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Homem usa arma de pressão para atirar em olho de gato em Mato Grosso

Reprodução

Um homem, que não teve a identidade revelada, perseguiu um gato e usou uma arma de pressão para atirar em um dos olhos do animal, que ficou ferido.

O crime ocorreu na madrugada do último domingo (17) na cidade de Querência, no interior do estado do Mato Grosso. Segundo a Gazeta Digital, o caso foi denunciado à polícia pela tutora do gato.

A mulher que tutela o animal afirmou que o responsável pela agressão é seu vizinho. Segundo ela, o homem foi flagrado correndo atrás do gato e, depois, usando uma carabina de pressão para feri-lo.

Ao ser detido e levado para a delegacia, o homem confessou ter disparado o tiro, mas alegou que acertou o gato por acidente. A arma foi encontrada na casa dele.

O autor do crime responderá na Justiça por maus-tratos a animais. Não foram divulgadas informações sobre o estado de saúde do gato.

Nota da Redação: a ANDA recomenda aos leitores que tutelam animais que não permitam que eles tenham acesso à rua. Passeios devem ser feitos apenas na companhia de um responsável, com uso de guia e coleira adequadas. Para impedir que gatos saiam sozinhos, o correto é utilizar telas nas janelas ou no quintal. Ao contrário do que acreditam alguns, gatos não precisam ter a falsa liberdade de ir à rua. Falsa porque por serem territorialistas, eles não costumam ir para longe da residência, ficando no telhado do imóvel e de casas vizinhas, o que derruba a ideia de que eles precisam caminhar livremente para serem felizes. Animal doméstico, a espécie evoluiu para viver dentro do lar. Na rua, vivem menos, já que são expostos a atropelamentos, agressões e envenenamentos. 


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Cadela é adotada após ser atropelada e perder um olho em Manaus (AM)

A cadela, que ainda está se recuperando de uma cirurgia para retirada do olho, vai morar em uma casa com 14 cachorros e três gatos


Uma cadela que perdeu um olho após ser atropelada no Ano Novo foi adotada neste sábado (4) em Manaus, no Amazonas, e recebeu o nome de Vitória.

Foto: Divulgação

Jéssica Silva Mendes, de 26 anos, decidiu adotar a cadela após ficar sabendo do caso através do veterinário Amaury Gomes, que resgatou o animal.

“Animais devem receber amor e atenção, e não ficar jogado dentro de uma casa”, afirmou Jessica, em entrevista ao portal Em Tempo.

A cadela irá viver com 14 cães e três gatos. Recém-operada, Vitória seguirá tomando antibióticos e anti-inflamatórios em seu novo lar.

O caso comoveu a população e, além de terminar com um final feliz para a cadela, possibilitou que R$ 580 fossem doados para o tratamento do animal.


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Gato sobrevive após ser usado como alvo para prática de tiro

Foto: PDSA Pet Hospital
Foto: PDSA Pet Hospital

O gatinho Teddy voltou para a casa de Joan Sams no bairro de Walker, na cidade de Newcastle (Inglaterra) com ferimentos graves e, inicialmente, a tutora de 63 anos de idade, pensou que ele havia sido atropelado por um carro.

Joan, que é dona de casa, descobriu horrorizada que seu amado gato havia sido baleado mais de 20 vezes com uma pistola de ar três dias antes do Natal.

Acredita-se que Teddy foi “capturado, preso e usado como alvo prática de tiro”, veterinários acreditam que alguém “tentou arrancar seus dois olhos”.

O animal felino perdeu um olho como resultado de sua provação, e sua tutora, Joan Sams, diz que “acorda tremendo de medo a noite”, relata o Chronicle Live.

Joan conta que deixou seus dois gatos fora de sua casa na quinta-feira antes do Natal, mas não viu Teddy novamente por três dias.

“Teddy vivia em situação de rua inicialmente, e Joan o via sempre do outro lado da rua, o outro gato da idosa o trouxe inicialmente. Teddy vive comigo provavelmente há menos de um ano”, disse Joan.

Foto: PDSA Pet Hospital
Foto: PDSA Pet Hospital

“Ele teve um começo ruim na vida e não foi a primeira vez que ele saiu por alguns dias. Então, a princípio, pensei ‘não vou me preocupar'”.

“Então, no domingo à noite, eu o vi atravessando o telhado e ele estava mancando. Quando vi o estado de seu rosto, pensei que ele havia sido atropelado por um carro, ele estava muito ferido”.

Pensando que iria perdê-lo, Joan levou Teddy ao hospital veterinário, onde um veterinário descobriu que seus ferimentos não eram consistentes com um atropelamento por carro.

A equipe da clínica fez um raio-X e descobriu que ele havia sido baleado mais de 20 vezes com uma pistola de ar.

Teddy havia levado um tiro no olho esquerdo, que precisou ser removido.

Joan disse: “O veterinário sente que ele foi usado para prática de tiro ao alvo e pode ter sido mentido preso por algum abusador”.

