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Rinocerontes têm chifres removidos para protegê-los de caçadores na África do Sul

Pixabay

Com a caça crescente de rinocerontes, fator que vem ameaçando a maior colônia da espécie, localizada na África do Sul, a organização Save the Rhino organizou uma campanha de prevenção com o objetivo de evitar a prática.

A iniciativa retira os chifres dos animais, de forma indolor e não prejudicial à saúde, para eliminar o interesse dos caçadores, os quais comercializam por preços entre 60.000 e 80.000 dólares o quilo no mercado negro. Na maioria dos casos, os compradores vêm de países do continente asiático, o qual enxerga esse material como um símbolo de status econômicos e detém propriedades medicinais, de acordo com eles.

O procedimento de remoção dos chifres dos rinocerontes é complexo e conta com a participação de um grupo com cerca de 20 pessoas, incluindo veterinários especializados e pilotos de helicópteros. Os animais são localizados e recebem uma dose de sedativo, além de terem os olhos cobertos para evitar assustá-los. Segundo a Save the Rhino, a operação não interfere no comportamento ou autodefesa dos animais após ter passado pela cirurgia.

Por mais que a medida tenha sido efetiva em ocasiões anteriores, a caça desses animais ainda é intensa e seus defensores pedem que os rinocerontes possam estar a salvo dos caçadores em abrigos seguros a todo o momento.


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Operação de resgate paralisa rodovia para salvar a vida de quati atropelado

Foto: Alex Amorim

Um quati atropelado contou com a solidariedade de motoristas que se uniram a uma equipe da Guarda Civil Municipal (GCM) em uma operação de resgate. O caso aconteceu no último sábado (30) em Bertioga, no litoral de São Paulo, e levou à interdição momentânea da rodovia Rio-Santos.

O grupo paralisou rapidamente o fluxo de veículos na pista para socorrer o animal. Uma das pessoas que participou desta corrente de solidariedade em prol do quati foi o autônomo Alex Amorim, de 41 anos. Ele contou ao G1 que passava pelo local quando viu  pessoas paradas na rodovia. Decidiu se aproximar e, então, descobriu que o grupo estava prestando atendimento ao animal.

Ferido, o quati ficou assustado com a aproximação do grupo, que não conseguiu identificar o veículo responsável pelo atropelamento e pela omissão de socorro.

“Ele estava deitado na calçada, mas depois começou a correr para o outro lado da pista”, contou. Enquanto os motoristas tentavam ajudar o animal, uma viatura da GCM de Bertioga se aproximou.

“Íamos levar na guarda ambiental, mas o guarda parou e se dispôs a levar. Colocou o quati no porta-malas da viatura e depois não tivemos mais notícias. Foi um atendimento bem rápido”, disse.

Foto: Arquivo Pessoal

Apesar dos esforços para salvar a vida do quati, o animal não resistiu aos ferimentos. Ele foi encaminhado à Diretoria de Operações Ambientais (DOA) de Bertioga, mas chegou no local sem vida. O corpo foi levado para ser enterrado.

A Prefeitura de Bertioga emitiu nota explicando que irá solicitar, através de documento produzido pela Diretoria de Operações Ambientais, que o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) coloque novas placas de sinalização na rodovia, alertando os motoristas sobre os cuidados necessários a serem tomados por conta dos animais silvestres.

“Independente de ser um bichinho ou não, se trata de uma vida. Nós invadimos o habitat dele, fazemos eles atravessarem rodovias e pistas, então, temos que tomar mais cuidado com os animais na estrada”, concluiu Amorim.


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Cachorrinha que babava incontrolavelmente de medo no abrigo encontra um lar

Foto: Trio Animal Foundation/Facebook
Foto: Trio Animal Foundation/Facebook

A história de Belle começou com os socorristas da ONG e grupo de resgate de animais, Trio Animal Foundation (TAF), em uma visita a um abrigo público no final de março. Ao caminhar pelos corredores, a equipe teve uma visão que os deteve instantaneamente.

Uma cachorrinha preta pequena e com os pelos desalinhados estava agachada em sua gaiola, tremendo incontrolavelmente por todo o corpo e babando profusamente de estresse e medo.

