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Orlando Drummond pede ajuda para ONG que está sem recursos por conta da quarentena

O ator Orlando Drummond, que ficou conhecido pelo personagem Seu Peru, da Escolinha do Professor Raimundo, fez um apelo na internet em prol de uma ONG de proteção animal.

Foto: Instagram/@orlandodrummond

Por conta da quarentena realizada para combater o coronavírus, a economia do país têm sofrido. Com isso, muitas entidades não estão recebendo ajuda como antes. Preocupado com a manutenção da Paraíso dos Focinhos, do Rio de Janeiro, Orlando pediu ajuda aos seus seguidores no Instagram.

Com 100 anos de idade, o ator está obedecendo à orientação de ficar em quarentena. E falou sobre o assunto nas redes sociais nesta segunda-feira (23).

“Estamos vivendo tempos complicados. Por aqui, estamos em quarentena, mas muitas coisas sofrem em tempos assim. Pessoas, instituições de caridade, empresas. Temos que criar uma rede de solidariedade para ajudarmos uns aos outros. Por isso, estou aqui pedindo que, quem puder, ajude a ONG Paraíso dos Focinhos, que foi o local onde minha bisnetinha de quatro patas foi adotada”, escreveu, demonstrando a consideração que tem pela ONG e o amor que nutre pela cadela, que aparece ao seu lado na foto que acompanha o texto publicado por ele.

Na publicação, Orlando também se mostrou solidário às pessoas que têm negócios na internet. “Você que tem seu negócio no Instagram, deixe a descrição e o @ aqui nos comentários para que meus seguidores possam ver. Vamos nos unir, pessoal!”, concluiu.


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Cachorros adquirem problemas ao ficarem em carros quentes

Quando um cachorro é deixado sozinho em um carro quente, ele pode sofrer problemas sérios – como danos cerebrais, dor, sofrimento, insolação, asfixia e até mesmo morte. Isso pode ocorrer em minutos.

Um cachorro com feição triste dentro de um carro com as janelas fechadas
Foto: Gorlov-Studio/Shutterstock

Todos os anos, milhares de cachorros e gatos morrem ao serem deixados em carros quentes.

Os cachorros não suam como os seres humanos. Eles costumam suar entre as patas e diminuem o calor corporal por meio de ofegos. Depois de poucos minutos, eles podem apresentar sintomas de insolação, como inquietação, sede excessiva, letargia, língua escura, febre, vômitos, fezes com sangue, falta de coordenação etc.

Algumas pessoas, conhecendo os problemas que os animais podem enfrentar quando trancados em um carro quente e sem possibilidade de saírem, podem tentar ajudar a libertá-los. Infelizmente, na Austrália, uma pessoa pode ter problemas sérios com a justiça ao quebrar janelas para libertar cachorros. No país, a pena por dano intencional pode chegar a seis anos de prisão.

Uma petição foi criada para que os animais possam ser resgatados na Austrália de carros quentes e sufocantes, que podem matar ou ferir seriamente os animais. Você pode contribuir assinando aqui.


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Sea Shepard apela para que empresas de cruzeiros repensem viagens às Ilhas Faroe

A Sea Shepard UK, organização em defesa dos animais e do meio ambiente que luta principalmente pela conservação da vida marinha, comunicou em seu site que está pedindo para que empresas de cruzeiro que visitam as Ilhas Faroe mostrem sua oposição à caça de baleias e golfinhos, removendo a região de seus itinerários.

O mar vermelho e as carcaças das baleias
O mar coberto com o sangue das baleias | Foto: Conexão Planeta

Além de enviar cartas para os principais executivos de 16 empresas de cruzeiro, a equipe da Sea Shepard está nas Ilhas Faroe atualmente, conscientizando turistas sobre as mortes dos animais e incentivando-os a limitar seus gastos no local, em uma forma de protesto pelas caçadas.

Ilhas Faroe

Durante os meses mais quentes de cada ano, os habitantes das Ilhas Faroe matam centenas de baleias para estocar a carne e a gordura para o inverno.

