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Cidade mexicana proíbe mutilação de rabos e orelhas de animais para fins estéticos

Pixabay

A cidade de Tamaulipas, no México, proibiu a mutilação de rabos e orelhas de animais para fins estéticos. A remoção de unhas, dentes e cordas vocais também passa a ser proibida.

A proibição foi anunciada pela Delegação Permanente do Congresso de Tamaulipas. De acordo com a deputada Pilar Gómez, “estão proibidas as mutilações animais cujo objetivo seja modificar sua aparência ou conseguir um fim não-médico. Em especial, fica proibido o corte de orelhas, cordas vocais e também a retirada de unhas e dentes”.

A remoção das unhas, por exemplo, costuma ser feita para evitar que os animais arranhem móveis. As cordas vocais são retiradas por tutores que não querem ouvir os latidos e miados dos animais. Já os rabos e orelhas são mutilados em nome de um padrão estético de raça. Todas as práticas são intrinsecamente cruéis e podem, inclusive, causar problemas de saúde.

Em entrevista ao blog Canal do Pet, do IG, a médica veterinária Milena Guimarães explicou que, além de dor, o corte do rabo para fins estéticos pode causar paralisia. “Problemas de locomoção como falta de equilíbrio e paralisia são comuns em alguns cachorros com rabo cortado”, disse.

Esses procedimentos também alteram o comportamento natural do animal, impedindo, por exemplo, que um cachorro abane o rabo para demonstrar felicidade ou que use as cordas vocais para se comunicar através de latidos.

De acordo com o jornal mexicano Excelsior, a retirada de partes dos corpos dos animais só poderá ser feita na cidade de Tamaulipas mediante necessidade médica que vise o bem-estar de um animal doente ou o controle reprodutivo para evitar crias indesejadas e, por consequência, o abandono.

No Brasil, a mutilação dos corpos dos animais para fins estéticos configura crime ambiental. Cirurgias consideradas desnecessárias ou que possam interferir na capacidade de expressão do comportamento natural dos animais são proibidas pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV). As resoluções do CFMV nº 1027/2013 e 877/2008 proíbem o corte de rabos e orelhas, a retirada de cordas vocais e a extração de unhas.


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Galos explorados em rinhas são resgatados com lesões graves e cegueira

Foto: Polícia Militar de Meio Ambiente/Divulgação

A Polícia Militar de Meio Ambiente (PMMA) resgatou 98 galos explorados em rinhas na cidade de Santo Antônio do Monte, em Minas Gerais. A ação policial foi realizada no último sábado (18).

Denúncias levaram as autoridades até o local, onde 69 pessoas foram detidas por maus-tratos a animais – três delas também irão responder por tráfico de drogas. Segundo informações do G1, as rinhas eram realizadas em um ginásio na região dos Ferreiras, na zona rural da cidade.

Dentre os galos resgatados, foram encontrados muitos animais com lesões severas, mutilações e cegueira – consequências das rinhas das quais eram forçados a participar. Uma das aves estava morta.

Foto: Polícia Militar de Meio Ambiente/Divulgação

Os animais que sobreviveram foram levados até uma clínica veterinária e serão incluídos em um programa de reabilitação e ressocialização de galos.

Objetos usados nas rinhas também foram apreendidos – como biqueiras, esporas, arenas e gaiolas -, além de R$4.744 e U$1. O dinheiro era usado nas apostas feitas durante as rinhas.

Além de promoverem maus-tratos a animais e tráfico de drogas, as pessoas envolvidas no evento também desrespeitaram medidas impostas pelos governos municipal e estadual, que estabeleceram regras de distanciamento social por conta da pandemia de coronavírus.


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Galos mutilados são resgatados após serem explorados em rinhas

Foto: Divulgação/Polícia Ambiental de Catanduva

Galos explorados em rinhas foram resgatados na última sexta-feira (26) pela Polícia Ambiental em Catanduva, no interior de São Paulo. A ação resultou no resgate de 27 animais.

