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Projeto de lei que torna atos de crueldade animal em crime federal é aprovado pela Câmara dos Deputados

Os deputados Ted Deutch, à esquerda, e Vern Buchanan, patrocinadores da Lei de Prevenção à Crueldade e Tortura de Animais, em Washington, em julho. A Casa Branca aprovou por unanimidade o projeto de lei na quarta-feira (23) | Foto: Paul Morigi/Associated Press for Humane Society Legislative Fund
Os deputados Ted Deutch, à esquerda, e Vern Buchanan, patrocinadores da Lei de Prevenção à Crueldade e Tortura de Animais, em Washington, em julho. A Casa Branca aprovou por unanimidade o projeto de lei na quarta-feira (23) | Foto: Paul Morigi/Associated Press

Em um exemplo que deveria ser seguido pelo Brasil e pelo mundo todo, os abusadores de animais podem enfrentar até sete anos de prisão com o Projeto de Lei de Prevenção à Crueldade Animal e Tortura aprovado em votação unânime essa semana na Câmara dos Deputados dos Estados Unidos.

A expansão da lei de bem estar-animal vigente torna a crimes de crueldade animal uma ofensa federal. A Lei de Prevenção à Crueldade e Tortura Animal avançou na Câmara na terça-feira (22) após uma votação por voz. Os apoiadores da lei disseram esperar que a vitória na Câmara leve o Senado a agir em breve na aprovação do Projeto de Lei.

A maioria das leis de crueldade contra animais registradas no país funciona em nível estadual, de acordo com o Fundo de Defesa Legal Animal.

A legislação amplia uma lei de 2010 assinada pelo presidente Barack Obama que proíbe os chamados “crush vídeos” que mostram animais sendo esmagados, queimados, afogados, sufocados, empalados ou submetidos a outras formas de tortura. Em alguns vídeos, mulheres com o rosto escondido usando salto alto podiam ser vistas pisoteando coelhos.

Os defensores do bem-estar animal disseram que, embora a lei atual proibisse a produção e distribuição de “crush vídeos”, ela se provou falha em lidar com a crueldade animal retratada neles. Assim, os deputados Ted Deutch e Vern Buchanan, ambos da Flórida e que atuam em lados opostos dos polos políticos, procuraram ampliar a lei.

“Este projeto envia uma mensagem clara de que nossa sociedade não aceita crueldade contra animais”, disse Deutch, democrata, em comunicado. “Recebemos apoio de muitos americanos de todo o país e do espectro político”.

“Os ativistas dos direitos animais atuam em nome dos seres vivos que não têm voz”, continuou ele. “Os policiais buscam uma cobertura federal para ajudá-los a impedir agressores de animais que provavelmente cometerão atos de violência contra pessoas. E os amantes de animais em todos os lugares sabem que isso é simplesmente a coisa certa a fazer”.

Buchanan, republicano, disse em um comunicado que as perspectivas do projeto de se tornar lei são favoráveis: “Este é um projeto de lei que estabelece pela primeira vez como ofensa federal a tortura maliciosa de animais”.

Ele acrescentou: “Estamos otimistas quanto à aprovação do Senado, que já apoiou o projeto em duas sessões anteriores do Congresso”.

O Fundo Legislativo da Humane Society caracterizou o voto da Câmara na terça-feira como um momento decisivo e apontou que os apoiadores do projeto incluem a Associação Nacional de Xerifes, a Ordem Fraterna de Polícia, a Associação de Promotores, o Centro Nacional de Defesa da Criança e os Serviços de Intervenção na Violência Doméstica.

Kitty Block, diretora executiva da Humane Society, e Sara Amundson, presidente do fundo legislativo da organização, disseram em um post no blog do fundo legislativo que “obter aprovação final para o projeto era fundamental”.

“Sabemos agora que a crueldade animal é um indicador de patologia social e aqueles que cometem crimes contra seres humanos geralmente começam machucando animais”, afirmou o post. “É um padrão de violência que é comum e bem documentado, e aumenta a urgência de aprovar esta lei do senso comum”.

