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Filhotes raros de cão-selvagem-africano fazem primeira aparição em reserva, na Inglaterra

Três ninhadas fortes e saudáveis de Mabecos, também conhecidos como cães-selvagens-africanos, fizeram sua primeira aparição pública na reserva de Port Lympne, na Inglaterra.

Os cães, que são geralmente encontrados no sul da África, estão ameaçados de extinção, com apenas 3 mil na selva. O nascimento das ninhadas, que ocorreu em novembro e dezembro de 2014, faz parte de um programa de procriação na reserva, para assegurar que os Mabecos conseguirão sobreviver no futuro.

Atualmente, a reserva possui 43 cães selvagens, sivididos em 5 grupos.

Quando adultos, chegam ao tamanho de um cachorro de porte médio e caçam em grupo.

Antes abundantes em toda África, seus números vêm caindo drasticamente, com as principais causas sendo a fragmentação do habitat e a contração de doenças através do contato com animais.

Foto: Reprodução
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Fonte: Portal do Dog

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Campanha de castração de animais da "Millan Foundation"

Em julho de 2010, a “Millan Foundation” lançou uma campanha visando a sensibilização da comunidade de língua espanhola sobre a importância da castração de animais de estimação. Este emocionante vídeo – muito bem produzido -, narra de forma única o que um animal passa quando sujeito ao abandono devido uma ninhada indesejada.

Do desespero para sobreviver, aos dias frios de solidão e medo, os animais são representados por um simples objeto, criando uma narrativa visual de fácil compreensão até mesmo para as crianças.

Este é um vídeo que deve ser compartilhado e repassado para a conscientização sobre a importância da castração.

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Você é o Repórter

Quatro filhotes de gatos aguardam adoção em SP

Marisa Cortezze Lopes
marisadog@globo.com

Esta ninhada nasceu em sete de outubro de 2010.  São 03 Fêmeas e 01 macho. Já estão vermifugados. A castração está marcada para o dia 8 de dezembro.

Contatos
Marisa: (11) 2605-3944 / 7346-6463
Sueli (11) 2604-4405 / 9550-2534

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Notícias

Cadela cocker spaniel surpreende por chegar aos 20 anos

O amor incondicional entre o funcionário público Edmilton Vidal, 29 anos, e a cocker spaniel Fifi dura quase duas décadas. Quando a pequena cadela de pelo cor-de-caramelo entrou na vida do menino de 10 anos, nem mesmo Edmilton imaginava o quanto viria a durar a amizade. Sem ter certeza da data exata de nascimento de Fifi, ele batizou a nova amiga no dia do Natal. Em 25 de dezembro de 2009, a cadelinha completou 20 anos — tempo de vida raramente atingido por cães de porte médio. Como a idade dos cachorros representa sete vezes a do ser humano, Fifi tem pouco mais de 100 anos. Entre os itens da receita de longevidade da cocker, está o carinho do tutor.

Foto: Edilson Rodrigues
Foto: Edilson Rodrigues

Fifi é o terceiro cachorro de Edmilton. Amante de bichos desde criança, ele presenciou o atropelamento de um dos seus cães e o roubo de outro. Superado o trauma, insistiu com o pai por um novo animal de estimação. Foi quando uma amiga da família ofereceu uma cocker spaniel já com 1 ano. A antiga tutora morava em um apartamento considerado pequeno para toda a energia da cadelinha. O quintal da QI 29 do Lago Sul, onde Edmilton morava, transformou-se no lar ideal para a pequena Fifi. Ele lembra com carinho o fim de semana em que o pai chegou em casa com a cadela. Foi amor à primeira vista.

Ao longo dos últimos anos, Edmilton dedicou tempo, carinho e dinheiro a Fifi. Ainda na infância, os dois se tornaram cúmplices: como não gostava de estudar, deitava-se na rede da varanda com Fifi no colo. Quando o pai chegava em casa, a cadela latia de felicidade e, então, Ed acordava e fingia que havia estudado a tarde toda. O tutor garante que a cachorrinha tem um excelente poder de comunicação. “Um dia colocamos um portão para cercar a piscina. Quando estava com sede, ela latia para mim e corria para a piscina, pedindo para eu abrir o portãozinho. Depois que percebi, olhei o potinho de água dela e estava vazio. Ela entende as coisas”, contou.

Afeto e bom trato

Edmilton lista alguns fatores que tornaram Fifi uma cachorrinha saudável por tanto tempo: genética boa, alimentação diversificada e muito carinho. “Eu falo ‘eu te amo’ para ela todos os dias. Ela tem uma vontade de viver muito grande”, contou. Fifi come tudo do bom e do melhor: frutas, legumes, etc. O tutor garante que ela nunca teve complicações de saúde e não passou por cirurgias de risco. Além disso, a cocker sempre usou e abusou do amplo espaço para brincadeiras. “O terreno é dela”, brincou Vivian Priscila Alves Mizuno, 28, a veterinária de Fifi e amiga de Edmilton.

