Notícias

Campanha mostra o sofrimento causado pelos fogos de artifício aos animais e viraliza na internet

Foto: Rimac
Foto: Rimac

Com a chegada das festas de final de ano, Natal e Ano Novo, tutores testemunham o sofrimento dos animais (além e crianças e idosos) com os fogos de artifício e seus estrondos ensurdecedores. Numa iniciativa de conscientização sobre o problema, a seguradora peruana RIMAC, juntamente com a ONG de proteção animal Grupo Caridad também sediada no país, criou a campanha #CeroCohetones (#ZeroRojões).

Os fogos de artifício podem causar mortes ou problemas nervosos aos animais, explica Fernando Moreno, presidente do Grupo Caridad: “Os animais ouvem o barulho dos rojoões, com intensidade até 500 vezes maior que os humanos, e sem estrutura lógica para entender essas explosões, elas produzem um medo inimaginável que pode matá-los”, disse ele.

“Cães e gatos são tratados como parte de nossa família, mais de 50% das famílias peruanas têm animais domésticos e nós os amamos. Cães e gatos cumprem o papel de amigos incondicionais, com uma compreensão diferente. Eles nos servem como uma fonte inesgotável de amor e companhia e podem até ser um apoio emocional muito importante”, continuou Moreno.

O presidente da ONG agradeceu e parabenizou a empresa RIMAC pela iniciativa de responsabilidade social e empatia aos animais.

A campanha

No vídeo da campanha, que tem duração de pouco mais de 2 minutos, vemos pessoas convidadas a colocar fones de ouvido, sem saber o que irá acontecer, e ao dar o sinal cada um dos participantes do experimento começa a ouvir sons desagradáveis em alto volume, como o barulho de uma britadeira, unhas em uma lousa, despertador, buzinas de carros, zumbidos agudos.

As pessoas logo mostram seu desconforto por suas expressões faciais e pedem para retirar os fones por não suportarem os ruídos. Após a experiência eles são questionados sobre o que sentirem ao serem expostos aos barulhos: eles descrevem sensações como angústia, medo, perturbação, ansiedade, nervoso, coração disparado, arrepios e vontade de fugir.

Neste momento eles são informados de que alguém mais quer lhes fazer uma pergunta, quando entra um cachorrinho no set de filmagem, com um envelope na boca e entrega ao entrevistado, onde está escrito: “Quer saber como eu escruto?”.

Foto: Rimac
Foto: Rimac

Então a cortina presa na parte de traz do cenário cai e diversas caixas de som, de todos os tamanhos e potências, empilhadas umas sobre as outras, são mostradas aos entrevistados, que por sua vez, entendem a mensagem e demostram reações de emoção genuínas.

Os animais escutam três vezes mais que os humanos, se para estas pessoas foi uma experiência cruel ouvir os sons em um fone de ouvido, como seria ouvi-los em caixas de som gigantescas e potentes juntas? Assim são os fogos de artifício para os animais.

Reconhecimento

O movimento, promovido pela empresa e pela ONG, passa a fazer parte do “Be Well” (Fique Bem), uma campanha que promove o bem-estar do povo peruano.

Foto: Rimac
Foto: Rimac

#CeroCohetones teve a aprovação de várias personalidades. Entre os mais conhecidos no país estão: Gisella Ponce de Leon, Carolina Cano, Emilia Drago, Andrés Silva, entre outros.

Medidas para proteger seu animal de estimação de fogos de artifício

1 – Ataduras ou algodão

Coloque as bandagens ao redor do seu animal doméstico, para lhe dar uma sensação de segurança.

2 – Sedativos

Só use esses medicamentos em casos extremos, lembre-se de consultar o veterinário para saber como fazer uso deles.

3 – Sala fechada, janelas fechadas

Coloque seu animal doméstico em um local fechado, sem barulho e fique com ele. Dessa forma, vocês ouvirão menos ruído.

Foto: Rimac
Foto: Rimac

4 – Muito amor: abraços e massagens

Massagens em locais estratégicos podem tranquilizar os animais. As áreas recomendadas são os ombros, atrás das orelhas, pescoço e pernas.