Um porta-voz da Sea Shepard disse que a instituição acredita que a caça é cruel e brutal. As baleias são capturadas de maneira exaustiva e muitas vezes mortas lentamente. A organização também se preocupa com o impacto que as caças causam à população de baleias-piloto.

Um relatório publicado no ano passado chamado Pequenos Cetáceos, Grandes Problemas, do Animal Welfare Institute (Instituto do Bem-Estar Animal), informou que o governo das Ilhas Faroe não estabelece limites para a captura de nenhuma espécie e há poucos estudos científicos sobre a quantidade de baleias existentes na região, o que levanta preocupações em relação às caças.


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Khloe Kardashian sugere que pessoas parem de comer carne para ajudar a Amazônia

Khloe Kardashian se juntou às várias celebridades que se pronunciaram sobre os incêndios na Floresta Amazônica. Ela postou um texto em seu Instagram, onde escreveu algumas dicas do que uma pessoa pode fazer para ajudar a Amazônia.

Khloe Kardashian com o cabelo loiro
Foto: Instagram / Khloe Kardashian

Entre os itens listados, Khloe destacou o ato de parar de comer carne. “Tentar parar de consumir carne, se possível, e tentar adotar uma dieta baseada em vegetais”, citou ela, acrescentando que a pecuária é a maior causadora dos incêndios da Floresta Amazônica, que queimam a mata para criar pastos para os animais.

Khloe sugeriu um boicote a empresas com histórico de exploração da natureza, dizendo que se ninguém consumir, as indústrias não produzirão. A celebridade também convidou as pessoas a reduzirem o consumo de óleo, papel e madeira, além de apoiar ONGs, alianças para proteger as florestas tropicais e educar amigos e familiares para fazerem o mesmo.

O jogador vegano de futebol, Chris Smalling, também afirmou em suas redes sociais que a pecuária é um grande risco para o meio ambiente.

“A principal causa para o desmatamento da Amazônia é a pecuária, e os incêndios são propositais para apoiar a agricultura animal, responsável por 18% das emissões de gases de efeito estufa”, explicou ele.


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Políticos e ativistas exigem proibição da caça de troféus

Dezenas de políticos e ativistas em defesa dos direitos animais estão pedindo a proibição da caça de troféus de espécies ameaçadas – como elefantes, girafas, rinocerontes etc.

Um rinoceronte andando atrás de seu filhote
Foto: AFP/Getty

A caça comercial é proibida pela Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies Ameaçadas (CITES, na sigla em inglês). A caça de troféus, no entanto, é permitida – por não ser considerada comercial.

Parlamentares e grupos em defesa dos direitos animais – mais de 50 cada – pediram, no dia 18, que a CITES aprove uma proibição mais ampla e que proteja os animais.

Uma carta com mais de 100 assinaturas foi entregue à secretária-geral da CITES, Ivonne Higuero, durante a conferência global da vida selvagem, que teve início no dia 17 e acontecerá até o dia 28 de agosto.

As caças de troféus não eram tópico na discussão da conferência, mas a carta convidou a CITES a tratá-la da mesma forma que trata os outros tipos de caça. “Um número considerável de troféus de espécies é comercializado todos os anos, incluindo troféus de espécies ameaçadas de extinção”, acrescenta a carta, que também pede pela proibição da prática de criação de leões em cativeiro, para que sejam mortos pelos caçadores de troféus no futuro.

A decisão de protestar contra a caça dos troféus veio depois que caçadores dominaram manchetes e redes sociais em uma foto, posando com uma girafa morta. Muitas celebridades se colocaram contra a crueldade, inclusive o comediante Ricky Gervais – conhecido por defender os direitos animais constantemente nas redes sociais.

Uma girafa morta ao lado de dois caçadores
Foto: Facebook/Um lilo Safari

Os países que vendem licenças para as caças de troféus argumentam que os lucros adquiridos com a prática são utilizados para a conservação de espécies ameaçadas.

“A brecha que permite que os caçadores de troféus matem espécies ameaçadas deve ser fechada imediatamente”, disse Eduardo Gonçalves, fundador da campanha Ban Trophy Hunting.


