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Primeira padaria vegan da Palestina abre no campo de refugiados Jalazoun na Cisjordânia

(Foto; Divulgação)
(Foto; Divulgação)

Um empresário do campo de refugiados Jalazoun, nos territórios palestinos ocupados na Cisjordânia, abriu a primeira padaria vegan na região. Khaled Safi, irmão do diretor executivo da Liga animal da Palestina, Ahmad, tem o compromisso de garantir que todos os seus produtos sejam livres de produtos animais daqui para frente.

Khaled diz que foi muito simples de fazer a adaptação, dado que bem poucos produtos de origem animal são utilizados durante o processo de preparo dos produtos de panificação tradicionais da palestina que ele faz. “Nós simplesmente mudamos de leite de vaca para leite de soja e paramos de usar ovos para pincelar. Nós já utilizávamos margarina de base vegetal em todos os nossos produtos – o impacto no custo, sabor e qualidade é inexistente, mas o impacto positivo no bem-estar animal será significativo “.

Khaled não só tem um comércio oferecendo deliciosos doces e bolos dentro do próprio campo, mas também espera fornecer seus produtos para empresas na cidade vizinha de Ramallah. Vários restaurantes e lojas na cidade ocupada estão começando a oferecer produtos vegans aos seus clientes e ele espera que seus produtos fabricados localmente, livres de exploração animal, estejam em breve no menu.

Ahmad, cujo trabalho com a Liga Animal da Palestina, o único grupo de proteção animal nos territórios ocupados, disse que influenciou a decisão de seu irmão: “Estou muito contente que o negócio de meu irmão está mostrando o quão fácil é substituir produtos de origem animal com alternativas livres de crueldade . Não apenas isso, mas o fato de que a primeira padaria vegan da Palestina está operando no campo de refugiados em que Khaled e eu crescemos também vai mostrar que o movimento de proteção animal pode crescer e prosperar em todas as partes da sociedade palestina “.

Fonte: Veggie e Tal

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Palestino tortura rato que teria roído seu dinheiro

Um morador não identificado de Gaza, na Palestina, foi alvo de críticas no Facebook. O homem postou em sua conta na rede social uma foto da tortura que preparou para um rato que havia destruído o equivalente a US$ 170.

(Foto: Reprodução/Facebook)
(Foto: Reprodução/Facebook)

O animal roeu as notas de dinheiro que o palestino havia deixado em um armário.

A imagem gerou discussões na web. Internautas comentaram que, apesar da maldade com o animal, pior situação de tortura vive a própria população palestina.

(Foto: Reprodução/Facebook)
(Foto: Reprodução/Facebook)

Outro grupo questionou na rede social a veracidade da foto.

Fonte: Globo Rural

Nota da Redação: Caso a foto seja verdadeira, é necessário entender que o sofrimento do povo palestino não autoriza ou justifica o sofrimento animal. Seria inimaginável publicar uma foto assim caso o fato ocorresse com humanos, entretanto, o tratamento humano dado aos animais ainda permite esse tipo de brutalidade, a que o rato foi submetido cruelmente. 

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