Foto: Trio Animal Foundation/Facebook
Foto: Trio Animal Foundation/Facebook

Como a equipe lembra, a cachorrinha estava com um sofrimento emocional tão profundo que seu pequeno corpo mal conseguia lidar com isso, e os sinais físicos de seu estado eram de partir o coração. A equipe do TAF decidiu agir imediatamente e salvou Belle do terror que sentia no abrigo.

Embora tão aterrorizada, Belle estava pacientemente sentada em sua gaiola, olhando para as pessoas no corredor, como se estivesse esperando a família que a havia deixado para trás.

Foto: Trio Animal Foundation/Facebook
Foto: Trio Animal Foundation/Facebook

Vendo a reação extrema de Belle à sua nova situação e sabendo que ela não seria capaz de lidar adequadamente com o estresse, a TAF a levou para ser cuidada pelo programa deles – e para fora do abrigo.

Depois que ela foi levada aos cuidados da fundação, confirmou-se que Belle precisava de cirurgia ortopédica imediata. Ela foi operada no ligamento cruzado anterior, pois estava a patela e o menisco comprometidos.

Foto: Trio Animal Foundation/Facebook
Foto: Trio Animal Foundation/Facebook

Foram necessárias sete semanas de reabilitação e ajuda preciosa da equipe da clínica Unleashed Pups, mas Belle finalmente se recuperou completamente. Hazel Grace, um dos cães da TAF, manteve sua companhia durante todo o longo processo.

Não demorou muito para Belle conhecer uma família que viria a ser a sua família. Belle foi adotada oficialmente e agora está vivendo feliz com seus novos humanos em Wisconsin! “A nova família eterna de Belle a ama totalmente e fala sem parar sobre o mais novo membro da família”, escreve a equipe.

Foto: Trio Animal Foundation/Facebook
Foto: Trio Animal Foundation/Facebook

Belle agora não se parece em nada com a cachorrinha aterrorizada que a TAF encontrou no abrigo alguns meses atrás. Em vez disso, ela finalmente tem um brilho nos olhos novamente – e nada mais a temer.

“Com um novo joelho e uma nova família, Belle finalmente conquistou sua felicidade para sempre”. Graças à ajuda inestimável de seus socorristas, veterinários e cuidadores, a vida de Belle mudou completamente.

Para saber mais sobre a Trio Animal Foundation, clique aqui.

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Cachorrinho passa por cirurgia de emergência após comer 80 cm de fita de enfeite natalino

Foto: PA
Foto: PA

Um cachorrinho da raça pastor alemão foi levado às pressas ao veterinário depois de comer quase um metro de enfeites de Natal. Benji, de oito anos de idade, teve que se submeter a uma cirurgia de grande porte após as radiografias mostrarem cerca de 80 cm da fita de decoração brilhante, conhecida também como ouropel, dentro dele.

Olivia Mullen, de 24 anos, diz que ficou chocada e surpresa que seu cachorro comesse os enfeites de natal, pois segundo ela, o animal não é dado a comer nada estranho dentro de casa. A tutora disse: “É a primeira vez que ele faz algo assim. Ele nem procura sapatos ou brinquedos, então foi uma surpresa total”.

A árvore ainda não estava levantada e ele realmente estava torcendo para ganhar uma caixa para brincar. Eu estava trabalhando e minha mãe me ligou para dizer que ele havia comido os enfeites de Natal.

Olívia, que é assistente de cuidado com animais, disse: “Eu vejo animais mal diariamente no meu trabalho, mas quando se tratou do meu próprio cachorro, eu fique completamente perdida, me senti tão chateada e preocupada ao mesmo tempo, mas sabia que ele estava nas melhores mãos possíveis”.

Foto: PA
Foto: PA

Felizmente, os ferimentos de Benji estão se curando bem e ele está agora em casa. Mas David Owen, veterinário de emergência do hospital Vets Now na cidade de Manchester (Inglaterra), alerta que o ouropel brilhante pode ser “muito atraente para cães e gatos” e qualquer corpo estranho pode ser “extremamente perigoso” se ingerido, ainda mais os pegajosos.

Ele acrescentou: “Na medicina veterinária, chamamos isso de corpo estranho linear. Se o ouropel se ancorar no estômago, ele não pode passar pelo intestino e pode lentamente cortar o tecido como um fio de queijo. Isso pode causar danos graves ao trato intestinal do animal”.