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Organização vegana internacional pede fim do consumo de perus no Natal

A caridade vegana Viva! realizou um pedido para que pessoas abandonem pratos com perus neste Natal, em uma tentativa de reduzir o sofrimento dos animais.

De acordo com a instituição, todo ano dois milhões de perus morrem no Reino Unido somente em dezembro.

“A maioria dos perus nunca vai ver o ar livre, ao invés de viver em galpões apertados e sujos, incapazes de exibir comportamentos naturais”, acrescenta a instituição de caridade.

“A mutilação é uma prática padrão em muitas fazendas; cortar o final de seus bicos para evitar comportamentos induzidos pelo estresse, como bicos de penas e canibalismo”.

A organização visitará três cidades do Reino Unido, Swansea, Leicester e Southampton, para aumentar a conscientização sobre a inteligência emocional e o comportamento complexo dos perus.

Dois milhões de perus morrem anualmente apenas no Reino Unido no mês de dezembro (Foto: Pixabay)

Ela também distribuirá amostras grátis de peru vegano fornecidas pela VBites, que é de propriedade do empreendedor, atleta e patrão da Viva!, Heather Mills.

A instituição afirma também que irá se concentrar em uma mensagem positiva durante seus eventos de Natal, compartilhando fatos surpreendentes sobre os perus, como eles são inteligentes e sua vocalização complexa.

“Os perus são incrivelmente complexos, criaturas sociais que podem viver até 10 anos de idade na natureza”, disse Juliet Gellatley, fundadora e diretora da Viva!, à Plant Based News.

“Mais de 90% dos perus criados para o consumo de sua carne são criados na fábrica. Suas vidas curtas são cheias de sofrimento e dor”.

Ela conta que os animais são criados seletivamente para crescerem mais rápido e ficarem maiores do que seu corpo pode suportar, e muitos sofrem distúrbios agonizantes nas pernas, ficando incapazes de alcançar comida ou água.

Os perus sobreviventes a essas condições são mortos com apenas alguns meses de idade.

“A agricultura e o assassinato de perus vai contra tudo o que o Natal deve representar. É uma época de paz e boa vontade, e por isso acreditamos que não há melhor maneira de celebrar do que estender sua compaixão a todos os animais”, defende Gellatley.

“Estamos pedindo aos consumidores que se tornem veganos e tragam paz para todos nesse Natal”.

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Justiça nega pedido do MP para cancelar prova de laço em Londrina (PR)

Divulgação
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O pedido do Ministério Público para cancelar a final do Circuito Paranaense de Laço de Dupla (CPLD), foi indeferido pelo juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública de Londrina, Marcos José Vieira. A final será realizada no Parque Governador Ney Braga.

A ação foi motivada após um e-mail enviado pelo Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal ao MP comunicando sobre o evento. A diretora técnica da entidade, Vânia Cláudia Nunes, ressaltou que iniciativas como o circuito trazem prejuízos para os animais que participam. “Infelizmente, os animais são os mais prejudicados. Queremos evitar algo pior”, comentou. O fórum é composto por 128 órgãos de defesa animal espalhados por todo o Brasil.

Dentro da prova de laço, a promotora elencou as modalidades previstas durante o evento, tais como o team roping, bulldogging e calf roping. “Independentemente de ocasionarem ou não lesões, implicam em sofrimento aos animais”, ressaltou a promotora do Meio Ambiente de Londrina, Solange Vicentim. “De regra, os peões costumam utilizar laços que provocam constantes quedas, além do que o estímulo é provocado através de choques e instrumentos contundentes, a fim de despertar a ira antes de ingressar na arena”, adicionou.

O juiz justificou sua dizendo alegando que  a competição já está em andamento e já estava agendado no calendário da Sociedade Rural do Paraná, além de envolver “centenas de pessoas, implicando em altos custos como preparação do local, aquisição de brindes de premiação (incluindo veículos), deslocamento de animais, estadia de peões e pagamento de taxas de inscrição pelos participantes”.

