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Polícia resgata cachorros de canil após maus-tratos em Natal (RN)

Magros, debilitados e com pulgas, os cães foram retirados do canil e levados para uma clínica veterinária


Cachorros foram resgatados de um canil nesta segunda-feira (27) em Natal, no Rio Grande do Norte. A operação de resgate foi realizada por policiais da Delegacia Especializada em Proteção ao Meio Ambiente (Deprema), da Polícia Civil. As informações são do G1.

Foto: Quézia Oliveira/Inter TV Cabugi

O caso foi descoberto graças a uma denúncia anônima. Três filhotes de pit bull com ferimentos e sinais de desidratação foram levados para uma clínica veterinária para receber os cuidados necessários. No entanto, enquanto era transportado, um dos cães morreu.

Os animais estavam magros, debilitados e com pulgas. Além dos filhotes, outros cinco cães de grande porte, que estavam em boas condições, ficaram no canil. Eles, porém, também serão resgatados.

A delegada Ana Paula Diniz afirmou que não havia ninguém no local, além dos animais, no momento do resgate. O dono do canil, entretanto, foi identificado e responderá pelo crime de maus-tratos.


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Elefantes e ursos resgatados celebram as festas de final de ano em santuário

Foto: Wildlife SOS
Foto: Wildlife SOS

A ONG e santuário Wildlife SOS realiza um trabalho muito bonito e que faz a diferença na vida de ursos, elefantes e indivíduos de outras espécies. Eles salvam animais de todos os tipos de situações. Alguns dos animais que eles salvaram este ano incluem um cervo em perigo, um leopardo preso em uma armadilha de caça entre outros. A equipe da ONG não podiam deixar as fetsas de final e ano passarem sem que os animais resgatados tivessem algum prazer e celebração.

Foto: Wildlife SOS
Foto: Wildlife SOS

A Wildlife SOS disse ao site One Green Planet que, na Agra Bear Rescue Facility (Instalação de Resgate de Ursos) e no Elephant Conservation and Care Center (Centro de Conservação e Cuidado com Elefantes), “a equipe da ONG se vestiu em tons de vermelho vivo e construiu estruturas e enriquecimentos especiais e inovadores, inspirados nas cores do Natal.

Foto: Wildlife SOS
Foto: Wildlife SOS

Ambos os centros foram decorados com balões de guloseimas em forma de estrelas enfeitados com fitas. As meias de Natal estavam cheias de pipocas, uma das favoritas dos paquidermes e ursos, todas penduradas no topo de plataformas e árvores altas para atrair os animais a explorar essas estruturas”.

Havia presentes de Natal espalhados para os animais farejarem e se divertirem. Havia também um boneco de neve feito de sacos de estopa, cheios de tâmaras e guloseimas. Os animais estão celebrando as festas de forma pacífica e livre, como deveriam.

Foto: Wildlife SOS
Foto: Wildlife SOS

Kartick Satyanarayan, co-fundador e CEO da Wildlife SOS disse: “Celebramos o Natal todos os anos com grande entusiasmo, especialmente pelos nossos animais resgatados. Enquanto alguns se apressavam com as guloseimas para devorá-las individualmente, os outros eram vistos demolindo construtivamente o homem da neve e as meias. Posso dizer com segurança que a equipe gosta de construir esses enriquecimentos tanto quanto os animais gostam de se aventurar neles”.

Foto: Wildlife SOS
Foto: Wildlife SOS

Ao ver o vídeo com as imagens dos animais percebemos o quanto o Wildlife SOS realmente se importa e dedica ao seu trabalho, não apenas no momento em que eles precisam ser resgatados, mas pelo resto de suas vidas. Os animais estão realmente vivendo suas vidas em paz e felizes. Todos os animais no planeta tem o direito de aproveitar suas vidas como esses animais resgatados.