“Se você suspeita que seu cão ou gato tenha engolido enfeites de Natal ou qualquer coisa semelhante, como fita ou linha, não espere que apareçam sinais ou sintomas antes de agir, procure imediatamente um serviço de emergência veterinária”, alerta o especialista.

O hospital veterinário Vets Now afirma que terá um aumento de 70% nos casos desse tipo por volta do Natal e Ano Novo.

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Gatinha resgatada precisa de ajuda para cirurgia de construção do ânus

Vênus | Foto: GoFundMe
Vênus | Foto: GoFundMe

Esta linda gatinha da foto chama-se Vênus. A primeira coisa que muitos notam nela são seus olhos lindos e brilhantes. Então depois é possível que as pessoas reparem que ela não tem rabo. O que a maioria das pessoas não percebe sobre ela, no entanto, é que ela realmente não tem ânus.

Esse problema foi descoberto em Vênus quando ela foi morar com a cuidadora e responsável por seu lar temporário, Jodie Dewane, que agora está arrecadando fundos para a cirurgia da gatinha.

Jodie pegou Vênus de um centro de resgate chamado Feline Friends (Amigos Felinos), sediado em Londres e apoiado por doações e voluntários.

Ela disse: “Eu estava pensando em oferecer lar temporário a um gato. Cresci com gatos e queria ajudar a cuidar de animais vulneráveis. Não demorou muito para que a organizadora do Feline Friends, Barbara, entrasse em contato comigo para dizer que eles tinham uma gatinha que precisava de um lar temporário – Vênus”.

A pequena gatinha preta sem rabo havia sido encontrada abandonada próxima de um matagal e sem qualquer proteção entregue a própria sorte, então Jodie ficou mais do que feliz em poder ajudar.

“Mas logo ficou claro que ela tinha outras complicações de saúde além de não ter rabo”, disse Jodie. “Ela foi vista pelo veterinário e descobrimos que ela não tinha ânus e estava fazendo cocô pela vagina. Parece que o fato dela ter nascido sem rabo e sem ânus foi o que causou seu abandono, ou seja, quando se tornou evidente que ela era uma menininha tão especial”.

Vênus | Foto: GoFundMe
Vênus | Foto: GoFundMe

Isso provavelmente se deve a uma condição chamada “ânus não-perfurado”, que é um defeito de nascença que afeta o desenvolvimento do ânus. Em alguns casos, o reto se abre para outras estruturas – no caso de Vênus, sua vagina. A gatinha, que tem cerca de quatro meses de idade, às vezes chora de dor, e Jodie, compreensivelmente, quer que as coisas sejam resolvidas logo.

Como resultado, o veterinário sugere cirurgia para a corajosa gatinha. Jodie diz: “No entanto, ela ainda é uma das gatinhas mais amorosas, afetuosas e doces que eu já conheci!”

A cirurgia custará 5 mil dólares (em torno de 20 mil reais), incluindo raios-x, medicamentos e a própria intervenção operatória. Jodie disse que este é um número aproximado, pois as consultas com o veterinário estão em andamento, mas qualquer excesso será doado ao abrigo Feline Friends. As informações são do METRO UK.

Atualmente, a página do GoFundMe chegou a arrecadar 205 libras (cerca de mil reais), mas ainda há um longo caminho a percorrer. Se você deseja ajudar Vênus, pode fazê-lo aqui.

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Sobe para 119 o número de ovelhas resgatadas após navio tombar

Após o navio tombar, milhares de ovelhas morreram afogadas. As sobreviventes estão sendo encontradas em condições deploráveis


O número de ovelhas resgatadas após o tombamento do navio Queen Hind, na Romênia, subiu para 119. A equipe tem feito buracos nas laterais da embarcação e espera conseguir salvar mais animais com vida.

FOUR PAWS/ARCA

A embarcação virou após deixar o porto de Midia, com 14,6 mil ovelhas sendo transportadas. Voluntários da associação Four Paws estiveram no local na quarta-feira (27) e participaram dos resgates. As informações são do portal Notícias ao Minuto.

Os animais estão sendo encontrados em situação deplorável. No entanto, a expectativa, segundo o jornal Daily Mail, é de que existam mais sobreviventes.

Após o navio tombar, milhares de ovelhas morreram afogadas. Dentre as sobreviventes, três foram fotografadas pela Four Paws, que divulgou a imagem nas redes sociais.