Mutiladas, as aves foram encontradas no bairro Glória VI. O caso foi descoberto pelas autoridades graças a uma denúncia anônima.

Ao chegar no local, a polícia encontrou duas pessoas serrando as esporas de dois galos. Um deles, quando percebeu a presença dos policiais, fugiu. O outro foi autuado e multado por maus-tratos.

A polícia informou ao G1 que foram encontrados apetrechos usados em rinhas no local, que foram apreendidos.

O homem detido pelos policiais irá responder judicialmente pelo crime ambiental que cometeu contra as aves. Porém, por se tratar de um delito de menor potencial ofensivo, ele responderá em liberdade.

Foto: Divulgação/Polícia Ambiental de Catanduva
Foto: Divulgação/Polícia Ambiental de Catanduva

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Barco é retiro pela polícia durante investigação sobre baleia mutilada em SC

Foto: Reprodução/ NSC TV

Um barco foi retiro pela Polícia Federal na marina de Itajaí, em Santa Catarina, nesta quarta-feira (27) como parte das investigações sobre o caso da baleia que teve sua cauda mutilada no litoral do estado. O objetivo é descobrir se o animal foi vítima de um acidente ou de um crime ambiental.

Um vídeo divulgado na internet mostra a cauda do animal decepada, amarrada a um barco, e pescadores falando sobre a aproximação da baleia.

Um pescador envolvido no caso foi identificado. O delegado da PF em Itajaí Oscar Biffi explicou ao G1 que o homem e a embarcação são da cidade de Navegantes.

A mutilação é investigada também através de processo administrativo de autoria do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), que tenta localizar a baleia. A capitania dos portos também está colaborando.

Na opinião do oceanógrafo Roberto Wahrlich, que é professor na Univali, em Itajaí, a baleia foi vítima de um acidente. Ao G1, o especialista afirmou que acredita que o animal marinho ficou preso entre os cabos da rede e acabou sendo mutilado.

Foto: Reprodução/ Redes sociais

A mutilação da cauda da baleia, segundo o pesquisador Jules Soto, curador do Museu Oceanográfico da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Balneário Piçarras, poderá levá-la à morte por inanição.

De acordo com Wahlich, acidentes do tipo já ocorreram no passado envolvendo barcos pesqueiros – o que revela, sob o ponto de vista abolicionista da ANDA, o quão nociva é a prática da pesca, que além de matar peixes de maneira direta, tira a vida de baleias e também de golfinhos e tartarugas, que frequentemente morrem após ficarem presos em redes de pesca.


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Polícia identifica pescador envolvido no caso de baleia que teve cauda mutilada

Foto: Reprodução/ Redes sociais

Um pescador envolvido no caso da baleia que teve a cauda mutilada em Santa Catarina foi identificado pela Polícia Federal do estado. Um inquérito apura se o animal foi vítima de um acidente ou de um crime ambiental.

O delegado da Polícia Federal em Itajaí, Oscar Biffi, informou ao G1 que o pescador e a embarcação são da cidade de Navegantes. Um vídeo (veja abaixo) mostra a cauda do animal arrancada. Nas imagens, pescadores falam sobre a aproximação da baleia com o barco.

Paralelamente à investigação policial, o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) também está apurando o caso, que conta com a colaboração da capitania dos portos.

Na opinião do oceanógrafo Roberto Wahrlich, que é professor na Univali, em Itajaí, a baleia foi vítima de um acidente. Ao G1, o especialista afirmou que acredita que o animal marinho ficou preso entre os cabos da rede e acabou sendo mutilado.

A mutilação da cauda da baleia, segundo o pesquisador Jules Soto, curador do Museu Oceanográfico da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Balneário Piçarras, poderá levá-la à morte por inanição.

De acordo com Wahlich, acidentes do tipo já ocorreram no passado envolvendo barcos pesqueiros – o que revela, sob o ponto de vista abolicionista da ANDA, o quão nociva é a prática da pesca, que além de matar peixes de maneira direta, tira a vida de baleias e também de golfinhos e tartarugas, que frequentemente morrem após ficarem presos em redes de pesca.


