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Animais são encontrados mortos dentro de sacos plásticos em Presidente Prudente (SP)

Corpos de animais mortos foram encontrados dentro de sacos plásticos em Presidente Prudente, no interior de São Paulo. O caso foi denunciado à Delegacia Participativa.

De acordo com um boletim de ocorrência registrado, é possível que os animais tenham vindo de clínicas veterinárias. Eles foram encontrados no Parque Alexandrina. As informações são do G1.

Foto: Sandro Bittencourt/TV Fronteira

O parque, que é uma área de preservação ambiental próxima a um rio, tornou-se um cemitério a céu aberto. No local, foram localizados inúmeros animais envoltos em sacos plásticos.

Em depoimento à polícia, um funcionário afirmou que descobriu que uma das pessoas envolvidas no caso trabalha em uma clínica veterinária.

De acordo com a Prefeitura de Presidente Prudente, a situação será levada ao conhecimento do Ministério Público e da Polícia Ambiental.


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Secretaria pede explicações a clínicas após cães serem encontrados mortos em MT

A Secretaria de Meio Ambiente (Sema) de Alta Floresta (MT) notificou as clínicas veterinárias da cidade para solicitar que elas prestem depoimentos sobre o descarte de corpos de animais. O pedido foi realizado após ossadas de animais e mais de 20 cachorros mortos terem sido encontrados por moradores às margens da MT-208 e dentro de um rio.

Corpos de cães foram encontrados dentro de rio (Foto: Daiane Carvalho/ Arquivo pessoal)

De acordo com duas denúncias recebidas pela secretária de Meio Ambiente, Célia Castro, os corpos dos animais foram descartados, de maneira irregular, por clínicas veterinárias.

“Após as denúncias, notificamos as clínicas para que elas expliquem o que fazem com os animais que morrem nos estabelecimentos deles”, disse ao G1.

Uma vistoria da Sema concluiu que os animais encontrados não foram enterrados e que alguns estão a aproximadamente 20 metros do rio.

“Entramos em contato com o Indea (Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso), que também visitará o local. Um boletim de ocorrência também será registrado para que a polícia entre no caso”, ressaltou a secretária.

Conforme explicou a Associação Amamos Animais, moradores que têm propriedades nas proximidades do rio estão reclamando do mau cheiro e se preocupam com a qualidade da água.

“Eles disseram que há um mau cheiro há dias na estrada e resolveram entrar na mata para ver o que estava acontecendo, foi quando encontraram os animais”, informou a entidade.

A concessionária Águas Alta Floresta, responsável pelos serviços de água e esgoto da cidade, divulgou nota por meio da qual afirmou que a captação de água utilizada no abastecimento da zona urbana é feita em uma bacia diferente do local onde as ossadas foram encontrados, não existindo, portanto, risco de contaminação. Disse ainda que fará a remoção dos corpos do rio assim que a perícia policial for finalizada.

Mortes por envenenamento

Aproximadamente 30 animais, sendo um gato e 29 cães, foram encontrados mortos com sinais de envenenamento em janeiro deste ano em Alta Floresta.

A Associação Amamos Animais defende, no entanto, que a quantidade de animais mortos pode ter chegado a 40.

Não se sabe se os corpos e ossadas de animais encontrados na estrada e no rio tem alguma relação com os cães e o gato mortos em janeiro.

“Pedimos à população que se tiver alguma informação entre em contato com a Sema, o anonimato da pessoa será garantido”, ressaltou Célia.


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Mais de 20 cães mortos são encontrados em estrada e dentro de rio em MT

Ossadas de animais e corpos de mais de 20 cachorros mortos foram encontrados às margens da MT-208 e dentro do rio que abastece a cidade de Alta Floresta, em Mato Grosso. A descoberta foi feita por moradores na terça-feira (9).

Corpos de cães foram encontrados dentro de rio (Foto: Daiane Carvalho/ Arquivo pessoal)

De acordo com a Associação Amamos Animais, moradores que vivem em chácaras nas proximidades do rio estão incomodados com o mau cheiro e preocupados com a qualidade da água.

“Eles disseram que há um mau cheiro há dias na estrada e resolveram entrar na mata para ver o que estava acontecendo, foi quando encontraram os animais”, informou ao G1.

A Secretaria de Meio Ambiente de Alta Floresta (Sema) afirmou não ter recebido nenhuma denúncia sobre o caso. A companhia de água que abastece a cidade e a Polícia Civil foram contactadas pelo G1, mas não se posicionaram até a publicação desta reportagem.

Há animais e ossadas em sacos de lixo e outros a céu aberto.

Mortes por envenenamento

Em janeiro, aproximadamente 30 animais foram encontrados mortos com sinais de envenenamento em Alta Floresta. Os tutores deles afirmaram que os animais não apresentavam sintomas de doença e tiveram convulsões antes de morrer, além de terem apresentado uma baba espessa branca na boca na hora da morte.

Foram confirmadas 29 mortes de cachorros e de um gato. Porém, o número pode ter chegado a 40, segundo a presidente da Associação Amamos Animais, Leir Ribeiro.

Não se sabe ainda se os corpos e ossadas encontrados na rodovia e no rio têm relação com os casos de mortes registrados no início de 2019.