“Ainda há animais vivos a bordo. Cada vez que quase desistimos, a perna de uma ovelha subitamente se mexe na nossa frente. Juntos temos conseguido retirar os animais para fora daquele cemitério e para a luz do dia”, disse a ONG.

Logo após o naufrágio, as pessoas que estavam no navio foram retiradas, assim como 32 ovelhas. A embarcação tinha como destino a Arábia Saudita.


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Mais de cem cães são resgatados em condições deploráveis após denúncia contra criador

A investigação levou ao resgate de 101 cães que foram removidos de casas em Manchester | Foto: Conselho de Rochdale
A investigação levou ao resgate de 101 cães que foram removidos de casas em Manchester | Foto: Conselho de Rochdale

Uma operação de fiscalização e resgate em massa a um criador de cães denunciado como “fábrica de filhotes”, levou as autoridades de Manchester, na Inglaterra, a retirar das instalações do canil um total de 101 cães da raça dachshund (popularmente conhecido como salsichinha) que estavam sendo forçados a se reproduzir para fins de venda dos filhotes.

Os cães foram recuperados de nove propriedades em Rochdale, Oldham e Salford na semana passada, após uma operação assistida por 30 policiais e inspetores da RSPCA (maior ONG inglesa de proteção e direitos animais).

Mark Widdup, diretor de bairro do Conselho de Rochdale, disse: “É recompensador termos sido capazes de executar os mandados com sucesso, resgatar e colocar os cães aos cuidados da ONG”.

A operação de invasão aos canis é o resultado de uma investigação de dois meses sobre a criação dos cães em condições abusivas, insalubres e de maus-tratos, que contou com a ajuda do público.

Todos os dachshunds foram acolhidos pela RSPCA e estão sendo tratados na ONG, enquanto passam por exames de saúde.

O Conselho de Rochdale confirmou que os cães ainda não estavam disponíveis para adoção, pois fazem parte de uma investigação em andamento.

Em um comunicado, as autoridades pediram que aqueles que compraram cães da raça dachshund na região contatassem funcionários do Conselho.

Um porta-voz da RSPCA disse: “Na terça-feira, 12 de novembro, oficiais e agências parceiras da RSPCA, incluindo a polícia de Manchester e membros do Conselho Municipal de Rochdale, executaram mandados em endereços em Rochdale, Oldham, Heywood e Little Hulton”.

“Não podemos comentar mais enquanto as investigações continuam”, concluiu o porta-voz da ONG.


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Mais de 300 Kg de ossos de leão são encontrados em aeroporto africano

Foto: HUMANE SOCIETY INTERNATIONAL/AFRICA
Foto: HUMANE SOCIETY INTERNATIONAL/AFRICA

A notícia causou revolta e indignação mundial, a ONG Humane Society Internacional pede o fim imediato dessa indústria de criação de animais em cativeiro que classifica como “doentia”.

Uma apreensão em massa de ossos de leão na África do Sul provocou revolta e pedidos do mundo todo para que a criação em cativeiro desses animais para fins turísticos e de medicina tradicional seja definitivamente proibida.

No início de outubro, funcionários da O.R. de Joanesburgo no Aeroporto Internacional de Tambo, apreenderam 12 caixas cheias de 342 kg de ossos de leão destinados à Malásia.

Os ossos dos animais – que equivalem a cerca de 38 leões – deveriam ser enviados ao país asiático para serem utilizados na medicina tradicional.

Foto: HUMANE SOCIETY INTERNATIONAL/AFRICA
Foto: HUMANE SOCIETY INTERNATIONAL/AFRICA

Existem entre 8 mil a 11 mil filhotes de leão em cativeiro na África do Sul, a maioria dos quais criados em fazendas específicas para isso que existem em abundância em todo o país. Esses animais depois serão vendidos ou centros onde é turistas podem “acariciar filhotes” de leão e quando adultos para agências de caça ao troféu.

Os leões adultos são então mortos por caçadores de troféus que pagam fortunas para poder tirar suas vidas e manter partes de seu corpo, como cabeça ou garras como lembranças de seus “êxitos”, ou comerciantes que procuram vender seus ossos no exterior no vasto mercado de remédios medicinais em toda a Ásia.

Mas o comércio de venda de ossos de leões em cativeiro – que atualmente é legal – sofreu críticas sevres e foi alvo de campanhas da ONG Humane Society International, que pediu o fim do que descreve como uma “indústria doentia”.