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Baleia tem cauda decepada e envolvimento de pescadores no crime é investigado

Foto: Reprodução/ Redes sociais

Vítima de uma atrocidade, uma baleia-jubarte teve sua cauda decepada em alto-mar. O Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) acredita que o crime tenha sido cometido no litoral de Santa Catarina no último final de semana. O órgão ambiental investiga, junto da Polícia Federal, o possível envolvimento de pescadores no caso.

Um vídeo (veja abaixo) mostra a cauda do animal, já decepada, no mar. Em seguida, aparece a baleia, nadando e deixando um rastro de sangue. Nas imagens, divulgadas nas redes sociais, é possível ver pescadores em um barco afirmando que o animal se aproximou da embarcação.

O pesquisador Jules Soto, curador do Museu Oceanográfico da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Balneário Piçarras, repudiou o ato brutal cometido contra o animal. A justificativa, dada pelos pescadores no vídeo, de que tamanha crueldade teria sido realizada para evitar que o barco virasse foi refutada pelo especialista. Ao G1, Soto explicou que a baleia não teria condições de fazer a embarcação tombar.

“A reação da baleia quando prende a cauda sempre é girar para tentar se libertar daquilo, isso geralmente ocasiona o emalhamento no cabo. A primeira análise que a gente tem é que está tudo errado. De forma alguma uma baleia daquele tamanho põe aquele barco a pique. Ela não ameaçaria aquele barco. Existe uma desproporção muito grande de massa, principalmente porque a baleia não vai puxar pra baixo quando ela está nessa situação, ela vai puxar pra frente ou para os lados”, disse.

No entanto, a postura de uma pessoa em uma situação dessa, independentemente do animal ter ou não condições de virar uma embarcação, deveria ser outra. O recomendado é danificar o apetrecho de pesca para salvar a vida do animal, ao invés de condená-lo a sofrimento físico e psicológico, além de fazê-lo agonizar até a morte, para não estragar um mero objeto.

“É uma atrocidade. É um animal protegido por lei, teria que danificar o petrecho de pesca [para soltá-la]. Ela não vai morrer de hemorragia, é um animal que praticamente vai morrer de inanição”, disse Soto.

No domingo (24), conforme a bióloga Fábia Luna, coordenadora do Centro de Mamíferos Aquáticos (CMA) do ICMBio, em Santos (SP), uma rede de fiscalização estadual e federal responsável por amparar mamíferos aquáticos encalhados foi acionada para que fique atenta à possibilidade da baleia encalhar ou ser vista em alto-mar. O ICMBio também busca identificar o barco e os pescadores. Caso sejam encontrados, eles prestarão depoimento sobre o caso.

O animal brutalmente mutilado é uma baleia-jubarte juvenil. “Possivelmente estava em migração para o sul da Bahia, área para onde esta espécie migra durante o inverno”, informou ao G1 a diretora de pesquisa do Instituto Australis, Karina Groch.

O caso foi alvo de nota de repúdio por parte do Instituto Baleia Franca (IBF), assinada pelo presidente da instituição, Eduardo Peixoto.

“O que aconteceu foi um ato criminoso e deve ser alvo de um inquérito criminal, incluindo até a prisão”, diz o comunicado do IBF.

Confira o vídeo abaixo (as imagens são fortes):


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Projeto que proíbe cirurgias mutiladoras em animais é aprovado em Florianópolis (SC)

Foto: Alexandre Milton

A Câmara Municipal de Florianópolis, em Santa Catarina, aprovou na última quarta-feira (6) um projeto de lei que proíbe cirurgias mutiladoras em animais.

A proposta, de autoria da vereadora Maria da Graça Dutra (DEM), criminaliza procedimentos que mutilem os corpos dos animais, como a remoção de unhas, rabos e cordas vocais.

“O que fizemos foi tipificar a prática como maus-tratos e penalizar qualquer pessoa que a pratique, inclusive o tutor que submeta seu animal a estas cirurgias”, disse a vereadora, em entrevista ao portal ND+.