Nota da Redação: O fato de ainda vivermos em uma sociedade que autoriza e financia rodeios nos quais os animais são extremamente maltratados é lamentável. Abusar de seres inocentes para o entretenimento humano – assim como para qualquer outra finalidade – é completamente injustificável e estes animais jamais deveriam ser obrigados a enfrentar tanto sofrimento. Se queremos evoluir como sociedade, devemos acabar com esta prática retrógrada imediatamente.

Fonte: Bonde

 

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Cachorro ajuda tutor na hora do pedido de casamento

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Divulgação

O casal de namorados Matt Corbett e Sarah Edwards adotaram há três anos o cachorro Aubrey. Desde então, o animal se tornou um membro importante da família, participando de todos os momentos da vida dos seus tutores. Por esse motivo, ele também ajudou Matt quando ele resolveu pedir a sua namorada em casamento.

Para que tudo saísse perfeito, Matt cuidou dos mínimos detalhes. Ele encheu a casa de flores e resolveu fazer o pedido ali mesmo, antes de saírem para um jantar romântico.

Quando Sarah chegou em casa, ela viu que o cachorro estava vestido para um evento de gala, com gravata borboleta e abotoaduras. Próximo ao animal, estavam diversas caixas. Ao abri-las, a futura noiva encontrou bilhetes que revelavam todo o amor de Matt.

Depois, todos se sentaram no sofá e Matt abriu a caixa em que havia um anel de noivado. “Ele me pediu em noivado no dia do meu aniversário. Eu cheguei em casa do trabalho, havia inúmeras flores e Aubrey estava vestido a caráter. Foi maravilhoso”, contou Sarah ao The Dodo.

Agora, o casal espera criar um jeito criativo para que o cachorro também participe da cerimônia de casamento e esteja ao lado dos tutores nesse momento especial.

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Fonte: Pet Cidade

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Acionistas da Tesla pedem a Musk que os carros elétricos sejam veganos

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O sedã Model X, da Tesla Motors Inc., já abandonou a gasolina. Agora, dois acionistas do Texas querem que a fabricante de automóveis elétricos também deixe de usar produtos animais.

Na reunião anual da empresa, ocorrida na terça-feira, Mark e Elizabeth Peters, acionistas de Hurst, Texas, pediram que a Tesla pare de usar materiais de fonte animal nos componentes do interior dos veículos, como bancos de couro. Uma das propostas seria reduzir o uso desses produtos até eliminá-los completamente por volta de 2019. Outra proposta foi que a Tesla explorasse a possibilidade de se tornar a primeira marca de carros premium “sem maltrato de animais”.

É possível pedir o Model S sem banco de couro, mas é impossível que ele não tenha absolutamente nenhum friso de couro, disse Khobi Brooklyn, porta-voz da Tesla. Elizabeth Peters disse que seu marido, Mark, teve que tomar “medidas extremas” para dar-lhe um Tesla vegano de presente no aniversário de casamento.

A Tesla pode continuar enchendo os carros de couro de seres sencientes, que sofrem um horror indescritível”, disse Peters, que contou ter sido criada em uma fazenda de produção de vitela. “Ou a Tesla pode adotar uma das diversas opções de interiores de couro sintético, como a Mercedes-Benz, a Lexus, a BMW, a Infiniti e outras, em que não há maltrato de animais”.

Prioridades

“O conselho dirigente da Tesla recomendou rejeitar ambas as propostas e disse que explorar alternativas ao couro poderia “obstruir ou atrasar” a empresa, por desviá-la de suas tarefas mais prioritárias. O resultado da votação dos acionistas deve sair dentro de quatro dias úteis, disse a empresa.

Um representante da organização Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais (Peta) perguntaram posteriormente ao CEO da Tesla, Elon Musk, se o grupo defensor dos direitos dos animais poderia ajudar a fabricante de carros a encontrar alternativas veganas ao couro.

“Vamos analisar isso”, disse Musk.