Foto: HUMANE SOCIETY INTERNATIONAL/AFRICA
Foto: HUMANE SOCIETY INTERNATIONAL/AFRICA

Audrey Delsink, diretora de vida selvagem da Humane Society International/África, disse: “Elogiamos as autoridades por frustrar uma suposta tentativa de contrabando de ossos de leão no Aeroporto Internacional do Tambo. Porém, por mais bem-vinda que seja essa apreensão, ela também demonstra que, apesar das garantias, o departamento é incapaz de controlar essa indústria gananciosa e cruel”.

“O comércio de ossos de leão pode ser legal, mas envergonha a África do Sul. A criação em cativeiro de leões que alimenta o osso de leão e os negócios enlatados de caça a leão envolvem atrocidades horríveis de bem-estar animal que não podem mais ser ignoradas”, continuou ela.

“Apesar de apenas contribuir com apenas 1,85% para a economia do turismo na África do Sul, essa exploração cruel dos leões pode muito bem minar a atratividade turística no país, pois os turistas globais exigem cada vez mais padrões éticos mais altos.

Foto: HUMANE SOCIETY INTERNATIONAL/AFRICA
Foto: HUMANE SOCIETY INTERNATIONAL/AFRICA

“Uma apreensão não representa uma vitória, é um triste sinal do fracasso em acabar com o sofrimento. É hora de essa indústria doentia ser fechada”.

Na natureza, os filhotes de leão permanecem com suas mães por 18 meses e as fêmeas descansam por pelo menos 15 a 24 meses entre as ninhadas. Os filhotes nascidos em fazendas de criação são retirados de suas mães aos poucos dias ou mesmo horas de idade.

Os leões são uma espécie ameaçada e são listados como “vulneráveis” pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).

Embora a Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Selvagens (CITES) tenha proibido o comércio de ossos de leões selvagens, ela permite que a África do Sul exporte ossos de leões cativos.

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Cerca de 500 litros de petróleo são retirados de praias no Ceará

Servidores da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) retiraram cerca de 500 litros de petróleo de oito praias cearenses durante uma operação de limpeza realizada no último final de semana.

Foto: Divulgação/Semace

A Semace agiu após o Ibama apontar a presença do óleo no litoral do Ceará. As informações são do portal Diário do Nordeste.

“Apesar da competência da limpeza ser dos municípios, nós entendemos que foi uma situação crítica, então chamamos a responsabilidade da Semace”, afirmou o superintendente da autarquia, Carlos Alberto Mendes. “Até porque a coleta desse material envolve conhecimento e equipamentos”, completou.

Três animais já foram encontrados mortos: uma ave aquática em Cumbuco e duas tartarugas marinhas, uma em Sabiaguaba e outra em Jericoacoara.

O petróleo foi encontrado nas seguintes praias: Sabiaguaba, Malhada, Jijoca de Jericoacoara, Morro Branco, Barra de Sucatinga, Taíba, Paracuru e Prainha.

De acordo com analista ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), Rafael Moraes, as manchas de óleo encontradas no Nordeste são tóxicas.

“Trata-se de petróleo bruto, uma mistura de hidrocarbonetos. Sabemos do que se trata, mas não sobre de onde esse material veio. Ainda estamos em investigação”, explicou.


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Pássaro encontrado com anzol no estômago é devolvido à natureza após cirurgia

A ave foi encontrada com uma linha de pesca dentro do corpo, saindo pelo bico. Um exame de radiografia identificou um anzol no estômago do animal


Um martim-pescador-grande foi devolvido à natureza após ser resgatado com um anzol no estômago. O animal, que vive no Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu (PR), estava com uma linha de pesca dentro do corpo, saindo pelo bico, quando foi encontrado pela Polícia Ambiental. O anzol foi descoberto através de um exame de radiografia.

Foto: Divulgação/Parque das Aves

Após ser resgatado, o animal foi operado por especialistas do Parque das Aves. Recuperado, ele foi solto no Rio Iguaçu.

A suspeita da chefe da Divisão de Veterinária do parque, Ligia Oliva, é de que a ave tenha engolido o anzol após se alimentar de um peixe fisgado por pescadores. Ao G1, Ligia informou que a remoção do anzol através do bico do pássaro não foi possível devido a possibilidade de gerar lesões viscerais. A cirurgia, embora delicada, foi necessária para garantir a sobrevivência do martim.

