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Publicitários fazem sessão de fotos de cães e gatos do Neafa em campanha de Natal

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No início do mês de dezembro, os publicitários Max Henrique, Áurea Cavalcante e Ananda Acioli realizaram uma sessão de fotos dos cães e gatos do Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (NEAFA) para a campanha de Natal. A ideia surgiu quando ainda eram estudantes e eles decidiram colocar o projeto em prática para com isso ajudar os animais a ganharem novas famílias.

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Os publicitários montaram um estúdio improvisado na ONG e iniciaram as atividades fotografando alguns gatos filhotes, e logo em seguida produziram os cães adultos para torná-los ainda mais atraentes e assim conseguir doá-los as pessoas. Todo trabalho foi feito de maneira voluntária, cheia de paciência e muito amor em prol dos animais domésticos.

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De acordo com a coordenadora do NEAFA, Pallova Costa, essa campanha foi feita com muito carinho pelos jovens publicitários. “Só tenho a agradecer por terem escolhido os animais domiciliados na sede da ONG para a sessão de fotos. Ela ficou bem caprichada. O resultado ficou lindo e todos os animais ficaram ainda mais encantadores”, disse.

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As imagens já estão sendo divulgadas na fan page do NEAFA que tem quase 50 mil seguidores e as pessoas estão curtindo bastante. A ONG espera com essa divulgação sensibilizar as pessoas para a adoção de animais sem raça definida e adultos.

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Para o Max Henrique, um dos idealizadores da campanha, a ideia surgiu quando ele notou algumas pessoas pareciam não enxergavam os animais abandonados como animais domésticos. “A ideia era mostrar a todos, e principalmente a essas pessoas que todos os cães e gatos, incluindo os adultos, podem ser adotados e que eles podem dar o mesmo amor que um cão comprado em uma pet shop”, explicou.

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Max convidou mais duas colegas de profissão e elas tinham a mesma ideia de ajudar, daí elas toparam. “A gente planejou por um bom tempo até concretizar o projeto que se transformou nessa bela campanha natalina. Todos gostaram do resultado. Deu trabalho, mas valeu a pena”, finalizou.

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Fonte: TNH 1

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ONG Neafa faz parceria com protetores independentes e castra animais abandonados em Murici (AL)

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Nesse fim de semana, o Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (NEAFA), em parceria com protetoras independentes de Murici (AL), realizou um mutirão de castração de cães e gatos em situação de rua e de pessoas do município na Escola Municipal de Ensino Fundamental Pedro Tenório Raposo.

Na ocasião, foram castrados 26 animais da cidade. A movimentação foi grande durante a ação solidária que esteve como idealizadora Claudinete Alves, jovem que percebeu a necessidade da realização deste mutirão dado o grande número de animais abandonados na cidade. “Procuramos o NEAFA por entendermos ser uma ONG responsável que há anos realiza o mutirão de castrações em Maceió”, disse Alves.

De acordo com a coordenadora da ONG, Pallova Costa, foi uma ação importantíssima porque colaborou com o controle populacional dos animais da região e minimizou o abandono, bem como zoonoses. Iremos dar continuidade a esse projeto junto a diversos municípios alagoanos”, revelou Costa.

Os veterinários que participaram da ação foram: Lysanne Medeiros, Ximenes Marques, Ana Cláudia e Renata Calheiros. Eles tiveram como auxiliares Mônica Oliveira e Matheus. Os agradecimentos do NEAFA se estendem aos voluntários participantes e aos apoiadores que tornaram essa ação possível.

Fonte: Tribuna Hoje

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Neafa cobrava R$ 40 por enterro de animais em cemitério clandestino

Funcionário do Neafa é suspeito de envenenar cães (Foto: Paula Nunes/G1)
Funcionário do Neafa é suspeito de envenenar
cães (Foto: Paula Nunes/G1)

A Polícia Civil de Alagoas informou, nesta terça-feira (29), que administradores do Núcleo de Educação Ambiental São Francisco de Assis (Neafa), em Maceió, cobravam R$ 40 para enterrar animais em cemitério clandestino da ONG.