“Eles disseram que ele teve tantos tiros na cabeça que devem ter tentado fazer os olhos dele saltarem da cabeça”.

“Em um dos olhos dele, a balas de chumbinho haviam atravessado o globo ocular e tiveram que remover o olho”.

Foto: PDSA Pet Hospital
Foto: PDSA Pet Hospital

“Acima do olho direito, havia três ou quatro tiros de raspão provavelmente de balas que ricochetearam”, disse a tutora comovida.

“Também parecia que eles tentaram atirar nas duas pernas traseiras do gato perto dos quadris. Eles devem ter tentado deixar ele cego e rastejando pelo chão. Sete balas entraram em seu corpo e elas não podem ser removidas, há ferimentos por todo o corpo, onde os tiros o atingiram”.

“Eles disseram que ele tinha tantos tiros no corpo que provavelmente foi usado como alvo”.

Felizmente, Teddy agora está de volta em casa, e sua incrível sobrevivência depois de lutar para se arrastar para casa levou o hospital veterinário a indicá-lo como seu sobrevivente do ano.

Joan disse: “Queremos alertar outros tutores de animais que existem pessoas por aí que fazem isso”.

“Nós denunciamos isso à polícia, mas eles dizem que não há muito que possam fazer – provavelmente nunca encontrarão os agressores”.

“Ele é tão corajoso, está se curando muito bem. Só não me conforme que ele tenha passado por tanta dor”.

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Girafa com tumor no olho recebe tratamento após repercussão do caso nas redes sociais

A girafa foi tratada por uma equipe de médicos liderada pelo Dr. Titus Kaitho, que administrou um tratamento paliativo de antibióticos e anti-inflamatórios | Foto: KWS
A girafa foi tratada por uma equipe de médicos liderada pelo Dr. Titus Kaitho, que administrou um tratamento paliativo de antibióticos e anti-inflamatórios | Foto: KWS

Uma girafa com um tumor em um dos olhos finalmente recebeu tratamento médico após uma onda de revolta e indignação pela condição do animal ter tomado conta das mídias sociais. O mamífero pertence a subespécie ameaçada de girafa, a Rothschild, e vive no Quênia, as autoridades dizem que o ferimento trata-se de um tumor ósseo.

A condição causou um grande inchaço ao redor de um dos olhos da girafa. Apesar de morar no Parque Nacional do Lago Nakuru, somente a onda de indignação nas mídias sociais foi capaz de forçar o Serviço de Vida Selvagem do Quênia (KWS) a agir em auxílio da girafa doente.

A KWS confirmou na quinta-feira que a girafa sofria de um tumor ósseo. “Embora esteja em condições de se mover, alimentar e beber água, a retirada do tumor se mostrou difícil devido à extensão do crescimento que causaria complicações potencialmente sérias”, escreveu a instituição no Twitter.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Os quenianos estão furiosos com o fato de que foi preciso uma ação em massa nas mídias sociais para levar as autoridades a agir e salvar um animal sob seus cuidados.

O incidente coincidiu com a conferência da CITES que ocorre em Genebra, na qual nações do mundo inteiro se mobilizaram pela primeira vez para proteger as girafas como espécies em extinção, recebendo elogios de conservacionistas e “carrancas” de alguns países da África Subsaariana.

A votação de quinta-feira realizada por um comitê chave na Conferência Mundial sobre a Vida Selvagem, prepara o caminho para a provável aprovação da medida em seu plenário na próxima semana. O Quênia foi um dos principais defensores da proteção rigorosa.

Foto: KWS/Twitter
Foto: KWS/Twitter

O plano regularia o comércio mundial de partes de girafas, incluindo pele, esculturas ósseas e carne, ao mesmo tempo que impediria uma proibição total. A votação foi de 106 membros a favor e 21 contra, com sete abstenções.

“Muitas pessoas estão tão familiarizadas com as girafas que acham que são abundantes”, disse Susan Lieberman, vice-presidente de política internacional da Wildlife Conservation Society. “E no sul da África, elas podem estar bem, mas as girafas estão criticamente ameaçadas.”

Lieberman disse que as girafas estão particularmente em risco em partes da África Ocidental, Central e Oriental.

A Wildlife Conservation Society disse estar preocupada com as múltiplas ameaças às girafas que já resultaram em um severo declínio populacional, citando a perda de habitat, as secas agravadas pela mudança climática, a caça e o comércio de partes de corpos de girafas como principais responsáveis.

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Gato rejeitado por ter deficiência faz amizade com menino que o visita diariamente

Um gato rejeitado pela maioria das pessoas por não ter um olho foi acolhido por um garotinho que se encantou por ele. O animal tem um lar, mas as crianças da vizinhança costumam fugir quando o encontram por temerem a deficiência dele. Com o menino, no entanto, o desfecho foi outro.