Para mais informações, visite zerocohetones e aproveite as festas de final de ano ao lado de seus companheiros peludos.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Foto de satélite mostra realidade chocante do ambiente em que as orcas vivem no SeaWorld

Uma foto, tirada através de um satélite, mostra as condições de vida das orcas do SeaWorld, que possui mais espaço para os estacionamentos e outras atividades do que para abrigar os animais.

Uma foto de satélite do local
Em amarelo, o estacionamento; em vermelho, outras atrações e em azul, o tanque dos animais | Foto: The Orca Project/Facebook

A imagem está sendo divulgada pelo The Orca Project (Projeto Orca), um grupo de campanha que luta por uma melhora nos direitos dos mamíferos marinhos mantidos em cativeiro. A foto mostra o parque de Orlando, nos Estados Unidos, com uma piscina pequena circulada em azul.

O Projeto Orca afirma que os mamíferos passam toda a vida nas piscinas. Outros ativistas em defesa dos direitos animais também se posicionam contra o parque temático, argumentando que os tanques são pequenos demais para as baleias cresçam saudáveis e rasos demais para que se protejam do sol. As baleias em cativeiro possuem uma expectativa de vida muito mais curta que as selvagens.

O projeto disse que espera conseguir libertar as orcas e realoca-las em um santuário, para que possam viver livremente.

O SeaWorld está enfrentando um período de decadência, perdendo várias parcerias. Nos últimos meses, muitas companhias aéreas e empresas de turismo anunciaram que vão parar de vender ingressos para o parque.

A British Airways foi uma das empresas que cortaram parceria com o SeaWorld. A companhia aérea decidiu que não venderá mais ingressos para lugares que exibem animais selvagens em cativeiro e também anunciou uma parceria com a instituição de caridade para a vida selvagem, a Born Free.

“É a primeira vez que uma grande empresa de viagens apoia realmente uma iniciativa para ajudar os animais selvagens e parabenizamos a British Airways por assumir essa postura”, declarou Chris Draper, líder do Bem-Estar Animal e Cativeiro da Born Free.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Segunda maior companhia aérea do Reino Unido corta relações com o SeaWorld

Por Rafaela Damasceno

A British Airways, segunda maior companhia aérea do Reino Unido, é a mais recente empresa a cortar qualquer tipo de parceria com o SeaWorld e outros parques temáticos que exploram os animais em prol do entretenimento humano.

Duas baleias do SeaWorld
Foto: Livekindly

A organização em defesa dos direitos animais PETA parabenizou a British Airways por sua decisão. “Ao se comprometer em parar de oferecer passeios que incluam exploração dos animais, essa importante notícia coloca a British Airways como líder em bem-estar animal na indústria do turismo”, afirmou a organização em seu site.

Além de se desvincular do parque temático, a companhia também criou uma parceria com o The David Sheldrick Trust, que opera o maior programa de resgate de resgate e reabilitação de elefantes órfãos do mundo.

Em 2005, a British Airways também interrompeu o transporte de animais destinados a experiências. A United Airlines, China Southern Airlines e Qatar Airways fizeram movimentos parecidos.

A British Airways se uniu a uma crescente onda de rompimentos de empresas com o SeaWorld. Thomas Cook, a maior empresa de turismo do Reino Unido, parou de vender ingressos para o parque depois que mais de 90% de seus clientes expressaram preocupações com o bem-estar dos animais em cativeiro.

“Eu sou claro em relação ao tipo de negócio que queremos ser”, afirmou Peter Frankhauser, presidente da Thomas Cook, no ano passado. “Por isso introduzimos uma política de bem-estar animal”.

A popularidade do SeaWorld está diminuindo, principalmente após denúncias de maus-tratos às baleias, feitas por ex-treinadores que deixaram o parque. Segundo a PETA, os animais marinhos são confinados em tanques tão pequenos e apertados que, para eles, podem ser comparados a baleias.

A organização ainda afirma que no mínimo 41 orcas e dezenas de golfinhos morreram no SeaWorld, vivendo em média 14 anos – na natureza, orcas podem viver entre 50 e 80 anos.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

AAA Northeast, empresa de turismo dos Estados Unidos, corta parceria com SeaWorld

Por Rafaela Damasceno

AAA Northeast, empresa de turismo, anunciou que irá deixar de vender ingressos para o SeaWorld. A ação foi tomada sob influência de protestos organizados pela PETA e a Protest SeaWorld NY.