O senador Richard Blumenthal, democrata de Connecticut e co-patrocinador original do projeto de lei do Senado, disse em entrevista na quarta-feira que a brutalidade em relação aos animais costuma ser uma porta de entrada para outros comportamentos violentos.

“A crueldade animal não é um ato isolado em muitos casos”, disse Blumenthal. “As sanções devem ser rígidas para agir de forma eficaz como um impedimento a esse tipo de crime”.

A Casa Branca se recusou a comentar o assunto na noite de quarta-feira, quando foi perguntado ao assessor de imprensa, se o presidente Trump planejava assinar a legislação se ela chegasse à sua mesa.

Um dos casos mais chocantes de crueldade contra animais envolveu Michael Vick, cuja carreira na Liga Nacional de Futebol Americano como jogador do time Atlanta Falcons foi interrompida pela acusação de exercer um papel em uma briga de cães. Vick passou 18 meses em uma prisão federal e dois meses em confinamento doméstico depois de se declarar culpado de participar da organização de lutas com cães.

Nota da Redação: crimes contra animais precisam ser punidos com o mesmo rigor dos crimes cometidos contra seres humanos. Felizmente, muitos países, como o exemplo acima, estão tomando medidas para combater a crueldade contra animais. É preciso que o mundo se conscientize que animais são seres sencientes que merecem liberdade, respeito e proteção. Desejamos que em breve, apesar dos inúmeros retrocessos, que o Brasil se conscientize da evolução pela qual a sociedade está passando. Uma sociedade que não tolera atitudes covardes contra seres indefesos. Precisamos dar esse passo para a construção de um país mais justo e uma sociedade mais compassiva.

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Veja três ações inspiradoras feitas pelo ex-presidente Obama em prol dos animais

Por Laura Dourado/ Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Ververidis Vasilis/Shutterstock

A maioria dos presidentes usa os últimos meses de seu segundo mandato para refletir sobre o seu legado, relaxar e começar a trabalhar em suas memórias.

Porém, o período de Obama na presidência dos EUA foi tudo menos inábil e ele não está se esquivando de nenhum problema que ainda pode ser resolvido por ele. Obama tem trabalhado incansavelmente para fortalecer o sistema de saúde, garantir acordos nucleares com o Irã e, mais notavelmente, ele fez alguns movimentos impressionantes para proteger o recurso nacional mais precioso da nação, o meio ambiente. Conheça três projetos a favor dos animais e do meio ambiente que Obama fez durante seus últimos meses como presidente dos Estados Unidos:

Proteção de enormes faixas dos oceanos Atlântico e Ártico da perfuração de petróleo

No dia 20 de dezembro de 2016, Obama baniu a perfuração de petróleo em águas federais da Virginia ao Maine e ao longo de grande parte do litoral do Alasca. De acordo com funcionários da Casa Branca, ele recorreu à Lei de Terras da Plataforma Continental Exterior de 1953 para bloquear a perfuração em águas federais no Mar de Chukchi do Ártico em grande parte do Mar de Beaufort. Essa medida protegeu 21 cânions submersos no oceano Atlântico de serem perfurados entre 2017 até 2022. Dada a extensão do contrato de arrendamento, essas águas devem ser protegidas durante todo o período do mandato do Presidente eleito Donald Trump.

Reprodução/Pensamento Verde

Embora Trump possa tomar medidas para revogar a medida, o processo seria demorado – para não mencionar que a Casa Branca já explicou que nenhum presidente anterior tentou desfazer uma retirada de perfuração sob a lei de 1953 e não há nenhuma disposição para fazê-lo. O Canadá também concordou em interromper a perfuração e a moratória será revisada a cada cinco anos. A faixa arrebatadora protegerá 3,8 milhões de acres de água e seus habitantes.

Criação do monumento nacional The Bear Ears

Em 30 de dezembro de 2016, Obama oficialmente inaugurou o “The Bear Ears of Two Buttes” no sul de Utah, o mais novo monumento nacional do país.

