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Indonésia pede fim do comércio de carne de cachorro e gato no país

A Indonésia realizou um pedido para que proíba o comércio de carne de gato e de cachorro em seu território. A proposta foi feita durante a reunião da Coordenação Nacional de Bem-Estar Animal, em Jacarta.

De acordo com a Dog Meat Free Indonesia (DMFI), no final da conferência, todos os participantes necessários concordaram em proibir o comércio e proibir também a emissão de certificação sanitária para carne de cachorro e gato para consumo humano.

A Indonésia quer proibir o comércio e a emissão de certificação sanitária para indústria de carne de gato e cachorro (Foto: World Animal News)

A iniciativa foi comunicada pela Four Paws International em sua página no Facebook: “Estamos entusiasmados em anunciar que o governo central indonésio emitiu uma carta oficial a todos os governos provinciais ordenando que tomem medidas imediatas contra o comércio de carne de cachorro e gato”.

“Aplaudimos o governo por exigir ações imediatas, mas não pararemos de fazer campanha até vermos o fim do brutal roubo, assassinato e venda de gatos e cachorros em busca de carne!”, escreveu a organização.

A coalizão, formada por grupos locais e internacionais, incluindo Animal Friends JogjaJakarta Animal Aid NetworkChange For Animals FoundationHumane Society International, e Four Paws expôs o sofrimento dos animais nessa indústria através de chocantes investigações em todo o país.

Uma carta foi redigida, formalizando o pedido de proibição em território nacional (Foto: World Animal News)

Milhares de animais inocentes foram filmados sendo espancados até a morte e queimados vivos. Além disso, o roubo de cachorros de companhia também foram expostos, deixando pessoas chocadas ao redor do mundo.

Em janeiro, a coalizão DMFI também coordenou uma carta ao presidente Joko Widodo pedindo uma ação urgente.

A petição global foi assinada por mais de 930 mil pessoas de todo o mundo, incluindo mais de 90 celebridades nacionais e internacionais, como Cameron Diaz, Chelsea Islan, Jane Goodall, Sophia Latjuba, Simon Cowell e Ellen DeGeneres.

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Gatos selvagens estão sendo mortos por oficiais de Iowa (EUA) (Foto: Express Times)
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Chacina: gato selvagens são mortos por policiais nos EUA

Os gatos selvagens são animais que vivem ao ar livre e, na maioria das vezes, são auto-suficientes. A Sociedade Americana de Prevenção a Crueldades com Animais (ASPCA) estima que há cerca de 20 milhões de gatos selvagens nos EUA, número este que conta com uma mistura de gatos realmente selvagens, gatos semi-domésticos e gatos perdidos ou abandonados.

Gatos selvagens estão sendo mortos por oficiais de Iowa (EUA)
Gatos selvagens estão sendo mortos por oficiais de Iowa (EUA)

Grupos de gatos selvagens podem perder o controle em níveis populacionais, e isso não é culpa dos animais, que precisariam de fiscalização e acompanhamento para crescerem e se reproduzirem em níveis ideais, de acordo com informações do OneGreenPlanet.

Muitos indivíduos e organizações de resgate se põem à disposição de ajudar os gatos selvagens, e realizam uma prática chamada armadilhas de retorno neutro, que humanamente ajudam a controlar as populações desses animais.

Ainda assim, oficiais da polícia em Jefferson, Iowa (EUA), estão interferindo na vida dos gatos selvagens, atirando e matando os animais. No meio urbano, os gatos selvagens são vistos como pragas, e uma lei municipal de Jefferson prega que os moradores podem solicitar uma armadilha para gatos, desde que monitorada pela polícia, se acharem que o gato é um ‘incômodo’.

Os policiais são instruídos a recolherem a armadilha e, se o gato for considerado ‘não-adaptável’, os policiais recebem amparo legal para atirar e matar os gatos selvagens. Conforme informações do Care2, mais um gato selvagem é morto por mês na cidade.

Uma petição do site Care2 está mobilizando forças para evitar que essa matança continue a acontecer com os gatos. Afinal, é uma maneira desumana e cruel de lidar com populações de animais, o que claramente mostra despreparo e irresponsabilidade das autoridades.

