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Filhote de anta é resgatado após perder a mãe em Mato Grosso

Foto: UFMT/Sinop

Um filhote de anta foi resgatado no estado do Mato Grosso após ser encontrado sozinho em uma estrada. Desidratado, o animal silvestre estava na margem da MT-242, em um trecho que liga as cidades de Sorriso e Ipiranga do Norte.

Órfão, o filhote foi resgatado por uma equipe do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso e está recebendo os cuidados necessários.

A suspeita dos militares é que a mãe do animal tenha sido morta por atropelamento ou perdido o filhote, que ficou na estrada à própria sorte, sob risco de ser atropelado.

O animal foi salvo pelos bombeiros no último final de semana. Após o resgate, ele foi encaminhado para a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), que o recebeu em seu hospital veterinário em Sinop, a 503 quilômetros de distância de Cuiabá.

A UFMT informou ao G1 que o filhote é do sexo masculino e que, embora tenha sido resgatado bastante desidratado, apresenta boa recuperação e consegue se alimentar sozinho.

Maior mamífero terrestre brasileiro, a anta é conhecida como jardineira das florestas por dispersar sementes de maneira bastante eficaz, contribuindo para a manutenção dos biomas brasileiros. Sua importância na natureza torna ainda mais alarmante o risco de extinção ao qual a espécie está submetida por conta da caça, do desmatamento e dos atropelamentos em rodovias.

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Filhote de macaco fica órfão após sua mãe ser atropelada enquanto fugia de incêndio

Foto: TVCA/Reprodução

Um filhote de macaco perdeu sua mãe em um atropelamento no Mato Grosso. A fêmea fugia de um incêndio no Pantanal com o filhote nas costas quando os dois foram atropelados enquanto tentavam cruzar uma rodovia. Órfão, o filhote foi resgatado pela Polícia Ambiental.

De julho a agosto deste ano, 108 animais silvestres já foram resgatados de regiões devastadas pelas queimadas – 50% a mais do que o mesmo período de 2019.

“A fumaça causa problemas pulmonares que vão se arrastar e eles podem até sofrer cegueiras por causa da fumaça dos incêndios florestais”, explicou ao G1 o tenente Edson Mendes Júnior, do Batalhão de Proteção Animal.

Mais de 10% do Pantanal já foi afetado pelo fogo, que aumenta conforme sobe a temperatura e cai a umidade relativa do ar.

Dentre militares, brigadistas do Ibama e do Estado, mais de 100 pessoas tentam combater o fogo. Eles contam com a ajuda de trabalhadores rurais. O esforço, no entanto, não tem sido suficiente para por fim ao pior incêndio dos últimos 22 anos.

Por conta dos ferimentos sofridos durante as queimadas, há animais que não conseguirão retornar à natureza. Outros sequer sobrevivem. É o caso de uma anta que morreu pouco depois de ter sido resgatada e de um veado-mateiro que teve que ser sacrificado por estar em estado grave, com machucados severos.

A destruição ambiental causada pelas queimadas levou a Prefeitura de Barão de Melgaço a decretar estado de emergência. O local abriga um santuário de araras-azuis, que estão sob ameaça.

“Como a fumaça causa transtorno na própria saúde humana, acontece as mesmas coisas com os animais, Problemas pulmonares que vão alastrar e os animais podem sofrer até algum tipo de cegueira de acordo com a exposição às fumaças causadas pelos incêndios florestais”, reforçou o tenente.

Mas embora não consigam salvar todas as vidas que imploram por ajuda em meio ao fogo, os brigadistas conseguem garantir a sobrevivência de alguns animais. É o caso de uma onça-pintada resgatada com queimaduras graves nas patas.

Sob os cuidados do médico veterinário Thiago Luczinski, a onça tem se recuperado.
“Nós terminamos os curativos dela. As lesões são muito extensas com exposição inclusive de tendão, bastante tecido morto e a gente está tentando fazer uma alternativa de deixar ela com uma botinha. Possivelmente ela vai tirar, mas é melhor mexer na bota do que ficar mexendo nos ferimentos”, concluiu.


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Filhote de cachorro órfão tem a vida salva após ser adotado por gata

Reprodução/YouTube/Annette Lawless

Um filhote de cachorro da raça pit bull, resgatado após ser encontrado com a saúde debilitada, sobreviveu ao abandono graças a uma gata que passou a cuidar dele como se fosse sua mãe.

