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Após ser afogado em lago, cão tem as patas quebradas e é morto a pauladas

Reprodução/Instagram/@lar.amicao

O Lar Amicão denunciou a morte brutal de um cachorro adotado no abrigo da entidade de proteção animal em Goiânia (GO). Branquinho, como era chamado, foi afogado em um lago, enforcado e morto a pauladas. O animal também foi arremessado no chão e teve suas patas quebradas.

As agressões teriam sido realizadas após o cachorro matar um pintinho. A ONG soube do caso através da pessoa que adotou o animal. Imagens de uma conversa no WhatsApp mostram mensagens que relatam os maus-tratos.

“Ele comeu um pintinho, o cara se irou e a coisa ficou grave. Precisava comentar, pois não tenho dormido pensando nisso. Ele enforcou o cão, lançou do alto para o chão, quebrando as pernas, na sequência afogou no lago e matou a pauladas. Eu não tive coragem de olhar, mas ele disse que o corpo está num buraco tipo fossa atrás da casa”, dizem as mensagens divulgadas pela entidade.

O crime foi denunciado à Delegacia de Meio Ambiente (DEMA) e ao Ministério Público. “Agora esperamos uma investigação”, afirmou a ONG.

Nas redes sociais, o Lar Amicão descreveu o trabalho árduo que realiza em prol dos animais abandonados desde 2015 e lamentou a morte de Branquinho. “Esse trabalho voluntário é duro e cansativo, mas vale a pena quando percebemos que uma vida foi salva e que o amor nasceu na adoção. Porém, nos deparamos com a triste realidade daqueles que adotam sem responsabilidade e partem o nosso coração ao negligenciar a vida que tanto cuidamos”, escreveu.

Reprodução/Instagram/@lar.amicao

“O lar ama cada cachorro que passa por lá, o lar abriga e ampara cada vida que chega, por isso a gente não recebe mais do que nossa capacidade permite, entendemos nossas limitações, mas damos toda qualidade de vida para aqueles que lá são acolhidos.Mas ontem uma ferida foi aberta em nossos corações, pois recebemos a notícia de que um dos cachorros resgatados por uma de nós, que tinha seu lar seguro, foi torturado e morto de forma cruel”, completou.

De acordo com a publicação, Branquinho estava sob a tutela de uma pessoa que passou pela triagem da entidade e efetuou a adoção, “mas não conseguiu garantir a segurança da vida dele”. A pessoa que havia adotado o cachorro informou à entidade que um “parceiro de negócios” matou o animal.

“Pedimos força para a comunidade para que crimes como esse não sejam naturalizados e banalizados. A crueldade foi feita, mas podemos nos conscientizar, nos sensibilizar diante da vida e não deixar passar impune mais um crime como esse”, concluiu a ONG.


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Gato é encontrado preso em varal de arame farpado após ser agredido

Foto: Associação dos Protetores de Animais Independentes/Divulgação

Um gato foi encontrado enroscado em um varal de arame farpado após ser agredido em Campo Mourão, no Paraná. Ele estava em um terreno no Jardim Paulino. O agressor ainda não foi identificado.

A agressão foi realizada na tarde da última quarta-feira (29). Resgatado por uma protetora de animais, o animal foi encaminhado ao veterinário.

A protetora Amanda Tonete contou ao G1 que encontrou o gato sangrando bastante, com as patas traseiras quebradas.

“Acreditamos que ele tenha sido espancado e jogado no terreno por cima do muro, com isso, acabou enroscado no arame”, disse.

Para que o gato não se debatesse durante o resgate, por estar assustado e com dor, as pontas do varal foram cortadas e ele foi transportado a uma clínica veterinária com as patas presas ao arame, que foi retirado no local.

De acordo com Amanda, o gato é tutelado por uma idosa em situação de vulnerabilidade e tem acesso à rua, já que vive em um casa sem muros, onde também moram outros animais, inclusive cães.

Guerreiro, o animal passa bem apesar dos ferimentos. Ele tem pouco mais de dois anos e já encontrou um novo lar. As agressões que sofreu levaram ao registro de um boletim de ocorrência.