Duas baleias pulando do mar em uma atração do parque
Foto: Plant Based News

“Nenhum negócio decente deve querer estar ligado a um parque que cria golfinhos e os monta como se fossem pranchas de surf em shows estilo circo”, afirmou a vice-presidente da PETA, Tracy Reiman.

Ela ainda disse que a agência fez a coisa certa ao se desvincular do SeaWorld, e a PETA está incentivando outras empresas a fazerem o mesmo.

A AAA Northeast agora faz parte de uma lista crescente de empresas de turismo que pararam de vender ingressos para o SeaWorld – incluindo a AAA Arizona, AAA Washington e Virgin Holidays, assim como as companhias aéreas United, Alaska, Delta, JetBlue, Southwest, Spirit, Sunwing e WestJet.

Mudança

A organização PETA afirma que, na natureza, as orcas nadam cerca de 140 milhas (mais de 225 quilômetros) por dia, e os golfinhos-nariz-de-garrafa costumam nadar até 60 milhas (96,5 quilômetros). No SeaWorld, tudo o que podem fazer é nadar em círculos por um espaço pequeno, e 140 golfinhos são distribuídos em apenas 7 pequenos tanques.

No mês passado, dois ex-treinadores do parque denunciaram diversos casos de maus-tratos, inclusive o uso de drogas para acalmar os animais, o que causava úlceras em seus estômagos e outros ferimentos ocasionados por autoagressão.

Apesar de o SeaWorld negar todas as acusações, é fato que manter as orcas e golfinhos em espaços pequenos, forçar os animais a realizar truques e afastá-los da liberdade não é correto. Além de estressados e sob intensa pressão psicológica, eles ainda vivem assustados e depressivos.

As atitudes tomadas pelas empresas demonstram um avanço no pensamento do público, que enxerga cada vez mais os impactos da exploração animal e não compactua mais com a crueldade.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Bolsonaro diz que vai permitir que os Estados Unidos explorem a Amazônia

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou neste sábado (27) que está em busca de parcerias com “o primeiro mundo”, em especial com os Estados Unidos, para a exploração da Amazônia. Na prática, o plano do presidente é entregar os recursos naturais brasileiros a outros países, permitindo que o Brasil perca sua riqueza e que a natureza seja ainda mais destruída em nome do lucro.

A declaração de Bolsonaro foi dada durante uma cerimônia de formatura de paraquedistas do Rio de Janeiro em resposta a questionamentos de países europeus sobre a gestão dos recursos naturais da Amazônia.

Foto: Reuters

“O senhor presidente da França [Emmanuel Macron], a senhora Merkel [chanceler da Alemanha] queriam que eu voltasse para cá [depois da reunião do G20], demarcando mais 30 reservas indígenas, ampliando reservas ambientais. Isso é um crime. Só de reserva indígena já temos 14% tomados aqui no Brasil. Na Reserva Ianomâmi, são 9 mil índios e tem o dobro do estado do Rio de Janeiro. É justo isso? Terra riquíssima. Se junta com Raposa Serra do Sol é um absurdo o que temos de reservas minerais ali. Estou procurando o primeiro mundo para explorar essas áreas em parceria e agregando valor. Por isso, a minha aproximação com os Estados Unidos”, disse Bolsonaro.

Bolsonaro fez ainda um discurso nacionalista, afirmando que a Amazônia é dos brasileiros. “O Brasil é nosso. A Amazônia é nossa. A Presidência é do povo brasileiro. Povo esse ao qual devo lealdade absoluta”, disse. O presidente também afirmou que está cumprindo a promessa que fez de “colocar o Brasil no local destaque que ele merece. É declarar nossa verdadeira independência, e é lutar para o bem de todos”.

O nacionalismo, no entanto, fica apenas no discurso. Isso porque entregar a Amazônia para que os Estados Unidos a destrua seguindo seus próprios interesses financeiros não é mantê-la como um patrimônio dos brasileiros, tampouco declarar independência, já que a intenção do presidente é justamente fazer que o Brasil dependa dos interesses norte-americanos.

Dados desmentem o presidente

Apesar de Bolsonaro afirmar que há reservas ambientais em excesso no país, ao ponto de considerar “um crime” aumentá-las, a declaração dele não condiz com levantamentos recentes feitos pelo Deter, sistema de alertas de desmatamento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

No que se refere a florestas desmatadas, os primeiros 15 dias de maio foram os piores no mês em uma década, tendo sido registrada a destruição de 19 hectares de mata por hora, em média. O número é o dobro do que foi registrado no mesmo período em 2018.

