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Estados Unidos anunciam que puma oriental está extinto

(da Redação)

No dia 16 de Junho deste ano, os EUA declararam que o puma oriental está extinto. O animal já não é visto desde 1938, há quase 80 anos. Foto: Joshua Barnett/Flickr Commons
No dia 16 de junho deste ano, os EUA declararam que o puma oriental está extinto. O animal já não é visto desde 1938, há quase 80 anos. Foto: Joshua Barnett/Flickr Commons

O U.S. Fish and Wildlife Service (Serviço de Vida Selvagem – FWS) declarou na semana passada que o puma oriental está oficialmente extinto e deverá ser removido da lista de espécies ameaçadas de extinção dos Estados Unidos. As informações são do NBC4i.

A subespécie ocupava o leste da América do Norte e o seu nome científico é puma concolor cougar, equivalente à onça-parda no Brasil.

De acordo com Mark McCollough, do FWS, o puma oriental costumava ser chamado de “felino fantasma”, porque nunca havia sido avistado por ninguém. Agora, sabe-se o motivo: acredita-se que o grande felino esteja extinto desde meados de 1930.

Segundo o FWS, os dois últimos pumas orientais foram vistos nesta época, e ambos foram mortos. Um foi morto por um caçador em Maine, em 1938. Antes disso, em 1932, outro havia sido encontrado morto em New Brunswick, no Canadá.

O FWS cita múltiplas razões pelas quais o puma oriental desapareceu, porém isso ocorreu sobretudo devido à caça e à perda do território. A população começou a declinar no século 19, quando os europeus chegaram e mataram os pumas para proteger o gado criado para consumo humano. O desmatamento em massa também limitou o território do puma oriental e acabou com os cervos, que eram a sua principal presa.

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Consumo de cação pode levar espécie à extinção

Com a intenção de alertar a população brasileira quanto à ameaça de extinção de várias espécies brasileiras de tubarões, devido à pesca e consumo dos cações, os integrantes do Projeto de Tubarões no Brasil (Protuba), do Instituto Ecológico Aqualung, realizaram a Pesquisa Nacional de Comportamento e Percepção do Consumidor de Cação.

Foto: Reprodução/EPTV
Foto: Reprodução/EPTV

A pesquisa tinha como objetivo traçar não só o perfil dos consumidores de tubarão, como também a maneira como estes veem o consumo e a pesca desses animais. A divulgação dos resultados na mídia deve trazer maior destaque à silenciosa ação que tanto afeta o meio ambiente.

Foram entrevistadas 1.400 pessoas em todo o território nacional, principalmente em feiras livres (9%), peixarias (11%), supermercados (37%) e restaurantes (8%), outros locais (35%); dos entrevistados 37% disseram consumir carne de tubarão.

A maioria, 58%, diz consumir a carne de tubarão ou cação em casa, mensalmente (19%) e eventualmente (58%). Estes costumam comprar mais em peixarias (42%) e em supermercados (32%).

Um destaque na pesquisa foi a grande diferença entre paulistas e cariocas em relação ao consumo, já que apenas 6% dos cariocas afirmam consumir a carne de cação, contra 69% dos paulistas. Esta diferença pode ser sinalizada devido ao fato de o paulista ter em sua alimentação a culinária oriental como referência, que utiliza não só a carne de cação, mas também a barbatana e cápsula de cartil.

Fonte: EPTV


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Pássaro nativo da Ásia é apreciado e fotografado na Inglaterra

Foto: Reprodução Impacto Rondônia
Foto: Reprodução Impacto Rondônia

Até parece que essa multidão de fotógrafos está atrás de alguma celebridade de Hollywood, mas o verdadeiro astro desse momento era um pequeno pássaro, chamado felosa-coroada-oriental, parecido com um tentilhão.

Nativo da Ásia, ele raramente é visto na Europa. Dougie Holden, o observador de pássaros que o encontrou hoje em Newcastle, na Inglaterra, descreveu a emoção como o mesmo sentimento de “ganhar a copa”. Pouco tempo depois de ele avistar a ave, dezenas de outros observadores foram ao local atrás de um momento perto do pequeno pássaro.

Para alegria do grupo, o pássaro deu o ar da graça e pôde ser não só observado, como fotografado, com o glamour que as celebridades costumam ter.

Fonte: Impacto Ronônia

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