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Cão é salvo após ficar preso entre muros durante dois dias em Teresina (PI)

Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

Um cachorro foi resgatado após ficar preso entre dois muros durante dois dias no bairro Promorar, em Teresina, no Piauí. O resgate foi realizado na última quinta-feira (8).

Após ser salvo pelo Corpo de Bombeiros, o animal foi internado em uma clínica veterinária.

A Associação Piauiense de Proteção e Amor aos Animais (Apipa) informou ao G1 que ainda não se sabe se o cachorro, batizado de Resc, tinha um tutor ou vivia em situação de rua.

“A situação era terrível e não sabemos se ele tem tutor. Agora ele está internado e se recuperando”, contou Isabel Moura, da Apipa.

Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

Os militares foram acionados pelo morador de uma das casas entre as quais o animal ficou preso. Para salvar o cão, o tenente Augusto César e o cabo Ramon tiveram que quebrar uma parte do muro.

Além da situação desesperadora que viveu, Resc estava bastante desidratado e com um ferimento grande na cabeça.

Para arcar com os custos do tratamento do animal, a ONG conta com a colaboração dos internautas, que podem doar qualquer quantia para ajudar a quitar as dívidas. Para solicitar os dados bancários é necessário fazer contato com a Apipa através das redes sociais. 

Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros
Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

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Artista plástico desenha cães em muros para incentivar adoção

O artista plástico Ferreira Marcos, de 35 anos, está retratando imagens de cachorros nos muros da cidade de Uberlândia, em Minas Gerais, para incentivar a adoção.

Para incentivar a adoção de animais, artista desenha cães pelos muros de Uberlândia (MG) (Foto: TV Integração/Reprodução)

“Este assunto de abandono de animais é uma coisa que me incomoda bastante e a minha forma de tratar dele e falar com a sociedade é fazer um trabalho como este”, afirmou Marcos.

De acordo com a Associação de Proteção aos Animais (APA), aproximadamente 30 mil animais estão abandonados pelas ruas de Uberlândia, além dos 430 tutelados pela instituição.

De acordo com Marcos, a ideia de retratar os cães pelos muros tem o objetivo de “chamar a atenção de uma forma bonita, de uma forma diferente”. O artista comenta o impacto do trabalho que, segundo ele, é grande “porque mexe com as pessoas”.

“Eu gosto de trabalhar bem o olhar deles para expressar todo este sofrimento, esta dor que os animais passam e muitas pessoas não veem”, contou.

O aumento no número de animais abandonados está totalmente relacionado com o preconceito das pessoas em adotar cães e gatos adultos. “Hoje a proporção são duzentos filhotes adotados pra cada um adulto. A gente tenta promover feiras específicas de adultos, mostrar a vantagem de ter um adulto em casa, que já tem sua índole, mas é mais difícil realmente a adoção de adultos”, lamentou o diretor da APA, Elson Torres, em entrevista ao G1.

Cerca de 30 mil animais estão abandonados em Uberlândia (MG) (Foto: TV Integração/Reprodução)

Além do problema do abandono, há ainda cachorros que os tutores permitem que saiam de casa sozinhos ou que têm acesso à rua devido à ausência de muros nas residências, como acontece nos bairros Monte Hebron e Pequis, em Uberlândia, que por terem sido construídos recentemente, têm casas que não possuem estrutura completa no quintal para manter os cães no local. Além da necessidade de mantê-los seguros, longe das ruas, para que não sejam atropelados, envenenados ou se contaminem com doenças, é preciso também que os tutores se conscientizem sobre as chances dos animais cruzarem nas ruas e, assim, nascerem filhotes que podem não ter um lar à espera. “O ideal seria castrar estes animais”, afirmou Torres.

O diretor da ONG lembra ainda que o abrigo não tem condições de receber todos os cachorros necessitados da cidade, já que a tutela de cada cão custa aproximadamente R$ 80 reais por mês.

“Além dos 120 quilos de ração que são consumidos por dia, os custos com a associação só com dois veterinários, medicamentos e procedimentos externos (cirurgias em clínicas) geram R$ 15 mil reais para a APA”, concluiu.

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Gato é resgatado depois de ficar três dias preso entre muros em Londrina (PR)

 

Um pequeno gato foi resgatado, na tarde desta sexta-feira (12), depois de ficar preso entre dois muros no Jardim Columbia, na zona oeste de Londrina, norte do Paraná. Ele estava sumido desde a terça-feira (9), segundo a tutora.

Nesta sexta, a tutora do gato ouviu um miado no quintal e suspeitou que o felino estivesse preso entre os muros. Um policial militar (PM) que fazia ronda no bairro se prontificou a ajudar. Após quebrar a parede, ele conseguiu resgatar o animal e entregá-lo nas mãos da tutora, que ficou emocionada. Veja o momento do resgate aqui.

