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Marinha recolhe fragmentos de óleo que ressurgiram em quatro estados

Foto: Reprodução/Marinha do Brasil

Fragmentos de óleo que reapareceram em quatro estados brasileiros foram recolhidos pela Marinha do Brasil na última terça-feira (30). No ano passado, mais de mil locais foram atingidos pelo óleo.

O crime ambiental, que levou à aparição de manchas de óleo a partir de 30 de agosto de 2019, afetou praias do nove estados do Nordeste, além do Espírito Santo e o Rio de Janeiro. Além de poluir a natureza, o óleo tirou a vida de inúmeros animais e causou problemas a tantos outros.

Na terça-feira, 3 kg de fragmentos de óleo foram retirados pela Marinha na praia de Tabatinga, no litoral Sul do Rio Grande do Norte. O Espírito Santo e outros estados nordestinos também registraram o retorno do óleo. A Marinha informou que não foram encontrados resquícios do material nos estados do Ceará, da Paraíba e de Pernambuco.

A Marinha enviou nota à imprensa na quarta-feira (1º) informando que foram coletadas 200 gramas na praia Lagoa do Pau, 150 gramas na Praia da Bica, e 10 gramas na Praia de Peroba, em Alagoas; 200 gramas na praia Jardim de Alah, na Bahia; e 54 gramas na Praia do Guriri, no Espírito Santo.

“As amostras dos fragmentos de óleo retiradas das praias estão sendo encaminhadas para análise do Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM). Até o momento, as amostras analisadas indicam ser o mesmo tipo de óleo que chegou à costa brasileira, em 2019”, diz o comunicado.


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Sobe para 779 número de locais afetados por óleo no Nordeste, ES e RJ

O Ibama registrou ainda o resgate de 143 animais oleados, sendo 98 tartarugas e 31 aves


O número de locais afetados por óleo no Nordeste, no Espírito Santo e no Rio de Janeiro subiu para 779, segundo levantamento divulgado na terça-feira (26) pelo Ibama. Pelo menos 124 municípios foram atingidos.

Mancha de óleo vista no litoral de Maragogi, em Pernambuco, no dia 17 de outubro (Foto: Diego Nigro/Reuters)

De acordo com o órgão ambiental, 23 locais ainda estão com manchas, outros 446 têm fragmentos e 310 já foram limpas. Em Alagoas, na Bahia, no Piauí e em Sergipe estão os pontos com mais de 10% de contaminação.

Pelo menos 33 dos locais que ainda têm óleo estão localizados na Área de Proteção Ambiental Costa dos Corais, maior unidade de conservação federal marinha costeira do Brasil, que abrange Pernambuco e Alagoas. As informações são do portal IstoÉ.

Entre os locais com óleo, há 214 pontos na Bahia, 60 em Sergipe, 50 em Alagoas, 21 em Pernambuco, 12 no Rio Grande do Norte, 83 no Espírito Santo, 7 no Ceará, 9 no Maranhão, 1 na Paraíba, 11 no Piauí e 1 no Rio de Janeiro.

O mapeamento usou um conceito de localidade, segundo o Ibama, que  “se restringe a uma área de 1 quilômetro ao longo da costa”. Sendo assim, há 10 localidades em uma praia que tem 10 km de extensão.

“Há 16 dias não são encontradas manchas de óleo no mar e, na última semana, 99% das ocorrências correspondem a vestígios de óleo nas praias atingidas”, afirma a Marinha em nota divulgada na segunda-feira (25).

O Ibama registrou ainda o resgate de 143 animais oleados, sendo 98 tartarugas e 31 aves. Em outubro, algumas dezenas de peixes mortos também foram encontrados na Praia do Janga, em Paulista (PE). Os animais estavam junto a uma grande mancha de óleo. A substância também já foi encontrada em regiões de corais.

Mariscos e peixes apresentaram ainda petróleo em seus organismos. De acordo com pesquisadores, o impacto ambiental do vazamento de óleo pode durar décadas.

O óleo foi visto pela primeira vez em Conde (PB), no dia 30 de agosto. Em Pernambuco, na Ilha de Itamaracá, a substância chegou quatro dias depois. A Bahia foi o nono e último estado do Nordeste a registrar a presença do óleo, em 1º de outubro. O petróleo surgiu no Espírito Santo em 7 de novembro e em 22 de novembro foi registrado no Rio de Janeiro.

