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Polícia combate crueldade animal em operação contra o tráfico de marfim

Foto: Divulgação/PF

Uma operação contra o tráfico de partes de animais exóticos, especialmente de marfim, foi realizada pela Polícia Federal nesta terça-feira (15), com a execução de 11 mandados de busca e apreensão. Endereços de São Paulo foram alvo das autoridades.

A PF estima que mais de 50 mil elefantes sejam mortos todos os anos para a retirada do marfim. Os mandados executados pela polícia têm como foco pessoas suspeitas de importar, adquirir ou comercializar obras de arte feitas com o material.

Em um dos endereços, um homem contra o qual a PF tinha um mandado de busca e apreensão foi preso por porte ilegal de armas e munição.

A operação, realizada com a participação do Ibama e da Polícia Ambiental de São Paulo, foi batizada de “Marfim”. As autoridades descobriram que os objetos produzidos com o material eram vendidos aos domingos em barracas no vão livre do Masp, na Avenida Paulista.

A Polícia Federal informou ao G1 que os investigados terão que prestar contas sobre a origem do marfim apreendido e poderão responder por contrabando ou receptação dolosa qualificada. Os objetos serão submetidos à perícia.

Por ser uma das principais causas da redução das populações de elefante, especialmente na África, o comércio de marfim foi proibido por diversos países.


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Corpos de cães mortos em operação policial serão periciados em Teresina (PI)

Foto: Arquivo pessoal

Os cães mortos na terça-feira (5) durante uma operação policial no bairro Matinha, em Teresina, no Piauí, serão submetidos à perícia a pedido da Polícia Civil. Tempo e Preto, como eram chamados os animais, estavam no quintal de casa quando foram mortos. 

O inquérito sobre o caso é de responsabilidade da delegada Edenilza Viana, da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, que decidiu agir de ofício para investigar o crime, já que os tutores dos cães e nenhuma outra testemunhas denunciaram o caso à polícia.

“Estamos contando com o apoio da Gerência de Zoonoses e, agora na quarentena, vamos tentar encontrar veterinários que possam fazer essa perícia. Até o momento, não sabemos nada do que aconteceu. Estamos buscando testemunhas, vamos tentar as câmeras de segurança na região para saber se houve registro da situação e a perícia será fundamental para determinar se eles morreram vítimas de disparos de arma de fogo e de que armas os tiros possam ter partido”, contou a delegada, em entrevista ao portal G1.

Os corpos estão sendo mantidos em um freezer na Gerência de Zoonoses do município para que não haja deterioração e comprometimento de provas.

Moradores da região afirmaram que os cães foram mortos por um policial. Uma das testemunhas disse ao G1 que os cachorros estavam dentro de casa e que seriam presos pelos tutores para que os agentes da Polícia Militar entrassem e fizessem as buscas. No entanto, ainda segundo o relato, um dos policiais subiu no moro e atirou nos cães, matando-os.

A corporação, por sua vez, nega a acusação. Segundo a Polícia Militar, o responsável pelo assassinato dos cachorros é um homem suspeito de praticar assaltos na região, que estava armado no momento do crime.

“PM-PI comunica ainda, que a informação de que cães foram atingidos pelos policiais no momento da ação é improcedente, pois os disparos efetuados foram realizados pelo indivíduo de alcunha “piqui”, que já possui diversas prisões efetuadas”, afirma nota da PM.


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Cão é baleado na cabeça durante tiroteio em comunidade do RJ

Apesar do ferimento, Pixote, como é chamado o cachorro, não corre risco de morte. O animal pode, no entanto, perder a visão


Um cachorro foi baleado na cabeça durante um tiroteio na Vila Kennedy, uma comunidade do Rio de Janeiro. Os tiros foram dados durante uma operação policial realizada no domingo (9) com o intuito de coibir um baile funk.

Foto: Márcia Ayers / Reprodução

Pixote, como é chamado o cachorro, estava no quintal de sua casa quando o tiroteio começou. Assustado, ele conseguiu passar por uma brecha no portão e, na calçada, foi baleado. As informações são do jornal Extra.

