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Vídeo mostra onça circulando por ruas antes de ser resgatada no interior de SP

Reprodução

Um vídeo registrou o momento em que uma onça circula pelas ruas de Cerqueira César, no interior de São Paulo, na manhã da última terça-feira (1º). As imagens foram feitas de dentro de um veículo que seguiu o animal (confira abaixo).

Para tentar dispersá-la para uma região de mata, o motorista foi atrás da onça e buzinou. Assustada, ela fugiu em disparada, correndo pelas ruas da cidade.

Nas imagens, é possível notar que a onça está bastante agitada. O ambiente estranho, oposto ao seu habitat, e a presença de humanos e veículos podem ter estressado o animal, que pulou nos portões de alguns imóveis durante a fuga.

O vídeo acaba quando a onça entra nos fundos do terreno da Unidade Básica de Saúde (UBS) Benecdita Leite, que está em obras.

Reprodução

O Corpo de Bombeiros de Avaré, cidade vizinha, foi acionado e enviou uma equipe ao local para resgatar a onça em segurança e devolvê-la a uma região de mata. A Polícia Militar Ambiental e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente também foram acionadas.

A presença de animais silvestres em áreas urbanas está relacionada ao desmatamento gerado por ações humanas – especialmente pela agropecuária, que desmata grandes extensões territoriais para a criação de pasto para bois explorados para consumo e para o plantio de grãos destinados à alimentação desses bois.

Com o habitat destruído, os animais silvestres migram para as cidades em busca de abrigo e alimento. Além de irem para locais inadequados que não dispõem do que é necessário para sobreviverem, os animais ficam expostos ao risco de atropelamentos.

Confira o vídeo:


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Mais de 100 animais vítimas de queimadas foram resgatados no Pantanal

Foto: Polícia Militar

O Batalhão de Proteção Ambiental da Polícia Militar resgatou 108 animais silvestres na região de Poconé, no Mato Grosso, desde que as queimadas tiveram início.

Os resgates realizados no Pantanal ocorreram do dia 20 de julho até o momento. Dentre os animais resgatados, estão uma onça-pintada, um veado-mateiro e uma anta. Encontrados com queimaduras graves, eles tiveram seu habitat destruído. Apenas a onça sobreviveu.

Amanaci, como passou a ser chamada a onça, foi inicialmente levada para o Centro de Medicina e Pesquisa de Animais Silvestres (CEMPAS), da Universidade Federal de Mato Grosso, onde ficou internada até ser transferida para Goiás.

Atualmente, o animal está sendo submetido a um tratamento com células-tronco. A onça sofreu queimaduras nas patas e também inalou muita fumaça. Por conta dos cuidados que tem recebido, ela voltou a se alimentar sozinha e evoluiu no tratamento.

A anta morreu momentos depois de ter sido resgatada. O cervo foi sacrificado para ser poupado de mais sofrimento. Encontrado às margens de um curso d’água, o animal perdeu todas as falanges – ossos das patas traseiras e dianteiras.


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Onça-pintada resgatada de incêndio inicia tratamento com células-tronco

Foto: Willian Gomes / Secomm UFMT

A onça-pintada encontrada ferida após ser vítima de um incêndio no Pantanal vai ser tratada com células-tronco. O tratamento será realizado em Corumbá de Goiás.

Resgatada em Mato Grosso com as patas queimadas, ela foi levada para o Centro de Medicina e Pesquisa de Animais Silvestres (Cempas), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), onde recebeu os cuidados iniciais e, em seguida, foi transferida para Goiás.

Atualmente, o animal silvestre está abrigado na sede do Instituto de Preservação e Defesa dos Felídeos da Fauna Silvestre do Brasil em Processo de Extinção (Nex). O tratamento com células-tronco, segundo o veterinário Thiago Luczinski, visa acelerar o processo de cicatrização.