Foto: YouTube/Norma Maikovich

Ace, como é chamado o gato que foi resgatado da rua, perdeu um dos olhos por causa de uma infecção que sofreu. A deficiência, no entanto, não o impede de viver normalmente, nem de ser um gato doce e carinhoso. As informações são do portal I Love My Dog.

Os tutores de Ace o amam, mas sempre souberam que as pessoas costumam estranhar a aparência dele, especialmente as crianças. Por essa razão, eles ficaram surpresos ao assistir as imagens da câmera de segurança da residência onde vivem e notar que um menino visita o gato com frequência e fica brincando com ele.

Foto: Norma Maikovich

E o carinho que o menino sente por Ace é recíproco. A amizade que eles criaram é tão especial que o gato passou a sentar em frente à casa onde mora para esperar o garoto chegar. Quando ele aparece, Ace corre na direção dele.

A família do gato ficou tão feliz ao saber da interação do menino com o animal que procurou o garoto e disse que ele é sempre bem-vindo na casa, deixando claro que ele não precisa se esconder para fazer carinho em seu amigo de quatro patas.

Nota da Redação: apesar da linda mensagem presente na notícia acima, é importante ressaltar que animais domésticos não devem ter, em hipótese alguma, acesso à rua. Deixar que eles saiam sozinhos de suas casas, mesmo que para ficar apenas em frente a elas, os submete a riscos. Eles podem contrair doenças, ser vítimas de envenenamento e atropelamento ou ainda, no caso dos que não são castrados, procriar, contribuindo para o aumento do abandono com o nascimento de filhotes na rua. Por isso, a ANDA recomenda aos leitores que mantenham cachorros em quintais com muros e portões altos e que coloquem telas no portão, quintal ou janelas para impedir a saída dos gatos e dos cães de porte pequeno ou daqueles que ainda são filhotes e conseguem passar pelas grades do portão.


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Gatinho resgatado que nasceu com 4 orelhas e perdeu olho vence o abandono e encontra uma família

Foto: frank_n_kitten/Instagram
Foto: frank_n_kitten/Instagram

Este é Frankie, seu nome é uma abreviação de Frankenkitten (Gato Frankestein). Como as fotos mostram, Frankie é um pouco diferente dos demais gatos. Ele nasceu com quatro orelhas e teve que remover um de seus olhos.

No entanto, se alguém dissesse a ele que ele não se encaixava na norma, Frankie provavelmente não entenderia nada. Depois de passar por tudo o que o destino reservou para ele, o gatinho se adaptou a viver no mundo cheio de desafios a ele e mais tarde sua família adotiva para ajuda-lo quando ele fica um pouco sobrecarregado.

“Frankie nasceu em casa suburbana de uma mãe selvagem”, disse o tutor de Frankie, Georgi Anderson, ao Bored Panda. “Ele foi encontrado com um irmão vivo, mas pode ter havido mais gatinhos na ninhada que não sobreviveram.

As pessoas que encontraram os gatinhos, acolheram Frankie e seu irmão por várias semanas para socializá-los e cuidar deles antes de trazê-los para o abrigo para cuidados médicos e adoção”.

Foto: frank_n_kitten/Instagram
Foto: frank_n_kitten/Instagram

Suas quatro orelhas são a primeira coisas que as pessoas veem nele. “Ele também tem uma mandíbula superior (mordida) muito grande que dá ao seu rosto uma aparência muito angulosa.

O gatinho entrou no abrigo de animais com dois olhos, mas um olho se rompeu e precisou ser removido. A remoção do olhos permitiu que ele sobrevivesse, já que se a infecção se tornasse séptica, ela o mataria.

Frankie também tem problemas nas articulações das patas traseiras – os joelhos (rótulas) não ficam fixados no lugar, então ele anda de pernas abertas e os joelhos muitas vezes entram e saem do lugar.

“Por causa da sobre mordida, seus caninos inferiores estavam perfurando o céu de sua boca. Ele também precisa que seus joelhos sejam operados para estabilizar as articulações, mas estou economizando o dinheiro para isso, é muito caro”, disse Georgi.

Foto: frank_n_kitten/Instagram
Foto: frank_n_kitten/Instagram

“Ele também precisa fazer tratamento odontológico para cortar seus caninos inferiores a apenas alguns milímetros acima da linha da gengiva.”

Sua mãe conta que trabalhava no abrigo de animais na época em que Frankie chegou lá: “Eu também era uma cuidadora e oferecia lar temporário, então pediram que eu o abrigasse por uma semana enquanto ele se recuperava da remoção do olho”.

“Não foi tanto o seu visual único que o ligou a mim – foi o seu comportamento doce, a maneira como ele explorou o seu entorno, e buscou conforto de mim”

Foto: frank_n_kitten/Instagram
Foto: frank_n_kitten/Instagram

“Fui vê-lo antes de seu procedimento e imediatamente fiquei impressionada com o quão doce ele era. Depois de apenas algumas horas em que ele estava em casa para sua recuperação, eu sabia que ele era especial de uma forma que eu não conseguia descrever”.

