Você é o Repórter

Cachorro com a pata fraturada precisa de ajuda em Olaria (RJ)

Por Direitos Animais

Um cachorro está com a para fraturada e com parasitas (vermes) se proliferando sofre os ferimentos. Já tentaram alimenta-lo, mas eles se recusa.

Ele precisa ser resgatado e levado para atendimento médico com urgência.

Ele se encontra na Av. Itaoca, n° 2358, Vila Clauco, Olaria, Rio de Janeiro. Entrada ao lado da Castrol do Brasil.

 

(Foto: Reprodução Facebook)
(Foto: Reprodução Facebook)

Contato: Deli, tel: 21-7760-7467

​Read More
Você é o Repórter

Após falecimento do tutor, 5 cadelas precisam de novo lar com urgência, em Olaria (RJ)

Michelle
migonsalez@terra.com.br

798_669722723053134_205643983_n

Amigos donos de abrigos, precisamos de ajuda para resgatar 5 cadelas que estão abandonadas em uma casa em Olaria, no Rio de Janeiro.

O tutor faleceu e não tem ninguém para se responsabilizar por elas. A casa está toda aberta e o dono do imóvel (que era alugado) já esteve no local e pretende colocá-las na rua, já tentamos de tudo e não encontramos nenhuma solução.

Quem puder ajudar, o endereço é Noemia Nunes, 118 – Olaria – Rio De Janeiro.

Contato: Ana Lucia – Cel: (21) 3889-8554 / Patricia – Cel.: 7849-6011

​Read More
Você é o Repórter

Casal de cães em estado lastimável precisa de resgate, em Olaria (RJ)

Foto: Divulgação

Hoje fui com meu primo na Escola Berlim ( na Praça Figueira Ramos nº 20 em Olaria), próximo a Rua João Silva, no Rio de Janeiro, para ele se matricular no supletivo e  vi uma cena que me deixou muito triste. Dois cachorros lindos estavam na pracinha desesperados de fome e sede, comiam até papel da barraca de lanche, quando jogavam no chão e bebiam água de uma poça suja.Estava chovendo e eles ficavam encostados ao muro, perguntei a uns rapazes que estavam no portão de um local abandonado, com muito mato e sem cobertura nenhuma ,se tinham dono, e me falaram que eles apareceram nesse local no domingo dia 25 de março e desde esse dia estão sem comer, mas já deviam estar há bem mais tempo.Eles são super dóceis sendo que a menina deu dó de ver que está com as tetas cheias de leite e vive correndo com o rabo entre as pernas e tremendo muito. Ela está muito magra, aparecendo as costelas.

Fui num pet e comprei ração, arrumei na loja um pote plástico e coloquei água e ração, eles devoraram, até mesmo se engasgaram várias vezes, tal  o desespero pela comida. O cachorrinho começou a lamber meu rosto e eu até chorei. Já a menina comia e fugia, até que quase um carro  a pegou.

Meu Deus o que fizeram com eles e os filhotes dela onde estão, as tetas estão cheias de leite? Foram descartados como lixo. O pior é que a praça não tem cobertura e quando saí de lá começou a chover muito, deu muito dó, mas moro no Méier e não tenho como retornar para dar mais alimento. Por misericórdia, quem pode ajudar essas crianças antes que alguém faça maldade com eles, pois quando tirei fotos tinha uns meninos que não deixavam os cachorrinhos em paz, colocando-os para  correr  até ficarem  desesperados e supercansados. Quem pode dar comida e abrigo para esse casal tão desesperado, eles não se separam, ficam sempre juntos, mesmo na chuva.

Contato: Bianca Marques – E-mail: bibimarquesm@yahoo.com.br 

​Read More
Notícias

Posto de coleta recebe donativos para ajudar animais da região serrana

Um posto de coleta em Olaria, na zona norte do Rio de Janeiro, está recebendo donativos para ajudar os animais prejudicados pela chuva na Região Serrana do Estado.

Podem ser doados papelões, jornais, panos e potes de sorvete, que vão servir de reservatórios para os alimentos e a água dos bichos. Também há a necessidade de medicamentos de uso veterinário em geral e soro fisiológico.

Além disso, é possível doar rações e garrafas pet com água da torneira, que será usada na alimentação e na limpeza de feridas dos animais.

As doações podem ser feitas na Rua João Rego, número 168, casa 102, próximo ao décimo sexto batalhão de Olaria.

Fonte: eBand

​Read More
Você é o Repórter

Pit bull encontra-se no meio do lixo, sem água e comida

Fabiana
ghatyh@yahoo.com.br

Esse pit bull vive assim, no meio dessa sujeira e sem comida. Ele arranca esse ferro com os dentes. Fez esse buraco e ainda tenta arrancar o resto com os dentes. 

