ao longo dos anos a Califórnia tem se mostrado bastante preocupada com a causa animal. Recentemente, defendeu a proibição do foie gras no estado, proibiu a venda de cães, gatos e coelhos em pet shops e mudou a natureza jurídica dos animais em casos de divórcio e é considerada o “estado mais humano” com os animais. Mas como é possível receber este reconhecimento se ainda alimenta a indústrias de armadilhagem de peles?

Filhote de raposa-cinzenta.  Foto: Pixabay

No ano passado, o estado da Califórnia emitiu 133 licenças para armadilhagem, que os caçadores usavam para capturar brutalmente 995 ratos almiscarados, 105 raposas-cinzentas, dezenas de gambás e outros mamíferos, de acordo com a Agência de Recursos Naturais.

Visando interromper mais essa prática cruel e desumana, um novo projeto de lei no Legislativo da Califórnia colocaria um fim nessa indústria da Califórnia.

A deputada Lorena Gonzalez, de D-San ​​Diego, apresentou um projeto de lei que proibiria o estado de emitir licenças de armadilhagem de peles.

Gonzalez argumenta que a prática é “cruel” e que o programa de licenciamento é um desperdício de dinheiro.

“Não só o comércio cruel de armadilhas de pele dizima nossas populações cada vez mais vulneráveis ​​da vida selvagem, como a execução desse programa nem sequer faz sentido na política fiscal”, disse Gonzalez em um comunicado anunciando a apresentação do projeto.

Ratos almiscarados. Foto: Pixabay

De acordo com o The Sacramento Bee, o projeto é apoiado pelo grupo ambientalista sem fins lucrativos Centro de Diversidade Biológica. O diretor de conservação, Brendan Cummings, disse em comunicado que “este projeto é um passo importante para acabar com uma prática antiquada e cruel e alinhar a gestão da vida silvestre dos californianos”

Os valores da maioria dos californianos valorizam nossa vida selvagem, não como mercadorias a serem mortas e esfoladas para mercados estrangeiros de peles”.

A Califórnia tem uma longa história de captura de peles.

O California Fur Rush antecedeu a Corrida do Ouro de 1849; caçadores se aglomeravam na Califórnia para capturar lontras marinhas, focas, castores, raposas e outras peles de animais. A Rússia já manteve um posto avançado de comércio de peles no Canadá, que agora é o Parque Histórico do Estado de Fort Ross .

São Francisco já proibiu a venda de peles no ano passado. Legisladores da Califórnia também estão considerando uma lei que proibiria a venda de peles em todo o território.

 

 

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Notícias

Cantora Rihanna lança coleção de lingeries veganas, mas usa casacos de pele animal

Rihanna sempre foi alvo de críticas por parte dos ativistas pelos direitos animais e até mesmo mesmo por uma parte de seus fãs, pelo fato de a cantora usar roupas com peles de animais.

Em 2017, durante um evento da Dior, Rihanna apareceu usando um look polêmico. Foi então que a PETA a enviou um casaco de pele sintética e uma carta, pedindo que ela doasse todas as suas peças de roupas que tinham peles de animais.

No mesmo ano, Rihanna lançou a Fenty Beauty – uma linha de maquiagem sem crueldade animal que atende a todos os tipos de pele.

Agora, é a vez da cantora mostrar ao mercado sua coleção de lingerie vegana sem seda Savage X Fenty Valentine. No mínimo, os lançamentos são contraditórios. Como é possível criar linhas que não são testadas em animais ou não possuem ingredientes dessa origem e financiar uma das mais terríveis e cruéis indústrias do mundo?

Rihanna anunciou o lançamento da coleção no Instagram, com uma foto dela usando um biquíni de coração aberto nas costas. Ela legendou o post:  “Este dia dos namorados é todo seu! Apaixonada pela minha mais nova coleção [Savage X Fenty] vday”!

As lingeries da artista têm sido elogiadas por atenderem a todos os tipos de corpos, e a coleção de namorados não é diferente, com tamanhos de sutiã de 32A a 44E e tamanhos de XS a XL disponíveis.

A cantora e empresária disse no site da coleção de lingerie: “Minha visão de Savage X sempre foi inclusão, sempre tem mulheres se sentindo confiantes e expressando-se através de uma pequena renda, um pouco de espartilho, um pequeno sutiã”.

As peças, que variam de £ 20 a £ 84, já estão esgotando

Existe também um chicote de couro vegano disponível em três cores, e se os clientes se inscreverem no novo clube Xtra VIP Xclusive, ofertas especiais para sutiãs e bralettes estarão disponíveis.

Dia dos namorados vegano

Assim como a lingerie sem crueldade, há uma série de opções livres de crueldade e veganas para o Dia dos Namorados.

A marca de produtos de beleza vegetariana Lush lançou uma série de bombas de banho inspiradas em emoji , com designs de berinjela e pêssego, bem como um condicionador corporal “American Pie” e esfoliação corporal “Love Island”.  As informações são do Live Kindly.

“Se você quer espalhar seu amor um pouco mais e mostrar algum cuidado com o meio ambiente este ano, esses produtos sem embalagem são a escolha perfeita”, disse a marca em um comunicado de imprensa no início deste ano.

Para os fãs de Harry Potter, os estúdios da Warner Bros em Hertfordshire estão organizando um evento gastronômico para o Dia dos Namorados “verdadeiramente mágico” e vegano em seu Salão Principal. E para aqueles que gostam de doces, o snack vegano Oreo está lançando o especial “Love, Oreo” em homenagem ao dia 14 de fevereiro.

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