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Divulgação

Fonte: G1

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Grafiteiro ganha fama em Mogi das Cruzes (SP) homenageando sua cadela em muros

Alice Morais com o 100º La La La Dog (Foto: Wellington Morais/Arquivo Pessoal)
Alice Morais com o 100º La La La Dog (Foto: Wellington Morais/Arquivo Pessoal)

Desenhos de um cachorro têm estampado as paredes de Mogi das Cruzes. Eles estão em comércios, terrenos e até em obras. O nome dessa personagem, que encanta principalmente as crianças, é La La La Dog. A ideia começou com uma homenagem do criador a uma cadela já falecida. Atualmente são cem, de várias cores, com diversas roupas. A iniciativa, porém, divide opiniões. Alguns desenhos foram feitos sem autorização dos donos dos imóveis.

O primeiro grafite do La La La Dog foi feito na casa do grafiteiro (Foto: João Ricardo Vieira Santos/Arquivo Pessoal)
O primeiro grafite do La La La Dog foi feito na casa
do grafiteiro
(Foto: João Ricardo Vieira Santos/Arquivo Pessoal)

A popularidade do cachorro pelas ruas é tão grande que até uma promoção foi lançada em uma rede social para achar o 100º. A vencedora foi a pequena Alice Prestes Morais, de 3 anos.

Em um passeio de carro, a criança desfez o mistério de onde estava escondida a última versão do mais famoso cão de Mogi das Cruzes. De quebra, uma das paredes da casa de Alice vai ganhar uma versão exclusiva do La La La Dog. “Aquele dia nós buscamos nossa filha na escola no distrito de Brás Cubas e fomos para o Centro Cívico. Quando chegamos em frente à Câmara vimos do outro lado da rua o 100º La La La Dog. Então, tiramos a foto. A minha filha gosta do cachorro. Sempre que estamos no carro ela aponta o cachorro pelas ruas. Já virou brincadeira procurá-lo na fachada dos imóveis”, conta o pai, o empresário Wellington Morais.

No trânsito essa também é a brincadeira preferida dos irmãos Guilherme, de 9 anos, e Isabella Lautenschlager, de 5 anos. A ‘caça’ pelo La La La Dog mobiliza toda a família no carro. Quando encontram um novo desenho, os gritos e pulos no banco traseiro aumentam. “É difícil dirigir e ainda prestar atenção no desenho. Já chegamos a fazer um caminho especial para encontrar um La La La Dog que as crianças ainda não tinham visto na Rua Senador Dantas em um tapume”, conta o pai das crianças, Willian Wagner Lautenschlager.

“Eu acho que o La La La Dog ajuda a deixar a cidade mais bonita. O meu preferido é um que fica na Rua Flaviano de Melo e é branco. Dá até para ver os pelos do cachorro”, explica Guilherme.

Coloridos e espalhados pelas fachadas de vários imóveis da cidade, os La La La Dogs começaram a aparecer timidamente em abril, mas agora o cachorro ganhou status de “celebridade”. Mas nem todos concordam que o grafite embeleza a paisagem urbana da cidade.

Criador

Dalila, cadela da raça dog alemão com João no sofá (Foto: João Ricardo Santos/ Arquivo Pessoal)
Dalila, cadela da raça dog alemão com João
no sofá (Foto: João Ricardo Santos/
Arquivo Pessoal)

O grafiteiro João Ricardo Vieira Santos, de 30 anos, é o autor das pinturas.“No começo minha preocupação com a polícia era maior. Eu tinha medo de ser mal interpretado, por isso eu sempre escolhi locais abandonados, que estivessem para alugar ou tapumes. Eu também optei por grafitar durante o dia para que se a abordagem ocorresse fosse de uma maneira tranquila”, explica João.

Ele diz que atualmente a preocupação diminuiu por causa da repercussão que o desenho tem alcançado. No entanto, afirma que já foi abordado por policiais. “Eles pediram apenas que eu parasse com o desenho e fosse embora, sempre de maneira tranquila.”

A inspiração para os desenhos foi uma cachorra doméstica. “Começou com uma coisa pessoal com a Dalila, minha cadela da raça dog alemão, que morreu. É uma homenagem que decidi fazer para ela.”

João  mantém um blog que tinha cerca de 500 acessos diários e agora tem cerca de 7 mil, segundo ele. Na rua, as intervenções são rápidas. O 100º cachorro não levou nem cinco minutos para ser feito, explica o grafiteiro.

Prédios deteriorados foram os primeiros a receber os grafites (Foto: João Ricardo Santos/Arquivo Pessoal)
Prédios deteriorados foram os primeiros a receber os grafites (Foto: João Ricardo Santos/Arquivo Pessoal)

O que começou como uma homenagem e uma transgressão se tornou um negócio. Vários comerciantes estão contratando o grafiteiro para estampar o cachorrinho em suas fachadas. “Quando faço o grafite comercialmente tenho mais cuidado com o acabamento. Assim, a execução do desenho leva em torno de uma hora. Também uso mais cores.”

A popularidade do desenho deixa o artista espantado. Ele conta que uma vez grafitava um imóvel e foi surpreendido pelo dono. “Quando ele viu que era o La La La Dog me deixou terminar o desenho. É surpreendente a reação das pessoas.”

Fonte: G1

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