Foto: Wildlife SOS
Foto: Wildlife SOS

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Menina de oito anos pede ração de presente de Natal para ajudar os animais necessitados

Foto: Abrigo de animais Tri-Cities Animal Shelter
Foto: Abrigo de animais Tri-Cities Animal Shelter

Uma menina de oito anos foi presenteada com doações que resultaram em cerca de 270 kg de ração neste Natal depois de demonstrar seu desejo de ajudar os animais necessitados.

Em vez de brinquedos, Landyn Wadsworth, pediu dinheiro para comprar ração para cães e gatos sem teto do Abrigo de Animais das Tri-Cities que fica na cidade de Pasco, no estado de Washington (Estados Unidos).

O abrigo de animais postou uma foto de Landyn em sua página no Facebook, mostrando a pilha de sacos de ração para animais que se erguia ao lado da jovem.

Com o dinheiro que recebeu ela conseguiu comprar cerca de 270 quilos de comida para os moradores do abrigo.

Foto: Abrigo de animais Tri-Cities Animal Shelter
Foto: Abrigo de animais Tri-Cities Animal Shelter

“O desejo de Landyn para o Natal era doar comida para o abrigo e parece que seu pedido se tornou realidade! Somos muito gratos por sua gentileza e tenho certeza de que os cães e gatos também são!”, dizia o post.

A mãe de Landyn, Alisha, disse à afiliada da CNN KEPR que a jovem caridosa começou a fazer essas doações desde 2016, tornando este ano o terceiro em que ela repete o gesto.

Segundo a mãe ela começou a doar ração depois de visitar o abrigo e ficar chateada com tantos animais de rua que permaneciam lá durante o período festivo.

Landyn já começou a coletar valores para sua doação de 2020.

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Com medo de fogos, cadela fica presa em janela de casa em MG

O animal prendeu as patas traseiras nas grades da janela e foi salvo pelos bombeiros


Uma cadela ficou presa na janela de uma casa ao tentar entrar na residência em Poços de Caldas (MG).

Foto: Corpo de Bombeiros

O animal agiu por medo do barulho dos fogos de artifício, soltos em comemoração ao Natal. Desesperada, ela tentou entrar na casa para se proteger por volta das 12h de quarta-feira (25).

O acidente aconteceu no bairro Vila Rica e o Corpo de Bombeiros foi acionado para resgatar o animal. As informações são do portal G1.

A cadela ficou com as patas traseiras enroscadas na grade da janela. Os militares levaram cerca de 20 minutos para salvar o animal, que passa bem.


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Canal Vegflix dá dicas de como criar um Natal e Ano Novo veganos além da ceia

Muitas famílias hoje em dia são mistas com vegetarianos,  veganos e não veganos entre seus membros. Por isso o bom senso deve predominar nas ceias de fim de ano

Foto Silviarita/Pixabay

Os veganos estão em número cada vez maior. Atualmente, 14% da população brasileira se declara vegetariana, segundo pesquisa divulgada pelo Ibope Inteligência, em abril de 2018. Em grandes capitais como São Paulo, Recife, Curitiba e Rio de Janeiro, esse percentual sobe para 16% — o que representa um crescimento de 75% da população vegetariana nessas regiões, nos últimos seis anos. Estima-se que pelo menos a metade deste público seja formada por veganos ou reducionistas em algum nível.

Pensando nesse público, o Canal Vegflix preparou algumas dicas para Natal e Ano Novo veganos, que não incluem apenas alimentação,  para famílias que têm membros vegetarianos/veganos e não veganos:

1) Faça um prato vegano delicioso. Sim, isso é possível! Existem várias receitas disponíveis tanto para os vegflixers, no You Tube, como na internet de maneira geral. As opções vão desde as mais elaboradas às mais simples.

2) Seja humilde. Muitos subestimam a culinária vegana e acham que o preparo é mais simples do que parece. É muito comum usarem alimentos que não são veganos nas receitas (Sim, isso acontece!). Em caso de dúvida pergunte a um vegano ou então pesquise em canais especializados.