Foto: frank_n_kitten/Instagram
Foto: frank_n_kitten/Instagram

“O aspecto físico de sua condição tem algum impacto em sua vida cotidiana. As pequenas orelhas frontais afetam levemente sua audição direcional, já que elas quase funcionam como pequenos protetores de ouvido em seus ouvidos. Ele se ajustou bem com apenas com um olho, mas posso dizer que a visão noturna dele não é tão boa quanto a dos outros gatos. Suas pernas o fazem andar de pernas abertas, mas não causam dor ou afetam a maneira como ele brinca ou pula. Sua boca provavelmente é o maior fator físico de incômodo – ele se esforça para comer ração úmida porque não consegue mastigar muito bem. Ele está em uma dieta só de comida seca e aprendeu a pegar a ração com a língua e trazê-la até sua boca ao invés de usar os dentes”.

Foto: frank_n_kitten/Instagram
Foto: frank_n_kitten/Instagram

Sua tutora conta que um dia normal para Frankie envolve escolher lugares diferentes para se aconchegar e dormir, emboscando ela todas as manhãs enquanto faz o café da manhã.

“Ele gosta de tentar subir na minha perna e depois sair correndo como um lunático”

“Frankie adora brincar com seu irmão Lucius Malfoy e irritar seus irmãos mais velhos, Minako e Toothless”.

Foto: frank_n_kitten/Instagram
Foto: frank_n_kitten/Instagram

“Ele dorme um pouco mais e então irrita os cachorros. Ele é um gatinho muito atrevido”, conta ela.

“Sua personalidade é muito agitada, mas ele se sai bem porque também é muito doce. Ele não é excessivamente inteligente, o que tem sido um traço observado em alguns outros gatos com 4 orelhas. Duvido que ele se saísse bem do lado de fora. Ele via um carro e achava que era algo para brincar. Mas Frankie é tão amoroso e carinhoso e parece sentir quando tive um dia difícil. Eu quase poderia dizer que ele tem uma personalidade de cachorro”.

Foto: frank_n_kitten/Instagram
Foto: frank_n_kitten/Instagram

Frankie é a prova viva de que a beleza de um animal está dentro dele, cada um tem a sua. Ele e seus humanos têm sorte de ter um ao outro e logo ele vai terminar seus tratamentos médicos e tudo vai ficar bem.

Foto: frank_n_kitten/Instagram
Foto: frank_n_kitten/Instagram

Muitas pessoas já se apaixonaram por Frankie, incluindo suas perfeitas imperfeições, ele tem vários seguidores em suas redes sociais que se desmancham em elogios quando sua tutora posta suas fotos de suas aventuras.

Esse gatinho realmente, nasceu para brilhar.

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Gatinho sem um olho e com lábio leporino vence o preconceito e encontra um lar

Foto: Megan Boehm
Foto: Megan Boehm

Cricket nasceu nas mãos de uma criadora que planejava vender a ela e a todos os seus irmãos, mas quando a exploradora de animais viu o olho perdido, lábio leporino e queixo torto do gatinho, ela decidiu que não conseguiria vendê-la.

A criadora não queria que ninguém soubesse que ela era a responsável por um gato “imperfeito” – e decidiu que ia matá-lo. Mulher contou a alguém sobre seus planos, e essa pessoa sabia que tinha que tentar salvar o pequeno Cricket – então ela rapidamente encontrou alguém que poderia ajudar.

Quando Megan Boehm ouviu o que a criadora estava planejando fazer, ela imediatamente disse que ficaria com Cricket. Ela não sabia praticamente nada sobre ele na época, mas sabia que não poderia deixá-lo morrer.

Foto: Megan Boehm
Foto: Megan Boehm

A criador concordou então em deixar Megan pegar o gatinho e, de repente, ela se tornou a nova mãe de Cricket.

“Não foi nem uma decisão”, disse Megan ao The Dodo. “Eu nem tinha visto uma foto dele, mas assim que ouvi sua história, soube que tinha que salvá-lo. Não havia nenhuma possibilidade de eu deixar um gatinho com algumas pequenas deficiências ser morto porque ele nasceu diferente. E quando o vi, foi amor à primeira vista”.

Quando Megan primeiro levou Cricket para casa, ele estava um pouco confuso. A criadora claramente o havia negligenciado, e ele estava doente e severamente desnutrido.

Foto: Megan Boehm
Foto: Megan Boehm

Megan, uma estudante universitária, ficou em casa depois da aula no primeiro dia casa do Cricket, para que ela pudesse cuidar dele e garantir que ele estivesse bem. Com alguns dias de amor e carinho, Cricket ficou mais forte e começou a se curar, e depois de ser examinado por um veterinário, parecia que o gatinho ia ficar bem.

“Cricket parecia estar realmente em casa quando chegou aqui”, disse Megan. “Ele queria se aconchegar o dia todo! Depois que ele ganhou algum peso e percebeu que meu amor era incondicional, ele entrou no caminho da recuperação completa”.

