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Um dos imóveis do coronel aposentado acusado de maus-tratos a animais, guardava ossada

Por Sophia Portes / Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

Fonte: Reprodução/EPTV

De acordo com o Departamento de Proteção e Bem Estar Animal o coronel aposentado do Exército Brasileiro, suspeito de maltratar animais e agredir um guarda municipal durante o flagrante, também guardava ossadas de cães dentro de um dos imóveis.  Nesta quarta-feira (05), cerca de 50 gatos e 10 cães foram resgatados da casa do ex-militar de 64 anos, em Campinas (SP). O homem foi levado para prestar depoimento, mas foi liberado logo em seguida.

As péssimas condições a que os animais eram impostos chocaram tanto os moradores e guardas. Por conta disso, a Guarda Municipal decidiu vistoriar outros imóveis do idoso, dois deles localizados no Jardim Chapadão, onde a ossada foi encontrada. Em ambos  haviam animais maltratados entre eles cães com cinomose. O local estava sem alimento e completamente sujo, de acordo com os agentes. “As condições estão insalubres. Não tem ração, potes de água sujos, o lugar realmente não tem nenhuma higiene”, disse o guarda municipal Alexandre Rangel ao EPTV.

Cães encontrados em condições de maus-tratos em Campinas (Foto: Reprodução / EPTV)

Os moradores do Jardim Chapadão contam que tentaram conversar com o homem várias vezes, mas ele nunca quis que ninguém ajudasse os animais. “Ele tinha um cachorro paralítico que se arrastava, eu arrumei uma pessoa pra cuidar do cachorro, mas ele não quis”, disse Silvana Machado.

Além destes dois imóveis, o ex-coronel tinha cães e gatos em um apartamento no bairro Botafogo, onde animais mortos foram encontrados no momento do flagrante da Guarda Municipal.

Na sexta-feira passada, uma decisão judicial foi feita proibindo que o criminoso mantenha animais no apartamento de Botafogo, com pena de multa de R% 50 mil por dia, caso haja o descumprimento.

 

 

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Cães são queimados e mortos em cidade da Bahia, dizem moradores

Cachorros foram encontrados queimados e mortos na cidade de Vitória da Conquista, na região sudoeste da Bahia. A denúncia é feita por moradores do bairro Urbis V, que afirmam que as ossadas dos animais incendiados foram encontradas dentro de manilhas situadas na localidade. O caso foi registrado na terça-feira (7). Ainda de acordo com a denúncia, essa não foi a primeira vez que a situação acontece.

Veja o vídeo clicando aqui.

“Acontece à noite. Quando a gente chega aqui para poder trabalhar, acontece que sempre está com o mau cheiro que está acontecendo aqui”, relata o auxiliar técnico Wilson Júnior. A veterinária Hosana Oliveira e o representante de uma ONG que trabalham em defesa dos animais foram até o local para checar a situação.

Segundo Hosana Oliveira, as ossadas são de cachorros e ela suspeita de violência contra os animais. “Provavelmente alguém, algum psicopata ou um maluco que está queimando esses animais. Eu acho que é uma questão de polícia mesmo. Nós teremos que sair daqui e encaminhar até a polícia, a delegacia de polícia, e prestar uma queixa para que se investigue e averigue o que é que está acontecendo com isso aí”, disse indignada.

Saulo Botelho, da ONG Anjos do Amor, afirmou que também irá acionar o Ministério Público para investigar o caso. “Vamos prestar queixa, depois vamos encaminhar para o Ministério Público, vamos fazer manifestações, tudo que estiver ao nosso alcance vamos fazer porque se tiver um culpado ele vai ter que pagar”, conclui.

De acordo com a veterinária Hosana Oliveira, a denúncia deve ser formalizada na polícia e no Ministério Público ainda nesta quinta-feira (9).

Fonte: G1

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Você é o Repórter

Gato abandonado em canteiro onde havia ossada de gatos aguarda no novo no RJ

Ninhada Carioca
ninhadacarioca@gmail.com

Preciso arrumar um lar para o Frajolinha. Ele já está castrado e foi abandonado em Copacabana, no Rio de Janeiro, há uma semana.

Ele é branco com preto, com luvinhas, peito e juba brancos, além de manchinhas super charmosas nas patas e rabo felpudo, estilo cauda de gato persa. Já é grandinho e tem, inclusive, coleirinha.

Aparentemente, é saudável e está numa das regiões mais movimentadas do bairro, o Corte do Cantagalo. O temperamento é doce e brincalhão. Faz questão de pedir carinho às pessoas que ele gosta, mesmo sendo apenas desconhecidos.

Por mais que amigos dos animais já colocam sempre comida e água para ele, o gato corre risco tanto de ser atropelado quanto de ingerir veneno de rato, que é comum colocarem nas plantas da região. Há, inclusive, uma ossada de felino no local.

Para mais informações, entre em contato com ninhadacarioca@gmail.com

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Operação apreende carcaças de animais silvestres no MT

Uma operação de combate à pesca e caça predatórias realizada pelo Ibama em conjunto com o Juizado Volante Ambiental (Juvam), Polícia Militar e Corpo de Bombeiros na região de Cocalinho (MT) resultou na apreensão de várias armas de fogo e carcaças de animais silvestres abatidos por caçadores em uma propriedade rural localizada no município.

A operação foi desencadeada na sexta-feira (27) e finalizada na manhã de segunda-feira (30), com a divulgação do resultado. Fiscais dos órgãos envolvidos nesta ação estiveram na Fazenda Pequi, situada nas margens do rio das Mortes e, no local, apreenderam seis rifles equipados com mira de caça, quatro revólveres, munições de grosso calibre, animais empalhados, ossada de animais e materiais de pesca.

O gerente do Ibama em Barra do Garças, José Roberto Moreira, divulgou o resultado da operação à imprensa local. Segundo ele, os fiscais foram deslocados à fazenda depois de denúncias de que animais e aves estavam sendo mantidas em cativeiros.

Fonte: Diário de Cuiabá

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Ossada de elefante de 200 mil anos é achada na Indonésia

O esqueleto de um elefante gigante de 200 mil anos, o mais completo já achado na Indonésia, foi encontrado na ilha de Java, segundo anunciaram hoje pesquisadores australianos. “Trata-se de uma espécie extinta e é enorme, muito maior que os elefantes asiáticos de hoje. Somente o fêmur mede 1,2 metro”, indicou a universidade australiana de Wollongong em comunicado.

Alguns ossos do paquiderme foram descobertos no ano passado quando uma pedreira de areia desmoronou, o que causou a morte de dois trabalhadores. A tarefa desenterrar o esqueleto por completo, que durou quatro semanas, ficou com uma equipe de pesquisadores da Universidade de Wollongong e especialistas do Instituto de Pesquisa Geológica da Indonésia.

Os ossos, revestidos em gesso para sua proteção, foram enviados ao Museu de Geologia de Bandung, em Java Ocidental. Acredita-se que o animal morreu na margem do rio Solo e a areia o cobriu rapidamente, protegendo seu corpo de ser devorado, segundo a hipótese citada pelo paleontólogo Gert Van den Bergh, da Wollongong.

Fonte: EFE/G1

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