A Câmara tem realizado votações virtualmente para que os vereadores não se reúnam presencialmente, como forma de conter o avanço do coronavírus.

A medida que beneficia os animais foi a primeira relacionada à causa animal a ser discutida pelos parlamentares através da internet desde o início da pandemia.


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Gatos são encontrados decapitados e com patas mutiladas em MS

A suspeita é de que os animais tenham sido vítimas de tortura


Dois gatos foram encontrados, na segunda-feira (20), decapitados e com as patas dianteiras mutiladas em frente a uma casa na região central de Rio Brilhante, no Mato Grosso do Sul.

Pata de um dos gatos (Foto: RB em Tempo Real)

Os animais foram encontrados por um cabeleireiro de 26 anos, que preferiu não ser identificado. A vizinha dele afirmou, segundo o portal Rio Brilhante Em Tempo Real, que os gatos eram tutelados por ela.

Como não há cachorros na região, os moradores descartaram a possibilidade dos gatos terem morrido após uma briga. A suspeita é de que os animais tenham sido vítimas de tortura.

”De acordo com os moradores, não tem cachorros nas proximidades que poderiam ter matado os gatos, então vamos investigar o que realmente aconteceu. Briga com outros animais ou ainda maus-tratos humanos em mais esse caso”, afirmou ao site a presidente da AAMAR (Associação de Proteção aos Animais de Rio Brilhante), Eliza Mara.


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Homem é preso após cortar filhote de gato ao meio em Guarapuava (PR)

O gato era tutelado pela família de uma mulher que também foi agredida pelo homem


Um homem foi preso nesta quinta-feira (5) em Guarapuava, no Paraná, após matar um filhote de gato e praticar violência doméstica.

Reprodução/CGN

O caso foi descoberto após uma denúncia ter sido feita à polícia. O homem agrediu uma mulher e tirou a vida do gato para se vingar. As informações são do portal CGN.

Após agredir a mulher, o homem mutilou as patas do filhote de gato e cortou o corpo do animal ao meio.

Ao chegar no local e tomar conhecimento dos fatos, os policiais detiveram o homem, que foi preso e encaminhado para uma delegacia de Polícia Civil.


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Cadela de sete meses de idade é resgatada após ter a orelha decepada

A ONG que resgatou a cadela está arrecadando fundos para arcar com os custos do tratamento do animal


Uma cadela de sete meses de idade foi resgatada após ter a orelha decepada na quarta-feira (27). O crime aconteceu no bairro Ilha do Bispo, em João Pessoa, na Paraíba.

Foto: Fabíola Rezende / ONG Ajude Anjos de Rua

Inicialmente, a cadela foi levada pelo Batalhão de Polícia Ambiental da PM para o Centro de Zoonoses. No entanto, como o local não funciona como abrigo, o animal ficou sob responsabilidade da ONG Ajude Anjos de Rua.

A cadela foi internada na sexta-feira (29), passou por exames e foi medicada. Ela teve a orelha esquerda decepada e apresentava ferimentos na orelha direita. As informações são do G1.

“A cadelinha é apenas um filhote, mas já sofreu dessa maneira, sendo maltratada e mutilada”, lamentou a ativista Fabíola Rezende, presidente e fundadora da ONG.

A ONG pretende encontrar um lar para a cadela. Caso isso não aconteça imediatamente, o filhote será colocado em um lar temporário.

“Fazemos os resgates, mas isso só é possível com as doações que recebemos. Os custos nas clínicas são altos”, explicou Fabíola. Segundo ela, quem quiser colaborar com doações de qualquer quantia pode entrar em contato com a ONG pelo Instagram.


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Pescadores podem ter mutilado toninha grávida para observar filhote em SP

Um toninha grávida morta foi encontrada mutilada em uma praia de Peruíbe, no litoral de São Paulo. A suspeita do biólogo marinho Eric Comin é de que pescadores tenham mutilado o animal para observar o filhote, praticamente formado e natimorto. Segundo ele, as causas da morte da toninha não foram naturais.