Desde o início, Megan sabia que Cricket era um pouco diferente e provavelmente teria alguns desafios, mas isso nunca a incomodou. Para ela, Cricket é apenas um gato e, como resultado, o Cricket nunca notou que ele é diferente também.

Foto: Megan Boehm
Foto: Megan Boehm

Ele só pode comer ração úmida por causa de sua mandíbula torta e fenda labial, mas em todo o resto, ele é como qualquer outro gato.

Enquanto Cricket definitivamente parece muito diferente de um gato típico, ele também é completamente adorável e sua mãe o amaria de qualquer maneira que fosse.

Foto: Megan Boehm
Foto: Megan Boehm

“Cricket honestamente me deu um propósito”, disse Megan. “Eu fico ansiosa para vê-lo todos os dias. Mal posso esperar para chegar em casa do trabalho ou da aula para que eu possa me aconchegar com ele. Quando estou estressada, triste ou até com raiva, Cricket sempre me faz melhorar. Eu olho para ele e vejo o que ele teve que superar e eu sei que posso superar qualquer desafio da vida”.

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Histórias Felizes, Notícias

Tutor leva cachorra cega em escala para ajudá-la a recuperar sua confiança

Foto: Instagram/_roamad_
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Kyle Rohrig sabia que seria arriscado trazer sua cachorra da raça shiba inu de 8 anos, Katana, para a Florida Trail (Trilha da Flórida). A caminhada de 1.100 milhas ja era desafiadora o suficiente para terminar sozinho quem dirá com um cão cego ao lado, seria o maior teste de paciência e perseverança que ele já havia enfrentado.

“Quando trouxe Katana para cá, era para afundar ou nadar, ou tudo ou nada”, disse Rohrig ao The Dodo. “A única pegadinha da aventura é que eu não ia deixá-la afundar jamais”.

Katana já era uma “trilheira” experiente quando começou a perder a visão. Ela e seu pai haviam completado o percurso da Trilha dos Apalaches, de 4.200 km, e estavam no meio de uma caminhada de 2.650 milhas (cerca de 4.300 km) da trlha do Pacific Crest Trail, quando o glaucoma a atingiu e nublou a visão do seu olho esquerdo.

Foto: Instagram/_roamad_
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Os dois foram forçados a deixar o deserto para que Katana pudesse fazer uma cirurgia, mas retornaram, como bons aventureiros, assim que o veterinário a liberou para terminar a trilha juntos.

No entanto, quando Katana perdeu a visão em seu olho direito um pouco menos de dois anos depois, a personalidade da cadelinha sempre confiante mudou. “No começo, ela se tornou muito cautelosa e tímida ao fazer qualquer coisa”, disse Rohrig. “Ela parecia insegura de si mesma”.

Rohrig sabia que Katana poderia memorizar o layout de uma casa e viver o resto de seus dias com conforto, mas ele não queria acreditar que suas aventuras juntos tinham acabado.

Foto: Instagram/_roamad_
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Quando Katana começou a se acostumar com a escuridão, Rohrig formulou um plano para reconstruir a confiança de sua filhota em si mesma e em suas habilidades como “trilheira”.

“Eu estava de olho na trilha da Florida Trail há alguns anos, mas nunca fiz planos oficiais para percorrê-la”, disse Rohrig. “Depois que Katana ficou cega, eu pensei que seria o caminho perfeito, literalmente, para ajudá-la a realmente aceitar suas novas circunstâncias e superá-las”.

“Nós tínhamos ‘comido e dormido’ sua cegueira por meses”, ele acrescentou, “mas lá fora, na trilha, estaríamos respirando também”.

Foto: Instagram/_roamad_
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Rohrig e Katana começaram sua caminhada em 8 de janeiro, no início da trilha em Big Cypress, no Everglades (EUA). Ele calculou que levaria entre dois e três meses para atravessar o estado até o Forte Pickens.

A trilha era praticamente plana – mas é aí que a facilidade acabou. “O clima estava muito úmido, lamacento, cheio de insetos e às vezes tínhamos que atravessar água, lama ou pântano por quilômetros … às vezes cobertos de água ou barro até a cintura”, disse Rohrig. “Foi um ano difícil e úmido para fazer esta trilha.”

Nos 72 dias seguintes, os dois jacarés, cobras, estradas ocupadas, árvores derrubadas e, às vezes, uma trilha que simplesmente desaparecia no crescimento exagerado do mato nas bordas. “A trilha da Flórida foi tão monótona e cansativa quanto esperávamos”, disse Rohrig.

Foto: Instagram/_roamad_
Foto: Instagram/_roamad_

Katana caminhava sozinha todos os dias – mesmo que fosse só por uma milha ou duas. Sempre que as condições da trilha ficavam muito difíceis, Rohrig colocava Katana nos ombros sobre a mochila e adotava uma postura ágil mesmo com os 21 quilos a mais da filha. A cachorrinha se reclinava nas costas do pai como se estivesse descansando em seu sofá em casa, Rohrig observou: “Foi um ótimo sistema que funcionou incrivelmente bem”.