Os hábitos da espécie foram levados em consideração no momento da soltura, realizada pela Polícia Ambiental. Animais diurnos devem ser devolvidos à natureza de manhã e os que são noturnos precisam ser soltos no final da tarde, segundo a bióloga Katlin Fernandes. O martim-pescador-grande foi levado ao rio no período da manhã.

Embora seja comum em todas as regiões brasileiras, a ave vive principalmente na Mata Atlântica, de acordo com especialistas.

Foto: Divulgação/Parque das Aves

Parque das Aves

Além de resgatar aves encontradas em situação de risco, o parque atende pássaros resgatados pela polícia na região de Foz do Iguaçu.

De acordo com a direção do parque, mais de 120 aves mantidas em cativeiro e vítimas do tráfico do animais foram atendidas no local no primeiro semestre de 2019.


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Cachorrinha idosa e cega abandonada nas ruas encontra um lar amoroso

Foto: Hand in Paw Rescue
Foto: Hand in Paw Rescue

Cherry Blossom estava completamente cega, mas ela podia ouvir o latido constante de cães e sentir o concreto frio sob suas patas – e isso era o suficiente para aterrorizá-la.

Quatro anos atrás, Piper Thomas, fundador da Hand in Paw, um grupo de resgate da Califórnia, entrou em um movimentado abrigo em Los Angeles, nos EUA, para resgatar cães na lista de eutanásia. Quando ela viu Cherry Blossom – uma cachorrinha cega da raça shih tzu de 12 anos tremendo em seu canil – ela sabia que tinha que tirá-la de lá.

“É de cortar o coração ver um cachorro apenas tremendo no canto, sem saber onde ele esta”, disse Thomas ao The Dodo. “O abrigo é muito barulhento e, especialmente para um cão cego, é uma sobrecarga sensorial para eles. E está frio – não é um ambiente acolhedor, elo contrário”.

Foto: Hand in Paw Rescue
Foto: Hand in Paw Rescue

Enquanto Thomas fazia a papelada para tirar Cherry, ela ouviu a história triste da cachorrinha.

“Ela foi encontrada como um cão em situação de rua”, disse Thomas. “Ela andava sem destino, comendo lixo. Ela foi definitivamente abandonada, e achamos que provavelmente foi porque ela não poderia mais produzir filhotes para alguém”. Provavelmente descartada por alguma fábrica de filhotes.

Assim que Cherry saiu do abrigo, ela começou a relaxar.

Foto: Hand in Paw Rescue
Foto: Hand in Paw Rescue

“Ela ficou instantaneamente muito mais feliz”, disse Thomas. “Ela parecia apenas respirar fundo.”

A vida anterior de Cherry deixou seu corpo coberto de tumores e cistos, e ela teve infecções de ouvido e doenças dentárias.

“Ela estava uma bagunça, com dor na boca, pelos emaranhados e a cachorrinha estava muito confusa”, disse Thomas.

Foto: Hand in Paw Rescue
Foto: Hand in Paw Rescue

Thomas levou a cachorrinha às pressas até o veterinário para tratamento, e até levou-a a um oftalmologista. Para espanto de Thomas, a especialista conseguiu remover as cataratas que causaram a cegueira de Cherry e substituir as lentes dos olhos. Depois disso, Cherry pôde ver novamente.

“Ela se tornou um cão completamente diferente”, disse Thomas.

Quando chegou a hora de Cherry seguir para adoção, Thomas se preocupou que ela pudesse ter dificuldade em encontrar uma casa para ela – mas ela realmente encontrou um adotante muito rapidamente.

Foto: Hand in Paw Rescue
Foto: Hand in Paw Rescue

“Felizmente para Cherry, ela foi vista pela mãe de uma antiga colega minha, Mary Dooley” – disse Thomas. “Ela acabou adotando Cherry logo após sua cirurgia ocular e eu não consegui imaginar uma mãe (tutora) melhor para ela”.

Cherry tem que visitar frequentemente o veterinário para receber cuidados contínuos para seus olhos, e para lidar com alguns outros problemas de saúde – mas sua tutora garante que ela receba o melhor atendimento possível.