Mais de 4,5 mil toneladas de petróleo e itens contaminados por óleo, como baldes e equipamentos de proteção, já foram retirados da natureza.


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Inpe vai investigar se manchas no litoral são óleo ou piche

Mais de 640 locais foram atingidos pelas manchas no Nordeste e no Sudeste


O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) vai investigar se as manchas encontradas no litoral do Nordeste e do Sudeste são óleo ou piche. Na segunda-feira (18), pesquisadores divulgaram, na sede do Inpe em São José dos Campos (SP), um estudo sobre o caso.

Mancha de óleo vista no litoral de Maragogi, em Pernambuco, no dia 17 de outubro (Foto: Diego Nigro/Reuters)

“As hipóteses científicas são: ele se transformou em pasta com o intemperismo ou foi lançado já como pasta. Esse estudo delimita as rotas e navios. O piche é transportado com um aquecimento para ser mantido na forma líquida e, se deu problema mecânico, pode ter soltado esse piche e ele endureceu no mar”, disse o oceanógrafo Ronald Buss de Souza, integrante do grupo. As informações são do G1.

Os cientistas explicaram que os navios transportadores de piche fazem a rota Espanha-Argentina e navegam por uma região em comum, nas proximidades da costa brasileira, com as embarcações que transportam petróleo da Venezuela para a África do Sul.

O ponto de hipótese da pesquisa é justamente o local onde os trajetos das embarcações se encontram.

“O navio Vital de Oliveira está no mar para prospectar essa área que listaram buscando amostrar em áreas prioritárias. A tese mais plausível é que um navio tanque tenha ejetado esse material para mar aberto. Quem fez isso não tinha ideia das consequências ambientais do que estava fazendo”, explicou o oceanógrafo.

É provável, segundo os pesquisadores, que o vazamento tenha ocorrido há cerca de três meses. O material não deve chegar ao litoral de São Paulo. “O óleo não vai mais chegar pela superfície. É como os coliformes fecais. Vamos ter que checar com micropartículas”, disse Ronald Buss de Souza.

Coordenador do grupo, o pesquisador Paulo Nobre explica que “o Inpe vai acolher os vários conhecimentos desses pesquisadores para que isso em conjunto nos permita responder. A prevenção é a melhor forma de recuperação”.

Até o momento, mais de 640 locais foram atingidos pelas manchas no Nordeste e no Sudeste. O último levantamento feito pelo Ibama apresenta dados obtidos até 17 de novembro.

A substância, que tem devastado o meio ambiente e tirado a vida de animais marinhos, foi identificada como petróleo cru e é a mesma em todos os locais.

Tamanbaba e Gramame, na cidade de Conde, e a Praia Bela, em Pitimbu – regiões localizadas na Paraíba – teriam sido os primeiros locais a serem atingidos pelas manchas em 30 de agosto. No entanto, investigações indicam a possibilidade de que a primeira mancha no oceano tenha aparecido em 29 de julho, a 733 km da costa paraibana.

Na sede do Inpe, o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTIC) anunciou, durante evento realizado nesta semana, que o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) ficará responsável por financiar pesquisas para minimizar os danos ambientais de áreas atingidas pelo óleo.


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Óleo volta a aparecer em seis estados nordestinos que já estavam limpos

A Paraíba é o único estado do Nordeste que não é atingida pelo óleo desde o final de outubro


Seis estados nordestinos que já haviam sido limpos voltaram a ter registros de óleo no litoral. Ceará, Rio Grande do Norte, Sergipe, Maranhão e Piauí ficaram apenas três dias sem o petróleo. Pernambuco, apenas um dia.

Simone Santos/ Projeto Praia Limpa/Imagem Ilustrativa

Além dos estados que novamente foram afetados, Bahia e Alagoas permanecem tendo registros do óleo diariamente. A Paraíba é o único estado do Nordeste que não é atingida pelo óleo desde o final de outubro. As informações são do jornal Extra.

Os dados são do Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA), formado pela Marinha do Brasil (MB), Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O grupo ficou responsável por apurar o caso e conter danos.