“Ela amava cada segundo da liberdade da trilha na natureza e explorava novos lugares”, acrescentou Rohrig. “Eu realmente acho que esse é o sonho de todo cachorro.”

Ao todo, Katana caminhou mais de 200 milhas (cerca de 300 km) da trilha ela mesma, enquanto Rohrig a levou nas costas por mais de 800 milhas (em torno de 1.200 km).

Foto: Instagram/_roamad_
Foto: Instagram/_roamad_

Quando chegaram à fronteira do estado no final de março, Rohrig pôde dizer que a cachorra medrosa com quem ele partiu de casa já não era o mesma que essa cadelinha forte e segura de si, liderando o caminho em direção ao final da jornada.

“Eu não sei exatamente como ela fazia isso, mas ela podia me guiar para baixo na trilha perfeitamente, sem atingir um único obstáculo, enquanto respondia e desviava a cada reviravolta na pista”, disse Rohrig. “Katana passou de cautelosa e tímida para confiante e curiosa”.

A experiência também mudou a vida de Rohrig. “Foi emocionante vê-la se sair tão bem”, disse ele, “como se nada tivesse mudado desde nossos dias nostálgicos, quando começamos a fazer caminhadas de longa distância juntos”.

Agora em casa, Katana está aplicando todas as habilidades que aprendeu em sua aventura em sua vida cotidiana. Ela entra e sai pelas portas de cães para patrulhar o enorme quintal de sua casa, e ela pula pra cima e pra fora do sofá e da cama sem pensar duas vezes.

“Ela não está apenas lidando com suas novas circunstâncias – ela está prosperando, e está evoluindo e ousando onde quer que vá”, disse Rohrig. “Temos muitas outras aventuras planejadas, e vou continuar a levá-la até que ela pare de apreciá-las. Nós dois estamos vivendo o nosso sonho juntos”.

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Destaques

Filhote de cachorro abandonado perde um olho após ser torturado por gangue de abusadores

A cadelinha Oakley após a cirurgia | Foto: Kent County Sheriff's Office
A cadelinha Oakley após a cirurgia | Foto: Kent County Sheriff’s Office

Um filhote de cachorro teve que ter seu olho removido cirurgicamente após ser baleado e torturado por uma gangue de abusadores de animais.

O filhote amigável e brincalhão, é na verdade uma cachorrinha e foi batizada de Oakley. Ela foi repetidamente alvejada por tiros de balas de festim durante a agressão covarde e cruel e depois deixada para morrer.

Oakley foi resgatada por uma uma mulher que reside na região e ouviu os tiros do lado de fora de sua casa, em Bakersfield na Califórnia (EUA), ela correu para ver o que era, foi quando encontrou o animal ferido.

Oakley recebe carinhos e mimos dos funcionários do gabinete do xerife | Foto: Kent County Sheriff's Office
Oakley recebe carinhos e mimos dos funcionários do gabinete do xerife | Foto: Kent County Sheriff’s Office

O filhote que tem o pelo curto branco com manchas marrom e brancas pelo corpo foi encontrado ganindo de dor sob o carro da mulher enquanto quatro pessoas fugiram correndo do local.

Oakley foi levada às pressas para o centro de resgate mais próximo, onde os veterinários conseguiram salvar sua vida.

Infelizmente, ela teve que ter o olho removido, devido a gravidade de seus ferimentos.

Oficiais do Gabinete do Xerife do Condado de Kent disseram que ela saiu da cirurgia alegre e animada.

Oakley será colocada para adoção assim que se recuperar totalmente.

Oakley com membros da equipe de resgate que ajudaram a salvar sua vida | Foto: Kent County Sheriff's Office
Oakley com membros da equipe de resgate que ajudaram a salvar sua vida | Foto: Kent County Sheriff’s Office

A polícia abriu uma investigação sobre o terrível ato caracterizado como crime de crueldade contra animais, relata o jornal Metro.

Esta semana um cão na Irlanda do Norte teve que ser sacrificado depois de ter ácido jogado por todo o seu corpo.

O animal de estimação da família foi levado por Hannah Marriott depois que apareceu em sua porta com ferimentos doentios. Hannah, de Newry, na Irlanda do Norte, disse: “Quem fez isso com esse pobre cachorro está doente, completamente louco”.

O cão ferido foi encontrado no bairro de Parkhead da cidade na terça-feira.

Centenas de pessoas foram às mídias sociais para desabafar seu horror ao tratamento do animal, relata Belfast Live.

Um deles disse: “A família do cachorro foi notificada e eles estão traumatizados com o que aconteceu ao seu animal de doméstico”.

Respeito à vida

Violência e brutalidade contra animais são sintomas de uma causa antiga e nociva: o especismo. Julgando-se superior às demais espécies do planeta o ser humano, abusa, mata, come e usa os animais e meio ambiente como se fosse bens de consumo descartáveis disponíveis para o seu consumo e à sua disposição.

