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Sobrevivente de AVC constrói andador especial para pinguins paralíticos

Por Bárbara Krauss / Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

(Foto/SANCCOB)
O pinguim recebeu uma nova chance de andar (Foto/SANCCOB)

Eric Stewart rapidamente se identificou com um pinguim paralítico que foi encontrado na praia de Western Cape, África do Sul, em dezembro do ano passado.

Stewart costumava andar de bicicleta até a Fundação Sul Africana pela Conservação de Pássaros Costeiros (SANCOOB, em inglês), um centro de resgate de aves marinhas no centro de Cape Saint Francis, onde pinguins que não podem retornar à natureza encontram uma casa permanente

“Apesar de estar debilitado, o pinguim sempre demonstrou comportamento dócil desde chegou ao centro” afirma Nada Manengela, coordenadora de marketing e captação de recursos do SANCOOB. “Ninguém sabe ao certo o porquê de sua deficiência,” disse Menengela, mas as pessoas que o salvaram suspeitavam de trauma craniano”, contou.

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O motivo da paralisia é um mistério até hoje

Stewart simpatizou com a situação do pinguim por saber o quão difícil é voltar ao normal depois de uma lesão na cabeça. Ele mesmo teve que aprender a andar novamente depois de ter um AVC há alguns anos.

“Eu fiquei com lágrimas nos olhos quando vi o pinguim pela primeira vez e quis fazer algo para ajudá-lo,” disse Stewart ao News 24. Então ele decidiu que o pinguim merecia a chance de andar novamente e construiu um pequeno andador.

Depois de um mês no andador e realizando aulas de natação três vezes por dia, o pequeno pinguim aprendeu a bambolear por conta própria.

(Foto/SANCCOB)
Agora o pequeno pinguim pode desfrutar uma vida de qualidade (Foto/SANCCOB)

“Agora ele tem uma nova chance de viver com qualidade”, disse Menengela ao The Dodo.

Com tantas pessoas acreditando nele, não é surpresa alguma que ele tenha melhorado.

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Você é o Repórter

Família vai se mudar e procura tutor que possa cuidar melhor de cão paralítico, em SP

Débora Aguiar
vozanimal.debora@gmail.com

Foto: Divulgação

O Snoopy foi abandonado na rua quando filhotinho. Ficou por um bom tempo sem lar, até que uma pessoa  resolveu acolher o  baixinho. Veio a cinomose e ele ficou paralítico.

Agora, mais um golpe: a família vai se mudar para um apartamento financiado da CDHU para fugir do aluguel, juntando dois quartos, sala e cozinha, não dá um quarto razoável e o cachorro, novamente, vai ficar fora da mudança.
A atual tutora prefere uma família que tenha melhores condições de cuidar dele.
Contato: Márcia (11) 2143-9660/ 6152-2808 ou adocaozonaleste@gmail.com

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Tutor tem cão paraplégico como seu melhor amigo

Loois ficou paraplégico após uma cirurgia, mas isso foi apenas um detalhe para seu tutor. As imagens são de 2007 e, infelizmente, Loois faleceu em março de 2011.  As imagens que ficaram para o mundo mostram a dedicação de um amigo que não mediu esforços para proporcionar a melhor vida para aquele que dependia totalmente de seus cuidados.

Antes de fechar seus olhos, Loois deu uma última lambida de agradecimento em seu melhor amigo.

Craig Mosher se despediu de Loois com esta emocionante declaração:

“Loois Mosher Armstrong faleceu em 18 de março de 2011 com a cabeça em minhas mãos. Lambeu-me pela última vez e eu disse adeus. A degeneração da coluna foi só piorando e a dor foi aumentando. Ele está na Ponte do Arco-Íris agora com seu irmão Bart. Eu fiz o melhor que pude em 6 anos e faria tudo novamente. Adeus meu amigo e que Deus abençoe este ANJO… Papai”

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Tutora diz que irá sacrificar seu cão se ele ficar paralítico

Manchinha no colo da tutora de quem salvou a vida (Foto: Divulgação)

Manchinha, o poodle que enfrentou um pit bull e um rotweiller para defender sua tutora, no último fim de semana, em Maringá (PR).

O animal sofreu ferimentos graves e corre o risco de ficar sem o movimento das patas.

Além de escoriações, o cachorro teve danos nos órgãos internos e lesões na coluna vertebral. Na tarde desta terça-feira (19) ele passou por uma cirurgia na região intestinal. “Felizmente essa operação deu certo”, conta Naiara Silva, neta da senhora tutora do animal, Marial Helena da Silva.

A situação mais delicada está na região da coluna vertebral do poodle. “Ele sofreu danos sérios, tanto que não consegue mover as patas traseiras e quase não tem respostas nas patas dianteiras”, relata Naiara.

A tutora, no entanto, pensa em sacrificar o animal, caso ele fique paralítico:  “ele está totalmente dependente, até para fazer suas necessidades necessita de uma sonda. Seria muito triste para ele ficar paraplégico. Acho que seria a opção mais bondosa”, afirmou a tutora.

Para tentar reverter a situação, o animal passará por outra cirurgia na tarde desta quarta-feira (20). “Nossa esperança é que o procedimento ajude ele a recuperar a sensibilidade e volte a andar”, diz Naiara.

Heroísmo canino

Machinha tem oito anos e defendeu a tutora, Maria Helena, de dois cachorros que chegaram a derrubá-la no chão. A situação aconteceu enquanto eles passeavam, no fim da tarde de domingo (17), na Rua Venezuela, no Jardim Alvorada.

Com informações de O Diário

Nota da Redação: Estamos diante de um caso de rejeição e crueldade contra um animal que arriscou a própria vida para salvar a tutora. É assombrosa a incapacidade humana de retribuir o afeto e o respeito que os animais nos dirigem com tanta verdade e pureza. Um animal não pode ser sacrificado simplesmente porque perdeu o movimento das pernas (o que ainda não aconteceu, e torce-se para que não aconteça). Tirar a vida de um animal é, antes de tudo, uma prova de desamor, de crueldade e caracteriza, ainda, ato criminoso, pois a eutanásia deve ser aplicada apenas em casos insolúveis, em que viver significa sofrimento e fardo – com certeza não é este o caso. O caso é a falta de vontade e de disposição da tutora em oferecer os cuidados e acolhimento que o seu cão precisará receber, depois de unir todas as suas forças para salvá-la. A ANDA manifesta aqui total repúdio a uma decisão cruel e absurda de sacrificar um animal inocente, um verdadeiro herói, apenas porque ficou ou ficará paralítico.

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