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Rihanna é criticada por vender roupas com pele de animais em sua grife

Casacos e cachecóis feitos de pele de cordeiro estão sendo comercializados pela grife da cantora


A cantora Rihanna está recebendo inúmeras críticas por vender roupas com pele de animais através da sua grife “Fenty”. Seguidores da artista nas redes sociais observaram que casacos e cachecóis da marca são descritos no site oficial como feitas “100% de pele de cordeiro”.

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“Casaco de pele em pleno quase 2020 é um baita retrocesso”, disse uma internauta. “Cadê a militância na hora de querer ganhar dinheiro, né?”, escreveu um seguidor. As informações são do portal Vagalume.

As polêmicas de Rihanna com sofrimento animal, no entanto, são antigas. Em 2017, a cantora foi criticada pela organização internacional de defesa animal PETA após usar um casaco de pele de raposa em um desfile da marca Dior.

A entidade enviou, na época, uma carta à cantora pedindo que ela parasse de usar pele de animais e enviou para ela um casaco de material sintético.

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Kim Kardashian manda fazer casacos sintéticos para deixar de usar pele de animais

A socialite Kim Kardashian decidiu parar de usar casacos feitos com pele de animais. Na terça-feira (11), ela fez uma publicação em rede social anunciando a mudança.

Foto: Reprodução / Instagram / @kimkardashian

A decisão da socialite é importante, já que ela é formadora de opinião e, por isso, influencia muitas pessoas em todo o mundo.

O processo de fabricação de roupas feitas com pele de animais é extremamente cruel e as denúncias sobre o tema feitas por ativistas pelos direitos animais parecem ter conscientizado Kim Kardashian.

No Instagram, a socialite publicou uma foto de North West, sua filha, usando um casaco feito de pele falsa.
“Se lembram quando eu usei isso? Ela escolheu um look igual ao meu! Mas, o fato divertido é: eu peguei todas minhas peças favoritas que usam pele e mandei refazê-las em versões com peles falsas“, escreveu na legenda.

Foto: Reprodução / Instagram / @kimkardashian

A socialite já foi alvo de vários protestos feitos por ativistas. Em 2012, um militante jogou farinha em Kim para se manifestar contra os casacos de pele usados por ela.

Ao anunciar a mudança, a socialite recebeu muitos elogios, inclusive da organização internacional de defesa dos animais PETA.

“AMOR! Obrigado por fazer mudanças compassivas que salvam os animais e mostram ao mundo que os estilos #LivresdePele são o futuro!“, disse um seguidor.

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Pamela Anderson convence Melania Trump e Kim Kardashian a não usar pele animal

A atriz e ativista pelos direitos animais Pamela Anderson revelou ao The Guardian ter convencido a primeira-dama dos Estados Unidos Melania Trump e a socialite Kim Kardashian a não usar roupas feitas a partir da pele de animais.

Melania Trump, Pamela Anderson e Kim Kardashian (Foto: Getty Images)

“Enviei-lhes casacos de peles falsos e, desde então, nenhuma delas usou peles reais”, contou Pamela. As informações são do site português JN.

A atriz escolheu o vegetarianismo na infância. “Decidi tornar-me vegetariana quando era criança. O meu pai era caçador e, certo dia, encontrei um veado morto sem cabeça, pendurado na parte de fora da nossa casa, escorrendo sangue para dentro de um balde. Chorei durante dias. Não foi difícil para mim desistir de algo tão cruel”, disse.

Pamela já protagonizou diversas campanhas da organização de defesa animal People for the Ethical Treatment of Animals (PETA). A atriz também iniciou petições contra as touradas e protestou em frente ao parlamento francês contra o foie gras – fígado de ganso fabricado a partir de extremo sofrimento animal.

A ativista defende também pautas relacionadas ao meio ambiente, como o uso de materiais reciclados para a produção de roupas como forma de diminuir o impacto ambiental através da moda sustentável.