Ele protegeu duas mil milhas do ecossistema de deserto único de Utah. A criação deste monumento marcou uma vitória para os conservacionistas e para as tribos nativas da região. Eric Descheenie, um ex-líder do grupo inter-tribal disse: “É tão significativo. É tão difícil até tentar acrescentar o que isso realmente significa”, essas terras serão protegidas e permanecerão intocadas para as gerações futuras.

Permissões para testes sísmicos no oceano Atlântico negadas

No dia 6 de janeiro de 2016, Obama levantou a defesa dos oceanos da América novamente e negou seis permissões que pediam para disparar canhões sísmicos no Atlântico em busca de petróleo. Estas várias solicitações estendidas de Delaware até a Florida e a rejeição das licenças têm efetivamente posto uma proibição de prospecção de petróleo ao longo da totalidade da costa leste.

Permitir os testes não só seria uma ameaça ao ecossistema em termos de derrames de petróleo, mas também iria sujeitar incontáveis animais marinhos ao som desorientador causado pelas explosões, já que elas prejudicam baleias, golfinhos, tartarugas marinhas e peixes e os tipos de impactos que os mamíferos marinhos podem ter incluem perda auditiva temporária e permanente, abandono do habitat, interrupção do acasalamento e alimentação, encalhamento na praia e até a morte. Os animais do oceano estão protegidos disso por um pouco mais de tempo graças ao ex-presidente Obama.

Como todos nós podemos ajudar

Obama trabalhou freneticamente durante seus últimos meses no cargo para garantir que as águas, montanhas e aviões da América fossem protegidos para que as futuras gerações possam usufruí-los. Em seu discurso de despedida à nação, no dia 10 de janeiro, ele exaltava os americanos dizendo: “A cada um de nós cabe ser esses guardiães ansiosos e ciumentos de nossa democracia. Então, você vê, isso é o que nossa democracia exige, ela precisa de você”.

A conservação não começa no nível federal, começa por nós. Podemos moldar as políticas ambientais no terreno em nossas vidas diárias, tomando decisões conscientes como consumidor e tendo a obrigação com as futuras gerações do mundo de proteger nosso planeta, segundo o One Green Planet. Isso pode ser feito em três simples passos:

Consuma menos: A Terra tem uma quantidade finita de recursos e os americanos consomem 25% deles.

Coma de forma inteligente: ao reduzir o consumo de carne de nossas dietas, podemos reduzir nossa emissão de carbono pela metade, economizar 200 milhões de galões de água fresca cada e liberar comida para os famintos em todo o mundo. Junte-se ao movimento #EatForThePlanet do Green Planet para saber mais.

Compartilhe essa mensagem: empodere seus amigos e vizinhos com as ferramentas que eles necessitam para criar a mudança em um nível individual. Como Obama disse, “seja a mudança”.

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Veja cinco espécies beneficiadas pela decisão de Obama de proibir perfurações de petróleo no Ártico

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/G1
Reprodução/G1

O presidente Barack Obama surpreendeu ativistas e a indústria de combustíveis fósseis ao anunciar uma proibição permanente e abrangente de perfurações offshore em grande parte das águas dos EUA no Ártico e no Atlântico na última terça-feira (20), uma decisão que os especialistas dizem ser difícil para o futuro governo reverter.

A proibição, que impede a perfuração offshore da Virgínia para a Nova Inglaterra e em grande parte do Ártico dos EUA, se junta a um esforço anunciado pelo Canadá nesta semana para proibir a exploração de petróleo também em águas do norte do país.Considerando os preços baixos do petróleo e a dificuldade da extração marítima profunda, particularmente no norte, a indústria não gostou da decisão.

A medida é fundamental para proteger os animais selvagens, assim como praias intocadas. Os animais não são os únicos ameaçados apenas pelos derramamentos de óleo e pela atividade industrial. A limitação da exploração de combustíveis fósseis pode ajudar a retardar a liberação de gases de efeito estufa, condutores das mudanças climáticas que também diziam o habitat da vida selvagem.
Veja algumas espécies que serão beneficiadas com a decisão de Obama selecionadas pela National Geographic.

