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Frio congela iguanas vivas e faz peixes-boi se amontoarem na Flórida

Peixes-boi se agrupam na reserva de vida selvagem de Crystal River, na Flórida | Foto: Luis Santana

A onda de frio que atinge a costa leste dos Estados Unidos surpreendeu até mesmo cidades famosas pelo clima quente e praias ensolaradas da Flórida. A neve e as temperaturas de até -5°C preocupam especialmente os agentes de proteção da vida selvagem. O frio tem provocado comportamentos pouco comuns em alguns animais da região.

Em Miami, iguanas estão caindo congeladas das árvores. As iguanas, comuns em árvores de Miami, estão sendo encontradas no chão como se estivessem congeladas. O colunista do jornal Palm Beach Post, Frank Cerabino, postou uma fotografia de uma iguana caída ao lado da piscina de sua casa. A TV WPEC publicou imagens de uma iguana caída de costas em uma estrada do Condado de Palm Beach.

Perto da costa, tartarugas aparecem boiando na água e peixes-boi buscam se amontoar em locais mais quentes.

A Comissão de Conservação de Peixes e da Vida Selvagem da Flórida diz que já foram resgatadas quase 100 tartarugas das águas. Quando as temperaturas caem, esses animais marinhos flutuam na superfície aparentemente imóveis, como se estivessem mortos. Contudo, a maioria ainda está viva.

De acordo com o Centro de Vida Selvagem do Sul da Flórida, as iguanas são animais exóticos e não estão adaptadas ao frio intenso. Répteis como as iguanas e tartarugas marinhas são animais pecilotérmicos, cuja temperatura do corpo varia conforme o ambiente. Assim, precisam do calor do sol para se esquentarem.

“Como não são nativos de clima frio, as iguanas ficam quase paralisadas em baixas temperaturas”, explicou Sherry Schlueter, diretora do Centro de Vida Selvagem do Sul da Flórida, ao Miami Herald.

De acordo com o órgão, animais encontrados aparentemente congelados estão vivos e voltam a se movimentar se forem aquecidos. Isso pode ser feito em ambientes quentes no interior das casas.

Já os peixes-boi fogem para águas mais quentes com a queda das temperaturas, como de rios ou de canais de descarga de resíduos de usinas. Mamíferos, eles são homeotérmicos e conseguem manter a temperatura corporal constante.

No inverno, os peixes-boi costumam se refugiar próximo a nascentes de água do santuário de vida selvagem de Crystal River. Agentes de preservação pediram para velejadores evitarem áreas onde esses animais estejam reunidos.

 

Fonte: UOL 

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Programa “No Limite” volta a explorar animais em rede nacional

Por Carol Keppler (da Redação)

Mais uma vez o programa “No Limite” exibe cenas de crueldade como se fossem demonstrações de coragem. Desta vez, os participantes – que disputam um prêmio de R$ 500 mil – foram incentivados a comer o que chamaram de “comidas exóticas” para ter direito à imunidade dentro do jogo.

As “iguarias” eram uma grande demonstração de desrespeito aos animais – no programa, animais vivos, mortos ou partes deles, são tratados como “coisas repugnantes” e associadas a um desafio ou, ainda mais absurdo, à diversão e não ao abuso que a ação representa.

Além dos dois olhos de cabra que cada participante deveria ingerir, os concorrentes comeram três peixes vivos (que receberam dentro de um copo com água e que deviam ser mordidos antes de engolidos). A demosntração de crueldade terminou com a imagem insana de pessoas se forçando a ingerir dois ovos galados (ovo com um feto de galo quase totalmente desenvolvido).

O reality-show já é reincidente em demonstrações de maus-tratos. Logo na estréia, o programa  serviu de vitrine para a prática de abuso e maus-tratos de animais – ao exibir cenas de duas galinhas sendo mortas por uma das equipes participantes.

Escreva protestando para o Zeca Camargo: zeca@tvglobo.com.br

Com informações do Terra

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