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Marca Burberry deixa de usar pele animal em busca de sustentabilidade

A marca de artigos de luxo Burberry anunciou que irá parar de usar pele de animais e de incinerar roupas, acessórios e perfumes não vendidos. Por trás da decisão há um interesse em tentar se adequar com a tendência sustentável, cada vez mais exigida pelos consumidores.

(Foto: AFP)

Atualmente, é possível encontrar nas lojas da empresa produtos feitos com pele de animais como coelho, raposa e guaxinim asiático. Para que esses produtos sejam fabricados, animais têm a pele retirada ainda vivos. A justificativa para causar tamanho sofrimento é a de manter a qualidade da pele. Esses animais são capturados na natureza através de armadilhas cruéis, que os agridem física e psicologicamente, ou são mantidos aprisionados em fábricas, onde são criados para que sejam esfolados vivos. As informações são da BBC.

Devido à pressão que vem sofrendo de ativistas pelos direitos animais e da sociedade em geral, a Burberry decidiu tentar se alinhar a práticas sustentáveis e éticas. A empresa diz que firmou parcerias para desenvolver novos tipos de material, sem pele animal, e para reutilizar sobras de tecido, além de ter se comprometido a tirar de linha, de forma gradual, as peças com pele de animais. Entretanto, o couro, também símbolo do sofrimento animal, continuará sendo usado pela empresa.

A decisão da marca recebeu o apoio da organização PETA (People for the Ethical Treatment of Animals, ou Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais). “As poucas casas de moda que se recusam a se modernizar e a ouvir a opinião pública que é contra o uso de pele verdadeira agora estão em evidência”, afirmou Peta. “Se eles querem permanecer relevantes em uma indústria em constante mudança, não têm escolha a não ser parar de usar peles roubadas de animais para seus casacos, golas e punhos”, acrescentou.

Produtos incinerados

Nos últimos cinco anos, a Burberry destruiu produtos com valores que, somados, ultrapassam 90 milhões de libras, o equivalente a aproximadamente 446 milhões de reais. Apenas em 2017, foram incinerados produtos no valor total de 28,6 milhões de libras, cerca de 141,7 milhões de reais. A prática tinha o objetivo de preservar a marca, impedindo que os produtos fossem furtados ou vendidos a um valor abaixo do de mercado.

(Foto: Getty Images)

No ano passado, apenas em perfumes foram destruídos 10 milhões de libras. A justificativa da empresa foi a de que um novo acordo com a companhia americana Coty, para fabricação de novos estoques, teria motivado a destruição dos produtos.

Ambientalistas, ativistas e até mesmo acionistas da empresa, no entanto, não estavam satisfeitos com a atitude da Burberry e a pressão fez com que a marca recuasse, anunciando o fim da prática de incineração de produtos não comercializados e se comprometendo a adotar práticas mais sustentáveis.

Dentre as práticas que devem ser adotadas, está a criação de um grupo com o Royal College of Art de Londres para que novo materiais sustentáveis possam ser produzidos. Além disso, a empresa, que afirma já reutilizar, consertar, doar e reciclar produtos, comprometeu-se em aumentar os esforços para não destruir peças encalhadas.

“Luxo moderno significa ser social e ambientalmente responsável”, afirmou o executivo-chefe da Burberry, Marco Gobbetti. “Essa crença é fundamental para nós na Burberry e fundamental para o nosso sucesso a longo prazo. Estamos comprometidos em aplicar o mesmo princípio em todas as partes da Burberry, como fazemos com nossos produtos”, concluiu.

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Marca de artigos de luxo Burberry deixa de usar pele de animais

A marca de artigos de luxo britânica Burberry anunciou que não irá mais usar peles de animais nas coleções produzidas pela empresa.

(Foto: Getty Images)

A próxima coleção, segundo a marca, não inclui artigos com pele de animais. Os produtos com crueldade animal que já estão sendo comercializados pela empresa serão, de acordo com a Burberry, “retirados do mercado de forma gradual”. As informações são do CM Jornal.