Norland, como é chamado o filhote, teve sua vida transformada após chegar ao abrigo da Cleveland Animal Protective League, localizado na cidade de Cleveland, no estado norte-americano de Ohio.

Bastante fraco, o cão foi encontrado no lixo, coberto por moscas. E apesar dos esforços da equipe do abrigo, o filhote não apresentava melhora.

O estado de saúde dele mudou quando Lurlene, uma gata que vive na sede da ONG, o conheceu. Dominada por seu instinto materno, ela passou a cuidar do filhote, assim como fazia com os gatinhos aos quais ela havia dado à luz recentemente.

Reprodução/YouTube/Annette Lawless

Lurlene cuidou do cachorro em tempo integral. Até mesmo nos momentos em que os voluntários do abrigo o alimentavam com uma mamadeira, ela estava por perto. Atenta, a gata observava o filhote, o cheirava e colocava a pata sobre ele, como se quisesse dizer à equipe da ONG que ela estava ali para garantir que ele receberia o melhor tratamento possível.

Graças ao amor que Lurlene deu a Norland, o pequeno cão sobreviveu, cresceu e se desenvolveu, transformando-se em um cachorro maior do que a própria gata e completamente apaixonado por ela.


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Filhote órfão de gato-mourisco é resgatado após ser encontrado em residência

Foto: Francisco das Chagas/Arquivo Pessoal

Um filhote de gato-mourisco foi resgatado na zona rural de São Benedito, na Região da Ibiapaba, no Ceará, após entrar em uma residência. Órfão, o animal silvestre foi confundido com um gato doméstico em um primeiro momento.

“Ele estava quietinho na cozinha da casa da minha tia. Estava assustado e parecia com fome. Pensávamos de princípio que se tratava de um gatinho. Quando percebi que não era chamei o pessoal do grupamento”, contou ao G1 o agricultor Francisco das Chagas, que encontrou o filhote na cozinha da casa de sua tia.

O resgate foi realizado na tarde desta segunda-feira (1º) pelo Grupamento de Bombeiros Civis de São Benedito. O filhote tem cerca de 30 dias de vida e estava assustado. A mãe dele não foi encontrada.

Depois de ser confundido com um gato doméstico, suspeitou-se que o filhote era uma onça-preta. No momento, logo descobriu-se que se tratava de outra espécie silvestre, o gato-mourisco.

Membro do Grupamento, Erisvaldo Araújo do Nascimento afirmou que agricultor cuidou do filhote até a chegada da equipe de resgate. Ele lembrou também que a espécie costuma ser confundida com a onça-parda, mas tem tamanho bem menor.

Foto: Francisco das Chagas/Arquivo Pessoal

“Os gatos-mouriscos, também conhecidos como jaguarundis, são felinos de menor porte do que as onças. Às vezes são confundidos com as onças”, explicou.

Logo após o resgate, o filhote foi encaminhado para a sede do Grupamento de Bombeiros Civis. O animal silvestre foi alimentado e bebeu água. Depois de ser constatado que ele estava saudável e sem ferimentos, a soltura foi realizada na natureza.

“Ele recebeu água e comida e foi examinado por um especialista. Em seguida nós o levamos para o seu habitat natural”, concluiu Nascimento.


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Órfã, filhote de peixe-boi fêmea inicia reabilitação após resgate

Foto: Instituto Mamirauá/Divulgação

Um filhote de peixe-boi fêmea que foi resgatado após ser encontrado encalhado, na sexta-feira (17), na orla do Rio Amazonas, em Macapá (AP), iniciou seu processo de reabilitação, que pode durar até dois anos. Ao final do tratamento, o animal, que é órfão, retornará à natureza.

Ameaçado de extinção, o peixe-boi não consegue sobreviver sozinho na natureza durante a fase da infância. Por isso, os cuidados ofertados por pesquisadores, biólogos e veterinários do Bioparque e do Instituto Mamirauá são fundamentais.

Com cerca de um metro de comprimento e mais de 13 quilos, o peixe-boi foi submetido a análises física e clínica, com coleta de sangue para exames. Durante o atendimento veterinário, escoriações leves e uma lesão no olho direito foram identificadas.

O processo de reabilitação do animal é longo porque, segundo a oceanóloga Miriam Marmote, várias etapas precisam ser respeitadas, desde a estabilização da saúde até a readaptação do peixe-boi ao habitat.