Foto Silviarita/Pixabay

3) Não contamine pratos que já são veganos. Isso mesmo: contaminar. Muitas vezes as pessoas aproveitam aquela salada bonita para jogar um queijo provolone ou o bacon no feijão e na lentilha. Tente manter o alimento naturalmente vegano, natural!

4) Veganize o prato tradicional. Como assim? Substitua, por exemplo, a manteiga na farofa por azeite, o leite animal de uma receita por um leite vegetal. Fica uma delícia e realça o sabor já conhecido daquela receita tradicional para a família.

5) Evite falar sobre veganismo na frente de todos. Ninguém quer estragar aquele momento em família debatendo sobre assuntos que muitas vezes causam desconforto, sobretudo aos veganos presentes. Caso tenha alguma dúvida ou curiosidade, espere o momento certo para falar.

6) Evite piadas de mau gosto. Muitos acham engraçados assuntos que são encarados com extrema seriedade pelos veganos.

7) Que tal criar um ambiente com boas lembranças? Lidar com algo que lembra morte e sofrimento como animais mortos sobre a mesa nunca é uma boa opção. Isso serve para veganos e muitos não veganos.

Lembre-se: aquele animal que você está colocando na sua mesa, muitas vezes tentou lutar pela vida e não queria estar ali.

E você, já se inscreveu no Canal Vegflix? Então clique no link abaixo e venha fazer parte dos vegflixers! Tenham todos um ótimo Natal e um ano novo repleto de saúde e sucesso!

 

 

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Jornalismo poético

“O maior direito de tudo que vive é o direito à vida”, concluíram dois frades que estudaram a Bíblia minuciosamente

Natal é um bom momento para falar de amor ao próximo sendo o “próximo” todo e qualquer ser vivo. Mas será que a Bíblia prega isso? Jesus teria sido vegetariano?

O maior direito de todo ser vivo é o direito à própria vida. Foto Pexels/Pixabay

“Um dia, quem sabe, nos curemos da miopia profunda que nos impede de enxergar que, por trás de um bife morava uma alma sensitiva, um ser vivente cuja vida lhe pertencia e a sua apropriação e morte não podem ser banalizadas”, comentam os frades gaúchos capuchinhos Gilmar Zampieri e Luiz Carlos Susin, autores do livro “A vida dos outros – Ética e Teologia da Libertação Animal” (de 2015).

“Lá onde o outro é maltratado, silenciado, recalcado, banido e morto a ética está ausente. Mas lá onde meu interesse leva em conta o interesse do outro passa-se para um estágio ético”, continuam.

E o interesse do outro, segundo eles, é simples e óbvio: não ser explorado e desfrutar da vida. Viver é um interesse comum, universal e presente em toda e qualquer espécie animal.

Os frades (que pertencem a uma ordem da igreja católica cujo fundador é São Francisco de Assis) declaram: “Há, de fato, um holocausto diário, uma guerra permanente, uma carnificina sem precedentes, e não nos damos conta, não queremos nos dar conta, nem ao menos queremos pensar no assunto, justificamos, por antecipação, como sendo inevitável, normal, moralmente aceitável. Mas uma nova causa está sendo anunciada por visionários e profetas, para a qual nós, teólogos, ainda fazemos vistas grossas. A causa da libertação animal!”.

Cobaias na experimentação científica e tantos outros abusos tornam a vida na Terra um terror para os animais. Foto Pezibear/Pixabay

Eles estudaram minuciosamente a Bíblia e vários filósofos e religiosos contra e a favor da libertação animal. Alguns discursaram a respeito de todas as espécies animais estarem na Terra para “servirem ao homem”. O frade católico Tomás de Aquino, por exemplo, divulgou sua postura antropocêntrica dizendo que: “Não há como pecar contra um animal. Peca-se contra Deus e contra outros homens.  O mandamento não matarás não vale para os animais”.

Os frades contestam: “Milhões de anos antes dos homens habitarem a Terra outros animais já estavam aqui. Foram milhões de anos de inutilidade ou apenas de preparação para o aparecimento do ser humano?”.