Fonte: Infomoney

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ONG Animal faz pedido de apoio financeiro a quem simpatiza e apoia a causa

A ANIMAL é uma Organização Não-Governamental portuguesa de protecção dos animais com 20 anos de existência. Enquanto ONG que se dedica ao lobbying político, trabalho de campanha (nacional e internacional), apoio a animais individuais em regime de santuário, trabalho judicial e educação da população, as despesas que enfrenta mensalmente são elevadas e os donativos que nos chegam não são suficientes para cobrir todas as necessidades. Ao longo dos anos temos podido contar com apoio esporádico de alguns mecenas e a própria equipa da ANIMAL ofereceu todos os recursos que tinha e podia. Infelizmente esses resursos já não existem.

A ANIMAL está numa nova fase e quer trabalhar muito mais e muito melhor pelos animais. Quanto mais profissional esta ONG for, maior a credibilidade junto da sociedade e do legislador e maior a possibilidade de sucesso. Temos em preparação algumas campanhas que acreditamos que podem fazer a diferença em Portugal, mas infelizmente tudo (meios de campanha, processos judiciais, simples material informático para podermos trabalhar, etc.) custa dinheiro e é muito complicado conseguir apoio por parte de empresas, dado que somos uma Organização que toca em temas polémicos.

Assim, vimos pedir apoio financeiro a quem simpatiza e apoia o trabalho da ANIMAL para o seguinte:

– Aquisição de um novo computador portátil (que é o centro das operações da ONG);

– Aquisição de meios e serviços para a 2.ª e 3.ª fases da Campanha “Enterrar Touradas”;

– Novo projecto de educação infanto-juvenil.

Agradecemos antecipadamente por qualquer apoio que possam dar-nos. O seu euro fará a diferença. Sem meios financeiros é impossível trabalharmos.

A equipa da ANIMAL

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SOBRE O PROMOTOR

A ANIMAL é uma organização não-governamental de defesa dos direitos fundamentais dos animais não-humanos.

A ANIMAL desenvolve campanhas de educação e informação do público acerca dos animais não-humanos, das suas características, necessidades, interesses e direitos fundamentais e do modo como estes são negativamente afectados pelas diversas indústrias que os exploram, torturam e matam.

Além destas acções de educação, a ANIMAL desenvolve também campanhas de alerta e protesto, investigações especiais e denúncias públicas, envolvimento da comunicação social na exposição pública da exploração e violentação de animais, acções judiciais, e contacto com autoridades e decisores políticos, para promover o avanço do respeito pelos direitos dos animais e a sua protecção.

A ANIMAL é membro da ECEAE – European Coalition to End Animal Experiments, da Fur Free Alliance, da International Anti-Fur Coalition e da Worldwide Network for the Abolition of Bullfighting, além de colaborar com diversas outras organizações estrangeiras e internacionais de protecção dos animais.

ORÇAMENTO E PRAZOS

– Aquisição de um novo computador portátil (que é o centro das operações da ONG)- 800€;

– Aquisição de meios e serviços para a 2.ª e 3.ª fases da Campanha “Enterrar Touradas” – 1000€”

– Novo projecto de educação infanto-juvenil genérico sobre protecção dos animais- 1200€

Prazo – Dois meses a partir da publicação

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Animal

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: PPL

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Você é o Repórter

Grupo de defesa animal promoverá manifestação no CCZ de Mogi das Cruzes (SP)

ONG Adote Já
adoteja@ig.com.br

Na próxima terça-feira, 4 de outubro, a ONG Adote Já, protetores independentes e o gabinete do vereador Jean Lopes farão uma manifestação no Centro de Controle de Zoonoses de Mogi das Cruzes (SP), pedindo a melhoria das condições dos animais do local e mais ações e políticas de castração, adoção e guarda responsável.

ONG Adote Já, protetores independentes e o vereador Jean Lopes irão cobrar mais ações e políticas de castração e bem-estar animal; encontro será dia 4 de outubro, terça-feira, no Dia Internacional dos Animais.

A passeata sairá às 9 horas da Câmara Municipal e terá como destino o CCZ, localizado no Conjunto Jefferson. O encontro tem como objetivo cobrar uma maior e melhor atuação do centro no que toca aos direitos animais.