Em junho, o desmatamento na Amazônia foi cerca de 57% maior do que o registrado no mesmo mês de 2018. Cerca de 769 km² foram desmatados em junho deste ano. Em 2018, foram aproximadamente 488 km². Esse resultado mostra, segundo o secretário-executivo do Observatório do Clima, Carlos Rittl, que o discurso do governo de “combater a indústria de multas” e contrário à destruição legal de equipamentos utilizados por desmatadores favorece o desmatamento.

“Se você diz que vai tirar o governo das costas de quem quer produzir, estamos, na verdade, tirando o governo das costas de quem está cometendo crimes ambientais”, disse Rittl ao jornal O Globo.

Desde da época da campanha eleitoral, Bolsonaro tem deixado claro seu desprezo pela proteção ambiental e, junto do ministro de Meio Ambiente, Ricardo Salles, tem promovido uma série de retrocessos contra o meio ambiente.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Parceria para produção de carne feita a base de vegetais promete transformar o mercado chinês

Foto: Sublime China
Foto: Sublime China

O anúncio de uma parceria entre o WalMart e a Qishan Foods (maior produtora de carne vegetal da China) vem com a promeça de criar os produtos de carne vegetais mais saborosos e comercialmente adequados ao futuro do mercado chinês – tornando este um dos passos mais importantes para a integração e popularização da carne à base de vegetais na China nos últimos meses.

Em agosto passado, a Qishan Foods, a primeira empresa de produção de carne vegetal na China, aprovou a rigorosa revisão de qualificação de fornecedores e toda a cadeia da indústria e inspeção do Wal-Mart.

No início de março deste ano, a WalMart e a Qishan Foods iniciaram testes de mercado em três lojas em Shenzhen, colocando produtos de carne vegetal na área de alimentos pré-cozidos e montando prateleiras especiais para os consumidores escolherem os produtos.

Foto: Sublime China
Foto: Sublime China

A Qishan Foods é uma fabricante e também fornecedora de serviços de alimentos à base de vegetais que atende à Ásia e a diversos mercados internacionais.

Em 1993, a Qishan Foods foi oficialmente estabelecida como a primeira empresa lançada no exterior, introduzida pela Shenzhen Shajing. No mesmo ano, a sede foi transferida para Shenzhen, oficialmente renomeada para Shenzhen Qishan, e imediatamente introduzida na Alemanha na época.

A recém-lançada linha de produção e equipamento de processamento de proteína de soja formou a maior fábrica vegetariana moderna na Ásia na época. O mercado de exportação expandiu-se ainda mais para a Austrália, o Reino Unido, Portugal e outros locais.

Nos últimos 26 anos, a empresa investiu pesado em ciência e tecnologia em um esforço para tornar a China líder no movimento a base de vegetais no mundo.

Foto: Reuters
Foto: Reuters

Zhou Qiyu, gerente sênior do Departamento de Produtos da Qishan Foods, disse aos repórteres: “Quanto mais cedo o Tang and Song Dynasties, nosso restaurante vegetariano, puder usar tofu e vegetais para imitar o sabor da carne melhor. Por exemplo, uma mistura de picles Sichuan com berinjela pode fazer as pessoas acreditarem que provaram carne. A tecnologia moderna pode imitar o sabor da fibra da carne após a isomerização da proteína vegetal. Proteínas vegetais diferentes podem imitar o sabor de diferentes tipo de carnes”.

​Read More
Notícias

Turistas jovens preferem eco-turismo a viagens com exploração animal

Uma pesquisa mostrou que turistas estão se tornando cada vez mais conscientes da exploração animal em viagens turísticas, e isso está influenciando em suas escolhas para destinos sem crueldade.

A pesquisa global da KANTAR de 2017 mostra uma queda significativa de 9% a 44% no número de pessoas que consideram os elefantes de equitação aceitáveis ​​em comparação há três anos atrás.

A pesquisa também mostra que mais de 80% dos turistas prefeririam ver animais em seu habitat natural, provando que o turismo amigo dos animais está aumentando. A tendência é ainda mais pronunciada entre os viajantes jovens e millennials (entre 18 e 35 anos).