A informação foi de testemunhas, que em depoimento à polícia, disseram ainda à polícia que se os funcionários do Neafa denunciassem as mortes induzidas irregulares, eles seriam demitidos.

O envenenamento dos cães do Neafa foi descoberto na manhã do dia 25 de dezembro de 2014. Oito animais morreram no mesmo dia, outros três, no dia seguinte, e o último morreu semanas depois. Ao falar com a reportagem do G1, o advogado dos indiciados, Cláudio Vieira, disse que vai aguardar o pronunciamento da Justiça sobre o caso para só depois apresentar defesa.

No começo do mês, a delegada Talita de Aquino Pereira, do 25º Distrito Policial (25º DP), indiciou dois funcionários e a ONG, representada por dois representantes legais, pelo envenenamento de 30 cães e a morte 12 animais em dezembro do ano passado.

Foram indiciados os administradores Pallova Welmanny Mendes da Costa e Ervivaldo Emídio da Silva, o fundador Ismar Malta Gatto e Davi Nogueira Gatto.

Inquérito

De acordo com as investigações, o Neafa não possui autorização ambiental para manter um cemitério de animais em sua sede e, portanto, violou as normas de proteção ao meio ambiente.

A polícia ainda disse que Pallova, Silva e Malta tinham consciência do delito, assim como os demais funcionários. Ao testemunharem, todos admitiram a existência do cemitério, em área urbanizada e residencial, o que configuraria em crime de perigo abstrato para a saúde pública e o meio ambiente.

A delegada salienta que o crime ocorreu em dezembro de 2014, e foi inicialmente investigado pelo delegado Gustavo Pires, mas os laudos toxicológicos providenciados pela ONG para identificar o tipo de substância utilizada para envenenar os cães só foram entregues à Polícia Civil no mês de julho deste ano.

No inquérito policial que foi encaminhado à Justiça, além do depoimento de funcionários da instituição, e vizinhos do local, consta também a Lei de Crimes Ambientais, onde os maus-tratos contra animais estabelece uma causa que aumenta a pena criminal, caso ocorra morte do animal.

Através da conclusão do inquérito, os documentos sobre os procedimentos realizados foram encaminhados à Justiça, juntamente com as qualificações, depoimentos e interrogatórios dos indiciados, e das testemunhas.

Em fevereiro deste ano, o Ministério Público Estadual (MP-AL) já havia apontado Silva como responsável pelo crime. Na época a assessoria de comunicação do Neafa negou que o funcionário estivesse envolvido.

Fonte: G1

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Polícia Civil indicia quatro suspeitos pela morte de cães no Neafa

Funcionário do Neafa é suspeito de envenenar cães (Foto: Paula Nunes/G1)
Funcionário do Neafa é suspeito de envenenar
cães (Foto: Paula Nunes/G1)

A Polícia Civil de Alagoas informou, nesta terça-feira (29), que indiciou quatro funcionários do Núcleo de Educação Ambiental São Francisco de Assis (Neafa) pelo envenenamento de 30 cães e a morte 12 animais em dezembro do ano passado. O advogado do grupo disse que vai aguardar o pronunciamento da Justiça para apresentar defesa.

Foram indiciados os administradores Pallova Welmanny Mendes da Costa e Ervivaldo Emídio da Silva, o fundador Ismar Malta Gatto e o representante legal da ONG, Davi Nogueira Gatto.

Segundo a polícia, o inquérito concluído pela delegada Talita de Aquino Pereira, do 25º Distrito Policial (25º DP), aponta que o delito foi cometido por funcionários da ONG, que fica localizada no bairro do Farol.

De acordo com a polícia, testemunhas relataram em depoimento que quando Pallova e Silva administravam o Neafa, os animais falecidos eram enterrados no terreno ao lado da ONG e que eles cobravam cerca de R$ 40 aos donos dos animais para o procedimento.

