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Paul McCartney pede o fim dos testes com cães em universidade americana

Foto: Livekindly
Foto: Livekindly

Paul McCartney escreveu uma carta em nome da ONG PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais), expressando surpresa ao ficar sabendo sobre os experimentos com cães da TAMU durante uma turnê.

A universidade cria cães da raça golden retriever para desenvolver distrofia muscular, dificultando sua locomoção, a deglutição e a respiração. De acordo com a PETA, esse tipo de experimento foi usado por quase 40 anos e não resultou em nenhum tratamento capaz de reverter a doença.

O co-fundador da Meat Free Monday descreveu o vídeo divulgado pela organização como “devastador”, e implorou ao TAMU para parar os experimentos e colocar os cães para adoção. McCartney acrescentou: “Eu convivo com cachorros desde que era menino e amei e tratei todos eles com carinho, incluindo Martha, que foi minha companheira por cerca de 15 anos e sobre quem escrevi a música‘Martha My Dear’”.

“Por favor, façam a coisa certa, acabando com o sofrimento dos cães no laboratório de pesquisas de distrofia muscular da TAMU e mudando para métodos modernos de pesquisa”, concluiu.

O ativismo de Paul McCartney

Vegetariano, desde 1975 o músico virou vegano, McCartney apareceu em várias campanhas de direitos animais, incluindo a participação como narrador do documentário produzido peka PETA “Glass Walls”, que fala sobre os horrores das fazendas de criação de animais. Ele também trabalhou com a Humane Society dos Estados Unidos e a Sociedade Mundial de Proteção aos Animais.

Em 2009, ele e suas filhas, a estilista vegana ética Stella e a fotógrafa Mary, lançaram a campanha Meat Free Monday no Reino Unido para incentivar as pessoas a comer mais alimentos à base de vegetais. O décimo aniversário da campanha foi comemrado por celebridades como Tom Hanks, Orlando Bloom e Alicia Silverstone.

Experiências com cães da TAMU

Esta não é a primeira vez que a TAMU está sendp acusada por seus experimentos. Falando à Fox News em novembro de 2017, a Dra. Alka Chandna, especialista sênior em supervisão laboratorial da PETA, disse que os testes são financiados com dinheiro público.

Um representante da TAMU defendeu os experimentos, observando que o FDA (Food and Drugs Administration/órgão regulador de vigilância sanitária dos EUA) exige que os medicamentos sejam testados em pelo menos duas espécies de animais antes de serem usados por seres humanos.

No entanto, Chandna explicou que o vídeo, obtido em 2013, mostra condições cruéis: “Eu vejo claramente que que não há amor ali. Também não há cuidado. Isto não é um tratamento humano”.

O New York Post notou que pelo menos uma outra universidade dos EUA conduz testes semelhantes em cães.

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Paul McCartney cita Martha, cachorra que inspirou músicas dos Beatles, em pedido à universidade

Na última quarta, 26, Paul McCartney criticou a Texas A&M University por praticar experimento com cães.

(Foto:The Yomiuri Shimbun/AP Images)

Ele se posicionou depois que a PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais) divulgou algumas filmagens que revelam testes de distrofia muscular em cachorros.

O ex-Beatle, então, escreveu uma carta ao presidente da instituição, Michael K. Young, na qual suplica pelo fim dos experimentos científicos com animais.

“As imagens de golden retrievers no laboratório de cães da sua universidade são de partir o coração. Eu tenho cachorros desde que era um menino e amei muito a todos eles, incluindo a Martha, que foi a minha companheira por quase 15 anos e sobre quem eu escrevi a canção ‘Martha My Dear’. Por favor, faça a coisa certa e acabe com o sofrimento dos cachorrinhos no laboratório de distrofia muscular da Texas A&M University, mudando para métodos de pesquisa modernos”, suplicou o músico.