Já falei com o tutor sobre a sujeira que tem no ambiente do Léo. Mas ele deve ser mais problemático do que o próprio cão.

Local:

Rua Antonio Rego, 399
Olaria, Rio de Janeiro
Em frente à escola Clovis Bevilaqua e escola de samba Cacique de Ramos

Contato com a pessoa por orkut:
http://www.orkut.com.br/Main#FullProfile?rl=pcb&uid=5886549921847981895
 
 

​Read More
Notícias

Cresce número de animais feridos pela população

Cobras, jacarés, gaviões e corujas estão se tornando visitantes cada vez mais frequentes no Zoológico de Niterói. A cada ano, cerca de 1.500 animais silvestres são socorridos por bombeiros e levados para tratamento no zoo, que se tornou um refúgio contra a violência humana. “Aumentou muito o número de animais feridos pela população”, diz o veterinário André Maia. Uma das vítimas dos maus-tratos é o gavião da raça carijó, que ganhou apelido de Olímpico. Ele teve as pernas e uma das asas quebradas, a pedradas ou pauladas, em Olaria, subúrbio do Rio.

O gavião foi operado pelo veterinário André Maia e recebeu pinos nas partes quebradas. A recuperação demora até 1 ano. Neste período, Olímpico fará reabilitação em um viveiro de 17 metros, mas corre o risco de não voltar a voar. “Ele foi muito espancado e corre o risco de não voar mais”, revelou. Só esta semana, seis gaviões chegaram à enfermaria.

Foto: Alexandre Vieira/Agência O Dia
Foto: Alexandre Vieira/Agência O Dia

O veterinário explica que os gaviões se reproduzem nesta época e, com o seu habitat invadido pelo ser humano, acabam ocupando árvores próximas a residências. Dez corujas estão sendo atendidas no zoo. Como os gaviões, elas atacam para proteger seus ninhos e filhotes. “Eles só se defendem. As pessoas confundem isso com agressividade e atacam os animais a pedradas e até tiros”, diz.

Muitas aves são mutiladas pelo cerol das pipas que se enroscam nos galhos das árvores. Mesmo cobras não venenosas são queimadas e atacadas a machadadas. “Elas são úteis. Controlam roedores e evitam doenças”, ensina o veterinário.

Como evitar aproximação dos bichos

O ataque de gaviões pode ser evitado com um truque simples. De acordo com o veterinário André Maia, basta usar uma sombrinha ou guarda-chuva colorido. “Quando o animal for embora com os filhotes, chame a Fundação Parques e Jardins para que eles não voltem no próximo ano”, ensinou.

A dica para evitar a presença dos animais perto de casa é simples. Procure não acumular lixo. Os restos de comida atraem ratos, que, por sua vez, são iscas para cobras e gambás. A grama cortada e o quintal sempre limpo mantêm as cobras longe de casa. “Se o mato estiver baixo, os próprios predadores naturais das cobras, como gaviões e corujas, vão caçá-las”, explica o veterinário André Maia.

Além de não machucar os animais, quem quiser ajudar pode doar medicamentos e rações para o zoo, que é especializado na reabilitação da fauna selvagem. A instituição fica na Alameda São Boa Ventura 770, no Fonseca, em Niterói.

Fonte: O Dia

​Read More
Notícias

Gavião agredido tem duas pernas e uma asa quebradas no Rio

Foto: André Maia/ Zoológico de Niterói
Foto: André Maia/ Zoológico de Niterói

Depois de três horas de cirurgia, um gavião-carijó atacado em Olaria, no subúrbio do Rio, recebeu pinos para reabilitar suas duas pernas e uma asa com fraturas expostas. Segundo o veterinário André Maia, do zoológico de Niterói, na Região Metropolitana, essas aves ficam mais ariscas nesta época do ano, em que fazem seus ninhos e “acabam sendo atacadas de volta por humanos”.

“Elas levam pedradas e até tiros”, conta ele, lembrando que, só no zoológico de Niterói, já são 20 gaviões vítimas de agressão, 12 deles precisando de cuidados especiais para sua reabilitação.

No zoológico, eles ficam reunidos num viveiro de 17 metros de comprimento, onde levam até um ano para recuperarem a saúde e serem soltos no mesmo local onde foram encontrados.

“Eles vão para esse viveiro e aprendem a voar de novo”, conta Maia.

Com informações do G1

Nota da Redação: É natural em qualquer espécie (até na humana) que as mães (e pais) queiram proteger seus filhotes e por isso fiquem mais “ariscas” e ataquem quem possa representar uma ameaça. O comportamento mais arisco desta ave não justifica, nem explica, em hipótese alguma, a violência praticada contra o animal.

​Read More