O tiro atingiu sua cabeça, entrou ao lado da orelha e saiu pela parte frontal do crânio. Ele foi socorrido e passa bem, mas corre o risco de ficar cego.

Após o animal ser baleado, sua tutora, Márcia Ayres, pediu ao neto para chamar por socorro em um grupo de moradores em um aplicativo de mensagem. Um veterinário vizinho viu o pedido e socorreu o cachorro.

“Ele examinou, deu quatro injeções e anti-inflamatório. Aparentemente, ele está bem. Vai continuar em observação por uma semana e tomando os medicamentos. Como a bala passou muito perto do olho dele, corre o risco de não conseguir mais enxergar”, contou Márcia.

Pixote foi adotado quando era filhote e a família é bastante apegada a ele. “Peguei ele magrinho na rua, em Campo Grande, e até hoje sempre nos deu muita alegria. Creio que ele vai ficar bem. Graças a Deus ele está vivo”, comemorou.


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Polícia resgata 270 cachorros explorados para venda na Espanha

Os cachorros foram levados para ONGs de proteção animal. Dois cães mortos também foram encontrados durante a operação policial


A Polícia Nacional da Espanha resgatou, na quinta-feira (23), 270 cachorros que eram explorados para reprodução e venda. Os animais estavam em dois canis clandestinos em Madri. A operação culminou na prisão de cinco pessoas, sendo dois veterinários.

A maior parte dos cães era das raças chihuahua e lulu da pomerânia. Eles viviam confinados em gaiolas pequenas, que às vezes abrigavam mais de um animal.

Foto: Policia Nacional via Reuters

No local, foram encontrados cachorros com as cordas vocais cortadas, procedimento cruel executado para impedir que o animal consiga latir. As informações são do G1.

Dois cachorros foram encontrados mortos e seus corpos, enrolados em jornais, estavam congelados. Dentre os sobreviventes, havia animais com doenças de pele.

Após o resgate, os cachorros foram entregues a ONGs de proteção animal, que aguardam a Justiça decidir o destino definitivo de cada um deles.

O grupo preso na operação policial é o maior distribuidor de chihuahua e lulu da pomerânia para venda na Espanha. O comércio era divulgado nas redes sociais, de acordo com a agência Reuters.

Cada cachorro era vendido por até 3 mil euros (o equivalente a R$ 13,8 mil), segundo o jornal El País. Em mais de 10 anos explorando os animais, o grupo lucrou mais de 2 milhões de euros (R$ 9,2 milhões).


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Mais de 300 animais silvestres são resgatados em ação contra o tráfico na Bahia

Dos 321 animais resgatados, 104 foram imediatamente devolvidos à natureza. Os demais serão submetidos a um processo de reabilitação


A 45ª edição da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI), realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), culminou no resgate de 321 animais silvestres em 13 cidades da Bahia.

Foto: Divulgação/Polícia Civil

As ações foram promovidas de novembro a dezembro e foram divulgadas neste domingo (8). As informações são do portal G1.

As cidades alvo da operação são: Barreiras, Angical, Baianópolis, Catolândia, Cotegipe, Cristópolis, Formosa do Rio Preto, Luís Eduardo Magalhães, Mansidão, Riachão das Neves, Santa Rita de Cássia, São Desidério e Wanderley.

Dezenas de armadilhas de caça e 10 armas, além de munições, foram apreendidas. Além dos animais vivos, três foram encontrados mortos.

Sete pessoas foram autuadas e assinaram um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por meio do qual se comprometem a comparecer ao Juizado Especial Criminal para responder pelos crimes.

Os animais resgatados receberam cuidados oferecidos por equipes de veterinários e biólogos do Conselho Regional de Medicina Veterinária da Bahia (CRMV-BA) e da ONG Animallia, com o apoio de alunos e professores do curso de veterinária da Universidade Estadual da Bahia (Uneb), em Barreiras.

Dos 321 animais resgatados, 104 foram imediatamente devolvidos à natureza. O restante foi encaminhado ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) para ser submetido à reabilitação. Quando estiverem recuperados, eles também serão soltos no habitat.

A ação policial contou com a coordenação do Ministério Público da Bahia, por meio do Núcleo de Defesa da Bacia do São Francisco (NUSF), do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) e da Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia (SUDEC-BA).