Foto: Instituto Mamirauá/Divulgação

“Temos a estabilização do animal em termos de saúde passando por todo processo de amamentação, o desmame e a transição da mamadeira para uma dieta totalmente baseada em plantas aquáticas, seguido de um período de pré-soltura para readaptação ao ambiente natural e finalmente a soltura do animal no ambiente natural”, explicou, em entrevista ao G1.

Mantido em um berçário improvisado, o filhote está sendo alimentado cinco vezes ao dia por meio de uma mamadeira gigante. Ele recebe alimentos calóricos para não perder peso.

“O animal está bem. Ele já passou por avaliação clínica. Está recebendo uma dieta bastante calórica, visando evitar perda de peso nesse início da adaptação ao cativeiro. Coletamos também amostras de sangue para exames, e em breve teremos mais informações sobre o estado de saúde geral”, relatou o veterinário Luiz Sabioni.

Foto: Instituto Mamirauá/Divulgação

Ameaça de extinção

O peixe-boi está ameaçado de extinção, embora a espécie seja protegida por legislação desde 1967. Além disso, conforme explicou Danielle Lima, bióloga do instituto Mamirauá, o ecossistema desses animais tem sido destruído, o que também deixa o peixe-boi mais vulnerável.

“Tanto o peixe-boi marinho, quanto o peixe-boi amazônico são espécies ameaçadas de extinção e são protegidas por lei desde 1967. No passado, essas espécies foram muito caçadas, principalmente para o consumo e utilização do couro na indústria. Atualmente, o maior fator de ameaça é a destruição dos habitats naturais”, afirmou.

Foto: Instituto Mamirauá/Divulgação

O diretor do Bioparque da Amazônia, Richard Madureira, também pede que a população se atente aos animais e solicite resgate ao encontrá-los em área urbana, sem fazer qualquer tipo de contato com o peixe-boi.

“Qualquer pessoa não pode simplesmente pegar esse animal. Tem que ligar para Polícia Militar, Guarda Ambiental, Corpo de Bombeiros ou Ibama. Todos os órgãos que participam de uma rede de proteção e de cuidados ao animal silvestre, para que quando eles tomarem conhecimento possam se dirigir ao local”, concluiu.


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Morre leão-marinho que viveu 27 anos em centro de recuperação no RS

O animal marinho morreu de causas naturais por conta de sua idade avançada


Ipirelo, como era chamado o leão-marinho que vivia há 27 anos no Centro de Recuperação de Animais Marinhos da Universidade Federal do Rio Grande (CRAM-FURG), morreu na tarde desta quinta-feira (5) em Rio Grande, no Rio Grande do Sul.

Foto: CRAM-FURG

O animal, que morreu por conta da idade avançada, foi resgatado em 1993 na Lagoa dos Patos. Foi devolvido ao mar quatro vezes, mas acabou retornando ao CRAM após todas as tentativas de reintrodução à natureza.

O CRAM-FURG publicou uma nota de pesar pela morte do animal. Confira abaixo:

“É com muita tristeza que comunicamos o falecimento do Ipirelo, leão-marinho que viveu durante 27 anos no Museu Oceanográfico Prof. Eliézer de C. Rios da Universidade Federal do Rio Grande (FURG). O Ipirelo chegou ao Museu Oceanográfico, em Agosto de 1993, juvenil e debilitado, após ser resgatado no interior da Lagoa dos Patos próximo à Refinaria Ipiringa. Apesar de várias tentativas de soltura, o animal nunca teve condições de retornar ao ambiente natural, por isso, permaneceu nas dependências do Museu Oceanográfico recebendo cuidados permanentes no Centro de Recuperação de Animais Marinhos (CRAM-FURG). Nos último anos, ele já se encontrava em condição de senilidade, apresentando sinais compatíveis com a idade avançada, dentro desta situação sempre trabalhamos para garantir seu bem-estar e respeitar suas limitações, e assim foi até o último suspiro.

O Ipirelo é um ícone do município do Rio Grande-RS e fez parte da formação e do imaginário de muitas crianças e adultos de toda a região sul, despertando o interesse e a curiosidade em muitos de nós que hoje atuamos em prol da conservação do ambiente costeiro e marinho. O velho leão marinho deixará saudade e muitas histórias na memória de todos aqueles que o conheceram.