De acordo com a diretoria da ONG Adote Já, o espaço da Zoonoses não é bem aproveitado. “O CCZ tem uma ótima estrutura e um número considerável de veterinários e funcionários. Mas nada disso é aproveitado, e quem sofre são os animais”, afirma a presidente, Karina Pirillo.

Segundo Pirillo, o CCZ faz um número de castrações bem limitado – cerca de 10 procedimentos por semana -, nega atendimento veterinário a animais de rua, dificulta as adoções no local, sacrifica animais com doenças facilmente tratáveis e os canis são escuros e úmidos, com um alto nível de contaminações. “A Zoonoses de Mogi pouco difere de um campo de concentração. É um depósito de animais, condenados à morte, mesmo sem ter cometido crime algum”, finaliza.

No dia da manifestação, será entregue um documento com uma série de solicitações à diretoria do CCZ. A Câmara de Mogi e o prefeito Marco Bertaiolli receberão uma cópia do texto.

“Precisamos de um centro de bem-estar animal, como já existe em Florianópolis, Nova Iguaçu e Taubaté. É necessário ampliar e facilitar as campanhas de castração, adoção e guarda responsável nos bairros, dar as condições mínimas aos animais recolhidos das ruas, como cuidados veterinários, banhos de sol, passeios, e, acima de tudo, precisamos de um CCZ com profissionais que respeitem os animais e realizem ações que garantam os seus direitos e bem-estar”, enumera Karina, que deixa claro que o grupo está aberto a discutir todas as propostas com a Administração Municipal.

“Por lei, os animais são de tutoria do Estado. Mas o prefeito Bertaiolli tem se mostrado muito aberto a discutir políticas públicas sobre o bem-estar animal. Acredito que, em conjunto, chegaremos a uma solução”.

A manifestação, que leva o nome de “CCZ: ou muda ou fecha”, foi estrategicamente marcada para terça-feira, porque nessa data se comemora o Dia Internacional dos Animais.

“Este é apenas um passo na nossa caminhada de luta pelos animais. Somos a voz deles”, diz Karina. Um ônibus fará o transporte gratuito até o CCZ. No mesmo dia, às 15 horas, os manifestantes irão à Câmara Municipal entregar uma cópia do documento. Todos os protetores e amantes dos animais estão convidados a participar do evento.

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Sem-teto com câncer pede para se reencontrar com sua cadelinha antes de morrer

Kevin McClain se encontrou com Yurt no hospital

Uma comunidade inteira se reuniu para garantir a um sem-teto desenganado pelos médicos seu último pedido antes de morrer. Tudo o que Kevin McClain, de 57 anos, queria era se encontrar com sua cachorrinha Yurt, segundo o canal de televisão KCRG-TV.

Durante anos, McClain morou dentro de um carro, em Cedar Rapids, nos Estados Unidos, com sua cadela. No entanto, mês passado, o sem-teto foi internado com câncer no pulmão.  Os médicos disseram que ele teria apenas alguns dias de vida.

Separada de seu tutor, Yurt foi levada a um abrigo. Em poucos dias, a cachorrinha foi adotada por Kate Ungs. “Ela é cheia de energia e traz muito amor e energia para nossa casa”, disse a nova tutora.

Mas, mesmo internado, McClain ainda queria se despedir de sua companheira de tanto tempo. Ainda na ambulância, quando foi levado ao hospital, o sem-teto disse aos paramédicos que tinha uma cadela e que gostaria de vê-la.

Por sorte, um dos paramédicos, Jan Erceg, também era voluntário no abrigo de animais da cidade. Ele foi atrás de Yurt e achou a cadelinha na casa da família Ungs.

“No momento que McClain abriu os olhos e viu a cachorrinha foi uma felicidade só. Ela lambeu os braços e o rosto dele”, contou Erceg. Poucos dias depois, McClain morreu e Yurt voltou a morar em sua casa nova.

“Ela agora é parte da nossa família. Somos um grupo unido”, disse Eric Ungs.

Fonte: Uol Notícias

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