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Transporte cruel: 8 mil animais serão embarcados no Porto de São Sebastião

Oito mil animais serão embarcados no navio Ocean Shearer, que já chegou na Barra de Santos, onde recebe reparos, e seguirá viagem até o Porto de São Sebastião, no litoral de São Paulo, onde o embarque dos animais será realizado.

Navio Ocean Shearer irá transportar oito mil animais (Foto: Reprodução/Youtube)

A operação do navio, que tem bandeira de Cingapura, será semelhante a da embarcação NADA, que saiu do Porto de Santos na madrugada da última segunda-feira (5) após decisões judiciais de esfera estadual e federal, resultantes de ações movidas pela Agência de Notícias de Diretos Animais (ANDA) em parceria com a Associação de Proteção Animal de Itanhaém (AIPA) e pelo Fórum Nacional De Proteção e Defesa De Animal, respectivamente, que proibiam a saída do navio, terem sido derrubadas.

Embarques de animais vivos, que foram proibidos recentemente em todos os portos do Brasil e, após derrubada de liminar, tiveram novamente autorização para serem realizados, são comuns no Porto de São Sebastião que, inclusive, tem outra operação marcada para o dia 14, com a exportação de 6.500 animais.

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Mais de 8 mil frangos explorados por granja morrem após queda de energia

Mais de oito mil frangos, com 15 dias de vida, morreram após ocorrer uma queda de energia elétrica no bairro Palmital, na zona rural do município de Bariri, interior de São Paulo. Os animais eram covardemente explorados por uma granja.

Frangos explorados pela pecuária vivem em ambientes superlotados (Foto: Divulgação / Imagem Ilustrativa)

A suspeita da polícia é de que os exaustores que controlam a temperatura da granja tenham parado de funcionar, elevando a temperatura a ponto dos animais não sobreviverem.

Devido à ação de uma funcionária do local, que conseguiu controlar a temperatura do equipamento, parte dos 19 mil frangos que estavam no galpão foram salvos.

A Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) emitiu nota por meio da qual informou que houve uma interrupção no fornecimento de energia elétrica na região entre 18h e 0h. A situação, entretanto, já foi normalizada. As informações são do portal G1.

Amostras da água e da ração fornecidas aos animais foram colhidas para análise. O local passará por perícia.

Lamentavelmente, o sofrimento imposto aos animais e a morte deles não foi vista pelos proprietários da granja como motivo para lamento. Como o esperado, por trabalharem explorando e matando animais, eles focaram apenas em avaliar o prejuízo financeiro, estimado em R$ 40 mil.

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Oito mil animais silvestres morrem atropelados por ano no Pantanal

O tráfego pesado nas estradas é uma ameaça aos animais que atravessam as pistas. Para desviar dos animais, motoristas fazem manobras arriscadas.

Ambientalistas estão com um problema no Pantanal sul-matogrossense. O tráfego pesado nas estradas virou uma ameaça aos animais. O número de atropelamentos de animais silvestres chegou a oito mil só no ano passado.

Foto: Reprodução/ G1

A cena é comum nas estradas que cortam o Pantanal. Animais silvestres atravessam as pistas, na terra ou no asfalto. A cobra cascavel vai bem devagar. Nem sempre dá tempo de frear.

Ao longo da BR-262, várias espécies de bichos atropelados. A rodovia dá acesso a cidades pantaneiras e também é rota de exportação para a Bolívia, por isso tantos caminhões e carretas. Uma ameaça à fauna da região.

“Na época de enchente, eles estão fugindo da cheia, mudando de um local para outro, ou usando a estrada como refúgio temporário, para não ficar o tempo todo dentro da água. Na época de seca, quando começam a secar as lagoas, eles tentam buscar outros locais com água e alimentos, então cruzam a estrada com uma frequencia maior”, explica Walfrido Tomáz, especialista em fauna da Embrapa.

Os números divulgados pelo Ibama assustam: oito mil animais silvestres morrem atropelados todos os anos nas estradas de Mato Grosso do Sul.

Foto: Reprodução/ G1

Pelo menos 300 quilômetros da rodovia cortam o Pantanal. A maior parte dos atropelamentos de animais silvestres acontece das seis horas da tarde às oito da noite. Segundo a Polícia Rodoviária Federal é um período em que a visibilidade na estrada fica reduzida e é mais difícil perceber a presença de um animal na pista.

Para desviar dos animais, os motoristas fazem manobras arriscadas e elas já representam a segunda maior causa de acidentes nas rodovias do estado.

Nesta época do ano, em que o Pantanal vive uma das maiores cheias da história, quem viaja pela rodovia não pode ter pressa. Por lá também passam as comitivas que retiram o gado dos pastos alagados e levam os rebanhos para regiões mais altas.

A Polícia Rodoviária Federal informou que há sinalização nas estradas para alertar sobre o risco de acidentes com animais. O Ibama e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, o DNIT, assinaram um acordo para tomar uma série de providências, como a instalação de uma cerca pra impedir o acesso dos animais à pista. Só que até agora nada foi feito.

Fonte: G1

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