O profissional explicou ao G1 que o objetivo é promover uma recuperação rápida para que a onça retorne à natureza o mais breve possível. “Quanto menos ela ficar sob os cuidados humanos, maior é a chance de ela voltar para a natureza”, disse.

Desde que chegou ao instituto, o animal já apresentou melhora. Sem comer por conta própria desde que foi salva, na segunda-feira (17), a onça finalmente conseguiu se alimentar sozinha no sábado (22).

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

No final de semana, ela foi anestesiada para que seu quadro de saúde fosse novamente avaliado. Durante o procedimento, a onça-pintada passou por um procedimento de limpeza das patas.

Além das células-tronco, o tratamento do animal inclui antibióticos, analgésico e anti-inflamatório. Mantê-la em isolamento também tem ajudado.

“Ela está isolada em um recinto sem movimentação com o objetivo de reduzir o estresse que ela passou durante a viagem. Isso já surtiu efeito”, concluiu o veterinário.


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Onça resgatada de incêndio em estado grave recebe tratamento para queimaduras

Foto: Willian Gomes / Secomm UFMT

Uma onça-pintada resgatada em estado grave após ser vítima de uma queimada no Pantanal está internada no Centro de Medicina e Pesquisa de Animais Silvestres (Cempas), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

Na última quinta-feira (20), o animal teve seus curativos trocados e recebeu soro após ser sedado. No entanto, apesar dos analgésicos e do antibiótico aplicados pelos veterinários, a onça-pintada não apresentou melhora.

Desidratada, ela foi resgatada na segunda-feira (17) após queimar as quatro patas em uma queimada. O animal silvestre foi socorrido com queimaduras de terceiro grau, sob suspeita de ter inalado fumaça.

A destruição de seu habitat a levou a procurar abrigo em casas de moradores de Poconé, a 104 quilômetros de distância de Cuiabá. Resgatada de helicóptero, ela foi sedada e transportada pela FAB até o hospital veterinário.

A operação de resgate foi realizada por equipes do Corpo de Bombeiros, da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), da Força Aérea Brasileira (FAB) e do ICMBio, além de moradores pantaneiros.

Após ser finalizado o processo de tratamento e reabilitação, o animal deve retornar à natureza. Maior felino das Américas, a onça-pintada está criticamente ameaçada de extinção.

 


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Veterinários lutam para salvar a vida de filhote de onça atropelado em MG

Foto: Juliana Mori / Arquivo Pessoal

Três veterinários se esforçaram para salvar a vida de um filhote de onça-parda resgatado em Unaí, no estado de Minas Gerais. A mobilização em prol do animal, no entanto, não se restringiu aos profissionais da área da saúde, mas incluiu também policiais que realizaram o resgate após um atropelamento. O motorista envolvido no acidente foi quem acionou a Polícia Militar.

A onça estava agonizando quando foi salva. De acordo com a veterinária Juliana Mori, trata-se de uma fêmea com cerca de seis meses de idade.

“Ela teve escoriações superficiais e apresentou uma contusão pulmonar, diagnosticada por exame clínico e de ultrassom. A lesão faz com que a capacidade pulmonar dela seja reduzida, ela poderia ter dificuldades para caçar, por exemplo, já que é uma atividade que exige que ela corra”, disse ao G1.

A veterinária contou com o auxílio do anestesista Wilson Alcebíabes e do clínico geral Antônio Guilherme Ribeiro, clínico geral. “Além dos equipamentos de proteção normais, usamos a contenção química, para sedar e permitir que o animal seja examinado, com objetivo de garantir segurança durante o atendimento. Nesse caso, usamos ainda medicamentos analgésicos, anti-inflamatórios e antibióticos”, explicou Juliana.

Segundo a profissional, lesões no pulmão costumam ser curadas em poucos dias em cães e gatos. Em uma onça, porém, não é possível prever. No entanto, por ser um animal jovem, a recuperação pode ocorrer de melhor forma.