Especialistas dizem que é contraproducente atirar e matar os gatos , pois isso abre espaço para outros gatos selvagens tomarem o espaço. (Foto: GettyImages)
Especialistas dizem que é contraproducente atirar e matar os gatos , pois isso abre espaço para outros gatos selvagens tomarem o espaço. (Foto: GettyImages)

Além disso, especialistas dizem que isso é contraproducente, afirmando que atirar e matar os gatos abre espaço para outros gatos selvagens tomarem o seu lugar.

Devido ao clamor dos moradores da cidade e da petição contra essa chacina, o conselho governamental de Jefferson colocou a prática “sob revisão”, o que não significa o fim da lei municipal, apenas uma medida de intervalo para a matança voltar.

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Lei que proíbe transporte de animais vivos em Santos (SP) é sancionada

A lei que proíbe o transporte de animais vivos em áreas urbanas e de expansão urbana no município de Santos, no litoral paulista, foi sancionada pelo prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB). O projeto foi aprovado em duas discussões pela Câmara Municipal.

Prefeitura comprovou maus-tratos no transporte de bois em caminhões (Foto: Reprodução/TV Tribuna)

Ao texto, elaborado pelo vereador e presidente da Frente Parlamentar Regional do Bem-Estar Animal, Benedito Furtado (PSB), foram adicionadas cinco emendas, solicitadas por vereadores e pela população.

A sanção da lei, que é considerada pela causa animal como uma atitude louvável do prefeito, é um importante passo que deve ser visto como exemplo para outros municípios. Nas redes sociais, Barbosa se pronunciou sobre o caso. “Hoje é um dia importante na luta pela causa animal em Santos. Somos a primeira cidade do país a sancionar uma lei que proíbe o transporte de cargas vivas em nossas vias para o embarque no porto. Após o episódio de janeiro, quando 27 mil bois sofreram maus-tratos no transporte, além de gerar vários transtornos como mau cheiro e poluição das ruas, tomamos esta medida para que a situação não se repita. Com esta lei, Santos inova e dá um passo importante para que outros portos do mundo sigam esse exemplo”, escreveu o prefeito.

A proibição do transporte tem, segundo a lei, exceções para animais domésticos, de uso terapêutico em projetos educativos e medicinais, à serviços das forças policiais, animais que passarão por cuidados médicos, utilizados para atividades esportivas e destinados à preservação ambiental.

De acordo com a lei, animais que estejam com ferimentos graves ou doentes devem ser submetidos à consulta veterinária para que um parecer técnico seja emitido a fim de decidir o destino deles. Maus-tratos são proibidos. As informações são do portal G1.

“Hoje temos uma lei aprovada por unanimidade na Câmara de Santos, proibindo esse tipo de transporte no território urbano de Santos. Nós tivemos algumas ocorrências (de transporte de animais vivos) recentemente, em que promovemos diversas autuações por maus-tratos e pela própria sujeira ocasionada na cidade, gerando multa aos responsáveis”, afirmou o prefeito.

Bois mantidos em meio a fezes e urina no navio NADA (Foto: Magda Regina)

As ocorrências citadas pelo prefeito resultaram em duas multas à Minerva Foods, maior exportadora de boi vivo do país e responsável por dois embarques de animais vivos ocorridos no Porto de Santos. O último, realizado em janeiro, foi alvo de fiscalização da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam), que levou à aplicação das multas. Participaram da ação agentes da Guarda Municipal, fiscais da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam) e médicos veterinários.

A primeira multa, aplicada devido à comprovação de maus-tratos no transporte, foi de R$ 1.469.118. Foi constatado que os bois estavam estressados, excessivamente cansados e que as carrocerias dos caminhões estavam mal ventiladas, o que indica infração ao Código de Posturas (3531/68), em seu artigo 300, incisos 11 e 15. Além disso, a empresa infringiu também o artigo 10 do Código de Posturas ao despejar dejetos dos animais em via pública, contaminando a rede de drenagem.

Em seguida, a empresa foi multada em R$ 2 milhões por poluição ambiental por causa de um forte odor de estrume advindo do navio NADA, no qual cerca de 25 mil bois estavam embarcados. O odor atingiu toda a cidade de Santos e gerou desconforto aos moradores. Somadas, as multas alcançaram uma quantia que ultrapassa os R$ 3,4 milhões.