Foto: Edilson Rodrigues
Foto: Edilson Rodrigues

A cadelinha criou três ninhadas ao longo da vida. Contrário à comercialização de animais, Edmilton doou todos os filhotes — nove, no total. Para adotar um bichinho, a família interessada tinha de conquistar, antes de qualquer um, Edmilton. Ele até pensou em ficar com um dos filhotes da segunda ninhada. Um dia, porém, todos os cinco recém-nascidos e Fifi caíram na piscina da casa do Lago Sul. A cocker teve dificuldades de sair da água e foi socorrida às pressas pelo caseiro. Os filhotes não tiveram a mesma sorte e morreram afogados. “A partir dali, decidi dedicar todo o meu carinho apenas à Fifi”, explica. Em dias de calor, ele a deitava na escada da piscina para se refrescar. Mas, a partir do acidente, as piscinas passaram a ser cercadas.

Foto: Edilson Rodrigues
Foto: Edilson Rodrigues

O gosto de Edmilton pelo meio ambiente é herança do pai. Hoje, os dois dividem um terreno em um condomínio no Lago Sul rodeado de cerrado nativo. Fifi tem liberdade para fazer o que quiser. Mas sempre escolhe os mesmos lugares no terreno de 3 mil m²: embaixo das plantas do jardim, na garagem ou na pedra da escada da casa. Em dias frios, protege-se em um quarto vazio. Acostumado com a animação da cadela durante toda a vida, o tutor se entristece ao perceber que Fifi não tem mais aquele pique de antigamente. “Estou ficando melancólico. Olho para a sessão de animais no supermercado e bate um aperto no peito. Estou tentando me preparar para a morte dela”, admitiu.

Sinais da idade

Há quatro anos, Fifi começou a desenvolver algumas doenças. Perdeu, aos poucos, a audição. E, logo em seguida, a visão. Hoje, ela prefere não se aventurar em lugares desconhecidos. Para tê-la por perto, Edmilton tem de conquistá-la com um ossinho ou com muitos assobios e palmas. Ainda assim, ela o acompanha em todo o quintal quando ele trabalha com a obra do terreno. Obediente, não fica muito tempo dentro de casa. “Nunca a adestrei assim. Acho que nos entendemos”, resumiu.

A veterinária Vivian é amiga dos dois há 15 anos. “Eles convivem tanto que têm a personalidade parecida. Gostam tanto um do outro que ela vive no pé dele, mesmo quando a casa está cheia de visitas”, contou Vivian. Segundo ela, cachorros pequenos vivem mais de 15 anos. Mas, conforme aumenta o porte do animal, menor é a expectativa de vida. Entre as doenças mais comuns da velhice, Vivian cita o diabetes, o peso excessivo, a surdez e o câncer. Segundo ela, o câncer é o que mais mata, seguido do diabetes. “Fifi está saudável”, garante. Com o pelo curto, é possível ver apenas algumas verruguinhas na pele, consideradas normais por especialistas.

O matemático Edmilton nunca economizou cuidados com Fifi. Solteiro, cuida dela como se fosse uma filha, mesmo deixando-a no quintal durante todo o dia. Dependendo da hora em que chega em casa, ela já está dormindo. Mas, quando bate a saudade de Fifi, ele aproveita a noite para fazê-la dormir com afagos atrás da orelha. Edmilton acredita que terá outros cachorros depois que Fifi morrer. Mas ele não tem pressa. “Primeiro tenho que tentar superar a morte dela. Então, quem sabe uns dois, três anos depois, eu não pegue outro cachorro?”.

O mais velho do mundo

Segundo o Guinness — Livro dos recordes, o cão mais velho do mundo era uma dachshund chamada Chanel, de 21 anos. Ela morreu em setembro do ano passado. Os tutores contam que a morte foi por causas naturais, no subúrbio de Port Jefferson Station, em Long Island, EUA. Chanel sofria de catarata, usou óculos especiais nos últimos anos e sempre estava vestida, porque era muito sensível ao frio. Denice Shaughnessy adotou Chanel com seis semanas de vida enquanto trabalhava no exército, em Newport News, no estado da Virgínia. Chanel morou nove anos na Alemanha. Ela gostava de roubar guloseimas da cozinha e escondê-las no sofá da sala e era fanática por chocolate, segundo a tutora.

Fonte: Correio Braziliense

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Animais são abandonados em terreno baldio em Pelotas, RS

Foram cerca de 20 cachorros abandonados em apenas um mês. Cadelas com crias, ninhadas inteiras com poucos dias de vida, são deixadas em um terreno baldio localizado na avenida Ferreira Viana, próximo à rótula que dá acesso ao Laranjal.