Até que esteja apta a voltar à natureza, a onça-parda ficará no quartel da PM. “Quando um animal silvestre se deixar capturar é porque está muito ferido. Por isso, quando chegam até nós, muitos não sobrevivem. A sensação de poder tratar deles e devolvê-los de volta à natureza é única, é muito gratificante”, afirmou a veterinária.

Na última terça-feira (19), a onça foi levada do quartel para a clínica veterinária para ser novamente examinada. Material para exames de fezes e hemograma foi colhido e um chip para armazenar dados foi inserido no animal.

Foto: Juliana Mori / Arquivo Pessoal

“Como ela não tem alguma marca que a identifique, o microchip serve para isso. Passa-se uma leitora e, por meio de um número, dá para saber os dados do animal, quando foi capturada pela primeira vez, o que aconteceu, a idade. Os dados são jogados em um sistema e tudo fica armazenado. Achamos por bem colocar até para saber, se for capturada novamente, o tanto que percorreu de distância, imaginar o território dela”, explicou a veterinária.

Para o tenente Marcos Paulo, que ajudou nos cuidados com a onça, a atitude do motorista que acionou a PM foi essencial para o salvamento do animal. “Foi uma atitude digna da pessoa que comunicou o atropelamento para que a gente pudesse salvar o animal, a maioria das pessoas não faz isso. Vamos nos esforçar para que devolvê-la à natureza assim que possível”, disse.

Resgates de animais silvestres na região de Unaí não comuns, segundo o tenente. Recentemente, um lobo guará e uma jaguatirica, que estavam comendo galinhas para sobreviver, foram resgatados e soltos em uma reserva.

Foto: Polícia Militar

“Sabemos que, infelizmente, algumas pessoas acabam matando animais na tentativa de resolver o que pensam ser um problema. A orientação é ligar para a PM, para entendermos toda a situação, avaliarmos o que está levando aquele animal para aquele local e o que está fazendo com que tenha determinado comportamento. Os conflitos entre o homem e a natureza sempre vão existir. O que precisamos fazer é administrá-los considerando a melhor solução para os dois lados”, afirmou.

O processo de soltura, segundo o policial, deve ser feito por equipe especializada. “Não podemos simplesmente pegar um animal e soltar em outro lugar. Dessa forma, não estaremos resolvendo um conflito, apenas estaremos transferindo para outro local”, concluiu.


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Debilitada após atropelamento, onça-parda é resgatada em Minas Gerais

Foto: Polícia Militar de Meio Ambiente/Divulgação

Uma onça-parda foi resgatada em Unaí, no estado de Minas Gerais, após ser atropelada. O acidente aconteceu no último sábado (16) na zona rural do município.

A Polícia Militar de Meio Ambiente informou ao G1 que o animal foi socorrido após o motorista responsável pelo atropelamento acionar o quartel solicitando o resgate.

A onça foi atropelada em uma estrada de terra e ficou debilitada. Após o resgate, ela foi levada para uma clínica veterinária, onde foi submetida a exames que tinham o objetivo de identificar possíveis ferimentos internos.

A PM revelou que, apesar do acidente, o animal não sofreu hemorragia, mas apresentou lesões no pulmão e, por isso, precisará ser tratado.

Foto: Polícia Militar de Meio Ambiente/Divulgação

Após receber medicamentos, a onça-parda foi levada para o quartel da Polícia Militar, onde ficará até que esteja apta a retornar à natureza.

“A gente sabe da importância desse animal na fauna e vamos nos esforçar para que se recupere”, afirmou ao G1 o tenente Marcos Paulo.

De acordo com o militar, a postura do motorista que atropelou a onça foi providencial para salvá-la. “Foi uma atitude digna da pessoa que comunicou o atropelamento para que a gente pudesse salvar o animal, é importante que todos se conscientizem”, concluiu.