Foto: Reprodução/Ecomov

De acordo com informações divulgadas pelo G1 na quarta-feira (9), os corpos da toninha e de seu filhote foram retirados da praia por uma equipe do Instituto Biopesca. Os animais foram encontrados na praia do Costão na terça-feira (8). A toninha, que levava o filhote na barriga, estava em estado avançado de decomposição.

Os corpos foram encontrados por um voluntário da ONG Ecologia e Movimento (Ecomov) que não quis ser identificado. De acordo com o presidente da entidade, Rodrigo Azambuja, é frequente a morte de animais marinhos na região e a principal razão para isso é a falta de fiscalização.

Após localizar a toninha morta, o voluntário da ONG acionou o Instituto Biopesca. “Essa tem sido uma de tantas ocorrências de animais mortos encontrados em nossas praias. Estamos cobrando uma fiscalização mais rigorosa para os pescadores que causam esses problemas”, afirmou Azambuja.

De acordo com o biólogo marinho Eric Comin, as toninhas estão vulneráveis à extinção e sofrem ameaças especialmente da pesca e dos resíduos e apetrechos de pesca deixados à deriva no oceano.

“É uma região que, infelizmente, tem um problema muito grande com a pesca e a presença de muitas redes, inclusive equipamentos à deriva no mar. Como a pesca de toninhas é proibida no Brasil, os pescadores descartam e elas acabam encalhando no litoral. Atualmente, são encontradas cerca de 500 toninhas por ano”, explicou ao G1.

Foto: Reprodução/Ecomov

Segundo Comin, a toninha encontrada morta na praia do Costão não morreu naturalmente. “É muito provável que eles [os pescadores] tenham capturado a toninha e aberto ela com uma faca para ver o bebê, e depois soltaram no mar. Definitivamente não é uma morte natural”, disse.

De acordo com Azambuja, a Ecomov luta por uma fiscalização mais efetiva. “Direto temos recebidos animais marinhos, golfinho e tartarugas mortas aqui na região. É preciso cobrar esses problemas com a Polícia Ambiental”, reforçou.

“Esses animais são símbolo da preservação dos rios e das águas, mas eles evidentemente estão sendo ameaçados. Quando você encontra uma mãe e um bebê mortos, é uma família que morreu e isso vai impedir a reprodução da espécie. Vamos cobrar isso das autoridades e do Ministério Público”, finalizou.


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Caçadores matam crocodilo e levam cabeça do animal como troféu

Um crocodilo foi encontrado em um rio da Austrália, decapitado e sem a cauda. Fotos brutais foram divulgadas no Facebook, despertando a revolta de muitas pessoas.

O crocodilo, de barriga para cima, flutuando no rio sem cabeça
Foto: Facebook

“O que há de errado com as pessoas?”, indagou uma mulher, horrorizada. Mick Jerram, que encontrou o animal e postou as imagens, disse que não se sabe ao certo o que aconteceu – mas afirmou que o crocodilo foi massacrado.

Adam Britton, especialista em crocodilos da Universidade Charles Darwin, disse que alguém provavelmente matou o animal e cortou sua cabeça para manter como lembrança. “Vi esse tipo de coisa muitas vezes ao longo dos anos”, lamentou ao Yahoo News.

“Ocasionalmente, pessoas encontram um crocodilo já morto e levam sua cabeça como souvenir – muitas vezes, o animal foi assassinado ou morto por acidente; como, por exemplo, se afogando em uma rede de pesca”, explicou ele.

A cauda do crocodilo também foi encontrada, apesar de ter sido cortada. Britton acredita que a pessoa que pegou a cabeça pode ter mudado de ideia sobre a cauda e a deixado lá, ou não conseguiu levar as duas partes ao mesmo tempo. Outros crocodilos foram encontrados sem suas cabeças, o que faz o especialista acreditar que a espécie esteja sendo alvo de caçadores cruéis.

O Departamento de Turismo, Esporte e Cultura está investigando a morte, que pode levar o responsável a pagar 77.500 dólares (mais de 290 mil reais) ou cinco anos de prisão.


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