Os cinco campos de concentração

Os religiosos apontam cinco “campos de concentração” nos quais os animais estão inseridos: estimação, entretenimento, instrumentos de pesquisa, utensílio e alimentação. “Em todos existe uma relação de propriedade. Mesmo os animais domésticos estão sujeitos ao sofrimento. De todos os campos de concentração, talvez esse seja o menos cruel, mas não está isento das maldades humanas”.

Nem mesmo os animais domésticos estão a salvo da maldade humana. Foto Ian Kevan/Pixabay

No campo do entretenimento estão os animais de circo, zoológicos, touradas, rodeios, farra do boi e outros onde o sofrimento está presente em mutilações, privações e maus-tratos diversos. E tem ainda os animais usados como cobaias em testes e pesquisas, os transformados em sapato, casaco ou bolsa e, finalmente, o maior campo de concentração que é a indústria alimentícia.

“Por ano, 50 bilhões de animais são mortos para consumo. Isso significa 140 milhões de animais mortos a cada dia, 5 milhões a cada hora, 90 mil a cada minuto e 1.500 a cada segundo. Não queremos e não nos esforçamos para associar a parte, a peça que estamos comprando a um ser vivo que matamos e esquartejamos”.

Animais usados no entretenimento são grandes vítimas dos humanos. Foto Wolfgang Claussen/Pixabay

“Além disso”, prosseguem os frades, “tem os ovos”: “Milhões de galinhas poedeiras ficam amontoadas em gaiolas de metal. O piso de arame inclinado para facilitar o recolhimento dos ovos impede que elas fiquem confortavelmente em pé. Os pintinhos machos são mortos no mesmo dia que nascem. São jogados vivos em enormes latas de lixo. Os que ficam no fundo vão morrendo sufocados ou esmagados pelos de cima. Também são triturados vivos para servirem de alimento para suas mães ou irmãs”.

“Dá para imaginar o sofrimento não só dos bezerros, mas da mãe que se vê privada dos filhos logo que nascem, quando seu instinto materno é o de cuidar de suas crias? Ela fica dias e dias mugindo, inconsolada pela ausência do filhote. E talvez não haja nada mais imoral na relação do humano com os animais não humanos, do que a forma como são tratados os bezerros mantidos sem afeto da mãe e leite materno, além de quase total ausência de movimentos em minúsculas baias”, explicam os frades como se consegue que a carne de vitela, desprovida de músculos e cartilagem, fique macia e rosada.

Bezerros separados das mães. Porcos também. Não existe animal que não seja explorado pelo homem. Foto Kadres/Pixabay

“Os porcos não ficam atrás. Os leitões mamariam três meses, mas são desmamados em uma semana e separados de suas mães”. Nas longas e estressantes viagens até os matadouros são comuns contusões, enjoos, fraturas, hemorragias e morte de bois e outros animais. Existe ainda a “febre do transporte” provocada pelo desgaste físico, falta de comida e bebida até o matadouro.

Jesus foi vegetariano?

Para os dois religiosos a resposta mais provável é “não”: “Ele comia peixe e celebrou a Páscoa com carne de carneiro. Isso porque ele viveu como um judeu de seu tempo. Vale lembrar que a Páscoa já era comemorada pelos judeus antes de Jesus e, nessa ocasião, normalmente, comia-se cordeiro”. Segundo os frades “não se podia imaginar a indústria da carne e como seria a reação de Jesus diante disso, mas a Bíblia é perpassada pela intuição e pela indicação de que o melhor é ir se afastando do hábito de comer carne”.

Os frades explicam que Jesus teve de viver como um homem de seu tempo. Foto Ulrike Leone/Pixabay

E acrescentam: “A produção industrial da carne é ineficaz na produção de alimento na medida em que os animais para consumo se alimentam de grãos e outros alimentos que poderíamos comer diretamente. Por que ao invés de criarmos uma superpopulação de gado sob condições infernais não comemos diariamente os grãos destinados a eles – que podem chegar a 70% do grão produzido como no caso do milho e soja? Diminuiria os desmatamentos, desertificação e aquecimento global. E com alimentação mais saudável”

“Pode-se inventar e espalhar felicidade, que é o que todos querem. Os animais inclusive”, finalizam.

