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Pesquisadores torturam filhotes de macacos durante experimentos cruéis

Por Giovanna Chinellato  (da Redação)

Ativistas protestam em frente aos laboratórios de tortura (Foto: PETA)

Justo quando se pensava que os experimentos em animais não podiam fcar piores, os pesquisadores da Oregon National Primate Research Center (ONPRC), nos EUA, conseguiram bolar uma crueldade com macacos bebês que extrapola os níveis já bem absurdos da crueldade rotineira.

O pesquisador Kevin Grove está gastando U$750.000 de impostos de cidadãos americanos para engordar filhotinhos e brincar com suas mentes. Primeiro, ele planeja alimentar as fêmeas grávidas com dietas gordurosas. Depois que os bebês nascerem, fora os muitos que serão mortos para dissecarem seus cérebros, serão assustados com objetos dos quais têm medo sendo colocados em suas gaiolas – incluindo bonecos do Sr. Cabeça de Batata (da série Toy Story). Sim, você leu certo. Ele fará competição de pavor com macaquinhos recém-nascidos. Sim, você leu isso certo também.

A conclusão de toda tortura? Macacos que nascem de mães gordas ficam mais assustados que de mães saudáveis. Eles não podiam andar até o McDonalds da esquina e aprender a mesma coisa?

“Como parte de nosso pequeno experimento, tentamos assustar os pesquisadores fazendo um protesto na frente de seus laboratórios. Nossa conclusão? Pessoas que torturam animais morrem de medo de que o público descubra”, declara uma ativista da PETA.

As informações são do site da PETA.

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Mais macacos morrem em centros de pesquisas

Por Joana Bronze (da Redação)

Em março, foi divulgada pelo PETA a primeira investigação ao Centro Nacional de Pesquisas em Primatas de Oregon (ONPRC). A investigação surgiu em resposta a uma queixa, expondo alguns absurdos, como um macaco que havia sido operado por engano e uma macaca grávida gravemente doente, ambos sem auxílio veterinário, entre outros.

Imagem: Reprodução/Peta Files
Imagem: Reprodução/Peta Files

Apenas sete meses depois, a ONPRC está no foco novamente. De acordo com um processo movido pela InVivo Therapeutics, uma das empresas que contratou a ONPRC, foram encontrados atos de tortura nos experimentos com macacos, tão gravemente feridos e negligenciados, que quatro deles, cujas medulas espinhais tinham sido cortadas cirurgicamente, tiveram de ser sacrificados.

Na ação, a InVivo alega que, no início do período de investigação, mais de um terço dos macacos sofreram ferimentos ou doenças (como problemas de bexiga e complicações no pós-“operatório”). A InVivo também alega que pelo menos um macaco havia desenvolvido uma infecção debilitante, como resultado de contato com bactérias.

A publicidade em torno do caso dá mais atenção para este absurdo, bem como a inadequação da lei federal que deveria proteger os animais em laboratórios, o que não ocorre na prática.

Esta é só mais uma das cruéis, redundantes e arcaicas maneiras de realização com experimentos em animais. Eles demonstram claramente o sofrimento animal envolvido e por que estes experimentos devem ser abolidos.

* Com informações de PETA

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