Foto: Hand in Paw Rescue
Foto: Hand in Paw Rescue

“Em todo lugar que Cherry vai, ela é uma pequena estrela”, disse Thomas. “Quando ela vai ao veterinário, todo mundo mima ela. Mary tem todos esses trajes bonitinhos para ela, ela fica arrumada, ela coloca pequenos laços em seu cabelo. Então, ela adora vestir Cherry com roupinhas delicadas e a cachorrinha adora, e Mary a coloca na cama e Cherry ama receber todo esse amor que ela é alvo, porque ela definitivamente não conseguiu receber isso nos primeiros 12 anos de sua vida”.

Foto: Hand in Paw Rescue
Foto: Hand in Paw Rescue

Thomas não poderia ter desejado um final mais feliz para Cherry, que agora tem 16 anos, e viveu uma vida maravilhosa nos últimos quatro anos.

“Vê-la deixar de ser terrivelmente negligenciada e depois passar a viver na casa mais amorosa possível – é incrível fazer parte disso”, concluiu Thomas.

Foto: Hand in Paw Rescue
Foto: Hand in Paw Rescue

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Durante mudança para santuário, ursos Dimas e Kátia ganham novos nomes

Os ursos Dimas e Kátia passarão a se chamar, respectivamente, Verrú e Mizar depois que a transferência deles, do zoológico de Canindé (CE) para um santuário em Joanópolis (SP), for concluída. A mudança foi iniciada na quarta-feira (28).

Foto: Kílvia Muniz

A transferência foi determinada a juíza da 3ª Vara da Comarca de Canindé, Tássia Fernanda de Siqueira, em resposta a uma ação movida pela Associação Brasileira dos Defensores dos Direitos e Bem Estar dos Animais.

Verrú, segundo a administração do santuário Rancho dos Gnomos, significa “força da superação”. Já Mizar, novo nome de Kátia, foi escolhido por ser o nome de uma das estrelas de brilho mais intenso da constelação da Ursa Maior. As informações são do Diário do Nordeste.

Mudar o nome dos animais resgatados pelo santuário é uma tradição do local. “Mudamos justamente para descaracterizar o período que esses animais passaram em sofrimento no circo. É muito latente isso neles, em todos os animais. A gente gosta de descaracterizar para deixar o passado para trás. Vida nova, local novo, energia nova, e o nome representa isso”, explicou a fundadora do santuário, Sílvia Pompeu.

“Nós somos adeptos da meditação e, por incrível que pareça, esse nome sempre é intuído pela meditação. Quando a equipe bate o martelo do nome, a gente já começa a fazer uma relação com os animais. Mas a gente tem o cuidado de, enquanto eles não entram na carreta do Rancho dos Gnomos, eles continuam sendo aquele animal com o nome antigo”, completou.

Transferência

Kátia viajará para São Paulo pela Latam. O voo iniciará às 2h desta quinta-feira (29). A ursa deve chegar ao Aeroporto Internacional de Fortaleza por volta das 20h30. Junto dela, chegará Dimas, que ficará no quartel do Exército até às 2h de sexta-feira (30), quando viajará para São Paulo. Funcionários do zoológico, veterinários e biólogos estão envolvidos no processo de mudança dos animais.

Foto: Kid Junior

O que motivou a transferência foi a manutenção dos ursos em local extremamente diferente do habitat natural deles e o calor excessivo do Ceará, inadequado para a espécie.

“Nossa equipe está preparada para trazer esses irmãos para terem melhor qualidade de vida e o direito de desfrutarem de tudo que lhes foram roubados como o respeito, cuidado e dignidade”, comentaram Sílvia e Marcos Pompeu, fundadores do Rancho dos Gnomos que passaram a ser tutores legais dos ursos.

Dimas e Kátia – ou Verrú e Mizar – vão viver num recinto com condições próprias para ursos. O local, com 1900 m², conta com piscina com 80 mil litros de água, cascata, grutas, deck, troncos, árvores frutíferas e som ambiente.

“Estamos localizados em meio a Serra da Mantiqueira, com temperaturas amenas, mais propícias para os ursos. Eles sempre foram bem tratados em Canindé, porém as altas temperaturas (chegam a 40 graus) não os beneficiava. Há quase 30 anos, resgatamos mais de 20.000 animais, e essa operação foi uma das mais desafiadoras. Contudo, contamos com o apoio de toda equipe do Santuário de São Francisco de Canindé”, destacou Silva Pompeu.


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