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Clínica congelava animais mortos para continuar cobrando por internação

A clínica também é suspeita de vender remédios proibidos, aplicar medicamentos de humanos em animais e reaproveitar próteses de animais mortos


Uma clínica veterinária em Nova Lima (MG) congelava animais mortos e não avisava sobre a morte ao tutor para continuar cobrando pela internação. O dono do estabelecimento, alvo de uma ação da Polícia Civil nesta sexta-feira (22), foi acusado de diversos crimes, como estelionato, associação criminosa e maus-tratos. Marcelo Dayrell, proprietário da Animed, foi preso.

Reprodução/Globo

Alguns animais ficaram congelados por mais de uma semana. Antes do tutor ser avisado sobre a morte, o corpo do animal era descongelado e recebia uma injeção para que ficasse com aparência de morte recente.

O local é suspeito também de vender remédios proibidos, aplicar medicamentos de humanos em animais e reaproveitar próteses de animais mortos. Há indícios ainda, segundo o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), de coleta de sangue de animais sem autorização dos donos para venda de bolsas de sangue usadas em procedimentos de transfusão. Crimes de sonegação e lavagem de dinheiro também serão investigados.

“Nós temos testemunhas fundamentais que informam que era um procedimento comum a reutilização de próteses e parafusos que poderiam causar uma contaminação nos animais muito fácil. E a questão do congelamento, nós tivemos notícia que ele praticava esse tipo de ação, ele congelava o animal já morto para postergar a devolução do corpo e receber um maior volume de dinheiro”, disse ao G1 a delegada Carolina Bechelany.

O veterinário e dono da clínica, Marcelo Dayrell, nega os crimes. A polícia tentou ainda localizar a esposa dele, a veterinária Franciele Fernanda Quirino dos Santos, mas não conseguiu. Ela é considerada foragida. O marido afirma que ela está viajando.

A delegada Carolina Bechelany informou que a investigação teve início devido a um descarte de lixo veterinário com lixo comum, que configura crime ambiental. A partir de então, outros crimes foram descobertos. Cinco mandados de busca e apreensão foram expedidos.

Os animais que estavam na clínica no momento da operação policial devem ser retirados do local, que funciona 24 horas. Os tutores serão contatados para buscá-los.

A assessoria de imprensa da clínica informou que se pronunciará sobre o caso após análise das denúncias. “Além disso, se coloca à disposição da Justiça para esclarecimento dos fatos e afirma que irá cooperar no que for preciso com a investigação para que todos os fatos sejam esclarecidos o mais breve possível”, afirma a nota.

O Conselho Regional de Medicina Veterinária explica que é permitido usar remédios humanos em animais, desde que sejam prescritos por médico veterinário, respeitando as restrições previstas em normas do Ministério da Saúde e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.


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Tucanos mantidos em cativeiro em condições precárias são salvos no RS

Três tucanos vítimas do tráfico de animais foram resgatados pela Polícia Civil na quinta-feira (4) em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Foram salvos também um papagaio, 12 caturritas, duas iguanas e um Loris Molucano, espécie de pássaro.

Foto: Polícia Civil/Divulgação

Os animais foram encontrados em dois endereços diferentes, nos bairros Parque Universitário e Estância Velha. De acordo com a delegada Marina Goltz, os resgates foram realizados devido a ordens judiciais e fazem parte da operação Voo Livre, que tem o objetivo de coibir crimes contra aves silvestres.

“O tutor dos tucanos, além de mantê-los em cativeiro, ainda expunha à venda os mesmos em redes sociais”, disse a delegada. As informações são do portal G1.

Foto: Polícia Civil/Divulgação

Os traficantes assinaram um termo circunstanciado de ocorrência e vão responder por crime ambiental, que tem como pena detenção de 6 meses a um ano. No entanto, por ser uma infração de menor potencial ofensivo, os acusados não costumam ser condenados à prisão, tendo a pena substituída, por exemplo, por prestação de serviços comunitários.

O homem que estava com os tucanos não responderá apenas pelo tráfico, mas também por maus-tratos a animais. As aves eram mantidas em condições precárias, segundo a polícia.

O Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) do Ibama ficará responsável pelos animais.

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Morre cachorro baleado durante operação policial no Rio de Janeiro

O cachorro que foi baleado durante uma operação da Polícia Militar na comunidade da Vila Aliança, em Bangu, no Rio de Janeiro, morreu nesta sexta-feira (29). Moradores afirmam que o responsável por atirar no animal foi um policial que se irritou após outro cachorro latir.

Guilherme, como era chamado o cão, chegou a ser levado à Fazenda Modelo, onde foi operado na quarta-feira (27) e recebeu uma transfusão de sangue. Apesar disso, ele não resistiu aos ferimentos. As informações são do G1.

Foto: Arquivo pessoal / Morador da Vila Aliança

De acordo com a veterinária Dahyam Vieira, da Prefeitura do Rio, que fez o primeiro atendimento ao animal, contou que ele foi socorrido pelo próprio tutor.

“Ele tinha perdido muito sangue. O sinistro aconteceu às 8h e ele chegou no posto por volta das 10h. Já tinha perdido bastante sangue quando chegou para a gente”, disse a veterinária.

Dahyam afirmou que foi necessário amputar uma das patas do cachorro porque o osso estava destruído e o animal continuava a perder sangue, motivo que fez com que fosse necessária uma transfusão sanguínea.

“Uma clínica forneceu uma bolsa e a gente conseguiu um cachorro doador”, disse Dahyam.

O presidente da Comissão de Defesa Dos Animais da Câmara Municipal do Rio, Luiz Carlos Ramos Filho, pediu que as investigações sobre o caso sejam feitas com rigor.

“É uma crueldade que precisa ser investigada e rigorosamente punida, para que não se repita”, lamentou vereador Luiz Carlos Ramos filho.

Testemunhas afirmam que se protegiam de um tiroteio em um ponto de kombis, onde dois cães conhecidos na comunidade costumam ficar: Guilherme e Orelha. Ao ver um policial abordar abruptamente os rapazes, Orelha teria latido. Por isso, o policial se irritou e efetuou um disparo, que acertou Guilherme.

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Polícia resgata 405 animais silvestres no interior do Ceará

O Batalhão de Polícia do Meio Ambiente (BPMA) resgatou 405 animais e 85 partes de silvestres durante uma operação desencadeada nos sertões dos Inhamuns, Crateús e na região da Ibiapaba, no Ceará. Na ocasião, nove pessoas foram presas suspeitas de praticarem crime ambiental e portar armas ilegalmente. Os resgates foram realizados entre os dias 10 e 20 de setembro durante a operação intitulada Serra das Almas, que objetivava combater crimes contra a fauna silvestre no bioma Caatinga, especialmente a caça e o cativeiro de animais.

(Foto: Divulgação / Imagem Ilustrativa)

Do total de animais resgatados na ação, 198 foram soltos e outros 207 foram conduzidos ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), onde estão sendo avaliados por biólogos a fim de, quando estiverem saudáveis, voltarem para a natureza. “O local gera interesse nos caçadores por conta da diversidade de espécies que há”, afirma o chefe da Divisão Técnica Ambiental, Miller Holanda.

Durante a ofensiva, que contou com seis agentes ambientais federais e cinco policiais militares, foram aplicados R$ 467 mil em multas. No total, 33 armas foram apreendidas, sendo 22 de fogo e nove artesanais. Miller Holanda diz que “a prisão se deu pelo porte da arma, pois o crime contra a fauna é considerado de menor lesividade, sendo lavrado apenas um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). O infrator, algumas vezes, acaba saindo da delegacia antes do agente que o prendeu”, considera, acrescentando que Parambu é a porta de entrada para o tráfico de animais.

Repovoamento

O superintendente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) destaca que, além das solturas, é de suma importância fazer um repovoamento de algumas espécies que existiram em determinadas regiões, mas, por conta da caça e do tráfico, deixaram de existir. “É preciso que as pessoas sejam conscientizadas, senão torna-se um ciclo sem fim. Todos precisam entender que isso é um crime”, assevera.