Fátima ChuEcco é jornalista ambientalista e atuante na causa animal

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ONG luta contra o consumo de peru na Bélgica, especialmente no Natal

Mais de 750 mil perus são mortos para consumo todos os anos no país e os animais são mantidos em condições deploráveis

A GAIA filmou três fazendas de criação de perus registrando um terrível cenário de dor. Foto Site GAIA

Em outubro deste ano, a Associação de Proteção Animal GAIA filmou três fazendas intensivas de perus na Bélgica. “As imagens mostram a terrível realidade de um setor não regulamentado: galpões fechados contendo milhares de perus, animais moribundos e outros mortos em estado avançado de decomposição, pisos cobertos de fezes, perus com sérios problemas locomotores e fraturas expostas”, diz Michel Vandenbosch, presidente da entidade.

A organização dos direitos dos animais exige que sejam impostos rígidos padrões de bem-estar animal no setor que mata 750 mil perus por ano para consumo.  “Nosso país não possui legislação específica para proteger o bem-estar dos perus criados. Consequentemente, o fazendeiro decide por si mesmo quantos perus ele coloca em suas instalações. Por isso a densidade dessas fazendas é extrema. A tal ponto que é impossível adicionar perus sem aumentar significativamente a taxa de mortalidade”, afirmou Vandenbosch.

Ele explica que a situação é trágica, pois, aglomerados aos milhares, os perus desenvolvem um comportamento excessivamente agressivo e são incapazes de expressar a maioria de seus comportamentos naturais e necessidades vitais.

“O rápido crescimento (machos passam de 160 g para cerca de 16 kg em 16 semanas) adicionado à promiscuidade e as condições de reprodução favorecem patologias respiratórias, digestivas e locomotoras. Alguns ficam completamente imóveis e morrem de fome e sede porque não conseguem mais alcançar o bebedouro e o alimentador. Precisamos de consciência coletiva, porque há uma necessidade urgente de mudar isso”, relata.

A GAIA espera que menos perus sejam consumidos na Bélgica e especialmente no Natal. Para tanto, criou o seguinte vídeo para sensibilizar a população:

Fátima ChuEcco é jornalista ambientalista e atuante na causa animal

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Cachorrinho passa por cirurgia de emergência após comer 80 cm de fita de enfeite natalino

Foto: PA
Foto: PA

Um cachorrinho da raça pastor alemão foi levado às pressas ao veterinário depois de comer quase um metro de enfeites de Natal. Benji, de oito anos de idade, teve que se submeter a uma cirurgia de grande porte após as radiografias mostrarem cerca de 80 cm da fita de decoração brilhante, conhecida também como ouropel, dentro dele.

Olivia Mullen, de 24 anos, diz que ficou chocada e surpresa que seu cachorro comesse os enfeites de natal, pois segundo ela, o animal não é dado a comer nada estranho dentro de casa. A tutora disse: “É a primeira vez que ele faz algo assim. Ele nem procura sapatos ou brinquedos, então foi uma surpresa total”.

A árvore ainda não estava levantada e ele realmente estava torcendo para ganhar uma caixa para brincar. Eu estava trabalhando e minha mãe me ligou para dizer que ele havia comido os enfeites de Natal.

Olívia, que é assistente de cuidado com animais, disse: “Eu vejo animais mal diariamente no meu trabalho, mas quando se tratou do meu próprio cachorro, eu fique completamente perdida, me senti tão chateada e preocupada ao mesmo tempo, mas sabia que ele estava nas melhores mãos possíveis”.

Foto: PA
Foto: PA

Felizmente, os ferimentos de Benji estão se curando bem e ele está agora em casa. Mas David Owen, veterinário de emergência do hospital Vets Now na cidade de Manchester (Inglaterra), alerta que o ouropel brilhante pode ser “muito atraente para cães e gatos” e qualquer corpo estranho pode ser “extremamente perigoso” se ingerido, ainda mais os pegajosos.