Fonte: Rolling Stone


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Brigitte Bardot critica Papa Francisco por comer animais

Foto: Eric Feferberg / AFP

O Papa foi incitado pela Million Dollar Vegan a se tornar vegano durante a quaresma. A campanha apoiada por Paul McCartney, pelo ator Woody Harrelson e pelo músico Moby tem como objetivo promover algumas das questões mais urgentes do mundo – mudança climática, fome global, saúde e bem-estar animal.

Com a recusa do pontífice ao pedido, que só enviou suas bênçãos para Genesis Butler, porta-voz oficial da campanha, Bardot, de 84 anos, se manifestou pela internet condenando a decisão.

“Sou católica, mas protesto contra as decisões do Papa Francisco, que escolheu este nome em homenagem a São Francisco de Assis e nada fez e nada fez para melhorar a condição dos animais”, twittou ela.

“Sua última decisão de permitir que os católicos se alimentem de carne animal durante os 40 dias da quaresma é aberrante. Eu apoio a associação Million Dollar Vegan, que se revolta contra esta crueldade papal e respeitando o conselho religioso, convida os crentes a fazer uma quaresma vegana.”

Alerta

“A criação de animais é um dos principais impulsionadores da mudança climática, do desmatamento e da perda de espécies”, observa a campanha em seu site.

“Isso polui a terra, as vias fluviais e o ar, e é um desperdício tão grande de alimentos que lutaremos para alimentar uma população crescente, ao mesmo tempo que causa sofrimento a bilhões de animais. Pelo bem dos animais, de todas as pessoas, do nosso futuro e deste planeta, estamos pedindo ao Papa Francisco que demonstre liderança nessas questões, tentando ser vegano durante a quaresma.”

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Ativista vegana de 12 anos pede ao Papa Francisco que seja vegano na quaresma

Foto: Christopher Furlong | Getty Images

Chamada de Million Dollar Vegan, a campanha apoiada por celebridades, ambientalistas e organizações tem como objetivo promover algumas das questões mais urgentes do mundo – mudança climática, fome global, saúde e bem-estar animal.

Se o pontífice concordar, a Million Dollar Vegan, juntamente com a Blue Horizon International Foundation, oferecerá US$ 1 milhão para a caridade que ele escolher.

A campanha busca ressaltar o impacto devastador da pecuária, que segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, tem um impacto maior sobre o aquecimento global do que as emissões de combustíveis de todo o setor de transporte no mundo, que é o principal fator do desmatamento e da perda de biodiversidade.

Genesis Butler, de 11 anos, juntou-se à campanha para convencer o Papa Francisco a se tornar vegano na quaresma, quando muitos católicos praticantes abandonam os luxos nas semanas que antecedem a Páscoa .

Uma carta, escrita por Butler e destinada ao Papa, fala sobre conexão entre mudança climática e poluição, destacando também a ineficiência da criação de animais e como ela contribui para a fome mundial, a extinção da vida selvagem e o sofrimento dos animais.

“A agricultura e o abate de animais causam muito sofrimento e também são uma das principais causas das mudanças climáticas, do desmatamento e da perda de espécies”, escreveu Butler.

“Quando alimentamos as culturas de animais que os humanos ‘podem’ comer, é um desperdício. E com uma população mundial crescente, não podemos nos dar ao luxo de ser um desperdício”.

Butler pediu a oportunidade de conhecer o Papa Francisco para que ela possa discutir as questões levantadas em sua carta pessoalmente; muitas das mesmas questões que o Papa Francisco também abordou em sua carta encíclica de 2015, Laudato Si.

Paul McCartney e Moby estão entre as celebridades, incluindo organizações de bem-estar animal, apoiando a campanha Million Dollar Vegan; que também assinaram a carta ao Papa Francisco.

“Estamos lançando essa campanha ousada para acordar nossos líderes mundiais”, disse Matthew Glover, CEO da Million Dollar Vegan e co-fundador da campanha Veganuary.