Os maus-tratos impostos aos bois foram comprovados não só pela Prefeitura no trajeto realizado pelos caminhões até o porto, como também no navio que conduziu os animais até a Turquia, em uma viagem longa e estressante, realizada em um ambiente completamente insalubre, no qual os animais permaneceram em meio a excessiva quantidade de fezes e urina, conforme comprovado por parecer técnico emitido pela médica veterinária Magda Regina. Ativistas que estiveram no porto durante a operação de embarque também denunciaram o tratamento cruel dado aos animais e divulgaram imagens que retrataram o horror vivido pelos bois.

Devido à clara presença de maus-tratos na embarcação, a Agência de Notícias de Direitos Animais (ANDA), em parceria com a Associação de Proteção Animal de Itanhaém (AIPA), ingressou com uma ação civil pública contra os embarques de animais vivos no porto de Santos e conseguiu uma liminar que impediu as operações. Entretanto, um recurso movido pela Advocacia-Geral da União (AGU), que intercedeu no caso a pedido do Governo Federal, autorizou novamente os embarques. Apesar da derrubada da ação, a existência dela motivou a mudança na forma como a exportação de animais vivos é compreendida pelo poder público e possibilitou que uma nova legislação fosse criada em Santos em defesa dos animais.

Nota da Redação: em relação às exceções concedidas pela lei para autorizar o transporte de determinados animais no município de Santos, é importante apresentar algumas explicações acerca de alguns animais que tiveram o transporte autorizado, no caso os “de uso terapêutico em projetos educativos e medicinais, à serviço das forças policiais e utilizados para atividades esportivas”. Os animais, de todas as espécies, existem por propósitos próprios e devem ter resguardado o direito de viver de acordo com vontades e instintos naturais a cada um deles, realizando apenas atividades escolhidas por eles. Sendo assim, eles não devem ser vistos como “de uso terapêutico”, já que não podem participar de atividades com as quais não têm condições de consentir. É inaceitável também que façam parte de “forças policiais”, já que para isso os animais são treinados, o que faz com que eles sejam obrigados a aprender comandos anti-naturais, e são expostos a atividades perigosas, como busca por drogas, que colocam a vida deles em risco. É importante também que os animais não participem de atividades denominadas esportivas, como o rodeio, que na verdade não se caracterizam como esporte, mas sim como crueldade contra seres vivos que não deveriam ser explorados para entretenimento humano. Dizer que animais “serão utilizados” ou estarão “à serviço” de alguma coisa é reafirmar que tais práticas são pautadas na exploração animal e, se são, precisam ser fortemente combatidas.

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Município de Braga alarga “Centro de Recolha de Animais” e introduz esterilização

Divulgação
Divulgação

O Centro Municipal de Recolha Oficial de Animais de Companhia de Braga foi alvo de uma intervenção, no valor global de 50 mil euros, que teve por objetivos dotar o espaço de maior número de boxes para acolher cães e gatos e criar condições para se proceder à esterilização dos animais errantes. Atualmente o espaço tem disponíveis 27 boxes para gatos e 32 boxes para cães – anteriormente o número era de 10 e 25, respetivamente – e salas de esterilização e recobro devidamente equipadas.

“Recebemos um canil com boas infra-estruturas mas que não estava, em termos de boxes, adaptado às necessidades de Braga. Conseguimos alargar essa capacidade e terminar assim com situações de abate. Investimos igualmente na esterilização animal, o que coloca Braga no número restrito de concelhos que dispõe desse serviço que irá contribuir para atingir uma situação de controlo relativamente ao número de animais em situação de abandono do concelho”, disse Rui Morais, administrador da AGERE, durante uma visita ao Canil / Gatil Municipal.

Por seu turno, Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, referiu é essencial dispor de um equipamento em boas condições que permita o acolhimento dos animais errantes, minimizando os riscos para a saúde pública e para os próprios animais. “Quando confrontados com a necessidade de recolher animais, é importante pensar no passe seguinte, que passa por desenvolver campanhas para promover a sua adoção responsável. Isso é algo que temos feito em parceria com as associações de defesa dos animais com quem estamos em permanente ligação e que têm papel fundamental na sensibilização da população para a possível adoção. Trabalhamos para ter o mínimo de animais sem proprietários nas ruas e no Centro de Recolha”, disse, apelando ainda aos cidadãos para não abandonarem os seus animais de estimação, um fenômeno que tende a aumentar no período de férias de Verão.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Braga TV

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Associação de proteção à causa animal receberá repasse do município

No último dia 12, a Câmara de Vereadores aprovou o projeto de lei da Prefeitura que prevê auxílio à Associação Parobeense de Proteção aos Animais.