Siga em paz Ipirelo!”


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Histórias Felizes, Notícias

Girafa abandonada se torna melhor amiga de cão resgatado em abrigo de animais

A girafa Jazz e o cão Hunter | Foto: AP (Associated Press)
A girafa Jazz e o cão Hunter | Foto: AP (Associated Press)

Um cachorro resgatado na África do Sul iniciou uma amizade improvável com uma girafa bebê abandonada que também foi resgatada e levada para o orfanato e abrigo de animais local.

Jazz, a girafa de apenas nove dias de idade chegou ao Orfanato de Rinocerontes na província de Limpopo, na África do Sul, depois que um fazendeiro a encontrou lutando para sobreviver na natureza, fraca, desidratada e sem a mãe. Ohomem então pediu ajuda ao centro de resgate de animais.

A girafa Jazz e o cão Hunter | Foto: AP (Associated Press)
A girafa Jazz e o cão Hunter | Foto: AP (Associated Press)

O cão que vive no abrigo, Hunter, jovem e da raça pastor belga mallinois, rapidamente começou a cuidar do recém-chegado, fazendo amizade com o belo ser de pescoço comprido.

Janie Van Heerden, zeladora do orfanato que fica há três horas de viagem ao norte de Joanesburgo, disse que os animais se uniram imediatamente, Hunter logo se aconchegou ao corpo da girafa como se fosse outro cachorro.

A girafa Jazz tomando mamadeira | Foto: AP (Associated Press)
Girafa Jazz tomando mamadeira | Foto: AP (Associated Press)

Ela disse que a girafa bebê agora está se saindo muito melhor depois de receber uma dose de soro intravenoso para substituir os líquidos perdidos, além de tomar leite na mamadeira e até tentar mastigar algumas folhas.

Foto: AP (Associated Press)
Foto: AP (Associated Press)

Infelizmente para Hunter, seu amigo Jazz, talvez mais amigável do que os rinocerontes no orfanato, pode não ficar para sempre, pois os guardiões pretendem reintroduzí-lo em seu habitat natural quando ele estiver forte o suficiente.

Foto: AP (Associated Press)
Foto: AP (Associated Press)

Falando em 22 de novembro ao Daily Mail , Heerden acrescentou: “Possivelmente em breve a girafa poderá voltar para casa na natureza”.

A localização exata do orfanato The Rhino não pode ser informada devido à ameaça de caçadores.

Foto: AP (Associated Press)
Foto: AP (Associated Press)

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Filhote de gambá desidratado é resgatado de incêndio e se recupera em centro de reabilitação

Foto: Portvet/Facebook
Foto: Portvet/Facebook

Um gambá bebê desidratado, que foi resgatado nos devastadores incêndios florestais que assolam a Austrália, está sendo cuidado e se recupera bem depois de ter sido salvo por uma equipe de socorristas da vida selvagem.

O marsupial do sexo feminino foi encontrado na Fernbank Creek Road, perto de Port Macquarie, no meio da costa norte de NSW (New South Whales), por volta das 11h da segunda-feira (11).

Ela foi levada às pressas para o Hospital Veterinário de Port Macquarie com queimaduras nas patas e ao redor da boca, além de um olho afetado.

“A filhote estava muito desidratada quando foi trazida para nossas instalações”, disse uma porta-voz do hospital veterinário ao Daily Mail Australia.

“Ela está recuperando suas forças bebendo água com a ajuda de uma seringa e está muito mais interessada em comida agora do que estava ontem, até comendo um pouco sozinha”.

Imagens adoráveis de um veterinário alimentando o bebê gambá com um pedaço de maçã foram postadas no Facebook.

Foto: Portvet/Facebook
Foto: Portvet/Facebook

“Coração partido ao ver esse frágil bebê lutando pela vida. Obrigado pelo amor e carinho que você dá à nossa preciosa vida selvagem ”, escreveu um usuário da rede social.

“Vocês são pessoas maravilhosas! Obrigado por cuidar desta pequena vítima de incêndio” – acrescentou outra.

Um terceiro escreveu: “Ela está nas melhores mãos. Espero que esta menina linda se recupere completamente”.