“Por muito tempo eles falharam negando as evidências dos danos causados ​​às pessoas e ao planeta pela agricultura animal. Pior, muitos defenderam e subsidiaram essa mesma indústria. Mas a evidência agora é gritante e convincente, e não podemos permitir que eles permaneçam em silêncio por mais tempo”.

“Somos gratos que o Papa Francisco tenha se manifestado sobre essas questões e é por isso que estamos humildemente pedindo a ele que tente vegano durante a quaresma e dê um exemplo de como cada um de nós pode alinhar nossos princípios de carinho e compaixão com nossas ações. ”

Como mostrado no site Million Dollar Vegan , um importante relatório publicado pela ONU em 2018 alertou que há apenas 12 anos para frear uma catástrofe da mudança climática.

A campanha e petição Million Dollar Vegan foram lançadas na Austrália, Índia, Brasil, Portugal, Alemanha, Espanha, Chile, Itália, México, Peru, Canadá, EUA e Reino Unido. As informações são do World Animal News e do LiveKindly.

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A estilista vegana Stella McCartney lança mais uma coleção de roupas livre de crueldade animal (Foto: Mary McCartney)
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Estilista vegana Stella McCartney lança coleção livre de crueldade animal

A nova coleção primavera/verão da estilista vegana Stella McCartney é repleta de produtos livres de crueldade animal. No Twitter, foi anunciado: “Descubra uma exploração da assinatura Stella em silhuetas masculinas e femininas para uma atitude sexy sem esforço”.

A nova coleção visa alcançar “simplicidade através de construções complexas” e conta com a vantagem de ser produzida completamente sem o uso de produtos de origem animal.

A marca Stella McCartney desafia os limites da indústria da moda para “para fazer produtos luxuosos de uma forma que seja adequada para o mundo em que vivemos hoje e para o futuro: bonito e sustentável”, conforme dito pela declaração de missão da marca, que também diz que não há “compromissos” quando se trata de sustentabilidade.

Ainda na declaração de missão da marca, foi dito: “Cada decisão que tomamos é um símbolo do nosso compromisso em definir como será o futuro da moda”. Ainda por cima, a marca visa “nunca usar couro ou pele e abrir novos materiais alternativos para utilizar tecnologias de ponta, promovendo a circularidade, protegendo florestas antigas e ameaçadas e medindo nosso impacto com ferramentas inovadoras.”

A estilista vegana Stella McCartney lança mais uma coleção de roupas livre de crueldade animal (Foto: Mary McCartney)
A estilista vegana Stella McCartney lança mais uma coleção de roupas livre de crueldade animal (Foto: Mary McCartney)

De família
A própria estilista Stella McCartney é um ícone da moda vegana e sustentável, e molda o futuro da indústria. E a paixão de McCartney pela sustentabilidade está na família: seu pai, o ex-Beatle Sir Paul McCartney, é um grande defensor dos direitos dos animais e do meio ambiente.

A campanha ‘Segunda Sem Carne’ foi criada pela família McCartney e visa incentivar as pessoas a desistirem da carne por, pelo menos, um dia por semana, e vários países do mundo já estão aderindo à campanha em escolas.

Impacto vegano na moda

Recentemente, Donatella Versace assumiu que vai abolir o uso de peles em suas roupas, assim como o designer de moda John Galliano. Ainda, o estilista Tom Ford anunciou que sua grife evita ao máximo o uso de peles e couros – o que demonstra o impacto positivo que um posicionamento mais sustentável e livre de crueldade animal tem causado ao comércio da moda.

Provando que é possível apreciar moda e viver com ética, a moda vegana está tomando espaço no mercado e assumindo posicionamento sustentável e inovador, possibilitando fazer uma revolução no mundo da moda sem incentivar quaisquer tipos de maus-tratos animais.