A empresa anunciou também que está abandonando a prática de queimar, ao final de cada estação, os produtos que não são vendidos. No ano passado, a marca queimou roupas, acessórios e perfumes que, somados, custavam 28,6 milhões de libras – cerca de 15,2 milhões de reais. O valor representa 6% de aumento em relação aos produtos queimados em 2016.

A tática que era utilizada pela empresa de atear fogos nos produtos que não haviam sido comercializados tinha o objetivo de impedir que os artigos de luxo fossem vendidos a preços baixos. A prática é comum entre marcas de grife.

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Semana de Moda de Londres veta desfiles com peles de animais

A Semana de Moda de Londres começou na última sexta-feira (15) e vai até terça-feira da próxima semana (19).

Na última quinta-feira, dia 14, o Conselho de Moda Britânico mandou um e-mail aos veículos credenciados e aos convidados dos desfiles pedindo que eles evitassem usar peles (verdadeiras ou falsas) nos desfiles, para evitar protestos de ativistas durante as apresentações, como aconteceu na Nova York Fashion Week.

O Conselho de Moda Britânico pediu aos veículos credenciados e convidados que evitem usar peles (Foto: Timur Emek/Getty Images)

“Fomos alertados que poderiam ter manifestantes na porta do evento na tarde de sexta, sábado e domingo. Estamos tentando controlar a situação trabalhando junto com a polícia para que os protestos sejam administrados corretamente e tenham impacto limitado. Por esta razão, gostaríamos de pedir que vocês evitem usar qualquer tipo de pele, real ou falsa, nestes dias”, dizia o texto, em uma clara demonstração de como os ativistas tem conseguido impactar a sociedade contra a prática do uso de peles.

Nota da Redação: peles de animais são peças que advém de uma prática extremamente cruel, por meio da qual os animais tem suas peles retiradas de seus corpos enquanto ainda estão vivos. Por essa razão, ativistas frequentemente protestam em desfiles de moda na tentativa de conscientizar a população em geral sobre a importância de não utilizar peles de animais para que, por meio do boicote, essa prática possa gradualmente chegar ao fim. Ao contrário do que diz o texto do Conselho de Moda Britânico, o uso da polícia para conter manifestantes não diminuirá o impacto dos protestos. Enquanto existir crueldade animal, existirão ativistas lutando por eles. Sendo assim, o correto não é tentar minimizar as manifestações, mas sim parar de explorar e matar animais para produção de roupas.

Fonte: Exame

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Tráfico de peles na Amazônia diminui devido à queda da demanda

O tráfico de peles de animais na Amazônia diminuiu em função da falta de demanda. Mesmo se tratando de uma prática proibida por lei, ele se manteve forte por cerca de 20 anos. É o que afirma o biólogo André Antunes em entrevista ao programa “O Ambiente é o Meio” da Rádio USP, sobre a pesquisa que ele desenvolveu a respeito do tráfico de peles.

Comércio ilegal de pele diminuiu em função da demanda (Foto: iStock / Getty Images)

A proibição da caça de animais silvestres foi um ganho, mas falta monitoramento. “Quando era legal tinha monitoramento da atividade”, revela. Mas quando se tornou ilegal “deixou de ter monitoramento”.

A partir da pesquisa desenvolvida, Antunes chegou à conclusão que, durante 70 anos, 23 milhões de animais silvestres foram mortos para consumo nas regiões do Acre, Amazonas e Rondônia. “Não estamos considerando animais contrabandeados ou aqueles feridos sem pele extraída”, conta.

Espécies como ariranha, peixe-boi e jacaré-açu sofreram impacto devido a taxa de reprodutividade, a vulnerabilidade e o fato de viverem em um ambiente aquático, explica o biólogo.