Urso Polar

Foto: SOS Ursos Polares
Reprodução/ SOS Ursos Polares

Muitas vezes vistos como o símbolo do Ártico, os ursos polares estão entre os mais agredidos entre espécies bem conhecidas no planeta. Eles dependem de camadas de gelo e água limpa em grandes territórios para rastrear e caçar suas presas.

No entanto, são ameaçados pelo derretimento de gelo provocado pelo aquecimento global e pela poluição das atividades relacionadas à extração petrolífera que podem envenenar suas fontes de alimento.

Boto narval

Reprodução/Cultura Mix
Reprodução/Cultura Mix

Às vezes chamados de “unicórnios do mar”, os narval são botos encontrados em águas costeiras e fluviais do Ártico, mas em números decrescentes. Eles podem crescer cerca de nove pés de comprimento e são feitos de marfim.Estes botos enfrentam um alto risco devido ao derramamento de petróleo.

Morsa

Reprodução/G1
Reprodução/G1

As morsas são mais frequentemente encontradas perto do Círculo Ártico. Estes grandes mamíferos marinhos são extremamente sociais e distinguem-se por suas longas presas brancas, bigodes suaves, nadadeiras planas e corpos com bastante gordura.

A morsa foi caçada quase até a extinção em épocas históricas, mas apresentou uma recuperação em seus números. Porém, elas são vulneráveis às mudanças climáticas e os cientistas temem que os derramamentos de petróleo possam agravar o problema.

Bacalhau do Atlântico Norte

Reprodução/Earth Times
Reprodução/Earth Times

Uma vez abundantes na natureza, os bacalhaus do Atlântico Norte foram dizimados pela pesca e suas populações não se recuperaram desde a década de 1990.

“O ecossistema inteiro parece ter mudado e isso pode envolver uma influência do clima devido à mudança das correntes oceânicas e do influxo de águas frias do Ártico”disseram os cientistas em um relatório recente. Mas a proibição das perfurações offshore na área de seu habitat pode ajudar a espécie a se restabelecer.

Corais de águas frias profundas

Reprodução/Nature World News
Reprodução/Nature World News

Embora os corais de recifes tropicais sejam os mais conhecidos, os cientistas estão cada vez mais encontrando corais de águas frias profundas de várias espécies e matizes. Estes animais sedentários são menos conhecidos pela ciência, mas acredita-se que eles desempenham papéis vitais em seus ecossistemas.

Seu crescimento é frequentemente lento e eles podem viver por centenas de anos. No entanto, são altamente sensíveis à poluição e às mudanças no seu ambiente, provocadas pela exploração petrolífera e pelo aquecimento global.

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Cães tutelados pela família Obama encantaram o mundo durante mandato do presidente

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Em breve, a família Obama vai deixar a Casa Branca, em Washington, nos Estados Unidos. E, além de Barack, Michelle, Malia e Natasha, uma dupla muito especial também deixará de correr pelo gramado do local. Bo e Sunny são os dois cães tutelados pela família do presidente americano e encantaram o mundo ao longo dos oito anos de mandato.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Eles são da raça Cão de Água Português. Bo, que tem uma faixa branca na barriga, chegou à Casa Branca no início do mandato. Ele tem oito anos e foi um presente do senador Ted Kennedy à família. Já Sunny, tem quatro anos e se juntou à turma em 2013.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Eles se tornaram tão populares com os visitantes e jornalistas na Casa Branca que têm seu próprio calendário de aparições públicas. Segundo o site Refinery29, Michelle Obama, a primeira-dama, precisa aprovar esta programação. Tudo pela segurança dos animais, já que eles receberam ameaças de sequestro. Dá pra acreditar?

Fonte: UOL

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EUA aprova lei para acabar com tráfico de animais selvagens

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Wikipedia
Reprodução/Wikipedia

Em uma grande vitória para os animais em todo o mundo, o presidente dos EUA Barack Obama assinou uma lei para combater o tráfico de animais selvagens. A medida bipartidária foi defendida pelos senadores Chris Coons e Jeff Flake.