Ele acrescentou: “Na medicina veterinária, chamamos isso de corpo estranho linear. Se o ouropel se ancorar no estômago, ele não pode passar pelo intestino e pode lentamente cortar o tecido como um fio de queijo. Isso pode causar danos graves ao trato intestinal do animal”.

“Se você suspeita que seu cão ou gato tenha engolido enfeites de Natal ou qualquer coisa semelhante, como fita ou linha, não espere que apareçam sinais ou sintomas antes de agir, procure imediatamente um serviço de emergência veterinária”, alerta o especialista.

O hospital veterinário Vets Now afirma que terá um aumento de 70% nos casos desse tipo por volta do Natal e Ano Novo.

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Menino de 9 anos pede de presente ao Papai Noel que todos sejam veganos

Foto: Million Dollar Vegan
Foto: Million Dollar Vegan

Uma criança, em sua pureza e ingenuidade, disse ao Papai Noel que tudo que queria no Natal é que todo mundo se tornasse vegano.

Evan, que é presidente da organização de defesa dos animais, Animal Hero Kids (Crianças Heróis dos Animais), baseada no estado da Flórida (EUA), conheceu o Papai Noel no início desta semana.

O garoto de nove anos disse ao Papai Noel que seu único desejo é que a América seja saudável, adotando uma alimentação vegana. Papai Noel responde

Papai Noel vegano?

Embora as imagens de Evan encontrando o Papai Noel não mostrem o personagem barbudo confirmando se ele vai ou não se tornar vegano, uma fonte disse ao Plant Based News: “O Papai Noel nunca confirma ou nega nada ”.

“Ele sempre diz às crianças ‘eu vou ver o que posso fazer’, e então o que elas pediram aparece magicamente debaixo da árvore na manhã de Natal”.

“Tenho certeza de que ‘vou ver o que posso fazer’ é entendido como ‘sim’ e que acordaremos na manhã de Natal para um mundo vegano. Bem, 98% de certeza”, disse a fonte.

Ativista vegano

Evan está atualmente trabalhando na campanha vegana “Million Dollar Vegan”, que ofereceu uma doação de 1 milhão de dólares aos veteranos de guerra se o presidente Donald Trump se tornasse vegano durante o mês de janeiro.

Além disso, a organização também ofereceu doar 1 dólar para santuários de animais para cada pessoa que se inscrever em seu compromisso vegano no mês de janeiro.

Os dois santuários são o SiSu Animal Refuge e o Skylands Sanctuary. Atualmente, a campanha tem mais de 2.500 compromissos por dia e espera pelo menos 100 mil inscrições. É gratuito para participar e, as pessoas podem se registrar aqui.

Kit do Vegano Iniciante

A Vegan Million Dollar criou um Vegan Starter Kit (Kit do Vegano Iniciante), um Guia de Saúde e Nutrição e algumas receitas deliciosas e saudáveis à base de vegetais para ajudar os participantes a se tornarem veganos em janeiro.

Ao se inscrever para recebê-los no MillionDollarVegan.com, as pessoas também receberão 31 dias de e-mails inspiradores.

Esses e-mails incluirão filmes incríveis de veganos, incluindo os ex-fuzileiros navais dos EUA Ronnie Penn, Bob Blackburn e Marc Holley, o veterano do exército Thomas Chartier, o piloto de caça da Marinha dos EUA, Charles Hallum, piloto de resgate da Guarda Costeira dos EUA, Katie Pelkey, e o medalhista olímpico Dotsie Bausch.

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ONG inglesa pede o fim da exploração de renas em decorações com trenós no Natal

Getty Images/Istockphoto
Getty Images/Istockphoto

Renas não devem ser usadas nos trenós de Papai Noel porque ficam estressadas demais, alerta a Sociedade Real para a Prevenção da Crueldade aos Animais (RSPCA), a maior e mais antiga ONG do Reino Unido.