De acordo com o grupo, há locais nos quais vestígios do óleo estão sendo encontrados e ações de limpeza estão em andamento. São eles: Luís Correia, no Piauí; Japaratinga, Barra de São Miguel, Feliz Deserto e Piaçabuçu, em Alagoas; Prado, Conde, Canavieiras, Igrapiúna, Ilhéus, Itacaré, Maraú, Una e Uruçuca, na Bahia; Linhares, no Espírito Santo; Ilha de Poldros, no Maranhão; Fortim, no Ceará; Nisia Floresta e Tibau do Sul, no Rio Grande do Norte; Paulista, São José da Coroa Grande e Tamandaré, em Pernambuco; Aracaju e Estancia, em Sergipe.

Até o momento, o Ibama contabilizou 4,5 mil toneladas de resíduos de óleo retiradas das praias até a última quinta-feira (14). A contagem inclui, também, a areia, as lonas, os EPI e outros materiais usados nas operações de limpeza. O produto é descartado pelas Secretarias de Meio Ambiente dos Estados.

Cerca de 200 pessoas, incluindo servidores de 25 municípios costeiros, receberam capacitação oferecida pelo governo do Rio de Janeiro para conter uma possível chegada do óleo ao estado.

No Espírito Santo, a praia mais ao sul do estado atingida pelo óleo é Formosa, em Aracruz, segundo o Ibama. O local está a pouco menos de 200 km da divisa com o estado do Rio de Janeiro, que corre o risco de ser afetado pelo petróleo.


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Autoridades temem que óleo possa chegar ao RJ nos próximos dias

Diante deste cenário, um grupo de trabalho foi criado pelo governo do estado para monitorar a costa fluminense


As autoridades temem que o óleo que atingiu o Nordeste e sete praias do Espírito Santo chegue ao Rio de Janeiro nos próximos dias.

(Diego Nigro/Reuters)

O coordenador do Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélite (Lapis) da Universidade Federal de Alagoas, Humberto Barbosa, explicou que a direção e a intensidade das correntes marítimas e ventos na superfície do mar serão determinantes para levar o óleo até o Rio de Janeiro. As informações são do jornal Estadão.

Um grupo de trabalho foi criado pelo governo do Estado para monitorar a costa fluminense e obter uma resposta rápida caso o óleo chegue à região. Coordenado pela secretária estadual do Ambiente e Sustentabilidade, Ana Lúcia Santoro, o grupo é composto por técnicos da secretaria e do Instituto Estadual do Ambiente (Inea).

“Na última semana, o Inea realizou a capacitação de 80 pessoas, entre técnicos da Defesa Civil estadual, do Corpo de Bombeiros e do próprio órgão ambiental, além de militares do Exército para atuação em caso de surgimento de óleo na costa”, informou o Inea em nota. “O treinamento incluiu atividade prática na praia, onde o grupo simulou atendimento de emergência”, completou.

A capacitação dos 25 municípios costeiros do estado começou a ser feita pelo Inea na segunda-feira (11). O foco inicial será nos municípios do noroeste fluminense e na região dos lagos. Na próxima semana, serão atendidas as cidades do sul fluminense e da Região Metropolitana do Rio de Janeiro.


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Óleo encontrado no Espírito Santo é o mesmo que atingiu o Nordeste, diz Ibama

O Espírito Santo é o 10º estado brasileiro afetado pelas manchas de óleo


O Ibama confirmou que o óleo encontrado em três praias do Espírito Santo é o mesmo que atingiu o litoral do Nordeste. Até segunda-feira (11), haviam sido atingidas as localidades de Itaúnas e Bugia (Conceição da Barra), mangue de Mariricu, Barra Nova e Urussuquara (São Mateus), e Cacimbas (Linhares).

Foto: Divulgação/ Prefeitura de Conceição da Barra

Na praia de Guriri, em São Mateus, foram encontrados indícios leves do óleo – que serão submetidos à análise. A limpeza das praias está sendo realizada por militares da Marinha e do Exército. Os locais não foram interditados para banhistas.

De acordo com a Marinha, a presença de pequenas manchas de óleo diminuiu na segunda-feira (11), especialmente na cidade de Conceição da Barra.

Nas ações de limpeza, 400 kg de material, a maior parte constituída de areia, foram retirados das praias do estado.

O óleo chegou ao Nordeste no dia 30 de agosto, na Paraíba. O petróleo cru tem contaminado o ecossistema e afetado os animais marinhos. Muitos deles foram encontrados mortos.

Além do Espírito Santo, outros nove estados brasileiros foram atingidos pelo petróleo: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.