Uma lei similar, a Lei Global de Combate à Caça foi aprovada pela Câmara dos Representantes em 2015 e ajudou a pavimentar o caminho para a aprovação da Lei de Proibição do Tráfico.

A nova lei visa refrear o comércio de animais selvagens, que continua a dizimar as espécies ameaçadas, que enfrentam ameaças sem precedentes de caçadores.

Elefantes e rinocerontes, em particular, são assassinados em números recordes por suas presas e chifres. Estes e outros animais provavelmente serão extintos a menos que medidas mais fortes sejam adotadas para acabar com a matança.

Segundo o Animal Welfare Institute (AWI), entre as medidas estabelecidas pela lei estão mais parcerias entre o governo dos EUA e outros países que lutam contra organizações terroristas e criminosas internacionais que lucram com o tráfico da vida selvagem, permite que os promotores estabeleçam penas mais rígidas para o contrabando ou venda de espécies ameaçadas, promove a transparência e as ações do Departamento de Estado dos EUA para identificar explicitamente países que são grandes pontos de trânsito ou consumidores de produtos feitos com animais selvagens.

“O comércio sangrento de partes de animais selvagens tornou-se uma das principais fontes de financiamento para grupos terroristas e organizações criminosas em todo o mundo. Essa lei fornece ferramentas vitais para salvar os animais da extinção e proteger a segurança nacional”, declarou o AWI.

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EUA deve aprovar lei para combater tráfico de espécies ameaçadas

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução / Word Animal News
Reprodução / World Animal News

O Senado dos Estados Unidos aprovou o Projeto de Lei H.R. 2494 que irá ajudar a acabar com o tráfico de animais selvagens e com a caça ao redor do mundo.

Agora, o Projeto será mandado para a Assembleia para uma decisão final. Infelizmente para os animais deste planeta, a caça e o tráfico de animais selvagens fazem parte de uma indústria multibilionária que assassina e comercializa milhares de espécies. O destino de vários animais está em perigo, entre eles estão os elefantes, rinocerontes e tigres. Por isso, é urgente que o governo tome medidas para transformar este problema e impor restrições mais severas e multas sobre essa questão global.

O Projeto fortalece a parceria dos EUA com outros países nos quais criminosos lucram com o tráfico internacional de animais selvagens.

Reprodução / Word Animal News
Reprodução / Word Animal News

Seu objetivo é apoiar os esforços de combate à caça, promover uma maior colaboração entre os países que lutam para acabar com as matanças e o tráfico de animais selvagens, e diminuir os lucros de caçadores e traficantes.

São estabelecidas também penas mais rigorosas contra o tráfico de espécies selvagens que colocam o crime no mesmo patamar de outros atos criminosos graves, como tráfico de drogas, de seres humanos e de armas.

Reprodução / Word Animal News
Reprodução / Word Animal News

O governo Obama emitiu uma ordem em 2013 para combater o contrabando de animais selvagens e “reforçar o cumprimento das leis, reduzir a demanda e aumentar a cooperação entre os países”.

 

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Obama cria maior reserva marinha do mundo

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Richard Pyle/Bishop Museum/Noaa/AP
Foto: Richard Pyle/Bishop Museum

Barack Obama criou a maior área de proteção marinha do mundo ao expandir uma reserva marítima localizada na costa do Havaí, o que marca mais uma conquista no legado de conservação do presidente dos Estados Unidos.

A iniciativa quadruplica o tamanho do Monumento Nacional Marinho Papahanaumokuakea, que foi originalmente designado por George W Bush em 2006 e foi declarado Patrimônio Mundial da Humanidade em 2010.

O monumento, que agora representa o dobro do tamanho do Texas, estende-se para fora das ilhas havaianas do noroeste. A área protegida é agora maior do que a maior reserva marinha anterior situada em torno das Ilhas Pitcairn e anunciada pelo Reino Unido no ano passado.

Ambientalistas já pediam por uma expansão do monumento após uma pesquisa recente descobrir novas espécies na área e acarretar preocupações com o ecossistema devido ao impacto da acidificação dos oceanos e do declínio de corais impulsionado pelas mudanças climáticas.