Durante o período festivo, pessoas de todo os lugares planejam visitar as atrações de Natal em feiras e shopping centers locais, muitos dos quais mantêm rebanhos de renas como parte das atrações do feriado.

De acordo com a RSPCA, existem cerca de 1.500 renas vivas usadas em atrações festivas apenas no Reino Unido, e pode parecer um tratamento inocente, mas a ONG afirma que a prática pode fazer muito mal aos animais, levando-os a se estressarem, ficarem indispostos e perderem peso.

A ONG afirma que as renas são frequentemente mantidas em pequenas cercas, o que as deixa ansiosas e pode levar a vários problemas de saúde, como chifres deformados, baixa fertilidade e alta mortalidade de filhotes.

“Entendemos que deve parecer mágico para as pessoas verem uma rena no Natal, mas a realidade é que as renas não são enfeites de Natal e precisam de cuidados especializados, elas se estressam muito facilmente e são muito suscetíveis a uma série de problemas de saúde e bem-estar”. disse o Dr. Ros Clubb, gerente da RSPCA.

“Na natureza, elas estão inseridas em sua própria cadeia alimentar, então escondem naturalmente suas doenças, e estamos preocupados que muitos tutores não percebam que suas renas – que estão participando de eventos festivos estressantes e lotados – estejam fracas ou eles podem não ser capazes de identificar os problemas até que seja tarde demais”.

O especialista acrescentou que o estresse experimentado por renas importadas de outros países pode deixá-las vulneráveis a doenças, acrescentando que “elas não são devem ser mantidas em grupos muito pequenos em espaços confinados”.

“Também existe a preocupação de que aqueles que mantêm um pequeno número de renas nas pequenas propriedades para ganhar dinheiro com elas em eventos sazonais provavelmente não tenham o conhecimento especializado necessário para cuidar adequadamente desses animais”, explicou Clubb.

A RSPCA não é a única organização de direitos animais a considerar o assunto, a PETA vem pedindo boicotes a eventos que “tratam animais como decorações de Natal”.

“O que poderia arruinar a magia da temporada de festas natalinas mais do que ver animais estressados confinados em currais apertados, amarrados ou explorados e forçados a puxar pessoas em trenós?”, disse Elisa Allen, diretora da PETA.

“As renas são animais inteligentes e gentis que devem andar livremente por vastas áreas – não podem ser transportados de um lado para o outro do país como se fossem meros objetos para serem exibidos e admirados em centros comerciais movimentados”.

Tor Bailey, um ativista da ONG Animal Aid, concordou, acrescentando que existem “maneiras muito mais criativas de espalhar a alegria do Natal, sem causar danos aos animais”.

“As crianças não precisam perder nada da diversão. Vamos estender boa vontade e amor incitados pela época natalina a todos, incluindo animais “, disse ela. As informações são do Independent.

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Histórias felizes de quem adotou um animal no Natal

A cadelinha Pandora e a gatinha Bia foram abandonadas e adotadas às vésperas do Natal de 2015. Passados quatro anos as duas estão com suas famílias aumentadas e muito felizes

Pandora foi adotada no Natal de 2015. Anos depois chegou Giovanna, a irmãzinha humana. Foto arquivo pessoal

Adotar um animal às vésperas do Natal é um presente de mão dupla: a pessoa pratica um ato solidário dando um lar para um cachorro ou gato, mas também ganha um companheiro imensamente grato por toda a vida. As adoções se fazem ainda mais necessárias nessa época do ano porque, lamentavelmente, muitas pessoas abandonam os animais por conta das férias e festas de final de ano.

É por isso que foi criada a campanha nacional “Dezembro Verde” que procura combater o abandono justamente nesse período quando, não só no Brasil, mas no mundo todo, muitos animais são deixados para trás. É o caso da jovem Luna: uma bela e amorosa gata tricolor largada na rua em pleno cio há alguns dias.