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Paul McCartney pede que Alckmin implante a Segunda Sem Carne

Divulgação

Paul McCartney enviou e-mail ao deputado estadual Feliciano Filho (PSC) congratulando-o por ter proposto a Segunda Sem Carne e encorajando o governador Geraldo Alckmin a implantá-la. A mensagem chegou até o deputado após o veto (ocorrido dia 19) ao PL 87/2016 que propunha a Segunda Sem Carne em bares e restaurantes instalados em Órgãos do Estado e escolas estaduais:

“Chegaram a mim as encorajadoras notícias de que a Segunda Sem Carne em escolas e restaurantes de São Paulo está sendo cogitada. A produção de carne em grande escala cria efeitos estufas prejudiciais, esgota recursos preciosos para níveis cada vez menos sustentáveis e é uma das principais causadoras do aquecimento global. Com o acúmulo de evidências de que o crescimento da indústria global de carne possa trazer alarmantes consequências ambientais, redução no consumo de carne é hoje mais importante do que nunca. Envio congratulações ao Deputado Estadual Feliciano Filho por propor a Segunda Sem Carne e encorajo o Governador Geraldo Alckmin a implantá-la. Conte com minha ajuda e de toda a equipe da Campanha Segunda Sem Carne!” – Paul McCartney

O deputado respondeu:

“Caro Paul… Infelizmente, apesar de todos os nossos esforços e da mobilização de grande parte da sociedade, sensibilizada com a forma com que são tratados os animais, o governador Geraldo Alckmin vetou o projeto da Segunda Sem Carne na última sexta-feira. Mais uma vez, falou alto o poder econômico que pressionou muito o governo. Uma pena que não possamos dedicar um dia que seja àqueles que não podem se defender, não têm voz e nem a quem recorrer. Saiba que vamos continuar lutando para derrubar este veto e implantar a Segunda Sem Carne e uma alternativa de refeições mais saudáveis em nosso Estado. Muito obrigado e continuamos contando com o seu apoio! Como você mesmo diz:

`Se os abatedouros tivessem paredes de vidro seríamos todos vegetarianos`

Concordo Plenamente. Tanto que propus outro projeto de lei, que prevê a instalação de câmeras nos abatedouros com transmissão ao vivo de todo o processo de abate, como está sendo feito na Inglaterra e na França.

E estou totalmente dedicado a uma verdadeira batalha, desta vez pelo fim do embarque de animais vivos para outros países em portos do estado de São Paulo, prática que submete o gado a condições extremamente cruéis.

O trabalho de proteger e defender os animais não para nunca, mas continuamos acreditando no lema da Segunda Sem Carne: `Um dia por semana pode mudar o mundo!`. Um forte abraço, Feliciano Filho”

Alckmin vetou o PL após pressão por parte das associações de produtores de carne. Aliás, reportagem do “El País” de 29 de dezembro menciona que “em 2014, a campanha de Geraldo Alckmin para o Governo do Estado arrecadou três milhões de reais somente com doações da JBS, a gigante do setor de carnes, pertencente aos irmãos Batista”.

A Segunda Sem Carne é um movimento surgido em 2003 nos EUA e que tomou força a partir de 2009 com Paul McCartney. Hoje já é adotada em cidades de 44 países como EUA, França, Itália, Austrália, Canadá, Dinamarca e Alemanha. No ano passado o prefeito de Nova York lançou a Segunda Sem Carne em 15 escolas do Brooklyn com café da manhã e almoços exclusivamente vegetarianos para cerca de 8 mil alunos. Em 2015 a rede de restaurantes do governo paulista Bom Prato passou a fazer parte do movimento Segunda Sem Carne com aprovação de inúmeros usuários do sistema.

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Paul McCartney pede cardápio vegano em show

Cantor pediu cardápio vegano em show
Paul é ativista pelos direitos animais

O cantor Paul McCartney solicitou a produção do show que fez em Tinley Park, em Illinois (EUA), que fossem vendidos apenas alimentos veganos.

Aos 75 anos, Paul é ativista pelos direitos animais há bastante tempo. Durante anos tem seguido um estilo de vida vegano e por isso não é surpresa o pedido de venda de apenas comidas veganas.