Por meio da matéria, será repassado o valor de R$ 1.420,00 mensais à entidade.

O recurso servirá para a realização de vacinas e esterilização de cães abandonados, sempre que resgatados em virtude de abandono ou maus-tratos.

Fonte: Jornal Panorama

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Autoridades são cobradas a solucionar situação dos animais abandonados em Ijuí (RS)

MP prorroga prazo para que prefeitura de Ijuí resolva urgências no canil

A vereadora Rosane Simon acompanhou na tarde desta sexta-feira (08), reunião no Ministério Público de Ijuí, que retomou o debate sobre o Termo de Ajuste de Conduta entre o MP e o executivo de Ijuí para determinar responsabilidades do executivo sobre o local.

O TAC foi estabelecido há mais de um ano, mais muito pouco foi cumprido. Estiveram presentes, além da promotora Diolinda Kurrle Hannusch, o vice-prefeito Ubirajara Machado Teixeira, o veterinário responsável pela UVZ, Ortiz Schröer Junior e os integrantes da APV (Associação dos Protetores da Vida) Marlova Klohn e Fábio Mariani.

A promotora Diolinda Hannusch lembrou alguns pontos do TAC que não foram cumpridos, dentre eles questões estruturais emergenciais que poderiam até dispensar licitação para sua execução, como o cercamento adequado do local. Outros pontos principais não cumpridos pelo executivo são uma política de castração de animais e também ações educativas junto a comunidade. A promotora relatou que, em reunião marcada com os presidentes de bairro, tratará também desta questão.

Marlova Klohn expôs a necessidade urgente de iniciar a castração dos animais e pediu autorização para que a APV, de forma voluntária, pudesse realizar as cirurgias. Há hoje no canil cerca de 20 machos não castrados. Marlova pediu que o executivo procurasse a UNIJUI, através do curso de veterinária, para uma parceria com relação as castrações. A promotora e o executivo informaram que a UNJUI, através de ofício, informou desinteresse nesta parceria. A representante da APV relatou também as dificuldades de acesso e as péssimas condições do canil. “O local é apavorante! Temos dificuldade em conseguir novos voluntários porque as pessoas vão uma vez e não voltam”, disse. Além da péssima estrutura, o local fica distante cerca de 11Km do centro de Ijuí, o que torna difícil a presença de visitantes em busca de adoção.

Muito dos problemas que envolvem os animais são de responsabilidade da própria sociedade. Ações educativas devem orientar a população sobre suas responsabilidades em não deixar animais soltos pelas ruas e também quanto a castração e o cuidado com animais no cio. Ortiz Junior disse que ações estão em planejamento e que ainda no mês de abril, uma reunião será marcada com os agentes de saúde para que orientem os moradores nos bairros com relação a este tema. Ortiz Junior propôs também uma reunião mensal com o voluntariado para planejar e organizar ações.

Como resultado da reunião um aditivo ao TAC foi assinado entre as partes estabelecendo um prazo de 30 dias para que o executivo faça o cercamento adequado do local e para que se inicie a castração de animais. Caso haja a necessidade de licitação, o município tem 20 dias para abrir o processo licitatório.

“Mais de um ano se passou sem que questões básicas fossem resolvidas, como o cercamento e a manutenção do local. Espero que agora a prefeitura cumpra este novo prazo. Continuo afirmando que o local é inapropriado e defendendo que um novo projeto deveria ser estudado, não só como estrutura, mas também como uma ampla política pública para a questão”, finalizou a vereadora Rosane Simon.

Fonte: Vermelho

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Puxada de cavalo é proibida em Blumenau (SC)

Sueli Amaral
sueli14_amaral@hotmail.com
Autor: Bruno Horwatisch Cunha

Honrosamente compartilho a aprovação da Lei Ordinária 6.035/11, proibindo a realização da puxada de cavalo em nosso município. É certamente, motivo de grande comemoração para todos que defendem os direitos animais, principalmente para os que convivem de forma mais próxima com as barbáries e absurdos que essa prática vem desencadeando em um município vizinho.