Animais são vidas preciosas, seres sencientes, capazes de sentir, amar, sofrer, criar vínculos profundos e compreender o mundo ao seu redor. Qualquer violência contra um animal é um atentado contra a vida em si, contra seus direitos e contra a própria humanidade.

Companheiros de planeta e não seres inferiores, os animais tem sofrido sob o jugo secular, impiedoso e cruel da humanidade, arbitrariamente e sem defesa. Cabe a nós o reconhecimento de sua presença como espécies irmãs no planeta e tão dignas de direitos como os seres humanos.

É o mínimo em um mundo onde são feridos, mutilados, desrespeitados, abusados e muitas vezes mortos indiscriminadamente.

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Notícias

Polícia investiga denúncia de agressão que teria levado cão a perder a visão

A Polícia Civil está investigando uma denúncia de agressão contra um cachorro que perdeu a visão de um dos olhos em Governador Valadares, no estado de Minas Gerais. Logan, como passou a ser chamado, foi resgatado por protetores independentes, que registraram um boletim de ocorrência alegando maus-tratos.

Foto: Cristiano Dias/Inter TV dos Vales

“As pessoas nos relataram que um homem estava dentro de um carro e parecia discutir com uma mulher. Exaltado, ele saiu do carro e começou a agredir o cachorro com chutes. A agressão foi tão violenta que o globo ocular do cachorro saiu do lugar”, afirma ao G1 a protetora Ailza Chavier. O possível agressor não foi identificado.

Logan permanece internado, sem previsão de alta. “Ele teve uma lesão muito séria no globo ocular, um deslocamento. Ele perdeu a visão nesse olho, mas já está bem melhor com os remédios. Assim que estiver melhor vamos arrumar um lar para ele”, diz a veterinária Patrícia Zanini.

A polícia trabalha com duas possíveis versões para o caso: atropelamento e agressão. “Esse cachorro ficava aqui pelas ruas e no domingo ele foi atropelado por um carro que passou um pouco mais rápido. O cachorro estava atravessando a rua”, explica o ambulante Álvaro Bezerra.

A polícia, agora, inicia uma investigação e polícia busca ouvir mais testemunhas para descobrir o que, de fato, aconteceu. “Maus-tratos contra animais é crime. Se for enquadrado nesse caso, o responsável pode ser preso. Quem viu o que aconteceu no domingo pode entrar em contato com a polícia; o sigilo é garantido. A ajuda da população é fundamental para conseguirmos resolver esse caso”, diz o tenente Lucas de Castro.

O Conselho Municipal de Proteção Animal de Governador Valadares pediu que o caso seja solucionado rapidamente. “É muito triste ver que um animal indefeso, e que não faz mal a ninguém, sofra esse tipo de agressão. Nós vamos continuar trabalhando para melhorar o bem-estar dos animais e lutar para que eles tenham qualidade de vida”, afirma Rosângela Villas Boas, presidente do Conselho.

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Gato encontrado no Assaí Atacadista perde olho devido à pancada na cabeça

Mais um caso de agressão contra animais registrado dentro de supermercado. Dessa vez contra um gatinho que sofreu uma pancada tão forte na cabeça que chegou a perder um olho. Ele foi encontrado dentro do Assaí Atacadista de Presidente Prudente (interior de SP) no dia 1º de dezembro mas, segundo os protetores que o socorreram, tinha sido ferido no dia 28 de novembro e ficou jogado num canto onde havia respingos de sangue.

(Foto: Divulgação)

“Eu e uma colega protetora o encontramos na área de descarga de caminhões, no fundo do mercado. Algumas pessoas disseram que tinham dado pauladas no gatinho. O animal estava anêmico e debilitado, além de bem sujo devido ao período de chuvas, e era visível na região da testa marcas de trauma. Levamos para a clínica veterinária Patas Peludas, parceira de protetores da cidade, onde ele foi operado para retirar o olho que já estava muito danificado”, conta Pedro Rocha.

Um post no facebook contou o caso e pediu ajuda para os gastos veterinários. Enquanto isso, o advogado Lucas França Bressanim, da Comissão de Direitos Animais da OAB de Presidente Prudente, fez uma denúncia na delegacia a fim de levantar os responsáveis. “O supermercado disse que nada encontrou sobre a agressão ao gato. Diferente do caso da cachorrinha do Carrefour, não temos filmagens de celular e nem das câmeras do mercado. Estamos tentando encontrar testemunhas que possam identificar o agressor. A investigação está só começando”, comentou o advogado.

Em nota em sua página do Facebook o Assaí de Presidente Prudente diz: “Quando tivemos conhecimento do ocorrido, realizamos apuração interna, verificamos as câmeras de segurança e não foi constatada nenhuma relação de funcionários da empresa com o fato. Ficamos bastante preocupados, pois, não compactuamos com nenhum tipo de maus-tratos aos animais! Caso você tenha alguma informação que possa contribuir com novas apurações, por favor, retorne aqui com a gente (estamos dispostos também a colaborar com qualquer outra investigação sobre o caso)”.