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Cão é resgatado com as patas traseiras quebradas

Já o cachorro que ficou ao lado da sepultura de sua tutora após a tragédia ganhou um novo lar

(Foto: Wilton Júnior/AE)

Equipes de bombeiros e homens da Força Nacional de Segurança socorreram nesta segunda-feira um cachorro com as patas traseiras quebradas, na periferia de Teresópolis. Segundo vizinhos, ‘Herói’ ficou sozinho depois que o tutor, ferido na enxurrada, foi hospitalizado. O cão agora será atendido por um veterinário.

Mais de cem cachorros foram resgatados até esta segunda-feira somente em um dos trechos soterrados em Teresópolis, disse a veterinária Andra Lambert, da Comissão de Proteção Animal da Assembleia do Rio. Segundo ela, o cão que ficou ao lado da sepultura de sua tutora foi adotado por uma família no Rio (Leia notícia aqui).

(Foto: Wilton Júnior/AE)

Fonte: Estadão

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Você é o Repórter

Ativistas encontram animais com patas quebradas em vaquejada de Xerém (RJ)

Simple Zé
libertacaoanimal@yahoogrupos.com.br

Ativistas da Frente Abolicionista de Rodeios do estado do Rio (FARO-RJ) presenciaram o sofrimento de dois bois que tiveram suas patas fraturadas durante a Vaquejada de Xerém, na manhã do último domingo, 16 de agosto. Eles estavam em um caminhão que os levaria agonizantes do distrito de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, até Juiz de Fora (MG), em uma viagem de cerca de 170 quilômetros, onde seriam sacrificados em um abatedouro.

A ausência da veterinária responsável pela Vaquejada atestou a desorganização e o descaso em relação aos animais utilizados no evento. Com a chegada da veterinária, um dos animais, já no curral, recebeu a eutanásia, procedimento que, segundo as próprias autoridades da defesa sanitária presentes no local, não poderia ser realizado naquelas condições de assepsia. O outro animal misteriosamente sumiu, não tendo mais sido visto pelos ativistas no momento da eutanásia do primeiro.

Os ativistas foram expulsos da área dos currais no momento da morte do animal, sendo proibidos de conferir se o procedimento havia sido realizado corretamente. Alguns ainda tentaram filmar o que ocorria de longe, mas logo um caminhão foi estacionado na frente dos currais, impossibilitando o registro pelas câmeras. O animal foi içado por uma retro-escavadeira, já morto, e removido do local.

Mais cenas de abuso e violência durante o transporte dos animais foram presenciadas. Tendo que atravessar um rio para chegar ao curral, alguns bois caíam na água e eram pisoteados pelo restante do rebanho. Nos currais eram armazenados sem nem mesmo espaço para se moverem.

Cerca de quatro ativistas, a veterinária do evento e um agente da fiscalização sanitária, foram encaminhados à 61ª Delegacia de Polícia, em Xerém, onde foi feito o registro de ocorrência alegando maus-tratos e os depoimentos, após cerca de 5 horas de espera, foram colhidos. A vaquejada, cujo início ocorreria às 11h da manhã, começou com 6 horas de atraso e sem a presença da veterinária responsável, contrariando o previsto por lei.

Outras imagens de maus-tratos típicas das Vaquejadas foram captadas na arena. A regra do “jogo” estipula que, em uma arena de cerca de 150 metros, o boi seja solto, tendo o vaqueiro que derrubá-lo em uma área estipulada e marcada por duas linhas. Derrubado, quando ainda correndo em velocidade, por um puxão de rabo, o animal cai bruscamente rolando no chão, podendo acarretar fraturas nas patas e no pescoço que custarão a sua vida. O site Vaquejadas.com, ao explicar como ocorrem esses ?espetáculos? , deixa clara a natureza brutal dessa prática que exige ser chamada de esporte: ?O boi será julgado de pé. Deitado, somente caso não tenha condições de levantar-se? .

Assista a brutalidade com que foi tratado um dos bois com a pata fraturada:

httpv://www.youtube.com/watch?v=IUF_u8GwHvw

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