Luna, de 8 meses, foi abandonada neste mês de dezembro e aguarda adoção. Foto arquivo pessoal

Pela índole extremamente afetuosa, é fácil deduzir que Luna, que tem por volta de oito meses de idade, cresceu numa casa onde recebeu muito carinho, pois, é exatamente isso que ela faz o tempo todo: manifesta carinho efusivamente se esfregando nas pernas das pessoas, pedindo colo e encostando a cabecinha no peito de quem a agrada. É uma maquininha movida a amor. Luna foi castrada recentemente e aguarda adoção em SP pelo WhatsApp 11-94682-6104.

A jovem Luna é um clássico exemplo de abandono na época de festas de final de ano. Ela aguarda adoção. Foto arquivo pessoal

Finais felizes e inspiradores

Em 2015, a cadelinha Pandora teve uma história semelhante à Luna. Foi abandonada e entrou no cio. Uma protetora independente percebeu a situação crítica da cadelinha na rua, acolheu-a, castrou e divulgou nas redes sociais. O casal de médicos, Sabrina Polycarpo e Eduardo Barros, de SP, viram o post no Facebook e se apaixonaram pela cadelinha que passou a se chamar Pandora.

“Pela descrição da protetora, Pandora tinha um perfil semelhante ao que procurávamos. Não era filhote, mas uma cadelinha jovem, alegre, sociável e o charme de ter uma das orelhas caídas nos encantou à primeira vista”, conta Sabrina.

A pequena Giovanna desfruta da companhia de Pandora que foi adotada no Natal de 2015. Foto arquivo pessoal

“Como não fizemos planos de viajar, resolvemos aproveitar as duas semanas de férias para a adaptação de Pandora conosco. Preferi adotar porque sou contra criadouros de cães. Além disso, é melhor a gente fazer o bem, já que tantos bichinhos estão abandonados”, comentou a médica.

Quatro anos se passaram e hoje Pandora tem uma “irmã humana”, a Giovanna. Essa história com final feliz e a da gatinha Bia, também adotada às vésperas do Natal de 2015, foram retratadas pela ANDA como uma forma de incentivar a adoção de animais e evitar a compra de filhotes.

Bia foi adotada em SP pela programadora de computador Janaína Lopes Bastos no dia 14 de dezembro. A gatinha já tinha sido adotada antes, mas foi devolvida. “Ao voltar para o gatil da ONG, Bia ficou muito deprimida, emagreceu bastante e ficava num canto isolada, bem triste”, contou Janaína que na época já tinha seis gatos.

Bia ganhou um lar às vésperas do Natal onde já moravam outros seis gatos. Foto arquivo pessoal

Agora a família está maior, pois Janaína adotou mais gatos e no momento tem nove incluindo Bia: “Todos são adotados de ONGs como a Gatinhos da Vila Prudente, Adote um Gatinho, Toca dos Gatinhos e direto da rua mesmo”. Ela acredita que adotar é muito melhor que comprar: “Adotar é dar uma chance para um bichinho que precisa muito de amor e cuidados. Salvar um gatinho da vida difícil das ruas não tem preço”.

Bia já tinha sido adotado e devolvida, mas cativou o coração de Janaína Bastos. Foto arquivo pessoal

Video comovente feito por ONG francesa

A Fundação “30 Millions d’Amis” (30 Milhões de Amigos) da França criou esse ano uma campanha contra o abandono que teve mais de 45 milhões de visualizações nas redes sociais. São 100 milhões de animais abandonados por ano na França. No Brasil 30 milhões vivem nas ruas segundo estimativa da OMS Organização Mundial de Saúde.

O vídeo, assinado pela agência “Altmann + Pacreau”, mostra várias pessoas abandonando seus animais enquanto cantam ironicamente “We are the Champions” ou “Nós somos os campeões” (canção famosa de Freddy Mercury/Queen). Segundo a ONG a ideia foi justamente apontar essa “vergonha nacional da França como campeã no abandono de animais” na Europa. Vale a pena ver. Muito criativo e comovente.

Fátima ChuEcco é jornalista ambientalista e atuante na causa animal

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