Testemunhas teriam dito ainda que se os funcionários do Neafa denunciassem as mortes induzidas irregulares, eles seriam demitidos.

Ao falar com a reportagem do G1 o advogado dos indiciados, Cláudio Vieira, disse que vai aguardar o pronunciamento da Justiça sobre o caso para só depois apresentar defesa.

Inquérito

De acordo com as investigações, o Neafa não possui autorização ambiental para manter um cemitério de animais em sua sede e, portanto, violou as normas de proteção ao meio ambiente.

A polícia ainda disse que Pallova, Silva e Malta tinham consciência do delito, assim como os demais funcionários. Ao testemunharem, todos admitiram a existência do cemitério ilegal, em área urbanizada e residencial, o que configuraria em crime de perigo abstrato para a saúde pública e o meio ambiente.

A delegada salienta que o crime ocorreu em dezembro de 2014, e foi inicialmente investigado pelo delegado Gustavo Pires, mas os laudos toxicológicos providenciados pela ONG para identificar o tipo de substância utilizada para envenenar os cães só foram entregues à Polícia Civil no mês de julho deste ano.

No inquérito policial que foi encaminhado à Justiça, além do depoimento de funcionários da instituição, e vizinhos do local, consta também a Lei de Crimes Ambientais, onde os maus-tratos contra animais estabelece uma causa que aumenta a pena criminal, caso ocorra morte do animal.

Através da conclusão do inquérito, os documentos sobre os procedimentos realizados foram encaminhados à Justiça, juntamente com as qualificações, depoimentos e interrogatórios dos indiciados, e das testemunhas.

Em fevereiro deste ano o Ministério Público Estadual (MP-AL) já havia apontado Silva como o responsável pelo crime.

Na época a assessoria de comunicação do Neafa negou que o funcionário estivesse envolvido no crime. Ainda segundo a assessoria, não existe nenhuma linha de investigação que aponte o administrador como responsável pelo envenenamento.

Entenda o caso

O envenenamento dos cães do Neafa foi descoberto na manhã do dia 25 de dezembro. Oito animais morreram no mesmo dia, outros três, no dia seguinte, e o último morreu semanas depois.

Todos os animais que apresentaram problemas de saúde estavam no mesmo canil onde foram achados, segundo os veterinários do Neafa, vestígios de alimento envenenado.

A equipe de voluntários, que montou uma força-tarefa para tratar os animais, acredita que o veneno foi lançado por cima de muro que fica trás da sede.

Fonte: G1

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Neafa garante que provará inocência de diretores indiciados por delegada

Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa). Foto: Divulgação
Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa). Foto: Divulgação

Em nota, o Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (NEAFA) garante que vai provar o envenenamento de animais que estavam abrigados em sua sede não foi responsabilidade de seus diretores. A ONG também afirmou que se manteve em silêncio para não atrapalhar a ação dos órgãos de investigação do caso.Quatro diretores foram indiciados pela delegada Talita de Aquino, cujo inquérito foi encaminhado à Justiça no último dia 31 de agosto.

O Neafa também defendeu que o inquérito não significa prova e que “reflete apenas uma conclusão unilateral, uma vez que os indiciados ainda não tiveram ainda a oportunidade de defesa. Agora, diante da Justiça alagoana”.

Até mesmo a quantidade de animais envenenados é questionada pela ONG. Segunda ela, foram alguns e não dezenas, “como se propala maldosamente”.

Os quatro diretores do Neafa apontados pela Polícia Civil como responsáveis pelos envenamentos de 12 cães em dezembro de 2014 são: Erivaldo Emídio da Silva, gerente do Neafa, e Pallova Weumanny Mendes da Costa, tesoureira da ONG, pelo crime de maus-tratos. o fundador e curador Ismar Malta Gatto e seu filho, Davi Nogueira Gatto, foram indiciados pelo crime de Perigo Abstrato para a Saúde Pública e o Meio Ambiente, por causa da manutenção do cemitério clandestino na casa onde funciona a organização.