A Casa Branca disse que a decisão irá fornecer “proteções críticas” para mais de sete mil espécies marinhas, um quarto delas não encontradas em nenhum outro lugar do planeta Terra. A área é habitada por baleias, tartarugas marinhas, atum albacora e atum patudo.

“Esta é uma das ações mais importantes de um presidente norte-americano para a saúde dos oceanos”, disse Brian Schatz, um senador democrata do Havaí.

“A expansão de Papahanaumokuakea irá repor as populações de animais, promover a biodiversidade, combater as alterações climáticas e dar mais voz aos nativos havaianos na gestão deste recurso”, completou.

A expansão da reserva tem sido debatida há algum tempo e deve ser anunciada no Congresso Mundial de Conservação, que ocorre nesta semana no Havaí, segundo o The Guardian.

O Monumento Papahanaumokuakea abriga uma série de tesouros, incluindo focas havaianas ameaçadas, aves marinhas e o pato Laysan, que é mais ameaçado do mundo de sua espécie. A região inclui seis grandes vulcões submarinos, um de quase 14 mil pés de altura.

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Explorações de petróleo e gás prejudicam espécies marinhas

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Miguel Medina/AFP
Foto: Miguel Medina/AFP

Os grupos ambientais ligados ao governo Obama tem alertado sobre os perigos que as explorações offshore de petróleo e gás representam para baleias e golfinhos, o que poderá minar o compromisso do presidente de tentar frear os problemas causados pelas alterações climáticas.

Barack Obama, que recentemente chamou o aquecimento global de uma “ameaça existencial genuína”, tem conquistado o apoio de ambientalistas que elogiam sua liderança. Porém, os aliados de Obama estão cada vez mais frustrados com a exploração de combustíveis fósseis aprovada pelo governo federal.

As explorações de petróleo e gás em todo o Golfo do México serão leiloadas para empresas de combustíveis fósseis. Um total de 218.94 acres, cerca do dobro do tamanho da Califórnia, será oferecido para locações em águas federais até o final do próximo ano, com posterior locação planejada pelo governo em um novo programa de cinco anos.

Em oposição a isto, manifestantes invadiram o Federal Bureau of Ocean Energy Management, em Nova Orleans, na última terça-feira (23), exigindo o cancelamento das vendas  devido à sua relação com alterações climáticas e com o tipo de inundação que devastou grande parte de Louisiana. Vários manifestantes foram presos.

“Milhares de derramamentos de petróleo e condições meteorológicas extremas criam turbulência para inúmeras pessoas. O que mais vai convencer o governo Obama a parar de sacrificar o Golfo em nome dos interesses de combustíveis fósseis?”, questionou Anne Rolfes, diretora do Louisiana Bucket Brigade.

O Centro de Diversidade Biológica também se mostrou contrário às perfurações offshore e divulgou um relatório que revelou que a queima de todos os combustíveis fósseis no Golfo do México iria liberar 32.8 toneladas de dióxido de carbono na atmosfera.

 

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Ministra indiana pede a Obama para condenar festas taurinas em Espanha

Divulgação
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Gandhi enviou uma carta a Barack Obama nestes termos, após saber que o Presidente poderia deslocar-se às “sanfermines” (festa taurina) durante a viagem de 09 a 11 de julho a Espanha, confirmou hoje à agência Efe uma responsável do seu gabinete ministerial, Gauri Maudekhi.

O porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, assegurou, por seu turno, que o Presidente Obama “provavelmente” está interessado em assistir ao evento, embora tenha adiantado que desconhece se o “itinerário” oficial o permitirá.

Maudekhi sublinhou que a ministra da Mulher e Desenvolvimento da Criança “sempre condenou qualquer ato de crueldade com os animais, incluindo na Índia”, mesmo quando o seu governo, do partido nacionalista hindu BJP, apoiou espetáculos tradicionais com touros.