“É muito encorajador saber que os jovens viajantes estão cada vez mais considerando o bem-estar dos animais em seus planos. Sabemos que os veranistas não querem prejudicar a vida selvagem”, disse Josey Kitson, diretor executivo da World Animal Protection Canada, em um comunicado.

“De fato, as pesquisas mostram que a maioria das pessoas participa de atrações nocivas da vida selvagem porque gostam de animais. Esse movimento para longe das atrações da vida selvagem em cativeiro é sobre educação e trabalho com empresas de viagens para melhorar políticas”.

Pesquisa mostra mudança de pensamento de jovens turistas que estão cada vez mais conscientes sobre a exploração animal (Foto: Pixabay)

Montar elefantes, nadar com golfinhos, fazer selfies com animais selvagens como tigres e preguiças são atividades turísticas que causam danos aos animais. Estes geralmente sofrem abuso mental e fisicamente quando interagem com turistas.

Parcerias de viagem

A World Animal Protection está trabalhando com alguns dos maiores nomes das viagens, incluindo a Travel Corporation (e suas marcas, como Contiki e Trafalgar), a G Adventures, a Intrepid e a World Expeditions, com mais de 200 empresas de viagens assinando seu compromisso com os elefantes.

“Ao contrário das gerações anteriores, a geração do milênio e, em especial, a Geração Z, ou aquelas nascidas depois de 1995, são mais conscientes social, ecologicamente e empaticamente. Eles foram criados atentos ao tratamento desumano da vida selvagem”, disse Sheralyn Berry, Presidente da Contiki Canada.

Essa marca de viagens é especializada em oferecer aventuras globais exclusivas exclusivamente para jovens entre os 18 e os 35 anos que, através da sua iniciativa Conki Cares, funciona com organizações de defesa dos animais, como a Shark Savers, The Sea Turtle Conservancy e Wildlife SOS – India.

“Nós sentimos que é nosso dever educar jovens canadenses em um esforço para apoiar a proteção e reabilitação de animais selvagens e de vida marinha, e facilitar experiências animais éticas e educacionais nos destinos que visitamos”.

Números negativos

Ainda há trabalho que precisa ser feito quando se trata de aumentar a conscientização sobre viagens éticas. Por exemplo, a pesquisa global da Kantar mostrou também que, embora o número de pessoas que achavam que nadar com golfinhos não era aceitável caiu em 8%, mais da metade ainda acha que é aceitável.

Ainda, ela mostra que embora houvesse alguns aumentos nos países que boicotariam as operadoras de turismo que promovem o uso de animais selvagens no entretenimento, as respostas de países como a China e a Índia mostraram que uma alta porcentagem ainda iria de qualquer maneira.

Em 2014, a G Adventures removeu todas as atividades prejudiciais de animais de passeios, incluindo passeios de elefantes, e desde então tem incorporado uma rígida política de bem-estar animal.

“No início, houve um afastamento dos viajantes que queriam uma experiência específica e não conseguiam, e a equipe precisava entender e explicar por que não estávamos mais oferecendo tais atividades”, explica Jamie Sweeting, vice-presidente de empresas sociais da G Adventures e Viagem Responsável.

“Com o tempo, eles passaram a apreciar nossa postura“, ela afirma.

A World Animal Protection criou um guia de bolso amigável para animais que ajuda as pessoas a tomarem decisões de viagem informadas e compassivas para garantir que nenhum animal seja prejudicado em suas viagens.

​Read More
Notícias

Navio alemão atracado no Recife (PE) estuda mudanças nos oceanos

Um navio alemão atracado no Porto do Recife chegou ao Brasil para ajudar a entender as mudanças que acontecem nos mares do planeta. Em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a embarcação abriga equipamentos capazes de fazer uma espécie de raio-X do fundo do mar e coletar material dentro e fora da água.

Parceria entre pesquisadores pernambucanos e navio alemão proporciona ‘intercâmbio’ científico (Foto: Reprodução/TV Globo)

Denominado “Meteor”, que significa meteoro em português, o navio é financiado pelo governo alemão para estudar as mudanças. Entre a tripulação de estudiosos, estão pesquisadores da UFPE, que têm participado das expedições desde 2002.

