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Mulheres posam nuas com seus cães para calendário em prol de instituições de caridade

As fotos trazem tutoras com seus cães. (Foto: Reprodução / Fortitude Press)
As fotos trazem tutoras com seus cães. (Foto: Reprodução / Fortitude Press)

O preconceito em relação a cães sem raça definida ainda é bem grande. Pensando nisso, uma comunidade resolveu se unir para tentar minimizar esse problema.

Amantes de cães Cockapoo, mistura das raças Poodle com Cocker Spaniel, decidiram fazer um calendário com fotos de tutoras aproveitando bons momentos com seus animais.

Porém, para chamar um pouco mais a atenção, as imagens trazem as tutoras nuas, mas em fotos de muito bom gosto.

As tutoras estão nuas e todos os cães do calendário são Cockapoos. (Foto: Reprodução / Fortitude Press)
As tutoras estão nuas e todos os cães do calendário são Cockapoos. (Foto: Reprodução / Fortitude Press)

A intenção da Comunidade Cockapoo, uma comunidade on-line de tutores de Cockapoo, é mudar a percepção negativa quem muita gente ainda tem de cães mestiços ou sem raça definida.

Toda a renda arrecada com a venda dos calendários será revertida para três instituições de caridade. Assim, foi fácil fazer as tutoras se despirem para fazer as fotos com seus cachorros domésticos.

De acordo com um porta-voz do grupo, os Cockapoos recebem as mais variadas críticas no mundo dos cães, tanto daqueles que prezam pelo pedigree quando da comunidade de resgate.

As imagens representam situações reais na vida das tutoras e dos cães. (Foto: Reprodução / Fortitude Press)
As imagens representam situações reais na vida das tutoras e dos cães. (Foto: Reprodução / Fortitude Press)

As instituições escolhidas para receber as doações arrecadadas com as vendas dos calendários foram: Make-a-wish Foundation UK, Give-a-Dog-A-Bone e The Doodle Trust.

O calendário terá sua renda revertida para três instituições de caridade. (Foto: Reprodução / Fortitude Press)
O calendário terá sua renda revertida para três instituições de caridade. (Foto: Reprodução / Fortitude Press)

Fonte: Portal do Dog

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Ucranianas protestam nuas pelo fechamento do zoológico de Kiev

Foto: Sergei Supinsky/AFP

Uma ativista ucraniana do movimento Femen, que prostestava de topless, foi presa nesta quinta-feira (27) por funcionários de um zoológico de Kiev, na capital da Ucrânia.

A manifestação era contra as condições de vida dos animais que vivem no zoo. Segundo elas, eles vivem de uma forma intolerável. As ativistas ainda relatam que centenas de animais raros, submetidos ao confinamento, já morerram por causa do frio, de fome ou com alguma doença.

O movimento Femen exige que as autoridades ucranianas fechem o local.

Fonte: Band 

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Modelo usa só tattoos em protesto contra uso de peles animais na Austrália

Uma ativista tatuada da Peta tirou a roupa em protesto contra o uso de peles de animais nesta terça-feira (24), em Sidney, na Austrália. No cartaz, está escrito: ‘Tinta, não marta’, em uma referência à pele do animal.

(Foto: AFP)
(Foto: AFP)

O objetivo do protesto foi chamar a atenção de consumidores para o tema, encorajando-os a não comprar roupas feitas de pele animal.

(Foto: AFP)
(Foto: AFP)

Fonte: G1

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Ativistas pintam corpo em defesa de animais exóticos

Ativistas do grupo Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais (Peta) pintaram o corpo com padrões semelhantes ao da pele de répteis e desfilaram seminuas por Londres, num protesto contra o uso de peles de animais exóticos. Elas carregavam cartazes com a frase “Não me mate pela minha pele”.