A missiva foi difundida pela organização de defesa dos animais PETA e nela Gandhi afirma que, “dada a posição de poder” do dirigente norte-americano, “teria uma considerável influência se denunciasse a crueldade” da tauromaquia, em vez de participar naquela festa em Pamplona, quando a cidade espanhola realizar as suas conhecidas largadas de touros pelas ruas.

O texto emprega expressões como “evento arcaico”, referindo-se ao acontecimento, sobre o qual apresenta dados para demonstrar um “declive” de popularidade, em especial entre os jovens espanhóis, enquanto cita campanhas contra estas iniciativas em países da Europa, da América e na própria Índia.

Além de ecologista, a veterana política é conhecida também como defensora dos direitos sociais e é viúva de Sanjay Gandhi, filho da antiga primeira-ministra indiana Indira Gandhi.

No início do ano, o Supremo Tribunal pronunciou-se contra uma decisão do governo de que a ativista faz parte e que permitia espetáculos com touros, na sequência da ação de grupos de proteção dos animais.

As festividades com touros na Índia vão desde corridas em várias regiões e lutas entre animais, na ex-colónia portuguesa de Goa, a uma espécie de rodeio no qual os participantes devem pegar um touro.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Notícias ao Minutos

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Obama restringe comércio de marfim nos EUA e caminha para proibição definitiva

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/NRDC
Reprodução/NRDC

Em uma grande vitória para os elefantes, o presidente Barack Obama anunciou na última quinta-feira (2) a regulamentação definitiva para restringir o comércio de marfim de elefante nos Estados Unidos.

A decisão se soma a outras ações do governo, ao longo dos últimos três anos, e equivale a uma proibição quase total do comércio de marfim no país, diz o grupo ambiental NRDC.

Entre 2010 e 2012, mais de 100 mil elefantes foram mortos pelas suas presas, o que representa uma séria ameaça a essa magnífica espécie.

Os Estados Unidos eram parte do problema, pois eram uma das fontes que supriam a demanda por marfim.

Felizmente, em 2013, o governo Obama comprometeu-se a com essa questão e o anúncio constitui uma das peças finais de seus esforços para restringir o comércio de marfim nos Estados Unidos.

Os regulamentos restringem ainda mais as exportações e o comércio interestadual de marfim.

Segundo a NRDC, esses regulamentos poderiam ser mais sólidos em alguns pontos. Um deles é a permissão para que caçadores ainda importem dois “troféus” de elefantes para os Estados Unidos quando antes esse número era ilimitado.

“A NRDC não apoia qualquer caça de espécies em extinção, como elefantes”, diz o grupo em seu site.

“Porém, os regulamentos irão percorrer um longo caminho para eliminar o comércio de marfim nos Estados Unidos e nossos parceiros têm ajudado a diminui esse comércio nos três principais mercados de marfim do país: Nova York, Califórnia e Havaí”, adicionou o grupo.

O momento do anúncio não poderia ser melhor. Na próxima semana, o Departamento de Estado dos Estados Unidos irá se reunir com o governo chinês no “Diálogo Estratégico e Econômico entre Estados Unidos e China”, no qual o tráfico de animais selvagens será um dos principais temas.

A decisão dos Estados Unidos pode servir de exemplo para que a China sancione a proibição definitiva do comércio local de marfim, como se comprometeu a fazer em 2015.

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Novas diretrizes alimentares do governo dos EUA estimulam diminuição de consumo de carne

(da Redação)

2015-Dietary-Guidelines-Advisory-Committee-issues-report_strict_xxlOs congressistas americanos de estados com importante produção agropecuária estão pra lá de irritados depois de lerem um relatório do governo federal. O documento de 571 páginas encoraja os cidadãos estadunidenses a pensarem no meio ambiente na hora de montar o prato, o que pode prejudicar a indústria de produção de carne. A matéria é da Fox News.

Um painel de especialistas em nutrição recrutados pelo governo do presidente Barack Obama (Democrats) para construir as novas diretrizes alimentares sugeriu na semana passada que o governo deveria levar em consideração os impactos ambientais na hora de influenciar o que a população come.