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Onça-parda é sacrificada após ser atropelada e sofrer lesão grave na coluna

Foto: Polícia Rodoviária/Divulgação

Uma onça-parda resgatada após um atropelamento foi sacrificada após ser diagnosticada com uma lesão grave na coluna que a impediria de voltar a se movimentar.

O animal silvestre foi atropelado na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-225), em Bauru, no interior do estado de São Paulo. A decisão de sacrificar a onça foi divulgada nesta quinta-feira (14).

Jovem, a onça-parda tinha entre 1,5 e dois anos de idade. No momento do resgate, foi identificada apenas uma fratura em uma de suas patas. Após consulta veterinária, foram observadas escoriações pelo corpo, cortes na língua e uma possível fratura na coluna.

A lesão grave na coluna, com rompimento completo da medula espinhal, foi confirmada por exames de raio X realizados no Centro de Medicina e Pesquisa em Animais Selvagens (Cempas) da Faculdade de Medicina Veterinária da Unesp de Botucatu.

Foto: Zoológico de Bauru/Instagram

Os veterinários Heloísa Coppini de Lima e Eduardo Burgarelli Mayrink Cardoso informaram ao G1 que o quadro de saúde da onça-parda era irreversível e que ela nunca mais conseguiria movimentar as pernas, urinar e defecar sozinha.

Diante da gravidade do caso e do sofrimento vivenciado pelo animal, os veterinários optaram pelo sacrifício.


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Atropelada por trator, onça é devolvida à natureza após um ano de reabilitação

Foto: Polícia MilitarDivulgação

Uma onça-parda foi devolvida à natureza após um ano de reabilitação. Atropelada por um trator, ela foi resgatada e recebeu tratamento no Instituto Mata Ciliar, localizado em Jundiaí, no interior de São Paulo.

Serena, como passou a ser chamada a onça durante sua passagem pelo Hospital Veterinário de Uberaba (HVU), foi solta na última terça-feira (12) em uma reserva ecológica em Sacramento, próxima à Serra da Canastra, em Minas Gerais.

O atropelamento que vitimou a onça aconteceu no município mineiro de Comendador Gomes. Ainda filhote, Serena tinha apenas três meses de vida quando foi atropelada. Segundo informações do G1, o animal foi encontrado com uma fratura no braço esquerdo e traumatismo cranioencefálico grave. Levada ao Hospital Veterinário de Uberaba em 2019, tornou-se o xodó dos profissionais do local.

Foto: Polícia MilitarDivulgação

Na unidade de saúde, Serena foi tratada por quatro meses, recebendo cuidados diários. Quando recebeu alta, os profissionais fizeram uma festa de despedida para ela, com direito a bolo e cartas de alunos de uma escola do município.

Finalizado o tratamento veterinário, a onça foi transferida para Jundiaí para que o processo de reabilitação fosse iniciado. Ela permaneceu no local até esta semana, quando foi considerada apta a retornar à natureza.

O procedimento de soltura do animal contou com a participação dos policiais do 1º e do 2º pelotão da 5ª Companhia de Meio Ambiente, além de uma equipe de veterinários do HVU e de profissionais do Instituto Mata Ciliar.

Foto: Hospital Veterinário de Uberaba/Divulgação

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Onça-parda ferida é encontrada dentro de serralheria no interior de SP

Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Uma onça-parda foi encontrada dentro de uma serralheria na cidade de Chavantes, no interior do estado de São Paulo.

O animal silvestre entrou no local na noite de segunda-feira (20) e foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros.

A onça, que tinha um ferimento no corpo, estava assustada, o que dificultou o resgate. Assim que conseguir retirar o animal do local, os militares o colocaram dentro de uma gaiola para realizar seu transporte.

O Corpo de Bombeiros informou ao G1 que, por estar ferida, a onça foi encaminhada para uma clínica veterinária, onde recebeu atendimento médico.

Quando estiver apta para retornar à natureza, ela será solta em uma área de preservação ambiental.