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Peixe coberto de óleo é encontrado morto em praia em Ilhéus (BA)

Uma tartaruga também foi encontrada morta, mas sem sinais de óleo pelo corpo


Um peixe coberto de óleo foi encontrado morto nesta quarta-feira (6) em Ilhéus, na Bahia. O animal, da espécie baiacu, estava na Praia do Cururupe, onde também foi encontrada uma tartaruga morta.

Foto: Reprodução/TV Santa Cruz

A tartaruga não tinha manchas de óleo pelo corpo. A causa da morte dos animais será investigada por uma equipe do Projeto (A)mar.

De acordo com o Projeto, 131 tartarugas já foram encontradas mortas no litoral sul da Bahia, entre os municípios de Maraú e Canavieiras. Oito baiacus também morreram na região. As informações são do G1.

O óleo chegou a Ilhéus em 25 de outubro. Na Bahia, 31 cidades já foram contaminadas pelo poluente, assim como o Parque Nacional de Abrolhos, que está com visitação suspensa até 14 de novembro por causa do petróleo encontrado na região. Mucuri foi a última cidade a ter registro das manchas. O município faz divisa com o Espírito Santo.

Quase um mês depois do óleo aparecer em estados do Nordeste, a substância chegou na Bahia. Diante da situação, o governo estadual decretou estado de emergência que envolve 21 municípios.


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Visitação a Abrolhos é suspensa por três dias após chegada de óleo

A suspensão foi determinada para minimizar danos à saúde dos turistas e não prejudicar as ações de prevenção, controle e remoção do óleo da região


Após a chegada de óleo no Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, a visitação ao local foi suspensa por três dias. A suspensão foi determinada no domingo (3) pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) para minimizar danos à saúde dos turistas e não prejudicar a prevenção, o controle e a remoção do óleo.

Foto: Marinha

Caso o óleo avance, a suspensão das visitas poderá durar mais dias. As informações são da revista Fórum.

O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, sobrevoou a região no domingo e afirmou ao jornal Folha de S. Paulo, em passagem a Porto Seguro (BA), que “não tem bola de cristal” para estimar o volume e a dinâmica do vazamento do óleo.

“É um óleo difícil, que vem a meia água. O radar não pega, o sonar não pega, o satélite não pega. A gente tem uma visualização dele quando chega na água. É difícil, a gente não tem uma bola de cristal em relação a isso”, respondeu Silva ao ser questionado sobre a possibilidade de novas manchas surgirem.

Mais de mil espécies de plantas e animais vivem no arquipélago de Abrolhos, assim como parte dos principais bancos de corais do Brasil. A região é, também, berçário das baleias-jubarte.


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Aplicativo é criado para reunir informações sobre vazamento de óleo em Pernambuco

O aplicativo recebeu o nome de “Mapa do óleo PE” e coleta dados sobre a situação de Pernambuco no que se refere ao derramamento de óleo que atingiu o Nordeste


Organizações não governamentais criaram um aplicativo para reunir informações sobre o vazamento de óleo em Pernambuco.

Foto: Reprodução/Jornal de Brasília

A chegada do óleo às praias nordestinas tirou a vida de dezenas de animais e colocou em risco a saúde da população local.

Denominado “Mapa do óleo PE”, o aplicativo foi criado para somar forças no combate à expansão do óleo por meio da da coleta de dados.

De acordo com os criadores do aplicativo, o objetivo é “unir informações referente ao desastre ambiental do derramamento de óleo em Pernambuco e utilizar tecnologia para ajudar nas ações de voluntários que querem ajudar”.


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Mais de 100 animais são afetados por óleo no Nordeste e 81 morrem

O óleo que atinge o Nordeste já afetou 107 animais e matou 81. Entre os mortos, 74 eram tartarugas marinhas.

Foto: Instituto Verdeluz

Os dados constam na decisão da Operação Mácula, do juiz Francisco Eduardo Farias, emitida na terça-feira (29), segundo informações do portal O Antagonista.

“A causa mortis provável da tartaruga marinha apontada no Laudo 2002/2019 foi a ‘sufocação mecânica direta em decorrência da massa pegajosa localizada na região orofaríngea’”, diz a decisão ao se referir a um dos casos registrados.

Parque Nacional de Abrolhos

Pequenas manchas de óleo foram registradas no Parque Nacional de Abrolhos neste sábado (2), na Bahia. O local é um dos principais berços de biodiversidade marinha do Atlântico Sul e a primeira unidade de conservação marinha do país.

Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, a substância foi encontrada na praia norte da Ilha de Santa Bárbara, uma das cinco ilhas do Arquipélago de Abrolhos.

A presença do óleo foi confirmada por uma nota assinada pela Marinha, pela ANP (Agência Nacional do Petróleo) e pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.

Óleo pode chegar a outros estados

O Instituto de Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) informou nesta sexta-feira (1º) que o óleo que atinge o Nordeste pode chegar aos estados do Espírito Santo e do Rio de Janeiro.

“A hipótese do Inpe é de que há óleo em oceano aberto e que pode chegar até a costa de outros estados do país, incluindo o sudeste”, disse o oceanógrafo Ronald Buss de Souza, durante entrevista coletiva. Souza é o líder do grupo de pesquisa sobre o assunto e vice-diretor interino do Inpe.

Um relatório sobre o caso foi entregue à Marinha na tarde de sexta-feira, de acordo com informações do Estadão.


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Óleo pode chegar ao Espírito Santo e ao Rio de Janeiro, alerta Inpe

O Instituto de Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) informou nesta sexta-feira (1º) que o óleo que atinge o Nordeste pode chegar aos estados do Espírito Santo e do Rio de Janeiro.

Foto: Itana Alencar/G1 BA

“A hipótese do Inpe é de que há óleo em oceano aberto e que pode chegar até a costa de outros estados do país, incluindo o sudeste”, disse o oceanógrafo Ronald Buss de Souza, durante entrevista coletiva. Souza é o líder do grupo de pesquisa sobre o assunto e vice-diretor interino do Inpe.

Um relatório sobre o caso foi entregue à Marinha na tarde de sexta-feira, segundo informações do Estadão.

O Inpe foi convidado pela Marinha a colaborar com as investigações sobre o vazamento de óleo apenas no último dia 25. O Instituto faz levantamentos sobre o tema através de uma tecnologia que estima por onde manchas de óleo podem estar se deslocando.

Um direcionamento específico do satélite CBERS será feito a partir de agora para que sejam obtidas imagens de alto-mar em áreas determinadas.

“O ponto é que existe mais óleo para vir e podemos mostrar onde está, antes que chegue às praias”, disse Souza.


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Polícia Federal aponta navio grego como suspeito de derramar óleo no Nordeste

O navio Bouboulina tem 276 metros de comprimento e pode transportar até 164 mil toneladas


Uma investigação da Polícia Federal concluiu que o navio mercante Bouboulina é o principal suspeito de derramar óleo no Nordeste. A embarcação, de bandeira grega, pertence à empresa Delta Tankers LTD.

Reprodução

A suspeita acerca do navio consta em uma decisão do juiz federal Francisco Eduardo Guimarães Farias, da 14ª Vara Federal em Natal.

O magistrado determinou que seja executada uma ação de busca e apreensão na empresa Witt O Brien’s e na Lachmann Agência Marítima, que atuou como agente marítimo da Delta Tankers no Brasil. As duas têm sede na região central da cidade do Rio de Janeiro. As informações são do jornal O Globo.

De acordo com documento da Marinha enviado à Polícia Federal, o navio grego ficou quatro dias detido nos Estados Unidos por “incorreções de procedimentos operacionais no sistema de separação de água e óleo descarga no mar”.

A PF informou que dois mandados de busca estão sendo cumpridos em sedes de representantes e contatos da empresa grega responsável pela embarcação. As ações estão sendo executadas nesta sexta-feira (1) no Rio de Janeiro.

Investigações concluíram que o navio atracou na Venezuela em 15 de julho e que o óleo teria sido derramado pela embarcação a 700 quilômetros da costa brasileira entre os dias 28 e 29 de julho.

Participaram das investigações uma empresa privada do ramo de geointeligência, a Marinha, o Ministério Público Federal, o Ibama, a Universidade Federal da Bahia (UFBA), a Universidade de Brasília (UnB) e Universidade Estadual do Ceará (UEC).

A embarcação foi construída em 2006 e o nome dado a ela é uma homenagem a Laskarina Bouboulina, uma heroína da Guerra da Independência Grega. Com 276 metros de comprimento, o navio pode transportar até 164 mil toneladas e seu porto fica na cidade de Pireu, ao lado de Atenas.

De acordo com sites especializados em rotas navais, a embarcação atracou na Cidade do Cabo, na África do Sul, vindo do Norte, e agora segue rumo ao Sul, em direção ao Cabo da Boa Esperança.


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