“É um grande tema que não pode ser feito por um único país e somente é possível com a cooperação de diferentes países. É uma grande cooperação internacional”, explica Peter Brandt, pesquisador alemão.

As pesquisas já ajudaram a identificar mudanças significativas nas correntes marítimas do Oceano Atlântico. Segundo os estudiosos, as alterações podem interferir no clima e na vida de animais marinhos.

“Nos últimos 15 anos, conseguimos identificar variabilidades que seriam difíceis de ser identificadas se houvesse apenas um grupo de um país. A capacitação técnica e científica é muito favorecida quando você faz isso através de intercâmbio entre diferentes grupos de pesquisa”, afirma o professor da UFPE Moacy Araújo.

Além dos resultados científicos, o navio também ajuda a fortalecer as relações políticas e econômicas entre Brasil e Alemanha. “Além do eixo científico, outro eixo do nosso trabalho é a cooperação econômica, já que vamos ter um encontro econômico no Nordeste em 2019”, explica a cônsul geral da Alemanha para o Nordeste, Maria Rigueira.

Depois da partida prevista para sábado (17), o navio segue do Recife para as Ilhas Canárias, perto da costa da Europa. A volta às águas do litoral brasileiro está prevista para o dia 29 de abril, quando o navio atraca em Belém, no Pará.

Fonte: G1

​Read More
Notícias

Associação é escolhida para operar hospital veterinário público no DF

O Instituto de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal divulgou um documento por meio do qual anunciou a associação escolhida para operar o Hospital Veterinário Público do Distrito Federal.

(Foto: Divulgação / Imagem Ilustrativa)

De acordo com o documento, que tornou “público o resultado definitivo da classificação das propostas do Edital de chamamento público nº 01/2018, visando celebrar termo de colaboração com organização da sociedade civil, para implantar e operacionalizar o Hospital Veterinário Público (HVEP)”, a responsável pelo funcionamento do hospital será a Associação Nacional dos Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (ANCLIVEPA).

Ainda segundo o documento, a entidade deverá “apresentar a documentação de habilitação no prazo de 5 dias, a contar da publicação no Diário Oficial do Distrito Federal”.

​Read More
Notícias

Pet shop faz parceria com ONG e doa ração para animais resgatados

A Associação Brasileira Protetora dos Animais (ABPA) da Bahia, fundada em 1939 e que abriga atualmente mais de 400 animais, recebeu recentemente o apoio de mais um parceiro na luta pelos animais. O pet shop online “O Abelardo” iniciou a campanha “Recompra Amiga”.

“A campanha solidária que estamos fazendo com a ABPA é a ‘Recompra Amiga’. A cada recompra programada de ração feita no Abelardo, vamos doar 1kg de ração para os animais carentes da ABPA. A vasilha do seu animal vai ficar sempre cheia e a dos abandonados também”, explica Diego Leonardo, líder de Marketing da startup baiana.

Pet shop doará ração para animais carentes de entidade de proteção animal (Foto: Divulgação)

A recompra programada, prática na qual o pet shop é pioneiro em Salvador e Lauro de Freitas, se baseia na compra de ração com datas pré-estabelecidas para a entrega. O cliente seleciona o intervalo de tempo em que deseja receber o produto, sem ter que se preocupar em solicitar periodicamente a ração. A compra é feita por meio de débito automático no cartão de crédito, que pode ser cancelado a qualquer momento, sem taxas e burocracia.

“Nossas limitações são grandes e a demanda imensa. Ainda assim, é com alegria que afirmamos que de 2009 até 2016, realizamos quase 3000 adoções de cães e gatos”, conta Urânia Almeida, presidente da ABPA. Foram 150 adoções em 2016 e, em 2017, até agora a ABPA contabilizou 83 adoções.

Urânia explica que o número de adoções é sempre menor que o de abandonos. Por essa razão, doações e parcerias empresariais que contribuem com o trabalho da entidade são, segundo Urânia, ações de extrema importância.

“Buscamos sempre realizar parcerias que, em meio ao mundo capitalista, agreguem valor às causas humanitárias, como esta. E esse estilo de empreender tem dado muito certo. Em três meses, nossas vendas de Recompra Programada já aumentaram mais de 30% e estamos preparando nossas entregas para o abrigo”, conclui Diego em entrevista ao IBahia.