Uma fã chamada Emily, postou em sua página do Twitter uma foto do cardápio vegano disponível no show em que seus pais estavam. Couve-flor e batatas fritas (US $ 12), batatas fritas veganas (US $ 8) e nacho grande vegano (US $ 10,50) e uma garrafa de vinho tinto por US $ 37,00 eram algumas das opções.

Emily fez a postagem com a seguinte legenda: “Meus pais estão no concerto de Paul McCartney e ele exigiu que só haja comida vegana”.

Esta não é a primeira vez que ele tenta encorajar outras pessoas a seguir o veganismo. Em 2013 no Canadá, o cardápio vegano foi uma das condições para Paul tocar na província de Saskatchewan. Caso a produção não acatasse seu pedido, ele não realizaria o show.

Em 2002, quando estava em sua turnê ‘Driving’ USA, Paul disse que não queria que qualquer mobília no seu camarim fosse feita de animais. “É crucial que você não forneça móveis feitos de pele ou de estampa animal. Não forneça versões artificiais de pele animal ou estampa. Somente são excluídos os materiais livres de origem animal (algodões, denims, veludo, etc.)”

Fonte: Montrose Press

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Paul McCartney pede cardápio vegano em show

Cantor pediu cardápio vegano em show
Paul é ativista pelos direitos animais

O cantor Paul McCartney solicitou a produção do show que fez em Tinley Park, em Illinois (EUA), que fossem vendidos apenas alimentos veganos.

Aos 75 anos, Paul é ativista pelos direitos animais há bastante tempo. Durante anos tem seguido um estilo de vida vegano e por isso não é surpresa o pedido para a venda de apenas comidas veganas.

Uma fã chamada Emily, postou em sua página do Twitter uma foto do cardápio disponível no show em que seus pais estavam. Couve-flor e batatas fritas (US $ 12), batatas fritas veganas (US $ 8) e nacho grande vegano (US $ 10,50) e uma garrafa de vinho tinto por US $ 37,00 eram algumas das opções.

Emily fez a postagem com a seguinte legenda: “Meus pais estão no concerto de Paul McCartney e ele exigiu que só haja comida vegana”.

Esta não é a primeira vez que ele tenta encorajar outras pessoas a seguir o veganismo. Em 2013 no Canadá, o cardápio vegano foi uma das condições para Paul tocar na província de Saskatchewan. Caso a produção não acatasse seu pedido ele não realizaria o show.

Em 2002, quando estava em sua turnê ‘Driving’ USA, Paul disse que não queria que qualquer mobília no seu camarim fosse feita de animais. “É crucial que você não forneça móveis feitos de pele ou de estampa animal. Não forneça versões artificiais de pele animal ou estampa. Serão permitidos apenas materiais livres de origem animal (algodão, jeans, veludo, etc.)”.

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Acessórios musicais homenageiam luta de Paul McCartney pelos direitos animais

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Reprodução, VegNews

A empresa de acessórios musicais D’Addario Accessories lançou palhetas e correias de guitarras com o tema dos Beatles. A empresa decidiu usar couro sintético na nova linha que homenageia o guitarrista da banda, Paul McCartney.

“Nós escolhemos usar materiais veganos para essas correias dos Beatles, mantendo-as alinhadas com as crenças e atividades de Paul McCartney estabelecidas há muito tempo”, disse o gerente de produtos da companhia, Daniel Cunningham.

As correias de couro sintético apresentam desenhos de imagens icônicas de capas de álbuns, incluindo “Meet the Beatles”, “Revolver”, “Yellow Submarine” e “Sgt. Pepper”. Quatro correias de poliéster foram relançadas com imagens do “White Album” e outros logotipos dos Beatles.

As palhetas possuem imagens semelhantes e estão disponíveis em latas colecionáveis. McCartney usou sua fama para defender os animais por meio de várias campanhas e parcerias com a PETA. Talvez sua frase mais famosa sobre bem-estar animal seja: “Se os matadouros tivessem paredes de vidro, todos seriam vegetarianos”, reportou a VegNews.

