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Menu pró-músculos: dieta vegetariana ajuda a definir o corpo

(FOTO: DIMITRIS SKOULOS / FOLIO-ID)
(FOTO: DIMITRIS SKOULOS / FOLIO-ID)

Desenvolver massa magra sem comer carne pode parecer impossível para os mais incrédulos. Mas os adeptos da dieta vegetariana defendem que dá até para ser um atleta de ponta eliminando a proteína animal do cardápio. Um estudo feito pela Purdue University, em Indiana, nos Estados Unidos, comprova que dietas vegetarianas e veganas (sem nenhum alimento derivado de animais) são opções saudáveis e seguras para esportistas de alta performance, dispensando, muitas vezes, o uso de suplementos alimentares.

“Ao contrário do que muita gente pensa, é possível definir a musculatura e potencializar a performance sem consumir nenhum tipo de carne nem de laticínio. E isso vale tanto para esportistas profissionais quanto para praticantes regulares de atividades físicas”, diz a nutricionista Paula Gandin, de São Paulo. “Hoje temos competidores de iron man (modalidade intensa de triatlo), jogadores de vôlei, lutadores de boxe e até levantadores de peso que seguem uma dieta vegetariana ou vegana.”

Segundo a especialista, a proteína vegetal – encontrada em grãos, sementes, leguminosas, cereais integrais – age de forma muito similar à animal no organismo. Ou seja, ajuda no crescimento e na regeneração dos músculos, também da pele, das unhas e do cabelo. “Está comprovado, por exemplo, que quem consome proteína do arroz e pratica exercícios três vezes por semana, tem o mesmo ganho de força e massa magra de quem toma whey protein [proteína derivada do soro do leite]”, diz Paula.

O mais importante é ficar atento à quantidade de nutrientes no organismo, acompanhamento que deve ser feito em todos os casos, independentemente do tipo de dieta seguido. “Os vegetarianos precisam se preocupar um pouco mais com os índices de vitamina B12, zinco e ferro, ingredientes mais abundantes nos itens de origem animal”, diz Paula. “Na maioria das vezes, dá para garantir esses nutrientes com a alimentação. Contudo, se necessário, o médico deve receitar um suplemento.”

Fonte: Marie Claire

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Onça atropelada e vítima de maus-tratos é operada no interior de SP

(da Redação)

Cirurgião religa músculo que garante o movimento de uma das patas

O Dr. José Roberto July foi o responsável pela cirurgia de mais de três horas, realizada nesta madrugada, na onça atropelada na região de Jaboticabal, no interior de São Paulo.

Com fraturas no braço esquerdo e na perna direita a onça também possuía fragmentos de chumbo (correspondente a arma de fogo) na região do quadril. O animal deve ter no máximo dois anos, pois ainda apresentava as linhas do crescimento nas extremidades dos ossos abertas, sinais que desaparecem apenas na idade adulta.

O Dr. José Roberto July religou o músculo que garante o movimento da perna esquerda do animal. Ele também fechou os cortes e instalou uma placa com sete parafusos e pino no braço esquerdo da onça.

“A preocupação agora é com o pós- operatório. Tem um período de 60 dias para a calcificação da fratura e vamos fazer o máximo pra que ela não se movimente”, explica o Dr. July.

Ainda nesta madrugada ela seguiu para o interior de São Paulo, onde ficará em recuperação sob supervisão da equipe da Mata Ciliar. Ela deverá ser acompanhada durante um ano, quando então poderá ser devolvida à vida de selvagem. A onça vivia em um canavial na cidade de Jabuticabal e pode ter chegado à estrada onde foi atropelada fugindo de queimadas na região.

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Sapos usam patas traseiras para absorver impacto dos saltos

Cerca de 40 anos atrás, os pesquisadores descobriram que, quando os seres humanos saltam, ativam os músculos de seus tornozelos antes de descer, o que serve como proteção contra a força do impacto.

Além disso, a intensidade com que o músculo é tensionado depende da extensão do salto – quanto maior, mais atividade elétrica nos músculos – e a ativação acontece a distância fixa da queda, não importa qual tenha sido a dimensão do salto.

O mesmo fenômeno foi identificado em alguns outros mamíferos. Mas toda uma parte do reino animal – os sapos e rãs- salta o tempo todo. Como o processo funciona para eles?

Gary Gillis, professor do Mount Hollyoke College, e diversos de seus alunos decidiram responder a essa pergunta. Optaram pelo sapo cururu, Bufo marinus (que, aliás, na Austrália se tornou uma espécie invasiva e faz as pessoas pularem de raiva).

“Os sapos são excelentes nos pousos”, disse Gillis. Usam suas patas dianteiras para absorver a maior parte o impacto, e por isso ele e seus alunos mediram a atividade muscular em dois dos músculos da pata dianteira.

Eles reportaram em artigo para a revista Biology Letters que os músculos do sapo apresentam a mesma espécie de padrão de ativação: quanto mais longo o salto, maior a intensidade. E um dos músculos sempre se ativa 90 milissegundos antes do pouso, mesmo que isso implique em ativação pré-salto.

Gillis disse que deve existir um mecanismo de retroalimentação sensorial para que os animais possam saber “qual será a dificuldade da aterrissagem”. Ele afirmou que novos estudos seriam concebidos para tentar descobrir qual poderia ser o mecanismo envolvido.

Fonte: Terra

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