Destruição: vista aérea mostra um bosque queimado perto de Port Macquarie, com algumas árvores alaranjadas e outras transformadas em cinzas | Foto: Xinhua/Rex
Destruição: vista aérea mostra um bosque queimado perto de Port Macquarie, com algumas árvores alaranjadas e outras transformadas em cinzas | Foto: Xinhua/Rex

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Ursa reencontra seu antigo cuidador após anos, o reconhece e pede que coce sua barriga

Foto: NewsFlare/Orphanedwildlife
Foto: NewsFlare/Orphanedwildlife

Uma ursa órfã foi adoravelmente reunida ao seu antigo cuidador depois dos dois passarem anos separados.

Sonya, que ficou órfã a maior parte de sua vida, foi colocada na presença do ex-cuidador Johnathan no Orphaned Wildlife Center, Otisville, Nova York, Estados Unidos.

O vídeo mostra o rosto de Johnathan antes que ela se sente nas patas traseiras.

Ela estende a mão e parece querer dar um abraço no cuidador enquanto eles brincam juntos. Johnathan continua a acariciá-la e a ursa rola de costas para que ele possa coçar sua barriga.

Johnathan  agarra as patas traseiras de Sonya, balançando-a gentilmente para cima e para baixo nas costas. A forma como a ursa recebe a carícia dá a entender que esse era um ritual entre os dois.

Ele a solta e bate palmas, permitindo que a ursa se aproxime dele para que eles possam continuar seu jogo adorável. No final do clipe, Johnathan tenta convencer Sonya a soltá-lo, mas ela se recusa a ceder.

A pessoa responsável pela gravação do clipe disse ao Yahoo News: “Quando ela era um filhote ainda, Johnathan costumava ser um de seus cuidadores. Ela não o vê há muitos, muitos anos, mas recentemente ele foi visitá-la para ver se ela se lembraria dele”, segundo informações do Daily Mail publicadas em 06 de novembro.

Ela concluiu: “Ela não apenas se lembrava de Johnathan, mas também do jogo que costumavam jogar quando ela era pequena”.

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Casal salva filhote de preguiça preso entre as pedras de uma praia

Foto: Morgan’s Jungle Lodge/Facebook
Foto: Morgan’s Jungle Lodge/Facebook

Um casal que explorava a Península de Osa, na Costa Rica, teve a sorte de estar exatamente no lugar certo, na hora certa. A dupla se deparou com uma preguiça filhote que conseguiu sobreviver à maré alta e ficou presa na praia, agarrada a uma rocha. O bebê emitia sons como se chorasse e parecia totalmente confuso. Felizmente, ele foi salvo antes que qualquer coisa ruim pudesse acontecer com ele – e agora a preguiça está se recuperando e se fortalecendo em um centro de resgate local.

Dirk Morgan, que compartilhou o resgate da jovem preguiça em sua página no Facebook, percebeu que o animal estava completamente sozinho, sem nenhuma preguiça adulta à vista, e decidiu imediatamente intervir.

Foto: Morgan’s Jungle Lodge/Facebook
Foto: Morgan’s Jungle Lodge/Facebook

É um mistério como o bebê preguiça acabou sozinho na praia rochosa. Morgan e sua parceira Lori cuidadosamente pegaram a preguiça e lavaram seu rosto para retirar a água salgada da face do animal assustado.

Eles o colocaram em segurança em uma caixa de papelão para ser transportado para o resgate de animais em Tranquility. “Ele parecia estar bem e feliz por estar seco e seguro”, escreveu Morgan.

Foto: Morgan’s Jungle Lodge/Facebook
Foto: Morgan’s Jungle Lodge/Facebook

Uma vez no resgate local, a preguiça foi imediatamente levada aos cuidados da equipe veterinária.

Graças à ajuda do casal bondoso, que administra o hotel Morgan’s Jungle Lodge na Costa Rica, a preguiça filhote chegou em segurança a um lugar onde recebe muito cuidado e não tem nada a temer. Felizmente, ele acabará tendo uma vida longa e segura em seu habitat natural – no alto das árvores, no lugar a que ele pertence.

Foto: Morgan’s Jungle Lodge/Facebook
Foto: Morgan’s Jungle Lodge/Facebook

Ao se deparar com um animal selvagem em perigo, entre em contato com um reabilitador profissional ou com o serviço de resgate da vida selvagem da sua cidade antes de se aproximar. Animais selvagens feridos ou quando se sentem ameaçados tendem a se defender mesmo que a intenção seja a melhor possível.