O relatório, que foi entregue ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, se pretende uma maneira de “transformar o sistema alimentar”, o que enfureceu muitas pessoas na interior do país, assim como seus representantes em Washington.

“Gerações e gerações de pecuaristas e fazendeiros eram e continuam sendo conscienciosos em relação à preservação dos limitados recursos naturais”, afirmou o senador republicano Chuck Grassley, de Iowa. “Eles dependem da terra e do meio ambiente para viverem. Isso é esquecido em Washington e pelo argumento de que a carne vermelha prejudica o meio ambiente.”

O documento, que está aberto para consultas públicas pelos próximos 45 dias, será usado pelo governo não só para montar as diretrizes dietéticas mas também como base para os programas de assistência alimentar do governo e merendas escolares, estimados em 16 bilhões de dólares anuais.

O Instituto Norte-Americano da Carne atacou o relatório, que classificou de “falho” e “nonsense”. Membros da indústria da carne e de refrigerantes acreditam que o painel foi “além do seu escopo de trabalho”.

O dr. Richard Thorpe, médico do Texas e pecuarista, afirmou que está decepcionado com as recomendações do grupo de especialistas e que “é um absurdo que o comitê sugira a redução da carne ou da carne vermelha na dieta americana”.

Thorpe afirma que a ciência da nutrição está “em evolução constante” e que relatórios como o que foi publicado semana passada são um “insulto” que “podem matar uma indústria”.

As diretrizes federais, que são atualizadas a cada cinco anos, aconselham os americanos sobre escolhas saudáveis de alimentação. Mas críticos dizem que o último relatório ultrapassou seus próprios limites e está atendendo a uma campanha para acabar com os produtos de carne vermelha.

Parte do problema, segundo Thorpe, é que o governo está dizendo aos norte-americanos que eles devem considerar a sustentabilidade da própria comida. E para alguns, isso significa menos carne e mais vegetais.

“Grãos deveriam ser o carro-chefe de uma dieta americana?”, indaga Thorpe. Ele diz que seria preciso um carrinho de mão cheio de espinafre para se conseguir a mesma quantidade de ferro que tem uma porção de bife. Ainda segundo o pecuarista, o ferro do bife e do espinafre são diferentes e o primeiro seria mais facilmente absorvível.

De acordo com um estudo de junho de 2014 publicado no periódico Climatic Change, o onívoro médio nos Estados Unidos é responsável por quase duas vezes a proporção de aquecimento global causado pelo ovolactovegetariano médio e quase três quando comparado ao vegetariano estrito médio.

A Universidade de Oxford dissecou a dieta de 60 mil indíviduos – 2 mil vegetarianos estridos, 15 mil ovolactos, 8 mil onívoros que comiam carne de peixe, e quase 30 mil onívoros “tradicionais” – e descobriu que a diferença da pegada de carbono é considerável. Segundo o estudo, tirar a carne do cardápio reduziria em 35% a pegada de carbono. Virando vegano, a pegada do onívoro seria reduzida em 60%.

Mas alguns dizem que isso não deveria estar em discussão. Outros, como Thorpe, afirmam que há grandes benefícios na carne.

Miriam Nelson, professora da Universidade de Tufts, afirma que o painel não está dizendo a todos os americanos para virarem veganos. “Nós estamos dizendo que as pessoas precisam comer menos carne. Precisamos começar a pensar no que é sustentável. (…) Outros países já começaram a fazer isso, a incluir a sustentabilidade em suas recomendações. Nós também devemos”.

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Você é o Repórter

Cão precisa de lar em São Paulo

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

Procura-se Cachorro

O cão da foto é Obama.

Ele tem pouco mais de um ano e foi resgatado por voluntárias do Projeto SalvaCão, em São Paulo.

Obama sofreu maus-tratos e diagnóstico de doença fatal.

Hoje está ótimo e saudável, em um hotel com outros animais, mas precisa de um lar.

Gosta muito de brincar de bolinha e receber carinho. Tem porte médio, pesa 18 quilos, está castrado, vacinado e vermifugado.

Contato: Projeto SalvaCão – queroadotar@projetosalvacao.org

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