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Onça-parda é filmada pela primeira vez em reserva em Petrópolis (RJ)

Uma onça-parda foi filmada pela primeira vez na Reserva Biológica Estadual de Araras (Rebio), localizada na cidade de Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro.

Segundo maior felino do Brasil, a onça-parda fica atrás somente da onça-pintada. O animal, que está ameaçado de extinção por conta do desmatamento, foi visto no dia 9 de abril.

Foto: Rebio

Desde 2018, os animais que vivem na reserva são monitorados por armadilhas fotográficas. E foi uma delas que registrou a presença da onça. Pacas e cachorros do mato também estão entre as diversas espécies já registradas pelas câmeras.

Na opinião da administração da Rebio, a redução no fluxo de pessoas nas redondezas da reserva e dentro dos limites da unidade de conservação, por conta da quarentena, podem explicar a aparição da onça-parda.

“Apesar da Rebio Araras ser uma Unidade consolidada, este registro é importantíssimo, pois é um indicativo de que o ecossistema está equilibrado. Além disso, acreditamos que este registro só foi possível devido à quarentena, pois é sabido que a redução das atividades humanas no interior e nos limites das Unidades contribui para o aparecimento de animais silvestres”, disse ao G1 Isabela Bernardes, chefe da Rebio Araras.

A reserva, que é administrada pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), tem 3.862 hectares de Mata Atlântica, abrangendo partes dos municípios de Petrópolis e de Miguel Pereira. O local protege espécies raras, vulneráveis, endêmicas e ameaçadas de extinção.

Importante para os ecossistemas da região, a reserva garante segurança hídrica, porque preserva aproximadamente 110 nascentes e 110 km de extensão de cursos hídricos. O local também conecta duas unidades federais da Região Serrana – a Reserva Biológica do Tinguá e a Zona de Vida Silvestre da Área de Proteção Ambiental (APA) Petrópolis – no âmbito do Mosaico Central Fluminense.

Na Rebio, são permitidas apenas visitas educacionais e a promoção de pesquisas científicas, todas realizadas mediante autorização prévia.


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Onça deve retornar à natureza após ser resgatada de casa no interior de SP

Foto: Monte Aprazível Notícias

Uma onça-parda resgatada na região central da cidade de Monte Aprazível (SP) deve retornar à natureza em breve.

O animal foi encontrado por moradores no quintal da residência. O Corpo de Bombeiros foi acionado e esteve no local para realizar o resgate.

Por estar em ambiente desconhecido, a onça estava bastante assustada. Ela foi encontrada escondida na área de lazer da casa.

A onça foi resgatada e receberá todos os cuidados necessários. Em seguida, ela deve ser solta em uma área de mata.


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Filhotes de onça-pintada são retirados de cativeiro insalubre no Pará

Dois filhotes de onça-pintada foram resgatados no Pará, em uma fazenda na cidade de Cumaru do Norte. O resgate foi realizado por equipes do Ministério Público do Estado e da Fundação Zoobotânico de Marabá, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente.

Foto: Reprodução/TV Liberal

Após serem salvos, os filhotes receberam cuidados veterinários. Duas fêmeas, as onças têm cerca de quatro meses de vida.

O biólogo Manoel Ananis, que integrou a equipe de resgate, informou ao G1 que as onças eram mantidas em um espaço pequeno e insalubre e corriam o risco de morrer em questão de dias.

“Eles não sobreviveriam mais de uma semana se nós não tivéssemos feito esse resgate rapidamente. Lá eles colocavam alimento e ficava tudo sujo. São animais muito novos, não sabem caçar, então a alimentação vai ser dada pelos tratadores. Dificilmente esses animais conseguem voltar para a natureza”, disse o biólogo.

Manter animal silvestre aprisionado em cativeiro é crime passível de detenção e multa de R$ 5 mil a R$ 50 milhões.


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