Foto: Andy Rain/ EFE
Foto: Andy Rain/ EFE

A Peta é conhecida por suas iniciativas ousadas de propaganda. Em setembro, o comercial da ONG com a atriz Pamela Anderson foi considerado forte demais para ser exibido nos Estados Unidos. O anúncio mostrava a atriz como uma operadora de raios X de aeroporto despindo os passageiros que tentavam embarcar com roupas feitas a partir de pele animal.

Foto: Andy Rain/ EFE
Foto: Andy Rain/ EFE

Em julho, modelos da edição americana da revista Playboy fizeram uma aparição usando biquínis que imitavam folhas de alface para participar de uma campanha pelo vegetarianismo diante do Congresso dos Estados Unidos. A iniciativa também foi da Peta.

Fonte: Estadão

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Colunistas, Desobediência Vegana

Pelado, mas o churrasco não pode faltar!

Para os que gostam de dizer que ser vegano é ser radical, vamos falar hoje sobre as conhecidas colônias de nudismo. Geralmente em praias ou lugares retirados, é comum as pessoas tirarem as roupas nestes locais e adotarem a coreografia da “nudez natural”.

Num livreto que recebi em minha casa sobre uma praia onde ser nu é natural, é um ato de liberdade, vemos de tudo, até o churrasco.

Artigos em que a nudez é retratada como uma forma de tornar natural para as crianças essa prática (novamente as crianças!!!), e que também pode ser vista como um ato libertador para as mulheres!

O vestir-se surgiu provavelmente por diversas necessidades de caráter psíquico, cultural e climático, e o curioso é que, se a prática de ser nu é tão natural, por que não pode ser implementada aqui, no nosso mundo real? Por que a humanidade mudou e com ela os seus costumes e relações com o outro. Ser nu em algumas tribos e em lugares quentes é natural para eles. Se queremos mudar as coisas, vamos por partes.

Quando adolescentes, a roupa é a principal forma de chamar a atenção. É nossa principal identidade. Nos vestimos com roupas bizarras e pintamos muito os olhos, tanto os meninos quanto meninas apostam no preto, como um símbolo da morte, talvez na ânsia de querer entender a vida. Hoje os emos, ontem os góticos (como eu mesma já fui). E dentro desses grupos, as lindas músicas, as posturas, as amizades exclusivas, o estar dentro de uma comunidade, e o melhor: ser diferente dos outros!

Conforme vamos amadurecendo (e alguns nunca amadurecem, como já pudemos notar), a roupa vai se tornando o que menos importa. Até nos importamos em não usar coisas de couro, por razões de princípios, mas o vestir-se já não é mais o principal. Nossa personalidade já está formada e dane-se o que estamos usando. Se precisamos usar terno para representar nossos interesses, vamos usar… Não vamos ficar preocupados com o que nossos amigos vão comentar lá no grupo dos “góticos que odeiam ternos…”.

O fato é que esta revista sobre nudismo, embora pareça ter as melhores intenções, mais parece um grupo de adolescentes que querem ser diferentes. Que adotam a “esquizofrenia moral”. Para um momento a liberdade, mas em outras coisas, o mesmo conservadorismo.

É só observar a clássica cena do churrasco, um boi inteiro no espeto… Nu, mas de sapato(?). Nu ainda, mas as mulheres em diversas situações aparecem de canga, mostrando que estar nu não é tão natural assim. E em tempos atrás, desconfianças de abuso contra crianças em uma dessas colônias…

A nudez a meu ver é muito bonita em protestos, pois é uma forma de denúncia e de chamar a atenção. Sou a favor da nudez nos protestos de libertação animal, na arte, no cinema etc. Mas a nudez hoje é isso: chamar a atenção. E, ao ver as cenas de churrascos e logo em seguidas as clássicas páginas de “combate à poluição”, de “salve a natureza”, de “o nudismo é fazer parte da natureza”, de “consumo sustentável” (o churrasco é sustentável?), fica bem evidente a esquizofrenia que comete as mesmas incoerências que vemos em todo o lugar.

Não tenho nada contra tirar a roupa. É ótimo. Mas fica a reflexão.

 

 

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