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Paul McCartney atribui jovialidade e excelentes condições de saúde ao veganismo

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Instagram, CelebrityHealthFitness
Reprodução/Instagram, CelebrityHealthFitness

Paul McCartney celebrou recentemente o seu 74º aniversário e parece tão jovem e saudável como sempre, graças a um estilo de vida ativo e a uma alimentação vegana.

Segundo o portal Celebrity Health Fitness, McCartney, que tem sido um vegetariano há mais de 40 anos, parou de comer carne porque adora animais, informou a Examiner.

“Quando vejo bacon, eu enxergo um porco e amigo e é por isso que não posso comê-lo”, disse o ex-Beatle, que poderia facilmente se passar por alguém 10 anos mais jovem, e credita sua energia ilimitada ao veganismo.

Os efeitos antienvelhecimento do veganismo são surpreendem David Katz, diretor do Centro de Pesquisas Preventivas da Universidade de Yale.

“Uma dieta com alimentos minimamente processados e mais naturais – sobretudo com vegetais – está diretamente associada com a melhoria da saúde e a prevenção de doenças”.

O especialista em perda de peso Neal Barnard concorda: “Os estudos sugerem que os radicais livres [moléculas tóxicas que se formam no corpo] contribuem para o envelhecimento”.

“Uma alimentação vegana, rica em frutas e vegetais, é repleta de antioxidantes que ajudam a proteger o corpo dos danos causados pelos radicais livres”, complementa.

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Veja por que Paul McCartney é um dos artistas mais importantes para a causa animal

(da Redação)

Foto: Associated Press
Foto: Associated Press

Paul McCartney é incontestavelmente mais conhecido por ser um ex-Beatle e fenômeno na história da música. Ele tem sido ativo na indústria musical há décadas, incluindo uma bem-sucedida e surpreendente carreira solo que se seguiu à separação dos Beatles, que continua até hoje. Ele já tocou para a Rainha, para o presidente dos Estados Unidos, e na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos. Paul é, certamente, um dos músicos mais famosos e prolíficos de todos os tempos.

Mas o que muitas pessoas não sabem sobre Paul é exatamente o quanto ele tem feito para falar em nome dos animais e ajudá-los ao longo de sua vida. Da escolha de sua dieta às muitas campanhas que ele apoia, aqui estão cinco razões pelas quais Paul McCartney é uma das celebridades mais representativas dos direitos animais. As informações são do One Green Planet.

1. Ele é vegetariano desde os anos 70

Após o fim dos Beatles, Paul e sua falecida esposa, Linda McCartney, retiraram-se para sua fazenda tranquila e isolada em Kintyre, na Escócia, onde passaram a criar vários animais, incluindo cavalos e ovelhas. De acordo com Paulo, a sua decisão de se tornar um vegetariano foi o resultado de uma epifania que ele teve um dia, na década de 70, enquanto jantava com Linda. Conforme eles cortavam um prato de carne assada, olharam para fora da janela para ver os seus próprios cordeiros brincando alegremente nas pastagens. “Eu tive uma epifania. Eu estava tomando a vida dos animais”. Naquele dia, Paul e Linda fizeram a conexão entre os animais em sua chapa e os animais em seu quintal, e tornaram-se vegetarianos. Paul não voltou atrás, desde então.

2. Paul tem sido o emblema de uma dieta livre de carne há décadas

Desde que desistiu de comer carne, Paul tem sido um defensor dos direitos animais. Ele foi o narrador de “Glass Walls” (“Paredes de vidro”), um curto documentário da ONG PETA que expõe o tratamento cruel de animais criados para consumo humano e incentiva as pessoas a desistirem completamente de produtos de origem animal.