A puxada de cavalo é mais uma dessas atrocidades que erroneamente são visualizadas e justificadas por serem culturais, no sentido mais distorcido possível de cultura. São lastimáveis essas tentativas de transformarem tradição, conservadorismo, insensatez e agressão em algo sagrado.

A atividade consiste na competição de cavalos submetidos a grande carga, estima-se média superior a uma tonelada. Esses animais são absurdamente guiados, puxados e violentados por criaturas teoricamente humanas que divertem-se em um “emocionante” jogo, absolutamente terminal para a saúde do bicho, deparando-se amplamente indefeso, sendo notório esse abalo emocional, não raras vezes, identificado pela alta produção de excrementos.

Acredito que muitos tenham feito a seguinte indagação: mas essa “disputa” não ocorre em Blumenau, para que proibir o inexistente?

Bem, vamos por partes. Afirmar a inocorrência de algo não é uma tarefa simples. É mais coerente expormos o desconhecimento na realização. O que de modo algum torna-se antagônico com a proibição, visto que em outros municípios a prática que até então não era registrada, adquiriu contornos reais. Garanto a vocês que o movimento inverso é muito mais complicado.

Digo isso porque sinto, juntamente com outros grandes amigos e colegas que abraçam a bandeira animal e realizam lutas constantes para a proibição da puxada de cavalo, é muito angustiante constatar interpretação diversa e insensível dos operadores do direito, não concebendo os dispositivos e, acima de tudo, os princípios que norteiam normas que deveriam ser protecionistas, mas que na prática tornam-se inócuas.

Sinceramente, não surpreendem episódios como as agressões sofridas pelas grandiosas mulheres que lideram de forma pacífica e corajosa ideais nobres e nem sempre populares. Cada dia fico mais seguro que pessoas que não possuem atitudes éticas com os animais dificilmente terão com os humanos.

Parabéns aos ativistas voluntários e representantes públicos que trabalharam por esse preventivo e importantíssimo avanço, por aceitarem a incumbência de ser voz daqueles que infelizmente não possuem.

Fonte: Folha de Blumenau

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Instituição de Proteção aos Animais terá verba pública para castrar cães e gatos em Piracicaba (SP)

A SPPA (Sociedade Piracicabana de Proteção aos Animais) receberá, este ano, aproximadamente R$ 30 mil por meio de convênio assinado com a Secretaria Municipal da Saúde.

De acordo com a vice-presidente da entidade, Cristiane Naval Filetti, os recursos serão destinados para a realização de 40 castrações por mês e serão repassados em parcelas mensais de R$ 2.520.

Com a verba, a SPPA deve dobrar o número de castrações. Atualmente, segundo Cristiane, são realizadas, em média, 50 castrações a cada 30 dias. “Com esse dinheiro poderemos chegar a 90”, explicou.

A entidade apresentou projeto de controle populacional de animais que foi aprovado pela secretaria. O cadastramento deve ser feito por bairros, assim como o trabalho de castração.

O primeiro bairro que já está sendo visitado e será usado como projeto piloto pela SPPA é o Jardim Belvedere, considerado “crítico” pelos voluntários.

Fonte: JP

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Mesmo com casos de mortes em outros estados, campanha de vacinação contra raiva será feita na Bahia

Apesar das notícias sobre mortes de animais em outros três estados, causadas por reações adversas à vacina antirrábica, a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) manteve para amanhã o início da mesma campanha em Salvador e nos 416 municípios do interior.

Em nota, o Ministério da Saúde disse não haver evidências que justifiquem qualquer interrupção. O número de problemas registrados, garante o Ministério da Saúde, é muito baixo. Num total de quase 310 mil animais vacinados, houve comunicação de oito mortes. Segundo a Sesab, a meta é vacinar 1,7 milhão de cães e 361 mil gatos.

As vacinas serão aplicadas nas unidades de saúde dos municípios, nas zonas urbanas e também de casa em casa. Em Salvador, mais de cem postos de saúde estarão disponíveis.


Fonte: Correio

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