Gato congelado vivo no Assaí de Limeira

(Foto: Divulgação)

O gatinho de Presidente Prudente foi liberado da clínica no dia 4 de dezembro e levado para um lar temporário onde se mostra bastante arredio com pessoas.  Destino ainda pior teve um gatinho encontrado morto dentro do Assaí de Limeira. Em julho de 2016 protetores da ONG ALPA foram acionados por conta de um gatinho colocado vivo dentro de um saco plástico e trancado dentro da câmara frigorífica do mercado. Morreu congelado (vide foto acima) num extremo caso de sadismo.

Assim como no Assaí de Presidente Prudente, foram os próprios funcionários do mercado que pediram ajuda aos protetores locais. A ONG também levou o caso à Polícia e o próprio mercado enviou carta à ALPA (vide foto) dizendo que a investigação interna levou aos responsáveis pelo crime e que tais colaboradores da empresa tinham sido desligados.

(Foto: Divulgação)

É preciso mudança de conduta dos hipermercados

Diante do ocorrido com a cadelinha Manchinha no Carrefour de Osasco (SP), a rede de hipermercados recebeu ONGs locais e está se dispondo a treinar funcionários e prestadores de serviço de forma a evitar crimes contra animais. Também está propondo ajuda aos protetores locais, mas tudo ainda não passa de negociação. Uma coisa é certa: o que há de mais valioso numa empresa não é seu capital, mas sua reputação. O caso Carrefour pode servir de exemplo para todo um setor de hipermercados.

Esses estabelecimentos precisam se responsabilizar pela proteção dos animais que adentram suas dependências acionando protetores locais e profissionais do CCZ para resgates que sigam condutas éticas e impondo regras a todo tipo de colaborador, direto ou terceirizado, de forma a proibir maus-tratos a qualquer animal. Vale lembrar que não é permitido envenenar pombas ou utilizar chumbinho.

O advogado Lucas, de Presidente Prudente, ressalta que outra forma de se evitar atrocidades contra os animais são as denúncias: “Muitas pessoas têm medo de ir numa delegacia e de depor. Com isso, criminosos deixam de ser punidos. No entanto, quanto mais denúncias, mas estaremos salvando os animais”.

Como denunciar

A DEPA – Delegacia Eletrônica de Proteção Animal, criada em 2016 e que já recebeu mais de 17 mil denúncias em dois anos, é uma ferramenta onde os denunciantes podem manter seus dados em sigilo e anexar fotos, vídeos e testemunhos até mesmo via celular. Basta acessar o site da DEPA e escolher a opção que diz “Denunciar” e depois a que diz que “o crime não está acontecendo agora”. Isso porque a DEPA é destinada a crimes de ação contínua como animais mantidos presos e sem alimentação, envenenados, acorrentados, abandonados em casas e estabelecimentos, que sofrem agressões frequentes por parte de seus tutores etc. Quando o caso é de animal que corre eminente risco de vida, ou seja, quando trata-se de uma urgência, o denunciante precisa acionar o 190 ou Polícia Militar.

Fátima ChuEcco é jornalista ambientalista e atuante na causa animal.

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Jovem é proibida de tutelar animais após cadela perder um olho devido a maus-tratos

Uma jovem escocesa foi proibida de tutelar animais por cinco anos após maltratar uma cadela. Emily Paton, de 19 anos, também foi condenada a prestar 110 horas de serviços comunitários, sob supervisão, por um ano.

A rottweiler Tia passava fome e foi encontrada extremamente magra e com um grave problema em um dos olhos. A tutora mantinha a cadela em péssimas condições e não procurou tratamento médico para o problema ocular dela, o que fez com que o animal perdesse um olho.

Apesar dos extremos maus-tratos a que foi submetida, a cadela se recuperou e foi adotada (Foto: SPCA)

Em depoimento à polícia, Emily confessou ter causado sofrimento desnecessário à cadela. As informações são do portal BBC.

Resgatada pela Sociedade de Prevenção de Crueldades contra Animais (SPCA, na sigla em inglês), Tia foi submetida a uma cirurgia para a retirada do olho direito. “Ela precisava de cirurgia urgente para retirar o olho direito, que havia se rompido”, disse a funcionária da SPCA Robyn Gray. “Durante a operação, descobriu-se que o olho esquerdo estava prestes a se romper, então foram precisos cuidados adicionais para salvar a visão dela”, completou.

De acordo com Robyn, a rottweiler pesava metade do que deveria quando foi encontrada. “Tia mal conseguia ficar de pé e estava em péssimas condições”, afirmou.

Apesar dos extremos maus-tratos, a cadela se recuperou totalmente e foi adotada.

“Estamos satisfeitos em ver que Paton foi responsabilizada. Esperamos que ela reflita sobre se tem capacidade de cuidar de outros animais no futuro”, concluiu Gray.

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