Ao promover ativamente “Glass Walls” entre os seus fãs ao redor do mundo, Paul expôs a milhões de pessoas uma dieta baseada em vegetais, divulgando um estilo de vida que poderia ter permanecido desconhecido para muitos.

3. Escreveu diversas músicas com temas voltados aos direitos animais

Como renomado compositor, Paul já escreveu várias canções que versam sobre  animais e os seus direitos. Em 1968, o artista demonstrou seu amor por animais em sua canção “Martha, My Dear”, que foi escrita não sobre uma mulher, mas sobre a sua amada cachorra Martha. Em “Wildlife”, Paul começou a tocar nas questões dos direitos animais, contemplando os animais confinados em zoológicos.

Foi em “Looking for Changes”, de 1993, que o ex-Beatle explicitou pela primeira vez e assumidamente as questões dos direitos animais em seu trabalho profissional. Esta canção poderosa é uma declaração contra a vivissecção, em que Paul proclama: “Digo-vos que todos nós estaremos procurando por mudanças, mudanças na maneira como tratamos os nossos semelhantes”. Ele tem propositadamente abordado as questões animais em suas canções, e tenta atrair o interesse de seus fãs sobre o tema ao envolvê-los no processo criativo.

4. Ele também luta pela proteção dos elefantes

Além de defender animais criados pela pecuária, Paul passou a demonstrar também um interesse especial pelos elefantes, e tem trabalhado para garantir a sua sobrevivência e o tratamento humano. O artista desempenhou um grande papel na liberação de Sunder, um elefante que estava preso em um templo indiano onde era repetidamente abusado pelos seus manipuladores. Ao pedir publicamente pela libertação de Sunder, Paul ajudou a chamar a atenção de todo o mundo para a situação do animal. Ele também tem ajudado a combater o tráfico de marfim. Em 2014, doou uma guitarra para um leilão beneficente da African Elephant Initiative. Paul autografou o instrumento e escreveu nele uma nota adicional, que dizia: “Esta guitarra salva elefantes!”

5. Paul apoia as campanhas anti-vivissecção

Paul tomou uma posição firme contra a vivissecção, apoiando várias campanhas notáveis contra a prática. Em 2011, ele juntou-se à União Britânica para a Abolição da Vivissecção (BUAV) para pedir que a União Europeia proibisse os cosméticos testados em animais. Com sua ajuda, a campanha foi bem sucedida – em março de 2013, a União Europeia proibiu a venda de todos os novos cosméticos testados em animais.

Em 2012, Paul prestou apoio à campanha “Be Cruelty Free” da Humane Society International, o maior esforço da história na busca de acabar com os testes em animais para a produção de cosméticos. Ao explicar sua decisão em apoiar a campanha, ele respondeu que “A verdade nua e crua sobre os testes de produtos de beleza em animais é que eles causam dor e sofrimento inimagináveis. Se todos os cosméticos testados em coelhos ou ratos tivessem uma foto na embalagem mostrando esses animais com olhos lacrimejantes e inchados e a pele inflamada, eu acredito que todos deixariam a crueldade na prateleira e buscariam opções livres de crueldade em seu lugar”. Em 2014, a campanha “Be Cruelty Free” teve duas grandes vitórias, quando a Índia proibiu o uso de animais em testes de cosméticos e a importação de produtos cosméticos testados em animais.

Um artista influente e ativista modelo

Paul McCartney falou em nome dos animais indefesos inúmeras vezes, desde os anos 70. Da promoção dos direitos animais explorados na pecuária até o apoio a várias campanhas e as canções com temática relacionada aos animais, ele é um verdadeiro exemplo de um ativista apaixonado e eficaz. Embora ele provavelmente será melhor lembrado como um ex-membro dos Beatles, Paul também merece reconhecimento por tudo o que ele fez e continua a fazer pelos animais. Enquanto ainda estamos à procura de “mudanças na maneira como tratamos nossos semelhantes”, Paul McCartney tem feito parte significativa dessas mudanças.

Veja abaixo o documentário Glass Walls:

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