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‘Cemitério’ clandestino com ossos de bois é encontrado em Manaus (AM)

Uma espécie de “cemitério” clandestino com ossos de bois foi encontrado no sábado (4) no bairro Distrito Industrial II, em Manaus, no Amazonas. O local está em via pública e tem, além dos ossos, bastante lixo, o que gera bastante mau-cheiro.

Foto: Eliana Nascimento/G1 AM

Ao final da avenida Bambuzinho, que é rodeada de fábricas, é possível ver diversos urubus em cima do lixo, no meio da passagem. As informações são do portal G1.

Grandes quantidades de ossos de animais foram deixadas na avenida. Devido às ossadas e ao lixo no local, os motoristas que transitam pela região precisam reduzir a velocidade do automóvel para passar.

Um industriário reclamou da situação do local. “Tá vendo como é? O ser humano é desprezível. Todo dia que passo aqui me deparo com isso. É lamentável”, disse.

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) afirmou, através de nota, que ainda não foi notificada sobre o caso.

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Canil municipal tem ratos mortos e cães presos a correntes curtas em SC

Os cerca de 60 cães abrigados pelo canil municipal de São Joaquim, em Santa Catarina, estão vivendo em condições precárias. Os animais são mantidos em um pátio sujo e improvisado, de propriedade da Secretaria de Obras, com uma casa com paredes de madeira apodrecida, ratos mortos e ossadas de outros cachorros.

Cachorros acorrentados mantidos em condições precárias (Foto: Reprodução / NSC TV)

Além da insalubridade do local, há também cachorros que vivem acorrentados no canil, presos a correntes curtas, e outros que não recebem os cuidados necessários.

“Teve algumas mortes e foi por comida mofada. Então, a gente teria que ver desde como está acondicionada esta alimentação, como está a limpeza. Tudo isso está precário”, explica a médica veterinária voluntária Ana Maria Borges. A ração fornecida aos cães é comprada pela prefeitura.

Representante da Associação de Proteção dos Animais de São Joaquim, Maria Regina Fontanela critica as condições em que os cachorros são mantidos. O local é utilizado como canil municipal há 17 anos. “Uma falta de estrutura que não tem condições. Eu, muitas vezes, compro material de limpeza para mandar para o canil e outras pessoas também”, diz.

Maus-tratos: cachorro preso à corrente curta (Foto: Reprodução / NSC TV)

De acordo com a prefeitura, um decreto estabeleceu que a manutenção do canil é de responsabilidade da Associação Catarinense de Proteção aos Animais de São Joaquim. O documento, entretanto, apesar de ceder o espaço em comodato para que animais sejam abrigados, não determina de quem é a responsabilidade de mantê-lo.

A ONG, por sua vez, afirma que a Constituição Federal estabelece como obrigatoriedade do poder público a tarefa de proteger a fauna, impedindo que os animais sejam submetidos à crueldade.

A administração municipal se comprometeu em fazer um processo burocrático, ainda nesta semana, para repassar R$ 80 mil para o canil. As informações são do portal G1.

“O recurso que a gente tem hoje dentro deste projeto de fomento é mais para situação onde a gente possa fazer um trabalho de castração e melhorar um pouco a condição dos cachorros lá”, informa o secretário municipal de Meio Ambiente, Volney Júnior.

“É uma situação que alguém tem que fazer alguma coisa por que já passou do limite”, finaliza Maria Regina.

Confira mais fotos:

Ração fornecida aos cães (Foto: Reprodução / NSC TV)
Rato morto encontrado no local onde os cães são mantidos (Foto: Reprodução / NSC TV)
Ossada de um cachorro que morreu no canil (Foto: Reprodução / NSC TV)
Canil municipal está em situação deplorável (Foto: Reprodução / NSC TV)
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Desenterrada ossada de golfinhos em praias alagoanas

Ossadas de quatro golfinhos nariz-de-garrafa estão sendo desenterradas, durante este domingo (28), por uma equipe do Instituto Biota. Os animais foram encontrados mortos nas praias de Jatiuca, Jacarecica e Riacho Doce, em AL, e foram enterrados pela equipe de ambientalistas até a decomposição.

De acordo com o diretor-executivo do Instituto, Bruno Stefanies, o material será tratado na Universidade Federal de Alagoas (UFAL ) e, em seguida, entregue para análise de um estudante de doutourado da Paraíba, que pretende fazer um levantamento sobre a morfologia dos crânios de golfinhos nariz-de-garrafa.

Segundo Stefanies, é procedimento padrão do órgão enterrar e desenterrar animais mortos na praia. “Nós viemos ao local e, após análise, enterramos com um GPS, de modo que modemos marcar os locais em que eles estão. Após a decomposição, nós retornamos para retirar a ossada, seja para guardar, seja para montar e disponibilizar em alguma exposição”, explica.

O Instituto Biota registra que, desde 2009, mais de 15 corpos de golfinhos e baleias foram resgatados e enterrados em todo o Estado. O número de tartarugas, no entanto, é muito maior. “Estimamos que há entre 60 a 70 tartarugas enterradas, só em Maceió”, emenda. Durante a manhã, três golfinhos já haviam sido desenterrados, restando apenas o último, em Riacho Doce, cuja ossada deve ser retirada nesta tarde.

Fonte: Gazeta Web

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