Quem conta é uma moradora do bairro Areal, que diz presenciar rotineiramente o descaso da população, já acostumada a usar o lugar como depósito de entulhos e cemitério de animais. “A gente vê carros e charretes passando ali e jogando lixo, animais mortos, e agora estão deixando animais vivos também”.

Depois de entrar em contato com o Centro de Controle de Zoonoses e receber a resposta de que a Prefeitura não pode recolher os animais porque o Canil Municipal está lotado, a moradora alimenta os filhotes e procura articular adoções.

“Mesmo as ONGs (organizações não governamentais) de apoio aos animais estão sem capacidade para receber mais cães”, diz criticando a resistência dos tutores em fazer a castração dos mascotes. “É a única forma de fazer com que esse problema não aumente ainda mais”, explica.

Cada vez mais cães abandonados

A moradora percebeu o abandono de animais se intensificando no local há cerca de três semanas, quando encontrou uma cadela com sete filhotes. “Como eles eram bonitos e estavam saudáveis, consegui que cinco fossem adotados rapidamente. Os outros dois que ficaram eu acho que alguém que passou na estrada levou. Achei que o problema estava resolvido”.

Uma semana depois, no entanto, outros cinco filhotes apareceram. Um deles morreu por feridas ocasionadas por parasitas e outro foi encontrado atropelado em uma das vezes que voltou ao terreno para alimentar os cães. Poucos dias depois, mais sete cachorros foram abandonados.

“As pessoas deixam gatos também, mas principalmente cadelas, que em geral são mais rejeitadas.

Fonte: Pelotas Mais

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Você é o Repórter

A terrível realidade das fazendas de extração de pele

Ricardo Alves
ricardo.asilva83@hotmail.com

Ao entrarem disfarçados nas fazendas de peles chinesas, investigadores descobriram que muitos animais ainda estão vivos e lutando desesperadamente enquanto os funcionários os arremessam de costas no chão ou os penduram pelas pernas ou caudas para esfolá-los. Quando os trabalhadores dessas fazendas começam a cortar a pele e os pelos da perna de um animal, este se contorce e chuta com os membros. Os funcionários pisam nos pescoços e cabeças de animais que se debatem fortemente para permitir um corte limpo.

Quando a pele é finalmente arrancada por sobre as cabeças dos animais, seus corpos pelados e ensanguentados são descartados em uma pilha sobre aqueles que vieram antes deles. Alguns ainda estão vivos, respirando em difíceis suspiros e piscando lentamente. Os corações de alguns desses animais ainda batem por cinco a dez minutos depois que sua pele é arrancada. Um dos investigadores gravou, em um monte de carcaças, um guaxinim esfolado que teve força suficiente para erguer sua cabeça ensanguentada e olhar direto para a câmera.

Antes de serem esfolados vivos, os animais são retirados de suas gaiolas e arremessados ao chão; os funcionários os golpeiam com bastões de metal ou os lançam com força em superfícies duras, quebrando ossos e causando convulsões, mas nem sempre sobrevém a morte imediata. Os animais assistem, impotentes, enquanto a fila avança, os funcionários avançando sobre os próximos.

Bastidores

Os investigadores disfarçados da Swiss Animal Protection/EAST International viajaram por fazendas de peles da província chinesa de Hebei e rapidamente ficou claro por que a visita de forasteiros é proibida. Não há legislação regulamentando as fazendas de peles na China – os proprietários podem abrigar e abater tantos animais quantos quiserem. Os investigadores descobriram horrores que ultrapassam seus piores pensamentos, e concluíram: “As condições das fazendas de peles chinesas zombam dos mais elementares padrões de bem-estar animal. Em sua vida e em sua indescritível morte, foram negados até os mais simples atos de bondade a estes animais”.

Inferno em vida

Nessas fazendas, raposas, minks, coelhos e outros animais marcham e tremem em gaiolas, expostos a chuva, noites congelantes e, outras vezes, ao sol abrasador. As mães, que enlouquecem devido ao tratamento brutal e ao confinamento intenso e não têm onde se abrigar ao dar à luz, muitas vezes matam seus filhotes depois de ter suas ninhadas.

Há um esqueleto no seu guarda-roupa?

A globalização do mercado de peles tornou impossível saber de onde vêm produtos feitos com essa matéria-prima. A China provê mais da metade das peças de vestuário prontas feitas de peles que são importadas pelos Estados Unidos. Mesmo se a etiqueta de uma peça de pele informa que esta foi fabricada em um país europeu, os animais foram provavelmente criados e abatidos em outro lugar – possivelmente em uma fazenda de peles irregular na China.

A única maneira de evitar esta inimaginável crueldade é nunca usar pele alguma. Assine hoje o compromisso PETA de ser livre de peles!

NOTA: Nesta postagem faltam links, imagens e o principal, que é o vídeo. Para ter noção, acesse o link a seguir, onde o texto foi publicado:

http://planetavegetariano.blogspot.com/2009/09/uma-visao-chocante-do-interior-das.html

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