Leia abaixo a íntegra na nota do Neafa

NOTA SOBRE AS RECENTES PUBLICAÇÕES RELACIONADAS A CONDUTA DO NEAFA

O Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (NEAFA), para desespero de alguns mal-intencionados, vem mantendo silêncio a respeito das injustas acusações de pessoas inescrupulosas, que têm tentado, graças a Deus sem sucesso, desqualificar o contínuo labor da Instituição que trabalha em favor da causa animal no Estado de Alagoas. O silêncio tem sido estratégico. Cumpria não atrapalhar o trabalho dos órgãos competentes, bem como saber a extensão da maledicência. Pacientemente aguardamos o esgotamento do veneno destilado pelos difamadores. Agora que a investigação policial foi encerrada, e o Inquérito encaminhado ao Ministério Público, a Justiça, finalmente iniciar-se-á a fase do contraditório, quando o NEAFA provará, e disso não temos dúvidas, que o envenenamento de alguns animais – não foram dezenas como se propala maldosamente – não foi produzido por seus gestores, sempre prontos a dedicar os melhores cuidados aos caninos e felinos que estão sob sua guarda. Uma palavra final: o inquérito é uma peça pré-processual, que não condena nem absolve ninguém. Não tem caráter definitivo, portanto. Reflete apenas uma conclusão unilateral, uma vez que os indiciados ainda não tiveram ainda a oportunidade de defesa. Agora, diante da Justiça alagoana, o NEAFA apresentará as suas provas de que os animais envenenados foram vítimas de terceiros, até então desconhecidos, e que o subsolo de seu terreno não sofreu qualquer contaminação poluente. Ademais, mais uma vez ficará acessível o que é sabido por todos: o NEAFA é uma instituição privada, sem fins lucrativos, e não recebe qualquer ajuda financeira de órgãos públicos, sendo mantida pelo conhecido médico, o Dr. Ismar Malta Gatto. Ele que generosamente tem lutado para a continuidade do projeto juntamente com sua família e o apoio de doadores privados e espontâneos.

Equipe Neafa

O caso
Em dezembro de 2014, 12 cães foram encontrados mortos por envenenamento dentro da casa onde funciona o Neafa. À época, a assessoria de comunicação da ONG alegou que pedaços de carne estragados teriam sido atirados de fora para dentro do imóvel, contaminando mais de 70 cães e gatos que estavam sob os cuidados da instituição.

Em fevereiro deste ano, uma coletiva foi convocada pelo Neafa, onde um advogado e uma médica veterinária negaram a realização de qualquer ação de maus-tratos com os animais. O motivo da entrevista coletiva foi a denúncia de uma ex-funcionária sobre esse tipo de prática dentro da ONG.

No dia 8 de agosto, ficou constatada, segundo a PC, a existência de um cemitério de animais clandestino dentro do imóvel onde funciona o Neafa. “Por meio da análise detalhada de ossos e até mesmo carcaças inteiras, algumas ainda apresentando couro e pelo, a perita identificou que se tratavam de cães e gatos que vinham sendo enterrados há muito tempo no local de forma irregular”, diz um texto divulgado pela PC.

Fonte: Tribuna Independente.

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Polícia indicia diretores do Neafa por envenenamento de cães

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A Polícia Civil (PC) de Alagoas indiciou quatro gestores do Núcleo de Educação Ambiental São Francisco de Assis (Neafa), localizado no bairro do Farol, em Maceió, pela morte de 12 cães por envenenamento em dezembro de 2014.

Erivaldo Emídio da Silva, gerente do Neafa, e Pallova Weumanny Mendes da Costa, tesoureira da ONG, foram indiciados pelo crime de maus tratos. O fundador e curador Ismar Malta Gatto e seu filho, Davi Nogueira Gatto, foram indiciados pelo crime de Perigo Abstrato para a Saúde Pública e o Meio Ambiente, por causa da manutenção do cemitério clandestino na casa onde funciona a organização.