​Read More
Notícias

ANDA e Risü: doe parte do valor de suas compras online para ajudar os animais

Reprodução | Facebook / ANDA

Desenvolvida, pelos mineiros Rodrigo Carneiro, Lucas Borges e Francis Andrade, a Risü trabalha com o sistema denominado cashforward (dinheiro passado adiante) e faz parte das novas empresas de economia compartilhada.

A grande vantagem do modelo é a facilidade gerada às pessoas que querem apoiar ONGs e fazem compras online, proporcionando facilidade para que elas possam apoiar o trabalho realizado pela causa sem sair de casa e sem gastar dinheiro extra.

A empresa faz parte de uma forte tendência empreendedora, denominada empreendedorismo social. Essas empresas sociais, ou negócios de impacto social, são empresas que objetivam gerar impacto sócio-ambiental e, também, lucro e sustentabilidade financeira.

No caso da Risü, o modelo de negócios consiste no fato de as empresas pagarem para anunciar na plataforma. Assim, a Risü divide as comissões geradas pelas vendas realizadas com a ONG escolhida pelo usuário. Por isso o usuário não paga nada a mais por isso. Quem realiza a doação é a própria Risü.

A partir de agora, a ANDA é uma ONG apoiada pela Risü, e você pode nos escolher como beneficiária de parte do valor de suas compras online!

Como funciona?

Primeiramente é necessário que você acesse o site da Risü.

Então, escolha a loja que você quer comprar.

Escolha a ANDA como a ONG de proteção animal a ser apoiada e faça o cadastro ou login.

Você será redirecionado para loja que escolheu e poderá realizar suas compras normalmente.

Pronto! Ao finalizar sua compra, a loja avisa a Risü e paga a Risü uma comissão. Essa comissão será revertida em doação para a ANDA, e seus produtos continuam o mesmo preço. Ou seja, você não pagará nada a mais que o valor do produto que já iria comprar.

O valor repassado como doação pela Risü varia entre 0,5% e 7,5% do valor de sua compra, podendo variar de acordo com loja, produto ou departamento no qual a compra foi realizada.

MemoRisü – Nunca mais se esqueça de doar

Pensando na praticidade e na comodidade de sempre lembrar o consumidor de doar parte o valor da compra, a empresa desenvolveu um método ainda mais prático para os consumidores online: O MemoRisü

O MemoRisü é uma extensão para Google Chrome, (o que remete a memorizar), que não deixa o consumidor se esquecer de apoiar a ONG que ele acredita através de suas compras.

Sempre que o consumidor entra em uma loja parceira (são mais de 300) ele aparece, lembrando-o de ativar a doação e apoiar a ONG que acredita.

Então com apenas um click em “Ativar doação” parte do valor da compra dele vira doação para a ONG escolhida.

A Anda possui uma extensão desenvolvida especialmente para nosso porta.

E ele é bem simples de ser adicionado. Veja:

  1. Acessa a página da ANDA na Risü.
  2. Clique em “Quero participar Gratuitamente”
  3. Clique em Adicionar Extensão.

Assim, sempre que você acessar uma loja parceira, o plugin te alertará de “Ativar a doação” para a ANDA. Então, com um click em “Ativar doação” parte do valor de suas compras se transformará em doação para a ANDA sem que você pague nada a mais por isso.

Assim você nunca mais se esquecerá de apoiar a ANDA através de suas compras online.

Lojas participantes

Hoje, a você pode apoiar a ANDA através da Risü em mais de 300 lojas parceiras. Entre elas, estão algumas das maiores e mais famosas lojas online do Brasil.

E, o mais interessante é que, com a parceria firmada entre a Risü e as lojas, além de você ter a possibilidade de apoiar a ANDA através de suas compras, você também ganha códigos de cupom de desconto, que podem fazer você economizar até 50% em suas compras.

Entre as lojas participantes e que disponibilizam Cupons de desconto, vale destacar algumas, que você pode acessar a seguir: Cupom de desconto AmericanasCupom de Desconto SubmarinoCupom de Desconto ExtraCupom de Desconto Ponto FrioElo 7, entre outras.

Clique para ver a lista completa de lojas participantes.