O objetivo do estudo elaborado por Antunes é, também, mostrar que cada região possui suas particularidades quanto ao impacto e que muitas delas perdem as funções ecológicas. Entre os impactos está o declínio da quantidade de espécies em determinado local, como os veados, que são considerados importantes porque, ao se alimentarem de frutas, levam as sementes para outros locais. “Dessa forma, a fauna e flora estão intimamente ligadas”, alerta.

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Fotógrafa mostra exploração de animais em cativeiro para produção de roupas

Ensaio critica exploração animal para produção de roupas

A fotojornalista Jo-Anne McArthur visitou múltiplas fazendas de peles pelo mundo. Nestes lugares, animais são mantidos em cativeiro sob péssimas condições para extração de suas peles, que são usadas na confecção de roupas e acessórios. Em cada metro quadrado destes espaços há muita dor e sofrimento animal.

Animais são mantidos em condições precárias

A maioria das fotografias capturadas por Jo-Anne são feitas à noite, sem permissão dos proprietários destes locais. Em alguns casos, ela também acompanhou missões de resgate, como a organizada pelo grupo Montreal SPCA, onde raposas e visons foram salvos. Recentemente, uma campanha convidou pessoas a doar suas roupas de pele para ajudar animais resgatados.

Fotos são tiradas a noite quando a fotógrafa entra sem autorização nos cativeiros

O resgate, porém, não é possível para todos os animais e muitos deles precisam ser deixados para trás. Quando não são resgatados, os animais costumam permanecer nestas fazendas até sua morte – em alguns casos, são mortos pelos funcionários do local com o uso de injeções ou gases letais ou mesmo eletrocutados. Quando são salvos, eles geralmente são enviados para santuários ou zoológicos para viver em liberdade – ou precisam ser sacrificados por estarem em condições muito precárias para sobreviver.

Projeto conta com doações

A fotógrafa escreveu sobre sua experiência nestas fazendas de peles em seu livro We Animals. Ela conta que os locais de confinamento são geralmente localizados próximos dos locais onde estes animais viveriam na natureza, o que aumenta ainda mais a crueldade da ação, já que eles poderiam sentir e ver a floresta, mesmo estando trancados em pequenas gaiolas.

Fotografa acredita que para acabar com exploração, as condições em que os animais vivem devem ser divulgadas

No livro We Animals, a fotógrafa retrata o sofrimento destes e de outros animais em um convite para que repensemos nossa relação com outras espécies. As fotografias estão disponíveis gratuitamente para organizações educacionais e de caridade. Para que isso seja possível, o projeto conta com doações. Outra maneira de ajudar é se informar sobre a origem de suas roupas buscando saber mais sobre vestimentas sustentáveis ou mesmo repensar se você realmente precisa de roupas novas.

Fonte: Hypeness

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Ativistas protestam contra uso de derivados de animais em Semana de Moda

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Aconteceu a Semana de Moda de Londres, e manifestantes contra o uso de peles vestiram as suas melhores máscaras de gás para interrompê-la.

O primeiro protesto organizado contra a multidão da moda viu representantes da PETA quase nus usando pouco mais além de máscaras de gás, fita isolante, e sinais que diziam “pele é tóxica”. O The Telegraph o relata como a reação pela Federação Internacional de Pele se gabou de ter 80 por cento dos desfiles apresentando itens de pele. As informações são do site Ecorazzi.

A reportagem lembra que a pele continua a ser o produto de vestuário animal mais odiado nas mentes dos manifestantes, porém lã, couro e seda são apresentados em silêncio ao lado das peles de animais que acabam entrando mais em evidência.

Enquanto o PETA insiste em citar que uma pesquisa mostrou que 95 por cento das mulheres britânicas não tocariam peles de animais, esse número seria diferente se couro, lã e seda fossem os produtos em foco.

Mais uma vez somos lembrados de que, a menos que a mensagem seja o veganismo, o uso de animais continuará a ser algo a que as pessoas somente notam quando é associado a grande violência. Não podemos esperar para ver o fim de jaquetas de lince, se não também incentivarmos a escolha de evitar todos os produtos de origem animal.