O inquérito foi concluído pela delegada Talita de Aquino e foi entregue à Justiça na segunda-feira (31/8). A equipe da Tribuna Independente tentou entrar em contato com o Neafa, mas ninguém atendeu os telefonemas.

O caso
Em dezembro de 2014, 12 cães foram encontrados mortos por envenenamento dentro da casa onde funciona o Neafa. À época, a assessoria de comunicação da ONG alegou que pedaços de carne estragados teriam sido atirados de fora para dentro do imóvel, contaminando mais de 70 cães e gatos que estavam sob os cuidados da instituição.
Em fevereiro deste ano, uma coletiva foi convocada pelo Neafa, onde um advogado e uma médica veterinária negaram a realização de qualquer ação de maus tratos com os animais. O motivo da entrevista coletiva foi a denúncia de uma ex-funcionária sobre esse tipo de prática dentro da ONG.

No dia 8 de agosto, ficou constatada, segundo a PC, a existência de um cemitério de animais clandestino dentro do imóvel onde funciona o Neafa. “Por meio da análise detalhada de ossos e até mesmo carcaças inteiras, algumas ainda apresentando couro e pelo, a perita identificou que se tratavam de cães e gatos que vinham sendo enterrados há muito tempo no local de forma irregular”, diz um texto divulgado pela PC.

Fonte: Tribuna Independente.

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CPI de maus-tratos a animais convocará gestores do Neafa

Gilmar é um dos cães que sobreviveram ao envenenamento no Neafa
Gilmar é um dos cães que sobreviveram ao envenenamento no Neafa

O fundador-curador e um gestor informal do Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa) serão convocados a depor na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga maus-tratos contra animais no Congresso Nacional, em Brasília-DF. O requerimento da audiência pública em que consta a oitiva dos convocados a prestar esclarecimentos sobre o caso foi apresentado à Câmara dos Deputados na última quarta-feira (19).

O motivo da convocação são as dúvidas sobre a responsabilidade pelo envenenamento de 30 cães, que resultou em 12 mortes, no Natal de 2014, além da constatação da Perícia Oficial do Estado sobre a existência de um cemitério ilegal de animais em terrenos do Neafa.

O requerimento, assinado pelo deputado federal Capitão Augusto (PR-SP), membro da CPI, traz a convocação do presidente do Conselho Curador do Neafa, Ismar Malta Gatto, e do homem tratado pelos funcionários e colaboradores da ONG como administrador, conhecido apenas como Erivaldo.

Além disso, o promotor de Justiça que acompanha o caso, Flávio Gomes da Costa, também deverá ser ouvido neste início de investigação da CPI.

Na justificativa para a aprovação da convocação, o deputado Capitão Augusto apresentou o pedido do deputado federal Maurício Quintella (PR) de que o caso do Neafa fosse incluído na CPI. Ele relata o envenenamento e as mortes dos cães e a denúncia de que os animais estariam sendo enterrados em um cemitério clandestino, casos que configuram crimes ambientais.

O envenenamento e morte dos animais ganhou este novo desdobramento com a inclusão do caso na lista de fatos a serem investigados pela CPI que foi instalada no último dia 6 de agosto e teve seu plano de trabalho aprovado no dia 13, na Câmara dos Deputados, em Brasília-DF.

As denúncias de irregularidades na ONG e as suspeitas sobre o gestor informal Erivaldo foram reveladas em primeira mão por reportagem do CadaMinuto Press, em fevereiro.

Caso nebuloso

Ao Blog do Davi Soares, Quintella disse que conversou com o presidente da CPI, deputado federal Ricardo Izar (PSD-SP), e, como liderança do PR, determinou que fosse feito o levantamento de matérias publicadas referentes ao caso do envenenamento, cujos depoimentos de testemunhas levantam suspeitas sobre uma cruel política de contenção despesas que seria executada por Erivaldo.