O comandante do BPMA, tenente-coronel Mota, vê a importância da educação ambiental como uma forma de envolvimento da sociedade quanto às denúncias. “As pessoas ainda insistem em cometer esse crime. Algumas delas acham que é cultura local, outras, lazer”, finaliza

Qualquer pessoa pode denunciar algum tipo de infração por meio do número da Companhia de Policiamento do Meio Ambiente (CPMA): (85) 3101-3545.

Fonte: Diário do Nordeste

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Operação resgata 25 galos explorados em rinhas em Soure (PA)

Por Sophia Portes / Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

Galos estavam maltratados. (Fonte: Ascom/PC)

De acordo com o balanço da operação da Polícia Civil divulgado nesta segunda-feira (03), foram resgatados vinte e cinco galos explorados em rinhas em Soure, na Ilha de Marajó, Pará. A equipe policial da Superintendência da Regional do Marajó Oriental, encontrou em dois imóveis, 25 galos com sinais de maus-tratos. Além disso, apreenderam produtos e utensílios usados para preparar os animais para as brigas. Duas pessoas foram detidas pelos agentes e irão responder pelo crime de maus-tratos.

O responsável por coordenar a operação foi o delegado Rodrigo Amorim, titular da Superintendência. Ele disse ao G1 que a operação “Cantando de Galo” foi deflagrada após levantamento de informações sobre a prática ilegal de rinha de galo na cidade, visando descobrir os pontos de criação e de manutenção dos animais utilizados nas brigas.

Os policiais apreenderam na operação produtos anabolizantes utilizados para que os animais fiquem mais fortes, esporões de ferro, protetores de bico, entre outros materiais, utilizados para treinar os galos para a prática agressiva, desnecessária e fora da lei.

Os dois homens detidos foram conduzidos até a sede da Polícia Civil para registrar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por maus-tratos e foram liberados para responder ao processo por delito previsto na Lei de Crimes Ambientais.

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Operação em duas cidades apreende mais de 300 aves aprisionadas

Uma operação promovida ontem (20) em Venâncio Aires (RS) resultou na apreensão de mais de 300 pássaros silvestres.

Em uma das casas na periferia da cidade, às margens da RSC-287, foram apreendidos cerca de 50 pássaros silvestres, um ds quais é de uma espécie em extinção, o bico-de-pimenta. Os agentes também encontraram várias aves mortas.

Botucatu (SP)

Trinta e sete aves da fauna silvestre brasileira, dos quais 27 na lista de animais em extinção, foram apreendidas ontem pela Polícia Militar Ambiental em casas de rações, pet shop e numa residência em Botucatu, interior de São Paulo.

Na residência de um dos envolvidos foram encontradas 31 espécimes, 27 das quais estão na lista de aves em extinção: curiós, azulões, bicudo entre outros.

De acordo com informações da Polícia Ambiental de Botucatu, as duas pessoas foram conduzidas ao plantão de polícia, onde também foram feitas as apreensões dos pássaros e gaiolas. A Polícia Ambiental também aplicou multa no valor de R$ 122.230,31. Os dois infratores vão responder por crime ambiental de manutenção de espécimes da fauna em cativeiro.

Nota da  Redação: O comércio de animais, de qualquer espécie, sejam domésticos, domesticados, silvestres e exóticos, deve ser proibido no país. É inadmissível que seja permitida a criação em cativeiro de alguns animais. Essa lógica é perversa e vai de encontro aos direitos animais.

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Jiboia explorada por traficantes terá que ser operada

(da Redação)

A jiboia de 3 metros foi encontrada durante uma operação policial (Foto: Divulgação RioZoo/Esther Nazareth)
A jiboia de 3 metros foi encontrada durante uma operação policial (Foto: Divulgação RioZoo/Esther Nazareth)

A jiboia de cerca de 3 metros de comprimento e aproximadamente 6kg – encontrada na sexta-feira (31) pela polícia dentro de uma casa durante uma operação no Morro do Fubá, na Zona Oeste do Rio – foi levada na manhã deste sábado ao Jardim Zoológico da cidade.

Muito maltratada, a jiboia está com uma fratura na mandíbula, além de escoriações na cauda. Ela será operada na próxima semana. Segundo a polícia, a jiboia era explorada por traficantes para intimidar pessoas.

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