É preciso respeito pela natureza e a fauna silvestre, antes de qualquer atitude.

Foto: Morgan’s Jungle Lodge/Facebook
Foto: Morgan’s Jungle Lodge/Facebook

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Filhote de lontra órfão aprende a nadar e caçar com voluntários e é devolvido a natureza

Lázaro treinando com seu cuidador | Foto: Owl Rescue Center
Lázaro treinando com seu cuidador | Foto: Owl Rescue Center

Uma lontra filhote que nunca havia se aventurado na água precisou aprender a nadar e foi ensinada pelos voluntários que a resgataram.

Lázaro nunca pegou sua própria comida ou mesmo enfiou a cabeça na água, apesar de já ter três anos de idade.

Após três semanas de treinamento, a lontra-africana-sem-garras (Aonyx capensis) agora já consegue nadar duas milhas e meia.

Levou horas de persuasão antes que o animal submergisse no rio que fica no Santuário de Pássaros de Hartbeespoort, relata o The Sunday Times.

Mas Lázaro não está sozinho nessa tarefa, um dos voluntários do centro, Brendan Murray, passa seis horas por dia incentivando e ajudando o animal.

Lázaro | Foto: Foto: Owl Rescue Center
Lázaro | Foto: Foto: Owl Rescue Center

A lontra do sexo masculino, tem 7 kg e está e sendo treinada para se tornar uma caçadora eficiente de peixes, caranguejos e mexilhões no rio Crocodile da África do Sul.

Mesmo quando não há predadores na água, Lázaro “se gruda” aos locais próximos mais rasos para garantir que ele possa tocar com as patas o leito do rio.

Murray diz que Lázaro ainda tem medo das águas mais profundas, mas domina a arte de pregar caranguejos e mexilhões. No entanto, ele terá que mergulhar mais fundo se quiser pescar, explicou o voluntário.

Lázaro mudou-se para o Owl Rescue Center no mês passado, depois de passar seus primeiros anos em um santuário sem água em ambiente aberto.

Ele foi abandonado quando filhote e nunca teve a oportunidade de dominar a arte da natação até agora.

Lontras-africanas-sem-garras passam 18 meses com suas mães em estado selvagem, aprendendo a cuidar de si mesmas.

Os animais são capazes de serem tanto noturnos quanto diurnos. Eles caçam em água doce ou água do mar nas costas e pântanos de toda a África.

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Motociclista para o trânsito para resgatar gatinha perdida no meio da rodovia

Graças aos “olhos de águia” e a coragem de Quentin Leroy, Silky escapou de um perigo enorme que ameaçava sua, agora sã e salva ela procura por um lar


 

Foto: Quentin Leroy
Foto: Quentin Leroy

Se Quentin Leroy tivesse piscado, ele talvez nunca tivesse visto aquela gatinha minúscula no meio da rodovia.

Mas, felizmente, ele teve um vislumbre bem a tempo.

Enquanto fazia um passeio de motocicleta perto de sua casa na Bélgica no final do mês passado, Leroy viu uma pequena vida abandonada num dos lugares mais perigosos possíveis – um gatinho a momentos de um desastre fatal.

Foto: Quentin Leroy
Foto: Quentin Leroy

“Fiquei chocado”, disse Leroy ao The Dodo. “Eu gritei: ‘Não! Há uma gatinha no meio da estrada!’ “.

Sem hesitar, Leroy parou a moto. Ele, junto com outro motorista de um carro que encostou também, pararam o trânsito para salvar a vida da gatinha bebê.

Aqui esta o momento registrado em vídeo:

“A filhote de gato estava aterrorizada”, disse Leroy.

Leroy não tinha como levar a gatinha adiante com ele, mas felizmente o motorista que parou concordou em levá-la em segurança até algum abrigo. Mais tarde, a gatinha foi acolhida em um grupo de resgate local.

Silky, como agora é chamada, está atualmente em um lar temporário aguardando adoção por uma família amorosa.

Foto: Quentin Leroy
Foto: Quentin Leroy

Leroy, apelidado de “olhos de águia”, foi chamado de herói por entrar em ação naquele dia. Mas ele diz que estava simplesmente seguindo seu coração.

“Eu não poderia deixá-la ali”, disse Leroy, acrescentando que o motorista também parou:

“Estou certo de não ter sido o único que teve essa reação”.

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