*É permitida a reprodução total ou parcial desta matéria desde que citada a fonte ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais com o link. Assim você valoriza o trabalho da equipe ANDA formada por jornalistas e profissionais de diversas áreas engajados na causa animal e contribui para um mundo melhor e mais justo.

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Brigitte Bardot critica uso de peles: “orgulho, estupidez e ignorância”

Foto: Daily Mail
Foto: Daily Mail

A Fendi, de Karl Lagerfeld, apresentou, pela primeira-vez, uma coleção de alta-costura em Paris – Haute Fourrure, além de assinalar os 50 anos do criador alemão à frente da marca, mostrou as peles que tem no ADN. À porta, vários ativistas da Fundação Brigitte Bardot, que defende os direitos dos animais, protestaram. A ex-modelo e atriz francesa considerou o desfile uma “provocação”.

“A indústria das peles é de morte e sofrimento e, face a esta normalização da crueldade, temos de reagir. Não temos escolha”, afirmou ao jornal inglês The Guardian, acrescentando que, uma vez que vive a vida de uma “agricultora”, “jamais” usaria criações de Lagerfeld. “Respeito Lagerfeld enquanto homem, mas teria muito mais respeito se ele, em troca, respeitasse os animais. Nós não vivemos no mesmo mundo.”

Para Bardot, o uso continuado de peles verdadeiras deve-se a “orgulho, estupidez ou apenas simples ignorância”. “É inacreditável que em 2015 isto ainda seja algo pelo qual temos de lutar quando, na verdade, devia ser óbvio para todos”, frisa.

Na carta endereçada a Choupette Lagerfeld, a famosa gata de Karl Lagerfeld, Bardot pediu-lhe para “miar” e “ronronar” ao ouvido do tutor e aconselhá-lo a mudar os seus materiais. “Minha querida Choupette, conto contigo para ronronares ao ouvido do pai Karl o desespero que todos os teus irmãos peludos sentem quando ele promove os seus cadáveres. Eles que, tal como tu, só querem viver, são inocentes e são condenados à morte para que as suas peles sejam usadas em roupas desumanas”, escreve a actriz.

Quando Lagerfeld, de 81 anos, confirmou a Suzy Menkes, influente editora internacional da Vogue, que a Fendi iria apresentar uma coleção de alta-costura, vários ativistas da organização de defesa dos animais PETA condenaram o criador, apelidando a coleção de “haute horreur” (“alto-horror”, uma alusão à definição haute couture, “alta-costura” em português).

A coleção de alta-costura de Lagerfeld para a Fendi inclui 37 coordenados feitos à mão e à medida com uma larga variedade de “peles exóticas”. “Para mim, pele é Fendi e a Fendi é pele. Peles divertidas! A Fendi é a minha versão italiana da criatividade”, comentou Lagerfeld sobre a colecção Haute Fourrure

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Life&Style

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Câmara aprova proibição de foie gras e roupas feitas com pele em São Paulo

Foto: Stephanie Diani/The New York Times/Arquivo
Foto: Stephanie Diani/The New York Times/Arquivo

Os vereadores aprovaram nesta terça-feira (12), em segunda votação, projeto de lei que “proíbe a produção e a comercialização de foie gras (patê de fígado gordo de ganso, iguaria típica da culinária francesa) e artigos de vestuário feitos com pele animal no âmbito da cidade de São Paulo.”

O fígado gordo do ganso é resultado de um método milenar conhecido como gavage, em que os animais são forçados a se alimentar. Ativistas em defesa dos animais consideram o método cruel.

Em caso de descumprimento, o comerciante poderá ser multado em R$ 5 mil. Em caso de reincidência, o valor dobra. Agora, o projeto vai à sanção do prefeito Fernando Haddad.

Fonte: G1

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