Cupons de Desconto

  1. Acesse o site da Risü e escolha o melhor cupom de desconto que encontrar.
  2. Em seguida, escolha qual das ONGS você quer doar parte do valor de sua compra. O Código do Cupom de desconto será gerado. Copie-o, pressionando os botões Ctrl+C do seu teclado, ou clique em ‘Copiar código’. Se você estiver acessando de um Smartphone, clique em COPIAR CÓDIGO ou segure em cima do código, que aparecerá a opção de selecionar texto e copiar.
  3. Em seguida, faça seu login ou cadastro (Você pode fazer login social).

Você será redirecionado para a loja e poderá realizar suas compras normalmente. No carrinho de compras, cole o código no campo ‘Cupom de Desconto’ (ou pressione Ctrl+v). Você verá os preços caindo de maneira surpreendente! 😉

Utilizando os códigos de cupom desconto o desconto será aplicado diretamente em seu carrinho de compras. Portanto, ele será aplicado diretamente no valor total das suas compras! O preço dos produtos poderá cair em até 50%.

Segurança e confiabilidade

A Risü também preza pela segurança de seus consumidores do bem (forma como a própria Risü chama seus usuários).

Uma serviço muito interessante que a Risü proporciona aos consumidores é a auditoria de segurança e confiança que realiza em suas lojas parceiras.

Toda loja que faz parceria com a Risü passa por uma auditoria de segurança e confiabilidade. Caso passem pela auditoria, essas lojas recebem um selo de confiança e segurança da Risü.

Desta forma, toda e qualquer loja que é parceira da Risü é uma loja de confiança. Portanto, é uma ótima forma de sabermos se estamos, de fato, comprando em lojas que podemos confiar, ficando cada vez mais longe de golpes online.

Disponibilizamos aqui alguns exemplos de auditoria realizada pela Risü em algumas lojas, veja os exemplos:

  1. A Futfanátics é confiável?
  2. A Submarino é confiável?
  3. A Shoptime é confiável?
  4. A Kanui é confiável?
  5. Reconheça se um site e confiável com as dicas da Risü.

Você também pode atestar a experiência que você teve na loja, votando, no próprio site da Risü sobre como foi realizar suas compras na loja escolhida.

Apoie a ANDA através de suas compras online

Agora não é preciso tempo nem muito dinheiro extra para que você se engaje socialmente e comece a ajudar a ANDA, basta apenas um clique para fazer uma compra social. Vem mudar o mundo com a ANDA. Essa é uma linda e simples forma de conseguirmos realizar a captação de recursos para que possamos ampliar, cada vez mais, nosso trabalho!

Acesse o Perfil da ANDA e comece a apoiar com suas compras!

​Read More
Notícias

ONG é obrigada a retirar ponto de acolhimento de cães abandonados

Placa exposta na praça mostrando o Projeto Amigo Comunitário em parceria com a Prefeitura da cidade
A praça José Bonifácio recebeu a ação da ONG em parceria com a Prefeitura para acolher cães em situação de rua (Foto: Reprodução / Youtube)

A Associação de Apoio Animal Pelo Amigo será obrigada a retirar as casinhas para cães instaladas na Praça José Bonifácio, no Rio Grande do Sul, após dois anos de parceria com a Prefeitura de Cachoeira do Sul. O motivo do fim do projeto de acolhimento dos animais em situação de rua se deu pelo fato da primeira-dama Jussara Ghignatti ter se colocado contra a ação da organização.

A Presidente da Associação, Adriana Barros, lamenta a decisão e afirma não entender o motivo, uma vez que os animais estão sendo cuidados pelos taxistas e lojista no entorno da praça e são castrados pela ONG para evitar a procriação descontrolada. Ela explica que o custo total da obra foi R$ 1.800 e cada casa abrigaria três cães que já vivem no local.

“Eu acho que assim que uma decisão é tomada, não se pode voltar atrás, ainda mais por motivos sem explicação, sem fundamento. Os cães já vivem aqui, eu não ia introduzir cães novos na praça. E os cães que aparecessem aqui e que não estivessem castrados, nós íamos ajudar a castrar, como já fizemos com mais de 30 animais. Então foi um argumento totalmente infundado”.

Cão deitado, se protegendo do frio, na porta de loja
Os animais são alimentados pelos taxistas e lojista no entorno da praça (Foto: Reprodução / Youtube)

Por Sophia Portes |Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

​Read More