“Tem muito pouca explicação do caso. O Neafa protege o gestor, diz que era um colaborador, nem tem o sobrenome do cara, só o nome [Erivaldo]. E aí vamos ver se a gente aproveita a CPI para fazer esses esclarecimentos. É um assunto de extrema repercussão e a CPI é uma boa oportunidade de se fazer esse debate. E também vamos entrar em contato com representantes da causa da defesa dos animais em Alagoas, para que também relatem casos que também possam ser incluídos na CPI”, disse o deputado federal do PR de Alagoas ao Blog do Davi Soares.

Inquérito sobre o Neafa está próximo de ser concluído, diz delegada

O inquérito policial que investiga o envenenamento de 30 cães, que resultou na morte de 12 deles, do Neafa está próximo de ser concluído, segundo informou, esta semana, a delegada Talita de Aquino, responsável pela condução do inquérito.

Sem repassar maiores detalhes sobre o caso e se a recente descoberta de um cemitério clandestino trouxe à tona novos rumos à investigação, a delegada informou que só irá se pronunciar sobre o inquérito depois que todo o material for analisado.

“O caso já está próximo de ser concluído, mas só vou me pronunciar com alguma informação mais concreta depois que analisar tudo. Eu não tenho como analisar um fato isolado”, afirmou a delegada Talita de Aquino.

Fonte: Cada Minuto

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Polícia Civil descobre cemitério clandestino de animais no Neafa

(Foto: Reprodução)
(Foto: Reprodução)

Após solicitar uma perícia no terreno do Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa), a Polícia Civil constatou a presença de um cemitério clandestino de animais no terreno da ONG. Foram encontrados ossos e carcaças inteiras de animais.

A análise foi feita por Bárbara Fonseca, perita criminal e médica veterinária do Instituto de Criminalística (IC), que identificou que o material era proveniente de cães e gatos. Em um dos terrenos, a perita encontrou ossadas já na superfície devido à ação da chuva.

Alguns animais, conforme relatou a perita, estavam dentro de sacos plásticos e, dentre eles, alguns ainda apresentavam forte odor. Pela análise das características e aparência dos que estavam em estado mais recente de decomposição, Bárbara Fonseca acredita que a data é condizente.

“O laudo ainda não está pronto. Vou analisar e estudar todo o levantamento realizado no local e fazer as conclusões, mas posso afirmar que havia animais enterrados. Não se sabe o que motivou o Neafa a praticar essa ação durante tanto tempo, mas isso fica a cargo da investigação policial. Atualmente, eles já se utilizam do serviço de incineração de uma empresa de tratamento de resíduos”, afirmou.

A assessoria de comunicação do Neafa afirmou que, por enquanto, a ONG não comentaria sobre o assunto, mas que, atualmente, animais que morrem devido a doenças ou velhice são encaminhados para uma empresa especializada em incineração.

Fonte: Sete Segundos

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Neafa realiza passeio com animais especiais na orla de Maceió (AL)

Foto: Divulgação
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Neste domingo (12), a partir das 15 horas, uma equipe do Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa) vai realizar um passeio com os animais especiais na orla de Ponta Verde.

O objetivo dessa ação é mostrar a população que na ONG também existem animais especiais que precisam de lares responsáveis. Além disso, é importante ressaltar que o fato de não terem as quatro patas não os impedem de terem qualidade de vida. Os cães Max, Jéssica, Cibele, Vitório e Baruque irão participar desta ação.

De acordo com a Palova Costa, coordenadora do Neafa, animais especiais também merecem ser adotados, pois como os demais já passaram por momentos muito difíceis. “São cães que vivenciaram diversos traumas, como é o caso de maus-tratos e atropelamento. Os veterinários trataram dos ferimentos dos cães, e hoje eles vivem super bem, correm e brincam como qualquer outro que possui as quatro patas”, explicou Costa.

Cada cão terá uma plaquinha que o identificará e quem estiver interessado em adotar um deles é só apresentar RG, CPF e comprovante de residência. A ONG ressalta que é necessário ser maior de idade para adotar um animal.

