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Atirador da Flórida tem histórico de maus-tratos a animais

Reprodução: Instagram

Nesta semana, Nikolas Cruz de 19 anos foi acusado de atirar em 17 pessoas na escola Marjory Stoneman Douglas, Florida. Vários outros alunos ficaram feridos.

De acordo com relatos, Cruz torturava, matava animais e ainda publicava fotos nas redes sociais. Dentre eles estavam sapos e galinhas. De acordo com a CNN, a conta do Instagram do atirador era perturbadora, com diversas fotografias de facas e armas de fogo. Pouco após o crime, ela foi bloqueada.

De acordo com Stephanie Bell, diretora sênior dos Estudos de Caso de Crueldade da PETA (People for the Ethical Treatment of Animals), isso não foi um surpresa, uma vez que até mesmo o FBI já reconhece que jovens que apresentam comportamentos de maus-tratos aos animais têm grandes chances de serem assassinos em série. “É um comportamento de aviso de que mais violência está por vir”. Outras descrições confirmaram que o ex-aluno da escola era, desde cedo, problemático. Seu fascínio por armas já havia sido observado por outros professores.

Para Bell, a melhor forma de prevenção dessas situações é a aplicação rigorosa das penalidades cabíveis nos casos de crueldade aos animais. Ela também ressalta a importância de denunciar casos de violência animal que qualquer cidadão testemunhar.

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