Fonte: Tribuna Hoje

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Polícia apura denúncia de cemitério de animais mantido pelo Neafa em AL

Uma das testemunhas no caso do envenenamento de 30 cães do Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa), denunciou que a instituição enterra os animais em um cemitério clandestino. O terreno usado para a prática fica ao lado do Neafa, em uma área urbana.

A informação foi confirmada pela presidente da Comissão de Meio Ambiente e Bem Estar Animal da Ordem dos Advogados do Brasil seccional Alagoas (OAB-AL), Cristiane Leite. Segundo a presidente, além dos animais serem enterrados de forma irregular, a instituição estaria cobrando um valor para enterrar os animais que não são do Neafa.

A OAB classifica as denúncias como grave e diz que a prática se caracteriza como crime ambiental.

“Sabemos que o estado não tem cemitérios para animais, mas eles precisam ser enterrados em um lugar adequado. A testemunha disse ainda que estava sendo cobrado um valor para que animais de fora da instituição fossem enterrados pelo Neafa”, afirma.

À reportagem do G1 a assessoria de comunicação do Neafa confirmou que os animais são enterrados nesse terreno há vários anos e que este é um procedimento comum, mas negou que seja cobrado um valor para enterrar animais de fora. “Nós sugerimos que seja paga qualquer quantia para que o animal seja enterrado para que possamos repassar para os profissionais que fazem esse trabalho.

O delegado Gustavo Pires, do 11º Distrito Policial, que investiga o envenenamento dos animais na instituição, disse que vai encaminhar órgãos de fiscalização de meio ambiente para verificar o local.

“Se for comprovado que eles enterram os animais sem qualquer critério, será caracterizado crime ambiental”, afirma o delegado ao ressaltar que não pode passar maiores informações para não atrapalhar os rumos das investigações.

Fonte: G1

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Polícia Civil nomeia nova delegada para investigar mortes no Neafa

Foto: Divulgação
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O delegado geral da Polícia Civil, Paulo Cerqueira, designou uma nova delegada para ficar responsável dos crimes ambientais que forem registrados a partir dessa semana. A portaria foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE).

A delegada responsável será Talita de Aquino Pereira da Silva. Ela já havia sido designada para investigar o envenenamento de 30 animais do Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa), que ocorreu no final de 2014.

Talita vai assumir os crimes ambientais no lugar do delegado Gustavo Pires, que havia sido nomeado no dia 21 de janeiro de 2015. A revogação da nomeação dele também foi publicada nesta sexta.

Fonte: G1

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Polícia já tem nomes de quem matou cães no Neafa

Foto: Divulgação
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Dois supostos diretores do Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis, (Neafa), e um colaborador teriam participação nas mortes de 12 cães, que recebiam cuidados no Neafa, e que foram mortos envenenados no final do ano passado.

A informação foi confirmada pela presidente da Comissão de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal da Ordem dos Advogados do Brasil em Alagoas, (OAB-AL), Cristiane Leite, que esteve com o delegado responsável pelas investigações, Gustavo Pires, que ainda aguarda ouvir mais três pessoas para concluir o inquérito.

Segundo a advogada os nomes dos suspeitos foram conseguidos durante depoimentos a Polícia Civil, (PC), de funcionários e colaboradores da ONG. Em um dos depoimentos a testemunha teria confirmado que um colaborador já teria envenenado cerca de 20 animais, considerados velhos, sem donos ou que estavam com a saúde agravada.

No inicio do mês, durante uma entrevista coletiva, o advogado da ONG, Cláudio Vieira, desmentiu a participação de um dos gestores nas mortes dos animais. A declaração havia sido feita pelo promotor de Justiça, Flávio Gomes da Costa, que acompanha o caso.

Na época a advogada Cristiane Leite chegou a confirmar a informação e acrescentar que o envenenamento dos animais só haveria ter acontecido se alguém tivesse o acesso facilitado, ou se fosse funcionário ou através da residência vizinha ao Neafa, cuja proprietária comprovou que no dia do crime estava viajando e que só retornou no dia 27 de dezembro.

Fonte: Primeira Edição

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